Uma boa experiência

Galera, troquei os nomes pra garantir.

A Maria era minha amiga desde a escola. É daquelas amigas que a vida vai afastando por um tempo, mas que você sempre retoma o contato, porque o que realmente importa é uma amizade sincera. Com a Maria, a gente tinha uma cumplicidade até nas coisas mais íntimas. Contávamos quase tudo: o que ela fazia com o marido, o que eu fazia com meus amantes, tudo ou quase tudo, porque ela nunca tinha insinuado nada sobre fazer um ménage, mas o que realmente me surpreendeu foi a forma tão direta de me falar. Na hora ela percebeu que eu tinha ficado sem palavras e tentou se explicar.

- É, Lucia, te entendo, mas antes de falar qualquer coisa, deixa eu me explicar. Meu marido há um tempo vem insinuando que queria fazer um ménage. No começo, não dei muita bola, sabe, é daquelas fantasias que todo homem tem de estar com duas mulheres ao mesmo tempo. Até entrei na brincadeira sem maldade. Só que a coisa foi crescendo e começou a ficar muito mais séria. Foi aí que percebi que não era brincadeira, que ele tava realmente me pedindo pra fazer um ménage comigo e outra mulher. Se for sincera, na hora fiquei bem chateada com o pedido, não sei explicar direito, mas era como se ele tivesse me diminuindo, como se eu já não bastasse. Depois, quando a gente conversou mais a sério, entendi que não era isso, que ele queria quebrar a monotonia que tinha caído na nossa vida sexual. Ele me fez entender que se tava me propondo isso era porque era apaixonado por mim e que justamente esse amor era uma garantia de que essa experiência, longe de causar qualquer problema, ia fortalecer ainda mais a nossa relação. E que se eu correspondesse do mesmo jeito, também não deveria ser nada demais pra mim.

Achei que a Maria tava meio confusa.

- Calma, calma... deixa ver se eu entendi: seu marido quer comer outra pra fortalecer a relação de vocês? Relação? É isso que você tá me contando?

- Não, não exatamente, é que não sei como explicar isso. Ele quer melhorar nossa vida sexual, expandir ela, e daí veio a ideia do ménage, e insiste que eu não me preocupe porque ele me ama de todo coração e que depois de fazer isso, nosso amor só vai sair mais forte.

- E você, como é que acha que vai se sentir vendo seu marido me comendo?

- Não sei, não faço ideia, eu sei que é um risco, mas você é minha melhor amiga e sei que posso confiar em você, que não vai querer me machucar e que ali vai terminar tudo e não vai interferir no meu relacionamento com meu marido.

- E você já pensou que talvez eu queira dar pra ele? … e pra você? … por acaso você é sapatão?

- Não, não sou, e por isso você é a pessoa mais indicada, me conhece, tem experiência e vai saber como agir em cada momento. E quanto ao meu marido, bem, uma vez você me disse que eu tinha muita sorte por transar com um "cara que come gostoso", então deduzi que sexualmente ele te atraía. Olha, Lúcia, isso é muito complicado pra mim, por um lado quero agradar ele, não sei te explicar, mas por outro lado tenho muito medo de dar errado. A única chance que tenho é você, e se você disser não, vou dar esse assunto por encerrado e pronto.

A verdade é que as explicações dela, longe de me acalmar, me preocupavam mais. Era óbvio que ela tava toda confusa e que qualquer decisão que tomasse não ia ser completamente satisfatória. A única coisa que eu conseguia entender é que ela tinha pensado em mim como única opção, fazia sentido do ponto de vista dela, mas pra mim era um compromisso com consequências imprevisíveis. Podia dar certo e não acontecer nada, ou podia ser um desastre e acabar de uma vez com uma amizade de muitos anos. Só o fato dela ter me contado já era um risco por si só, o que era certo fazer, dizer sim ou dizer não?

- Me diz, Maria, seu marido sabe que você me propôs isso?

- Não, não faz ideia. Com certeza ela não acredita que eu tenha coragem de dar o primeiro passo.

- Com certeza você vai surpreendê-lo, disso pode ter certeza. E o fato de ser justamente eu? Seu marido também é meu amigo, talvez uma situação tão "familiar" possa te deixar sem graça.

- Não sei, é possível, mas do que tenho certeza é que você agrada ele e não acho que você seja um problema pra ele. Sua vida livre e bem libertina faz com que você seja admirada e desejada por todos os homens que conheço, incluindo meu marido.

