Gente, me esqueci, mil desculpas. Agora tô fazendo tudo de um caderno, antes era só com isso e eu mandava tudo no mesmo dia, mas pelo caderno é mais da hora, sei lá, dá mais inspiração kkkk espero que vocês gostem.
No meio do beijo apaixonado com a Cláudia no banheiro, a Brenda entra sem avisar e vê a gente naquela posição, e fica calada.
Lucas: Brenda, espera, não é o que parece.
Brenda: Seu doente do caralho, como você vai fazer uma parada dessas com a sua própria irmã?
Cláudia: Não, Brenda, era isso que a gente queria.
Lucas: Fala mais merda, sua burra.
Brenda: Então vocês dois tão se pegando por que sim, só isso?
Cláudia: Na real, no começo era eu que tava atrás dele. E depois descobri que nós dois estávamos atrás um do outro.
Brenda: Melhor eu vazar daqui, não quero saber de nenhum dos dois.
Lucas: Pera aí, Brenda, volta aqui, meu amor, não foi de propósito.
Brenda: Quando você esfriar lá embaixo, me liga.
Nessa hora, queria ter dado um tiro na cabeça pela cagada que fiz. No fundo, uma parte de mim falava: com sua irmã, o sexo é 10 vezes melhor, e a outra falava: o amor é mais forte que uma boa trepada.
A Cláudia começou a se trocar pra ir pro shopping, e eu comecei a encher o saco porque ela tava pouco se lixando pra amizade com a Brenda.
Lucas: Você não tá nem aí por ter perdido uma amiga e talvez uma futura cunhada, não é?
Cláudia: Pra ser sincera, não, porque sempre achei essa gostosa uma exagerada.
Lucas: Qualquer uma exageraria se soubesse que eu tô transando com a minha própria irmã.
Cláudia: Mas eu sei que você gosta, ou não, gordito? — ela aperta minha bunda.
Lucas: Sai, Cláudia, tô falando sério, porra.
Cláudia: Você tá de mau humor, coração, mas quando eu voltar, se quiser e estiver de bom humor, a gente fode um pouco.
Não falei nada, peguei as chaves e saí de casa pra visitar um amigo.
Na casa da Brenda...
E eu aqui, feita de trouxa, chorando por um cara tarado e pela irmã puta dele, que não vale nada. O melhor que posso fazer agora é esquecer disso. Aconteceu, mas e se eu engravidar? Tenho tanta má sorte que fico prenha.
(ring ring) a campainha toca.
Espero que não seja o Lucas. Quem diria, é o Marcelo, meu colega do ensino médio. Faz um tempão que não o via, com ele fizemos as mil e uma. O bom do Marcelo é que sempre me tratou como uma verdadeira amiga e nunca quis se aproveitar de mim pra estragar uma amizade linda.
Brenda: Oi, Marce, como cê tá? Quanto tempo?
Marcelo: Oi, Brenda, bem. É, verdade, faz muito que não nos víamos.
A gente se deu um abraço bem forte, daqueles de quem não se vê há tempos. Só que o abraço veio com uma surpresa: um pacote de dimensões enormes, mmmmmm, além de um corpão que dava vontade de devorar. Agora ele tá melhor do que quando nos vimos pela última vez.
Marcelo: Amiga, como cê tá gostosa!
Brenda: É, desde que saí do ensino médio, comecei a malhar e fazer dieta.
Marcelo: Sim, verdade, já era hora de perder essa barriga, hahaha.
Brenda: Haha, vejo que fui a única. E aí, o que mudou?
Marcelo: Olha, vou te contar.
No elevador, o Marce me contou que, no fim do ensino médio, ele foi atrás de um trampo, mas a única coisa que conseguiu foi com o pai dele, como carpinteiro. Depois, começou a sair com uma mina do trabalho que era office girl. Ele se deu super bem com ela, só que ela queria algo mais. Bom, a gata largou ele por outro babaca. Então, depois de muito chororô, ele focou em conseguir um shape foda pra pegar mais gatinhas.
Engatou um trampo, mas não me disse onde ainda.
Marcelo: Bom, quando terminei com a Sabrina, comecei a sair e conheci um monte de gente, tudo conhecido da escola. Também viciei em álcool, tava um loucão.
Brenda: Nossa, então cê se deu super bem?
