Oii!!! Desculpa a demora, mas tava muito ocupada e não conseguia terminar de escrever o relato, mas aqui vai!!
Bom, como eu tinha contado, o Edu mora na zona sul e eu na oeste, o que complicava os encontros, além de que, apesar da minha idade, por causa da minha situação, eu era totalmente controlada pelos meus pais, enfim...
A partir daquele dia em que a vida deixou de ser um tormento e eu descobri que dá pra ficar num estado de prazer total, não conseguia pensar em outra coisa a não ser sexo, e foi assim que descobri o P kkkkk mas ainda assim, tinha a necessidade de sentir de novo um pouco daquilo que tanto tinha gostado. Tentei marcar com o Edu, mas a gente não conseguia se encontrar, então acabei apelando pra masturbação, mas mesmo assim não saciava minha sede de sexo!
Bom, além disso, tava na minha cabeça o fato de ter transado sem camisinha, então decidi ir no ginecologista pelo convênio, que eu ainda não tinha consultado. Quando cheguei no consultório, a maioria das mulheres era mais velha, e os médicos que chamavam as pacientes também. Esperei quase meia hora e já tava cansada, então fui na recepção perguntar o que tava rolando, e me disseram que o médico não tinha chegado. Voltei pra sentar.
Minutos depois, chegaram vários médicos, acho que uns 6, e dois deles eram bem jovens. Não dei muita bola e continuei esperando. Fui a segunda paciente, e quando vi o médico, ele era moreno, de pele clara, uns 1,73m de altura, cerca de 36 anos e muito gostoso. Ele me cumprimentou, me fez entrar no consultório e me convidou pra sentar. Perguntou o motivo da consulta, e quando percebeu que eu tava morrendo de vergonha, vermelha que nem um tomate, ele disse pra começarmos pelas perguntas básicas. Mas aí veio a pergunta que me deixou desconfortável, e finalmente tive que falar que tinha transado pela primeira vez com alguém e sem camisinha. Na hora, senti o olhar curioso dele, porque ele me encarou de novo. dados nas fichas e a me olhar nos olhos e ficamos em silêncio por uns momentos, até que ele reagiu e tentou me acalmar, me pediu pra me trocar pra fazer o exame de rotina.
Fui lá atrás do biombo vestindo o avental (que não sei pra que, se no final você fica pelada mesmo), ao tirar a roupa percebi que minha calcinha fio-dental tava toda molhada, saí e ele mandou eu sentar na maca e, sentando bem perto, começou a examinar meus peitos. Já no primeiro toque dos dedos dele, me arrepiei toda, ele tentava continuar como se nada fosse e eu, já super excitada, morria de vergonha. Ele terminou esse exame e pediu pra eu colocar minhas pernas nos apoios, ele calçou as luvas e começou o exame, mas aconteceu a mesma coisa, ou pior, porque assim que ele encostou na minha buceta, tive um orgasmo sem poder fazer nada.
O médico se levantou e eu fechei os olhos na hora, sem saber o que dizer ou fazer, mas depois senti a língua dele fazendo círculos na minha buceta e me penetrando com ela, e comecei a gemer. Ele ficou um tempão me penetrando com a língua, fazendo círculos ou passando de cima pra baixo e vice-versa, e eu tive vários orgasmos e perdi a noção do lugar e do tempo, mas ele não. Num momento, ele se levantou e me perguntou se eu tinha gostado, eu respondi que sim, pra caralho, mas que não queria parar por ali. Ele riu e explicou que tinha pacientes, mas que se eu quisesse esperar, ele saía em menos de 2 horas, e eu aceitei.
Saí de lá e liguei pra minha mãe, inventei um encontro com uma amiga. Fiquei na confeitaria do centro médico e em menos de 2 horas ele, Marcos, é o nome dele, tava lá na minha frente; perguntei pra onde a gente vai e ele só pegou na minha mão e fomos pra outra ala do centro. Chegamos nuns consultórios e, abrindo a porta, ele puxou meu braço e me atraiu pra perto dele e começou a me beijar de um jeito descomunal, eu já tava a mil de novo. Ele se afastou de mim e me Ele disse: "Então você tá com ela novinha em folha", e eu só concordei com a cabeça. Ele continuou: "Mas dá pra ver que você gostou demais, senão não taria aqui." Respondi que claro, mas que foi ele quem me deixou assim, e não a situação. Ele não parava de passar as mãos no meu corpo, e eu beijava o pescoço dele. Foi aí que ele me contou que nunca tinha acontecido de alguém gozar com os controles, e que eu já tinha gozado três vezes naquela hora. Perguntei se era errado, e ele respondeu que tinha gozado quando contei que até pouco tempo era virgem e a idade que eu tinha. Olhei nos olhos dele, e ele começou a me beijar de novo, o que me deixou numa excitação total. Comecei a tirar a roupa dele, e ele a minha.