- Puxa, então você dá a ele um prêmio duplo, um ménage e eu, né?

- Mais ou menos. Não tem outra mulher além de você que possa fazer isso, já que é a única que atende todos os requisitos. Além disso, é só sexo e uma injeção de tesão no nosso relacionamento, que tá precisando muito. Você decide.

- Não, Maria, a decisão é sua, é você que tem que estar convencida e decidida. Preferia que tivesse me pedido ajuda pra comprar um vestido, mas se é isso que você realmente quer, sabe que pode contar comigo pro que precisar.

Nos dias seguintes a essa conversa, fiquei remoendo esse assunto na cabeça. Não conseguia me livrar da ideia de que teria sido tudo mais fácil se tivesse dito não, mas como aceitei, agora só pensava em como fazer isso sem que nem eu nem Maria saíssemos prejudicadas. Se ficasse muito em cima do marido dela, talvez a incomodasse, mas se não desse atenção suficiente, podia ser um ménage decepcionante. Era realmente complicado acertar, então decidi que o melhor era não pensar e deixar os acontecimentos rolarem, e no caminho eu veria como agir.

Finalmente o dia chegou. Combinei com Maria que faríamos de um jeito que fosse uma surpresa pro marido dela. Percebi que ela tava nervosa, mas animada, pensei que no fundo ela também queria aquilo. Até combinamos de fazer umas graças lésbicas entre a gente, o que me surpreendeu, já que ela tinha me dito várias vezes que que não gostava de mulheres. Ia ver até onde ela estava disposta a ir.

Combinamos de nos encontrar na minha casa. Maria decidiu assim para evitar que a cama dela trouxesse lembranças que pudessem machucá-la se desse errado. O marido dela quase nunca vinha com ela na minha casa, ela sempre vinha sozinha, então quando ela disse que iam me visitar, ele fez um pouco de corpo mole, pensando que ia se entediar ouvindo a gente falar das nossas coisas. Ela o convenceu dizendo que eu tinha algo muito importante pra contar pra eles.

Fiquei pensando e repensando no que vestir pra recebê-los e, depois de muita divagação, pensei que quanto mais direta eu fosse, melhor. Então vesti um vestidinho vermelho de alcinhas, bem curto, que comprei no ano passado na praia, e sem calcinha. Mesmo que no começo ele se sentisse desconfortável ao me ver tão pouco recatada, isso ia ajudar a despertar a excitação dele e facilitar na hora de contar nossas intenções. Bom, sei lá, a gente improvisava se precisasse.

A campainha tocou. Quando abri a porta, vi a cara de surpresa da Maria; talvez eu tivesse exagerado no vestido. O marido dela não reagia.

— Oi, galera!… Mas entrem, não fiquem na porta feito uns bobões…

Depois dos beijos de praxe, Maria e o marido foram direto pra sala de estar e sentaram os dois no único sofá que eu tinha. Eu me sentei na frente deles, numa cadeira. Tive que tomar cuidado ao sentar pra não deixar ver tão cedo o “presente” que a mulher dele tinha preparado, então juntei os joelhos com cuidado, colocando as duas mãos entre minhas coxas, apertando o pedaço de pano que me cobria. Mas era difícil disfarçar a evidência dos meus peitos e dos meus mamilos marcando no vestido.

— E aí, o que vocês tão contando?

— Você que sabe — respondeu Maria —, não tinha algo pra nos contar?

— Ahhh, sim, claro!… que boba eu… bom, não é nada importante, uma besteira…

Não sabia como agir, se devia ir devagar, rápido ou como, e ainda via que a Maria ia ficar bem… passiva, então eu tinha que tomar a iniciativa. Decidi ganhar um pouco de tempo.
— O que vocês querem beber? Querem uma cerveja ou uma Coca Booty?

No meu apartamento, a cozinha e a sala são integradas, então quando abri a geladeira e me abaixei para pegar o gelo no congelador, deixei bem claro que também não estava de calcinha. Fiz isso sem pensar, mas quando já estava abaixada, percebi perfeitamente a situação, então decidi continuar como se nada tivesse acontecido. Quando me inclinei para entregar a cerveja ao marido da Maria, senti os olhos dele vasculhando meu decote provocante. O clima era tenso e trocávamos poucas palavras. Carlos, o marido da Maria, estava distante, não entendia minha atitude tão descarada, principalmente na presença da esposa, mas ao mesmo tempo ficava desconcertado porque a Maria não dizia nada e parecia tão tranquila. De qualquer forma, Carlos não parava de olhar para a minha entreperna, sabendo que por baixo da saia ele podia ver minha buceta depilada em todo o seu esplendor. Não fazia mais sentido ficar de pernas juntas, então adotei uma postura mais relaxada, deixando minha xota bem à mostra para os dois. Carlos começou a suar. Olhava para a esposa o tempo todo, como se perguntasse: "Mas você não percebe que ela está mostrando a buceta pra gente?", mas a Maria parecia não notar ou não se importar nem um pouco com a minha exibição.