Marcelo: Sim, verdade, super bem, felizmente, mas...
Brenda: O que foi, Marce?
Marcelo: É onde eu trabalho agora.
Brenda: Por quê? Tem algum problema?
Marcelo: Vou te contar, mas não quero que me julgue.
Brenda: Não me assusta, Marce, por favor.
Marcelo: Não, não é nada feio, só que... bom, olha, eu engatei um trampo de... stripper
Silêncio total no ambiente, e minha mente só pensava em ver o Marce de sunga.
Marcelo: Melhor eu ir embora.
Brenda: Não, não, espera Marce, vem cá, me conta.
Marcelo: É que é melhor não te contar.
Brenda: Fala, Marce, me conta agora.
Marcelo: Bom, olha, foi assim: um amigo meu me contou que estavam procurando um cara pra ser stripper, pagando bem. Me decidi, já que não perdia nada. No começo, eu gostava do que fazia, mas um dia, numa rotina, chega uma senhora com as amigas, e eu conhecia uma delas — era uma amiga da minha mãe. Aquela gata era minha fantasia de garoto, tomara que ela venha pra frente ou que me deixem ir buscá-la. Apontei pra ela vir, mas quando vi que vinha outra pessoa, não acreditei: era minha mãe. Minha mãe tava bêbada. Ela sobe e eu começo a rotina — às vezes é sentar a cliente na cadeira e começar a fazer uma dança bem sensual. Eu morria de vergonha de ver minha mãe colocando notas na sunga, enganando a mim e ao meu pai, dizendo que só ia na casa de uma amiga.
Espera, piora: porque minha mãe pede um beijo, e eu dei um selinho, mas ela me agarrou pela cabeça e começou a me beijar de língua. Tirei rápido porque tinha língua e não aguentei mais. Aconteceu o pior: tive uma super ereção.
Brenda: Fuuuu, nunca imaginei isso, ainda mais da sua mãe. Volto já.
A única coisa que eu imaginava depois da história era ter nas minhas mãos aquele pau ereto na minha boca. Então fui pro meu quarto vestir a fantasia que tinha comprado de enfermeirinha especialmente pro Lucas, mas a surpresa cai melhor pro Marcelo.
Minha buceta tá toda molhada, queria pica pra caralho. Ahhhhh, só de pensar no meu amiguinho com a anaconda entre as pernas, ficava louca.
Chego e vejo ele mexendo no celular, então pego ele pelo rosto e tapo os olhos. O cara sorrindo me pergunta:
Marcelo: O que você tá fazendo, Brenda?
Brenda: Quero brincar só, como a gente fazia antes.
Marcelo: Bom, mas não sei por que você vem com isso agora... — ele se virou.
Quando me viu com a Vestidinho, ela ficou me olhando e sem palavras, me aproximei dela, devorando a boca dela com um beijo apaixonado. A gente queria isso há muito tempo e foi um momento muito especial pra nós dois. A gente se pegou numa briga de línguas enquanto apalpava as bundas um do outro. Ela me jogou contra a parede da sala e começou a brincar com meus peitos, dando uns beliscões nos meus bicos, o que eu não gostava porque apertava muito forte, mas não pedi pra parar, porque tava me deixando louca. Ela desceu uma mão pra minha pussy e começou a meter os dedos, sem parar.
Marcelo: Foxy, e slut, você gosta disso? Gosta, sua putinha?
Brenda: Sim, siiiim, continua, que eu tô gostando.
Marcelo: Quem é seu papi?
Brenda: Você é meu papi, mais papi, mais aaaaahhhhh.
Marcelo: Me implora, cock slut, me implora — ele ficou meio violento.
Brenda: Me dá essa cock, papi, por favor, enfia essa porra em mim, vaiiiii, paaapppiiiiiiiiiiii.
Tava com medo por causa dos vizinhos, porque talvez desse pra ouvir, mas não dava, ele e a cock dele eram mais fortes.
Ele me levou pra cama abraçados e pediu um strip, o que eu não hesitei em fazer. Será que sou foxy por fazer isso com meu próprio amigo? Quem liga? Tô adorando.
Pra deixar a cena mais quente, tirei a cueca dele só com os dentes, quando um pênis gigante apareceu na minha frente e eu fiquei besta olhando, sem perceber já tava chupando, meio que por instinto, mas a dúvida era se aquela cock enorme ia entrar em mim. Tinha 20 cm, era muito pra mim.