Só de calcinha e sutiã, encostados na porta ainda, Marcos me pegou no colo e me levou até a maca. Tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos. Eu sempre me senti insegura por ter peitos pequenos, mas ele dizia que adorava, que eram do tamanho perfeito. Já tava doida de prazer de novo, porque ele tinha enfiado a mão na minha entreperna e me masturbava como um verdadeiro expert — e era mesmo. Sem parar de mexer os dedos dentro de mim, perguntou se eu queria repetir o que a gente tinha feito antes. Eu, sem fôlego, só empurrei a cabeça dele pra minha buceta. Foi melhor que da outra vez. Sentia meus fluidos escorrendo na maca como uma torneira, e Marcos tentava juntar tudo com chupões enormes que me faziam delirar ainda mais.
Se levantando, ele disse que dessa vez o prazer ia ser todo meu. Baixou a cueca e deixou eu ver o pau dele, mas só por uns segundos, porque logo começou a me penetrar bem devagar. Eu pedia pra ele meter forte, mas ele ia tão lento que me desesperava, ao mesmo tempo que me colocava num transe de excitação inimaginável. Depois de uns minutos, senti o pau todo dele dentro de mim e tive outro orgasmo. Foi nessa hora que Marcos começou a meter e tirar. Com toda brutalidade, achei que ia morrer de prazer, mas não foi só isso, porque ele me levantou, me fez sentar em cima dele e levantou minhas pernas o máximo possível, me fazendo explodir ainda mais. Eu sentia que não parava de ter um orgasmo atrás do outro, até que senti ele gozar dentro de mim, o que fez meu orgasmo ser muito mais intenso.
Marcos me segurou abraçado porque achou que eu fosse desmaiar (ele confessou depois), até que eu recuperei a consciência e o encontrei com o olhar fixo em mim. Ele me pediu permissão para confessar algo e eu aceitei. Ele disse que nunca tinha estado com alguém com a buceta tão apertada e que ele aproveitou tanto quanto eu, que foi tanto prazer que ele sentiu que queria repetir. Respondi que podia contar comigo, mas que não estava procurando um namorado. Ele se surpreendeu e, se levantando, disse: "Então você é uma putinha gostosa e a melhor com quem já transei". E ali eu entendi que era assim mesmo...
Bom, como eu tinha contado, o Edu mora na zona sul e eu na oeste, o que complicava os encontros, além de que, apesar da minha idade, por causa da minha situação, eu era totalmente controlada pelos meus pais, enfim...
A partir daquele dia em que a vida deixou de ser um tormento e eu descobri que dá pra ficar num estado de prazer total, não conseguia pensar em outra coisa a não ser sexo, e foi assim que descobri o P kkkkk mas ainda assim, tinha a necessidade de sentir de novo um pouco daquilo que tanto tinha gostado. Tentei marcar com o Edu, mas a gente não conseguia se encontrar, então acabei apelando pra masturbação, mas mesmo assim não saciava minha sede de sexo!
Bom, além disso, tava na minha cabeça o fato de ter transado sem camisinha, então decidi ir no ginecologista pelo convênio, que eu ainda não tinha consultado. Quando cheguei no consultório, a maioria das mulheres era mais velha, e os médicos que chamavam as pacientes também. Esperei quase meia hora e já tava cansada, então fui na recepção perguntar o que tava rolando, e me disseram que o médico não tinha chegado. Voltei pra sentar.
Minutos depois, chegaram vários médicos, acho que uns 6, e dois deles eram bem jovens. Não dei muita bola e continuei esperando. Fui a segunda paciente, e quando vi o médico, ele era moreno, de pele clara, uns 1,73m de altura, cerca de 36 anos e muito gostoso. Ele me cumprimentou, me fez entrar no consultório e me convidou pra sentar. Perguntou o motivo da consulta, e quando percebeu que eu tava morrendo de vergonha, vermelha que nem um tomate, ele disse pra começarmos pelas perguntas básicas. Mas aí veio a pergunta que me deixou desconfortável, e finalmente tive que falar que tinha transado pela primeira vez com alguém e sem camisinha. Na hora, senti o olhar curioso dele, porque ele me encarou de novo. dados nas fichas e a me olhar nos olhos e ficamos em silêncio por uns momentos, até que ele reagiu e tentou me acalmar, me pediu pra me trocar pra fazer o exame de rotina.
