Lucas e Brenda (parte 2) - relato nº5

Gente, me esqueci, mil desculpas. Agora tô fazendo tudo de um caderno, antes era só com isso e eu mandava tudo no mesmo dia, mas pelo caderno é mais da hora, sei lá, dá mais inspiração, kkk. Espero que gostem.

No meio do beijo apaixonado com a Cláudia no banheiro, a Brenda entra sem avisar e nos vê naquela posição, e fica calada.

Lucas: Brenda, espera, não é o que parece.
Brenda: Você é um doente do caralho, como vai fazer uma parada dessas com a sua própria irmã?
Cláudia: Não, Brenda, era isso que a gente queria.
Lucas: Fala mais merda, sua burra.
Brenda: Então vocês dois estavam se pegando por que sim, só isso?
Cláudia: Na real, no começo era eu que tava atrás dele. E depois descobri que nós dois nos procurávamos.
Brenda: Melhor eu vazar daqui, não quero saber de nenhum de vocês dois.
Lucas: Pera, Brenda, volta aqui, meu amor, não foi de propósito.
Brenda: Quando você estiver frio aí embaixo, me liga.

Nessa hora, queria ter dado um tiro na cabeça pela merda que eu fiz. No fundo, uma parte de mim dizia: com sua irmã, o sexo é 10 vezes melhor. E a outra dizia: o amor é mais forte que uma boa transa.
A Cláudia começou a se arrumar pra ir pro shopping, e eu comecei a encher o saco porque ela tava pouco se lixando pra amizade com a Brenda.

Lucas: Você não tá nem aí por ter perdido uma amiga e talvez uma futura cunhada? Não?
Cláudia: Pra ser sincera, não, porque sempre achei essa gostosa uma exagerada.
Lucas: Qualquer uma exageraria se soubesse que eu tô transando com a minha própria irmã.
Cláudia: Mas eu sei que você gosta, ou não, gordito? — ela aperta minha bunda.
Lucas: Sai, Cláudia, tô falando sério, porra.
Cláudia: Cê tá de mal humor, coração. Mas quando eu voltar, se quiser e estiver de bom humor, a gente fode um pouco.

Não falei nada, peguei as chaves e saí de casa pra visitar um amigo.

Na casa da Brenda...

E eu aqui, feita de trouxa, chorando por um cara tarado e a irmã puta dele que não valem nada. O melhor que posso fazer agora é esquecer disso. Aconteceu, mas e se eu engravidar? Tenho tanta má sorte que fico prenha.

(ring ring) a campainha toca.

Espero que não seja o Lucas. Quem diria, é o Marcelo, meu colega do ensino médio. Fazia um tempão que não o via, com ele fizemos as mil e uma. O bom do Marcelo é que sempre me tratou como uma verdadeira amiga e nunca quis se aproveitar de mim pra estragar uma amizade linda.

Brenda: Oi, Marce, como cê tá? Quanto tempo?
Marcelo: Oi, Brenda, bem. É, verdade, faz tempo que a gente não se via.

A gente se deu um abraço bem forte, daqueles de saudade. Só que o abraço veio com uma surpresa: um pacote de dimensões enormes. Mmmmm, além disso, ele tava com um corpão de dar água na boca, agora tá melhor do que quando a gente se viu pela última vez.

Marcelo: Amiga, como cê tá gostosa!
Brenda: É, desde que saí do ensino médio, comecei na academia e na dieta.
Marcelo: Sim, verdade, já era hora de perder essa barriga, hahaha.
Brenda: Haha, vejo que fui a única. E aí, o que mudou?
Marcelo: Olha, vou te contar.

No elevador, o Marce me contou que, depois do ensino médio, ele foi atrás de um trampo, mas só conseguiu com o pai dele, de carpinteiro. Depois, começou a sair com uma mina do serviço que trabalhava como office girl. Ele se deu super bem com a garota, mas ela queria algo mais. Bom, a gata largou ele por outro otário. Então, depois de muito chororô, ele focou em conseguir um corpo bom pra pegar mais gatas.

Ele arranjou um trampo, mas não me disse onde ainda.

Marcelo: Bom, quando terminei com a Sabrina, comecei a sair e conheci muita gente, tudo conhecido da escola. Também viciei em álcool, tava um louco.
Brenda: Nossa, então cê se deu super bem?
Marcelo: Sim, verdade, super bem, sorte que deu, mas...
Brenda: O que foi, Marce?
Marcelo: É onde eu trabalho agora.
Brenda: Por quê? Tem problema?
Marcelo: Vou te contar, mas não quero que me julgue.
Brenda: Não me assusta, Marce, por favor.
Marcelo: Não, não é feio, só que... olha, arranjei um trampo de... stripper

Silêncio total no ambiente, e minha mente só pensava em ver o Marce de sunga.