Só sabia que tava adorando, até meu celular tocou, mas ignorei.
Chegou a hora, montei naquele garanhão, que já tava me dando uma massagem sem nem ter fudido ainda.
Mas uma coisa estranha aconteceu.
Quando subi em cima, parece que ele gozou...
Brenda: Marce, o que foi, papi?
Marcelo: Essa merda de novo, não, meu Deus.
Brenda: Mas Marcelo, não pensei que você...
Marcelo: Por que caralhos você acha que minha namorada me largou? — ele levantou da cama e se vestiu na hora. brenda: mas marce, a gente pode conversar melhor sobre isso.
Peguei a camisa dele e saí correndo, me deixando cheia de dúvidas. Quando olhei pro chão, vi um cartão de um clube chamado "Os Dotados" com o nome dele como cartão de visita, mas apelidado de "O Gladiador". Pra ser só um stripper, ele tinha muita fama.
Melhor eu ir com alguém, não curto muito as ruas daqui. Vou tomar um banho porque a pamela chega daqui a algumas horas.
Enquanto isso, na casa do lucas...........
Cadê esse filho da puta? Sempre que preciso dele, ele tá ocupado, não entendo esse arrombado. O dia inteiro à toa e não consegue aparecer pra falar com o amigo. Filho da puta do caralho.
Melhor ligar pra claudia pra ver onde ela tá, vou buscar ela pra gente conversar e resolver as coisas.
claudia: oi lucas, como cê tá?
lucas: mal, esse arrombado não veio. Me diz onde cê tá.
claudia: tô em casa, vem aqui que a gente brinca um pouco.
lucas: cê é uma merda, irmã, não liga pra nada.
claudia: ahhhh, vai, eu sei que cê gosta.
Desliguei o telefone, peguei o carro e saí correndo. Minha irmã ainda não me conhece direito, a safada, e agora tô puto pra caralho com ela.
claudia: já chegou, meu amor!!
lucas: cala a boca, puta.
Pow! Um tapa com toda a minha raiva, era a única coisa que me acalmava. Agarrei ela com força pelo braço e ela começou a xingar. Levei ela pra cama, arrancando a roupa dela, enquanto puxava meu pau. Ela sabia o que tinha que fazer, mas não queria. Aí bati nela de novo, agarrei o cabelo dela e enfiei meu pau na boca dela. Mas mesmo com as porradas, ela tava gostando. Eu não queria isso. Fiz como se fosse uma punheta, só que com a boca dela, sei que ela não curte.
Bom, peguei e tirei minha camisa, rasguei a calcinha dela e comecei a comer ela com nojo, enquanto apertava os peitos dela. Ela queria que eu beijasse ela, mas conheço ela, vai me morder, igual já tava fazendo nas minhas costas, cravando as unhas. Então cuspi na cara dela, e ela lambeu igual uma cadela, tirando o que dava.
Como vi que ela minha irmã tava curtindo usar minha melhor opção... vou meter a Booty nela.
tirei meu pau da buceta dela, agarrei e comecei a bater no clitóris dela com a ponta do meu pau, o que sempre me deixou louco, levantei ela e arrumei pra fazer de quatro assim ela não me nega, sem vaselina, sem saliva, seco.
Claudia: para que você tá fazendo, neném?
Lucas: cala a boca, puta, que agora você vai gostar.
Claudia: nem pensa nisso, Lucas. Lucas tenta se soltar, mas como sou mais forte, não consegue.
Lucas: você quem pediu, sua puta de merda.
Claudia: Lucas! Não, por favor, não, idiota, aaaahhhrrrrrgggggg.
Claudia gritava, já não eram gemidos, eram choros, ao vê-la se revirar na cama, arranhando os lençóis e se arqueando pra eu parar, mas já era tarde demais, enquanto meu pau tentava entrar com dificuldade naquele cu virgem, parecia que ia quebrar porque entortou feio por um momento, mas continuei com ovo e tudo, já que a Claudia não parava de se mexer de um lado pro outro, o que complicava tudo, tive que dar tapas na bunda e segurar ela pela cintura pra ela ficar quieta, teve lágrimas, xingamentos, tapas e, acima de tudo, dor.