Diante de tanta confusão, levantei, abri uma gaveta do móvel, peguei um envelope que já tinha preparado e, sem dizer uma palavra, entreguei ao Carlos.

— O que é isso? — perguntou ele, ainda atônito.

— É pra você, lê — respondi.

Ele parecia hesitar e olhava para a Maria com cara de choque.

— Abre — insistiu a esposa —, vamos ver o que está escrito.

Antes de abrir, ele lançou outro olhar para a minha entreperna, agora visivelmente exposta com total descaramento.

Carlos tirou um bilhete de dentro do envelope e leu mentalmente, sem pronunciar uma palavra. palavra. Quando terminou de ler, dobrou devagar, colocou de volta no envelope e deu um beijo carinhoso na esposa. Virou a cerveja de um gole só e ficou uns segundos em silêncio.

- Cês tão me testando, é isso?

- Nãão - respondeu na hora a Maria - não é isso, amor, o que tá escrito no bilhete é verdade.

- Cê tá me dizendo que me trouxe aqui pra gente fazer um menage com a Lucía?

- Sim, era o que você sempre me pedia, né? Pois agora é real. Eu quis te mostrar meu amor realizando seus desejos, e a Lucía topou ser nossa parceira de menage.

Resolvi entrar na conversa.

- Escuta, Carlos, a Maria te ama e quer te fazer feliz. Só isso. Você pedia um menage sem parar e agora tem. Vai recuar agora?

Levantei da cadeira e fui sentar do lado da Maria, no braço do sofá. Passei a mão no ombro dela e beijei sua bochecha.

- Você tem a mulher mais gostosa, doce e complacente do mundo.

Dito isso, procurei os lábios dela dessa vez enquanto desafivelava os botões da blusa. Sentia ela nervosa pra caralho, mistura de medo e tesão, com certeza. Meus lábios roçavam de leve nos dela, que ficavam parados. Tinha que tomar cuidado pra não passar do ponto. Logo os peitões da Maria ficaram à mostra, e minha mão passou devagar pelo contorno, quase sem tocar. Os bicos dela estavam duros, sinal claro de que a situação tava excitando ela, e os lábios já tinham começado a reagir aos meus estímulos, se abrindo um pouco pra deixar minha língua passar molhada.

Carlos observava a cena sem coragem de dar o passo final. Ainda demorou uns segundos pra se juntar ao menage, mas no fim nossas três bocas se encontraram num beijo quente e apaixonado. A chegada do Carlos foi tipo uma injeção de adrenalina na Maria. Rápido, ela foi com as mãos pro zíper do Carlos pra liberar um pau excitado e tenso que já mostrava uma ereção poderosa. Imediatamente, ele se livrou da calça e da cueca para que María pudesse se inclinar sobre ele e dar um boquete generoso. Com a boca de María ocupada no pau de Carlos, nossas bocas se agarraram ainda mais, entrelaçando nossas línguas até quase faltar ar.

Resolvi dar uma apimentada e larguei a boca de Carlos para me ajoelhar na frente de María, que continuava agarrada com entusiasmo no pau do marido, mal saindo da boca dela. Levantei levemente a saia de María e fiquei uns segundos admirando aquela buceta delicada que aparecia por baixo da calcinha. Será que ela ia gostar de sentir minha boca ali? Resolvi tentar.

Aproximei a boca devagar pra ela sentir o calor da minha respiração e poder me parar se não curtisse, mas ou ela tava muito focada em chupar o Carlos ou tava me deixando fazer. Pousei meus lábios nos lábios da buceta dela e senti um arrepio percorrer o corpo dela, enquanto ela largava o pau do marido por um segundo pra soltar um gemido gostoso de prazer. Tava claro que María queria que eu fizesse oral nela. Tirei a calcinha dela, acariciei os poucos pelinhos pubianos e encostei a ponta da língua no clitóris dela. Dessa vez, o gemido foi mais selvagem e abafado, porque ela não largou o pau da boca. A buceta de María era doce e bem molinha. Nunca foi minha praia comer a xota de outra mulher, só fiz isso umas poucas vezes, mas dessa vez foi muito gostoso. Era óbvio que a situação tava me pegando também.