Marcelo: Melhor eu ir.
Brenda: Não, não, espera Marce, vem cá, me conta.
Marcelo: É que é melhor não te contar.
Brenda: Fala logo, Marce, me conta agora.
Marcelo: Beleza, olha, foi assim. Um amigo meu me falou que tavam procurando um cara pra ser stripper, pagando bem. Decidi tentar, já que não perdia nada. No começo, eu gostava do que fazia, mas um dia, numa rotina, chega uma senhora com as amigas. Eu conhecia uma das senhoras, era amiga da minha mãe. Aquela gata era minha fantasia de moleque, tomara que ela venha pra frente ou me deixem ir buscar ela. Apontei pra ela vir, mas quando vi que vinha outra pessoa, não acreditei: era minha mãe. Minha mãe tava bêbada. Ela sobe e começo a rotina. Às vezes, é sentar a cliente na cadeira e começar a fazer uma dança bem sensual. Eu morria de vergonha de ver minha mãe enfiando notas na sunga, enganando a mim e ao meu pai, dizendo que só ia na casa de uma amiga.
Espera, piora. Porque minha mãe pede um beijo, e eu dei um selinho, mas ela me agarrou pela cabeça e começou a me beijar de língua. Tirei rápido porque teve língua e não aguentei mais. Aconteceu o pior: tive uma ereção monstra.
Brenda: Nossa, nunca imaginei isso, ainda mais da sua mãe. Volto já.

A única coisa que eu imaginava depois da história era ter aquele pau duro na minha boca. Então fui pro meu quarto vestir a fantasia que tinha comprado de enfermeirinha especialmente pro Lucas, mas a surpresa cai melhor pro Marcelo.
Minha buceta tava toda molhada, queria pica pra caralho. Ahhhh, só de pensar no meu amiguinho com a anaconda entre as pernas, ficava louca.
Chego e vejo ele mexendo no celular, então pego ele pelo rosto e tapo os olhos dele. O cara sorrindo me pergunta:

Marcelo: Do que você tá brincando, Brenda?
Brenda: Quero brincar só, como a gente fazia antes.
Marcelo: Beleza, mas não sei por que você vem com isso ago... — ele se virou.

Quando me viu com a Vestidinho, ela ficou me olhando e sem palavras, me aproximei dela, devorando a boca dela com um beijo apaixonado. A gente queria isso há muito tempo, os dois, e foi um momento muito especial pra nós. A gente se pegou numa briga de línguas enquanto apalpava as bundas um do outro. Ela me jogou contra a parede da sala e começou a brincar com meus peitos, dando uns beliscões nos meus bicos, o que eu não gostava porque apertava muito forte, mas não pedi pra parar, porque já tava ficando louca da cabeça. Ela desceu uma mão pra minha pussy e começou a meter dedos, sem parar.

Marcelo: Foxy, e slut, você gosta disso? Gosta, sua puta?
Brenda: Sim, siiiim, continua, que eu tô gostando.
Marcelo: Quem é seu papi?
Brenda: Você é meu papi, mais papi, mais aaaaahhhhh.
Marcelo: Me implora, cock slut, me implora — ele ficou meio violento.
Brenda: Me dá esse cock, papi, por favor, enfia essa porra em mim, vaiiiii, paaaaapppiiiiiiiiiiii.

Eu tava com medo por causa dos vizinhos, porque talvez desse pra ouvir, mas não dava, ele e o cock dele eram mais fortes.
Ele me levou pra cama abraçados e pediu um strip, o que eu não hesitei em fazer. Será que sou foxy por fazer isso com meu próprio amigo? Quem liga, eu tô adorando.
Pra deixar a cena mais quente, tirei a cueca dele só com os dentes, quando um pênis de tamanho enorme apareceu na minha frente e eu fiquei besta olhando, e sem perceber já tava chupando, meio que por instinto. Mas a curiosidade era se aquela cock enorme ia entrar em mim, 20 cm era muito pra mim.
Só sabia que tava adorando, até meu celular tocou, mas ignorei.
Chegou a hora, subi pra cavalgar esse garanhão, que já tava me dando um trabalho sem precisar foder ainda.
Mas uma coisa estranha aconteceu. Quando subi em cima, parece que ele gozou...

Brenda: Marce, o que foi, papi?
Marcelo: Essa merda de novo não, pelo amor de Deus.
Brenda: Mas Marcelo, não pensei que você...
Marcelo: Por que caralhos você acha que minha namorada me largou? — ele levantou da cama e se trocou na hora. brenda: mas marce, a gente pode conversar melhor sobre isso.

Ela pegou a camisa dele e saiu correndo, me deixando cheia de dúvidas. Quando olhei pro chão, vi um cartão de um clube chamado "Os Dotados" com o nome dele como cartão de visita, mas apelidado de "O Gladiador". Pra ser só um stripper, ele tinha fama pra caralho.

Melhor eu deixar pra ir com alguém, não curto muito as ruas daqui. Vou tomar um banho porque a Pam chega daqui a algumas horas.

Enquanto isso, na casa do Lucas...

Cadê esse filho da puta? Toda vez que preciso dele, ele tá ocupado. Não entendo esse arrombado, sério. O dia inteiro à toa e não consegue aparecer pra falar com o amigo. Filho da puta do caralho.

Melhor ligar pra Cláudia pra ver onde ela tá, vou buscar ela pra gente conversar e resolver as coisas.