Com o cu dela um pouco mais dilatado e um buraco enorme que deixei, gozei dentro da bunda já estreada dela, deixei ela sozinha por um tempo, quando tentei sair do quarto, ela começa a falar chorando.
Claudia: Lucas?
Lucas: o que você quer?
Claudia: quero que você vá embora hoje da minha casa.
Lucas: tá bom, se é o que você quer.
Claudia: só sai daqui e não me liga nunca mais.
Ela desatou a chorar, tive que ser forte porque, apesar do que fiz, ela é minha irmã, mas não quero sentir pena de alguém como ela, ela quem fez por onde eu reagir assim. Enquanto guardo minhas coisas na mochila, recebo uma mensagem da Pamela.
"Mensagem: oi, Luqis. Tô com vontade de sair pra tomar algo, o que você acha? Topa?"
"Mensagem: dale, topo, passo aí na sua casa às 10?"
"Mensagem: dale, valeu, amigo, você é um anjo, não te Fode se a amiga dela vem?"
"Mensagem: tudo bem, não me fode, pelo contrário, amiga"
"Mensagem: hahaha beleza, a gente se vê mais tarde, beijos"
Bom, isso já me dizia que a noite ia ser boa pra caralho, e o melhor é que com sorte eu ainda consiga fazer algo a mais com a Pame e a amiga. Aproveito a oportunidade e esqueço por uma noite a Brenda e a Cláudia.
A Brenda essa noite pode ir pra puta que pariu.
Mas antes de ir tomar um banho, ouço uns barulhos estranhos na cozinha e vejo que a Cláudia tava com uma faca na mão e um olhar de doida...... e agora minha irmã me odeia tanto que quer me ver morto......
Isso não vai acabar bem....
NDC
Bom, espero que tenham gostado, e enquanto eu tava copiando isso, tava pensando: como é que vocês curtem isso? Espero que entendam que se eu não coloco um monte de aaaahhhh e mmmmm não é por preguiça, mas porque acho melhor a galera entrar mais na história, já que pra mim isso é mais uma história do que um relato. Espero que saibam entender. E se isso continuar, já tenho escrito, mas não tenho muito tempo pra postar. Muito obrigado e beijos pra todos.
No meio do beijo apaixonado com a Cláudia no banheiro, a Brenda entra sem avisar e vê a gente naquela posição, e fica calada.
Lucas: Brenda, espera, não é o que parece.
Brenda: Seu doente do caralho, como você vai fazer uma parada dessas com a sua própria irmã?
Cláudia: Não, Brenda, era isso que a gente queria.
Lucas: Fala mais merda, sua burra.
Brenda: Então vocês dois tão se pegando por que sim, só isso?
Cláudia: Na real, no começo era eu que tava atrás dele. E depois descobri que nós dois estávamos atrás um do outro.
Brenda: Melhor eu vazar daqui, não quero saber de nenhum dos dois.
Lucas: Pera aí, Brenda, volta aqui, meu amor, não foi de propósito.
Brenda: Quando você esfriar lá embaixo, me liga.
Nessa hora, queria ter dado um tiro na cabeça pela cagada que fiz. No fundo, uma parte de mim falava: com sua irmã, o sexo é 10 vezes melhor, e a outra falava: o amor é mais forte que uma boa trepada.
A Cláudia começou a se trocar pra ir pro shopping, e eu comecei a encher o saco porque ela tava pouco se lixando pra amizade com a Brenda.
Lucas: Você não tá nem aí por ter perdido uma amiga e talvez uma futura cunhada, não é?
Cláudia: Pra ser sincera, não, porque sempre achei essa gostosa uma exagerada.
Lucas: Qualquer uma exageraria se soubesse que eu tô transando com a minha própria irmã.
Cláudia: Mas eu sei que você gosta, ou não, gordito? — ela aperta minha bunda.
Lucas: Sai, Cláudia, tô falando sério, porra.
Cláudia: Você tá de mau humor, coração, mas quando eu voltar, se quiser e estiver de bom humor, a gente fode um pouco.
Não falei nada, peguei as chaves e saí de casa pra visitar um amigo.
Na casa da Brenda...