Fui lá atrás do biombo vestindo o avental (que não sei pra que, se no final você fica pelada mesmo), ao tirar a roupa percebi que minha calcinha fio-dental tava toda molhada, saí e ele mandou eu sentar na maca e, sentando bem perto, começou a examinar meus peitos. Já no primeiro toque dos dedos dele, me arrepiei toda, ele tentava continuar como se nada fosse e eu, já super excitada, morria de vergonha. Ele terminou esse exame e pediu pra eu colocar minhas pernas nos apoios, ele calçou as luvas e começou o exame, mas aconteceu a mesma coisa, ou pior, porque assim que ele encostou na minha buceta, tive um orgasmo sem poder fazer nada.
O médico se levantou e eu fechei os olhos na hora, sem saber o que dizer ou fazer, mas depois senti a língua dele fazendo círculos na minha buceta e me penetrando com ela, e comecei a gemer. Ele ficou um tempão me penetrando com a língua, fazendo círculos ou passando de cima pra baixo e vice-versa, e eu tive vários orgasmos e perdi a noção do lugar e do tempo, mas ele não. Num momento, ele se levantou e me perguntou se eu tinha gostado, eu respondi que sim, pra caralho, mas que não queria parar por ali. Ele riu e explicou que tinha pacientes, mas que se eu quisesse esperar, ele saía em menos de 2 horas, e eu aceitei.
Saí de lá e liguei pra minha mãe, inventei um encontro com uma amiga. Fiquei na confeitaria do centro médico e em menos de 2 horas ele, Marcos, é o nome dele, tava lá na minha frente; perguntei pra onde a gente vai e ele só pegou na minha mão e fomos pra outra ala do centro. Chegamos nuns consultórios e, abrindo a porta, ele puxou meu braço e me atraiu pra perto dele e começou a me beijar de um jeito descomunal, eu já tava a mil de novo. Ele se afastou de mim e me Ele disse: "Então você tá com ela novinha em folha", e eu só concordei com a cabeça. Ele continuou: "Mas dá pra ver que você gostou demais, senão não taria aqui." Respondi que claro, mas que foi ele quem me deixou assim, e não a situação. Ele não parava de passar as mãos no meu corpo, e eu beijava o pescoço dele. Foi aí que ele me contou que nunca tinha acontecido de alguém gozar com os controles, e que eu já tinha gozado três vezes naquela hora. Perguntei se era errado, e ele respondeu que tinha gozado quando contei que até pouco tempo era virgem e a idade que eu tinha. Olhei nos olhos dele, e ele começou a me beijar de novo, o que me deixou numa excitação total. Comecei a tirar a roupa dele, e ele a minha.
Só de calcinha e sutiã, encostados na porta ainda, Marcos me pegou no colo e me levou até a maca. Tirou meu sutiã e começou a chupar meus peitos. Eu sempre me senti insegura por ter peitos pequenos, mas ele dizia que adorava, que eram do tamanho perfeito. Já tava doida de prazer de novo, porque ele tinha enfiado a mão na minha entreperna e me masturbava como um verdadeiro expert — e era mesmo. Sem parar de mexer os dedos dentro de mim, perguntou se eu queria repetir o que a gente tinha feito antes. Eu, sem fôlego, só empurrei a cabeça dele pra minha buceta. Foi melhor que da outra vez. Sentia meus fluidos escorrendo na maca como uma torneira, e Marcos tentava juntar tudo com chupões enormes que me faziam delirar ainda mais.
Se levantando, ele disse que dessa vez o prazer ia ser todo meu. Baixou a cueca e deixou eu ver o pau dele, mas só por uns segundos, porque logo começou a me penetrar bem devagar. Eu pedia pra ele meter forte, mas ele ia tão lento que me desesperava, ao mesmo tempo que me colocava num transe de excitação inimaginável. Depois de uns minutos, senti o pau todo dele dentro de mim e tive outro orgasmo. Foi nessa hora que Marcos começou a meter e tirar. Com toda brutalidade, achei que ia morrer de prazer, mas não foi só isso, porque ele me levantou, me fez sentar em cima dele e levantou minhas pernas o máximo possível, me fazendo explodir ainda mais. Eu sentia que não parava de ter um orgasmo atrás do outro, até que senti ele gozar dentro de mim, o que fez meu orgasmo ser muito mais intenso.
Marcos me segurou abraçado porque achou que eu fosse desmaiar (ele confessou depois), até que eu recuperei a consciência e o encontrei com o olhar fixo em mim. Ele me pediu permissão para confessar algo e eu aceitei. Ele disse que nunca tinha estado com alguém com a buceta tão apertada e que ele aproveitou tanto quanto eu, que foi tanto prazer que ele sentiu que queria repetir. Respondi que podia contar comigo, mas que não estava procurando um namorado. Ele se surpreendeu e, se levantando, disse: "Então você é uma putinha gostosa e a melhor com quem já transei". E ali eu entendi que era assim mesmo...
4 comentários - De Virgem a Piranha parte 5
Muy caliente!
gracias por compartir
me mato a pajas
me quedo dando vueltas lo de la vagina estrecha