Cláudia: Oi Lucas, como cê tá?
Lucas: Mal, esse arrombado não veio. Me diz onde cê tá.
Cláudia: Tô em casa, vem aqui que a gente brinca um pouco.
Lucas: Cê é uma merda, irmã. Não liga pra nada.
Cláudia: Ahhh, vai, eu sei que cê gosta.

Desliguei o telefone, peguei o carro e saí a toda velocidade. Minha irmã ainda não me conhece direito, a safada, e agora tô puto pra caralho com ela.

Cláudia: Já chegou, meu amor!!
Lucas: Cala a boca, puta.

Pow! Dei um tapa com toda a minha raiva, era a única coisa que me acalmava. Agarrei ela forte pelo braço e, enquanto ela xingava, levei ela pra cama, arrancando a roupa dela. Enquanto puxava meu pau, ela sabia o que tinha que fazer, mas não queria. Aí bati de novo, agarrei o cabelo dela e enfiei meu pau na boca dela. Mas mesmo com as porradas, ela tava gostando. Eu não queria isso. Fiz como se fosse uma punheta, só que com a boca dela — sei que ela não curte.

Bom, tirei minha camisa, rasguei a calcinha dela e comecei a comer ela com nojo, enquanto apertava os peitos dela. Ela queria que eu beijasse ela, mas eu conheço ela: vai me morder, igual já tava fazendo nas minhas costas, cravando as unhas. Então cuspi na cara dela, e ela lambeu igual um cachorro, tirando o que dava.

Como eu vi que minha irmã tava aproveitando usando minha melhor opção...... vou meter a Booty nela.
tirei meu pau da buceta dela, agarrei e comecei a bater no clitóris dela com a ponta do meu pau, o que sempre me deixava louco, levantei ela e posicionei de quatro pra ela não negar, sem vaselina, sem saliva, seco.

claudia: para que cê tá fazendo, nene?
lucas: cala a boca, puta, que agora você vai gostar.
claudia: nem pensa, lucas. lucas- tenta se soltar, mas como sou mais forte, não consegue.
lucas: você pediu por isso, sua puta de merda.
claudia: lucas! não, por favor, não, idiota, aaaahhhrrrrrgggggg.

claudia gritava, já não eram gemidos, eram choros, vendo ela se revirar na cama, arranhando os lençóis e se arqueando pra eu parar, mas já era tarde demais, enquanto meu pau tentava entrar com dificuldade naquele cu virgem, parecia que ia quebrar porque entortou por um momento, mas continuei com ovo e tudo, já que claudia não parava de se mexer de um lado pro outro, o que complicava tudo, tive que dar tapas na bunda e segurar ela pela cintura pra ficar quieta, teve lágrimas, xingamentos, tapas e, acima de tudo, dor.
com o cu dela um pouco mais dilatado e um buraco enorme que deixei, gozei dentro do rabo já estreado dela, deixei ela sozinha por um tempo, quando fui sair do quarto, ela começa a falar chorando.

claudia: lucas?
lucas: o que cê quer?
claudia: quero que você vá embora hoje da minha casa.
lucas: tá bom, se é o que você quer.
claudia: só sai daqui e não me liga nunca mais.

ela começou a chorar, tive que ser forte porque, apesar do que fiz, ela é minha irmã, mas não quero sentir pena de alguém como ela, ela mesma se meteu nessa, fez eu reagir assim. enquanto tô guardando minhas coisas na mochila, chega uma mensagem da pamela.

"mensagem: oi luqis. tô com vontade de sair pra tomar algo, o que cê acha? topa?"

"mensagem: dale, topo, passo aí na sua casa às 10?"

"mensagem: dale, valeu, amigo, você é um anjo, não te Fode se a amiga dela vem?"
"mensagem: sim, tudo bem, não me fode, pelo contrário, amiga"
"mensagem: kkkkk beleza, a gente se vê mais tarde, beijos"

Bom, isso já me dizia que a noite ia ser boa pra caralho, e o melhor é que com sorte eu ainda consigo fazer algo a mais com a Pame e a amiga. Aproveito a oportunidade e esqueço por uma noite a Brenda e a Cláudia.

A Brenda essa noite pode ir pra puta que pariu.

Mas antes de ir tomar um banho, ouço uns barulhos estranhos na cozinha e vejo que a Cláudia tava com uma faca na mão e um olhar de doida... e agora minha irmã me odeia tanto que quer me ver morto...

Isso não vai acabar bem...

NDC

Bom, espero que tenham gostado, e enquanto eu tava copiando isso, fiquei pensando: como é que vocês curtem isso? Espero que entendam que se eu não coloco um monte de "aaaahhhhh" e "mmmmmm" não é por preguiça, mas porque acho melhor a pessoa entrar mais na história, já que pra mim isso é mais uma história do que um relato. Espero que saibam entender. E se isso continuar, eu já tenho escrito, mas não tenho muito tempo pra postar. Muito obrigado e beijos pra todos.

4 comentários - Lucas e Brenda (parte 2) - relato nº5

wao, tu si que eres buen guionista brother, espero que haya, parte 3 de este relato, o que por lo menos lo continues un poco más, espero ver más relatos tuyos.