E eu aqui, feita de trouxa, chorando por um cara tarado e pela irmã puta dele, que não vale nada. O melhor que posso fazer agora é esquecer disso. Aconteceu, mas e se eu engravidar? Tenho tanta má sorte que fico prenha.
(ring ring) a campainha toca.
Espero que não seja o Lucas. Quem diria, é o Marcelo, meu colega do ensino médio. Faz um tempão que não o via, com ele fizemos as mil e uma. O bom do Marcelo é que sempre me tratou como uma verdadeira amiga e nunca quis se aproveitar de mim pra estragar uma amizade linda.
Brenda: Oi, Marce, como cê tá? Quanto tempo?
Marcelo: Oi, Brenda, bem. É, verdade, faz muito que não nos víamos.
A gente se deu um abraço bem forte, daqueles de quem não se vê há tempos. Só que o abraço veio com uma surpresa: um pacote de dimensões enormes, mmmmmm, além de um corpão que dava vontade de devorar. Agora ele tá melhor do que quando nos vimos pela última vez.
Marcelo: Amiga, como cê tá gostosa!
Brenda: É, desde que saí do ensino médio, comecei a malhar e fazer dieta.
Marcelo: Sim, verdade, já era hora de perder essa barriga, hahaha.
Brenda: Haha, vejo que fui a única. E aí, o que mudou?
Marcelo: Olha, vou te contar.
No elevador, o Marce me contou que, no fim do ensino médio, ele foi atrás de um trampo, mas a única coisa que conseguiu foi com o pai dele, como carpinteiro. Depois, começou a sair com uma mina do trabalho que era office girl. Ele se deu super bem com ela, só que ela queria algo mais. Bom, a gata largou ele por outro babaca. Então, depois de muito chororô, ele focou em conseguir um shape foda pra pegar mais gatinhas.
Engatou um trampo, mas não me disse onde ainda.
Marcelo: Bom, quando terminei com a Sabrina, comecei a sair e conheci um monte de gente, tudo conhecido da escola. Também viciei em álcool, tava um loucão.
Brenda: Nossa, então cê se deu super bem?
Marcelo: Sim, verdade, super bem, felizmente, mas...
Brenda: O que foi, Marce?
Marcelo: É onde eu trabalho agora.
Brenda: Por quê? Tem algum problema?
Marcelo: Vou te contar, mas não quero que me julgue.
Brenda: Não me assusta, Marce, por favor.
Marcelo: Não, não é nada feio, só que... bom, olha, eu engatei um trampo de... stripper
Silêncio total no ambiente, e minha mente só pensava em ver o Marce de sunga.
Marcelo: Melhor eu ir embora.
Brenda: Não, não, espera Marce, vem cá, me conta.
Marcelo: É que é melhor não te contar.
Brenda: Fala, Marce, me conta agora.
Marcelo: Bom, olha, foi assim: um amigo meu me contou que estavam procurando um cara pra ser stripper, pagando bem. Me decidi, já que não perdia nada. No começo, eu gostava do que fazia, mas um dia, numa rotina, chega uma senhora com as amigas, e eu conhecia uma delas — era uma amiga da minha mãe. Aquela gata era minha fantasia de garoto, tomara que ela venha pra frente ou que me deixem ir buscá-la. Apontei pra ela vir, mas quando vi que vinha outra pessoa, não acreditei: era minha mãe. Minha mãe tava bêbada. Ela sobe e eu começo a rotina — às vezes é sentar a cliente na cadeira e começar a fazer uma dança bem sensual. Eu morria de vergonha de ver minha mãe colocando notas na sunga, enganando a mim e ao meu pai, dizendo que só ia na casa de uma amiga.
Espera, piora: porque minha mãe pede um beijo, e eu dei um selinho, mas ela me agarrou pela cabeça e começou a me beijar de língua. Tirei rápido porque tinha língua e não aguentei mais. Aconteceu o pior: tive uma super ereção.
Brenda: Fuuuu, nunca imaginei isso, ainda mais da sua mãe. Volto já.
A única coisa que eu imaginava depois da história era ter nas minhas mãos aquele pau ereto na minha boca. Então fui pro meu quarto vestir a fantasia que tinha comprado de enfermeirinha especialmente pro Lucas, mas a surpresa cai melhor pro Marcelo.
Minha buceta tá toda molhada, queria pica pra caralho. Ahhhhh, só de pensar no meu amiguinho com a anaconda entre as pernas, ficava louca.