María tremia com o toque da minha língua, e os gemidos cada vez mais intensos mostravam que o orgasmo dela tava chegando. Não entendia como uma mulher tão receptiva ao sexo tinha caído na mesmice. Acho que são coisas do casamento. Os gritos dela, mais que gemidos, agora estavam bem audíveis porque ela já não tinha o pau do marido na boca. Carlos estava atrás de mim, tentando encontrar o caminho até o fundo da minha buceta. Senti ele entrando, devagar mas sem piedade, duro mas ao mesmo tempo carinhoso, e como meu corpo reagia aos primeiros estímulos da penetração. Ali estava eu, chupando a bucetinha da Maria enquanto o marido dela metia em mim bem na frente dos olhos dele, e ele mandava bem, me fodia tão gostoso que quase nem percebi. Tirei a boca da buceta da Maria por um segundo e perguntei.

- Você colocou camisinha?

- Sim, pode ficar tranquila – respondeu o Carlos.

Antes que eu pudesse reagir, as mãos da Maria agarraram minha cabeça e empurraram com força até a buceta dela. Ela precisava…, melhor dizendo, exigia minha boca porque estava quase gozando. Eu não sabia dessa facilidade que ela tinha pra chegar ao orgasmo e fiquei surpresa que fosse assim, que ela se entregasse tão fácil ao sexo oral. Realmente não conhecia esse lado da Maria, ela nunca tinha me contado.

Os gemidos dela pediam por um orgasmo iminente que demorava a chegar e pelo qual ela lutava com ansiedade.

- Siim! – gritou o Carlos – goza, amor, goza como nunca gozou antes.

O Carlos incentivava a esposa a gozar enquanto me comia cada vez com mais força. Eu também estava chegando naquele ponto em que o orgasmo toma conta de cada poro do corpo. Sentia ele entrando com tudo enquanto minhas paredes vaginais se esforçavam pra segurá-lo, sem deixar escapar, o que deixava a roçada do pau dele ainda mais intensa.

- Tô gozando, tô gozando! – gritou a Maria no exato momento em que o corpo dela se tensionou e imediatamente tremeu várias vezes, por causa dos espasmos que um orgasmo forte estava causando. Os gemidos dela já não eram de ansiedade, mas de alívio, e enquanto soltava, dava pra ouvir entrecortado – te amo…, te amo… – palavras sem dúvida dirigidas ao marido.

Liberada da necessidade de fazer sexo oral, me concentrei em canalizar todo o prazer que Carlos me mimava. Fechei os olhos e ativei cada terminação nervosa da minha buceta pra sentir ele ainda mais intensamente. Comecei a perceber tudo como se fosse em câmera lenta, sentia o pau dele entrando e saindo milímetro por milímetro da minha xota, como um dos dedos dele fazia o mesmo no meu cu e como os dedos da Maria, que já tinha gozado e se deitado debaixo de mim, acariciavam meu clitóris com maestria. Tive medo de que o Carlos não tivesse força suficiente pra me levar ao clímax, mas antes que ele fraquejasse, uma explosão de prazer brotou do fundo do meu ventre, me jogando num universo de sensações gostosas e me envolvendo num dos orgasmos mais intensos que lembro. Absorta no tesão daquele prazer, mal consegui ouvir os pedidos que a Maria fazia ao marido.

- Goza na minha boca, amor, me dá teu orgasmo.

Senti o pau dele sair da minha buceta e, ainda tremendo, consegui ver a Maria tirando a camisinha e se entregando ao que sem dúvida era um dos maiores prazeres dela, chupar o pau do marido até não deixar uma gota dentro.

O orgasmo do Carlos também não ficou pra trás, os gritos dele mostravam uma raiva contida que finalmente jorrava com força, enchendo a boca da Maria com o esperma quente dele, que ela chupava e engolia como se a vida dependesse disso.

Os três exaustos, jogados no chão como se uma enchente tivesse nos deixado ali, nos abraçamos e trocamos um beijo gostoso com a Maria, que ainda tinha guardado um pouco do gosto do orgasmo do marido pra mim.

Finalmente tudo tinha dado certo e fui tomar um banho, deixando eles ali, no chão, abraçados e se beijando, aquele casal de pombinhos que acabava de descobrir a segunda adolescência.

yapa deixo uma foto minhaUna buena experiencia

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