Chego e vejo ele mexendo no celular, então pego ele pelo rosto e tapo os olhos. O cara sorrindo me pergunta:
Marcelo: O que você tá fazendo, Brenda?
Brenda: Quero brincar só, como a gente fazia antes.
Marcelo: Bom, mas não sei por que você vem com isso agora... — ele se virou.
Quando me viu com a Vestidinho, ela ficou me olhando e sem palavras, me aproximei dela, devorando a boca dela com um beijo apaixonado. A gente queria isso há muito tempo e foi um momento muito especial pra nós dois. A gente se pegou numa briga de línguas enquanto apalpava as bundas um do outro. Ela me jogou contra a parede da sala e começou a brincar com meus peitos, dando uns beliscões nos meus bicos, o que eu não gostava porque apertava muito forte, mas não pedi pra parar, porque tava me deixando louca. Ela desceu uma mão pra minha pussy e começou a meter os dedos, sem parar.
Marcelo: Foxy, e slut, você gosta disso? Gosta, sua putinha?
Brenda: Sim, siiiim, continua, que eu tô gostando.
Marcelo: Quem é seu papi?
Brenda: Você é meu papi, mais papi, mais aaaaahhhhh.
Marcelo: Me implora, cock slut, me implora — ele ficou meio violento.
Brenda: Me dá essa cock, papi, por favor, enfia essa porra em mim, vaiiiii, paaapppiiiiiiiiiiii.
Tava com medo por causa dos vizinhos, porque talvez desse pra ouvir, mas não dava, ele e a cock dele eram mais fortes.
Ele me levou pra cama abraçados e pediu um strip, o que eu não hesitei em fazer. Será que sou foxy por fazer isso com meu próprio amigo? Quem liga? Tô adorando.
Pra deixar a cena mais quente, tirei a cueca dele só com os dentes, quando um pênis gigante apareceu na minha frente e eu fiquei besta olhando, sem perceber já tava chupando, meio que por instinto, mas a dúvida era se aquela cock enorme ia entrar em mim. Tinha 20 cm, era muito pra mim.
Só sabia que tava adorando, até meu celular tocou, mas ignorei.
Chegou a hora, montei naquele garanhão, que já tava me dando uma massagem sem nem ter fudido ainda.
Mas uma coisa estranha aconteceu.
Quando subi em cima, parece que ele gozou...
Brenda: Marce, o que foi, papi?
Marcelo: Essa merda de novo, não, meu Deus.
Brenda: Mas Marcelo, não pensei que você...
Marcelo: Por que caralhos você acha que minha namorada me largou? — ele levantou da cama e se vestiu na hora. brenda: mas marce, a gente pode conversar melhor sobre isso.
Peguei a camisa dele e saí correndo, me deixando cheia de dúvidas. Quando olhei pro chão, vi um cartão de um clube chamado "Os Dotados" com o nome dele como cartão de visita, mas apelidado de "O Gladiador". Pra ser só um stripper, ele tinha muita fama.
Melhor eu ir com alguém, não curto muito as ruas daqui. Vou tomar um banho porque a pamela chega daqui a algumas horas.
Enquanto isso, na casa do lucas...........
Cadê esse filho da puta? Sempre que preciso dele, ele tá ocupado, não entendo esse arrombado. O dia inteiro à toa e não consegue aparecer pra falar com o amigo. Filho da puta do caralho.
Melhor ligar pra claudia pra ver onde ela tá, vou buscar ela pra gente conversar e resolver as coisas.
claudia: oi lucas, como cê tá?
lucas: mal, esse arrombado não veio. Me diz onde cê tá.
claudia: tô em casa, vem aqui que a gente brinca um pouco.
lucas: cê é uma merda, irmã, não liga pra nada.
claudia: ahhhh, vai, eu sei que cê gosta.
Desliguei o telefone, peguei o carro e saí correndo. Minha irmã ainda não me conhece direito, a safada, e agora tô puto pra caralho com ela.
claudia: já chegou, meu amor!!
lucas: cala a boca, puta.
Pow! Um tapa com toda a minha raiva, era a única coisa que me acalmava. Agarrei ela com força pelo braço e ela começou a xingar. Levei ela pra cama, arrancando a roupa dela, enquanto puxava meu pau. Ela sabia o que tinha que fazer, mas não queria. Aí bati nela de novo, agarrei o cabelo dela e enfiei meu pau na boca dela. Mas mesmo com as porradas, ela tava gostando. Eu não queria isso. Fiz como se fosse uma punheta, só que com a boca dela, sei que ela não curte.
Bom, peguei e tirei minha camisa, rasguei a calcinha dela e comecei a comer ela com nojo, enquanto apertava os peitos dela. Ela queria que eu beijasse ela, mas conheço ela, vai me morder, igual já tava fazendo nas minhas costas, cravando as unhas. Então cuspi na cara dela, e ela lambeu igual uma cadela, tirando o que dava.
Como vi que ela minha irmã tava curtindo usar minha melhor opção... vou meter a Booty nela.
tirei meu pau da buceta dela, agarrei e comecei a bater no clitóris dela com a ponta do meu pau, o que sempre me deixou louco, levantei ela e arrumei pra fazer de quatro assim ela não me nega, sem vaselina, sem saliva, seco.
Claudia: para que você tá fazendo, neném?
Lucas: cala a boca, puta, que agora você vai gostar.
Claudia: nem pensa nisso, Lucas. Lucas tenta se soltar, mas como sou mais forte, não consegue.
Lucas: você quem pediu, sua puta de merda.
Claudia: Lucas! Não, por favor, não, idiota, aaaahhhrrrrrgggggg.
Claudia gritava, já não eram gemidos, eram choros, ao vê-la se revirar na cama, arranhando os lençóis e se arqueando pra eu parar, mas já era tarde demais, enquanto meu pau tentava entrar com dificuldade naquele cu virgem, parecia que ia quebrar porque entortou feio por um momento, mas continuei com ovo e tudo, já que a Claudia não parava de se mexer de um lado pro outro, o que complicava tudo, tive que dar tapas na bunda e segurar ela pela cintura pra ela ficar quieta, teve lágrimas, xingamentos, tapas e, acima de tudo, dor.
Com o cu dela um pouco mais dilatado e um buraco enorme que deixei, gozei dentro da bunda já estreada dela, deixei ela sozinha por um tempo, quando tentei sair do quarto, ela começa a falar chorando.
Claudia: Lucas?
Lucas: o que você quer?
Claudia: quero que você vá embora hoje da minha casa.
Lucas: tá bom, se é o que você quer.
Claudia: só sai daqui e não me liga nunca mais.
Ela desatou a chorar, tive que ser forte porque, apesar do que fiz, ela é minha irmã, mas não quero sentir pena de alguém como ela, ela quem fez por onde eu reagir assim. Enquanto guardo minhas coisas na mochila, recebo uma mensagem da Pamela.
"Mensagem: oi, Luqis. Tô com vontade de sair pra tomar algo, o que você acha? Topa?"
"Mensagem: dale, topo, passo aí na sua casa às 10?"
"Mensagem: dale, valeu, amigo, você é um anjo, não te Fode se a amiga dela vem?"
"Mensagem: tudo bem, não me fode, pelo contrário, amiga"
"Mensagem: hahaha beleza, a gente se vê mais tarde, beijos"
Bom, isso já me dizia que a noite ia ser boa pra caralho, e o melhor é que com sorte eu ainda consiga fazer algo a mais com a Pame e a amiga. Aproveito a oportunidade e esqueço por uma noite a Brenda e a Cláudia.
A Brenda essa noite pode ir pra puta que pariu.
Mas antes de ir tomar um banho, ouço uns barulhos estranhos na cozinha e vejo que a Cláudia tava com uma faca na mão e um olhar de doida...... e agora minha irmã me odeia tanto que quer me ver morto......
Isso não vai acabar bem....
NDC
Bom, espero que tenham gostado, e enquanto eu tava copiando isso, tava pensando: como é que vocês curtem isso? Espero que entendam que se eu não coloco um monte de aaaahhhh e mmmmm não é por preguiça, mas porque acho melhor a galera entrar mais na história, já que pra mim isso é mais uma história do que um relato. Espero que saibam entender. E se isso continuar, já tenho escrito, mas não tenho muito tempo pra postar. Muito obrigado e beijos pra todos.
4 comentários - Lucas e Brenda (parte 2)