historias de un taxista 2

Fala, parceiros! Vou contar como eu comi a amiga da minha amiga Mayra. Como vocês sabem, eu sou taxista, e num dia de folga, saindo de casa, por acaso vi a Mayra com a amiga dela. Eu acho que a mina já tava afim de mim, sei lá, porque quando me viu, a Mayra falou:
"Fala, amigo! Aqui, minha amiga quer te conhecer."
Aí eu respondi na hora, sem pensar duas vezes:
"Então apresenta aí que a gente se conhece."
A gente se cumprimentou numa boa, trocamos os números de celular, depois de bater um papo por uns minutos, a gente se despediu.

Tudo tava normal até que um dia recebo uma ligação no meu celular. Era ela, a amiga da Mayra. Ela disse:
"Fala, como você tá? Pensei que ia me ligar, mas como não ligou, eu liguei. Que tal me convidar pra dar um rolê?"
"Quando você quiser", respondi na hora. Marcamos o dia e a hora de nos encontrar.

No dia marcado, cheguei. A gente se encontrou no lugar combinado, conversamos pra caramba, contamos um pouco das nossas vidas e tal. Saímos da praça e fomos pro carro (o táxi). Já dentro, começamos a conversar de novo, e no meio do papo, começou um jogo de mão boba. A gente se beijou, se abraçou, mas não passou disso por causa do movimento na praça. Propus irmos pra outro lugar, mas ela recusou, dizendo que era nosso primeiro encontro, que eu ia pensar mal dela e essas coisas. Depois de tanto insistir, ela topou, mas com a condição de que a gente só fosse conversar.

Fomos parar num motel de beira de estrada. Entramos, começamos a conversar de novo e os jogos de mão boba voltaram. Aí comecei a beijar ela e a apalpar, mas ela insistia que não ia rolar nada além daquilo. Comecei a pegar nos peitos dela por cima da blusa, e ela ainda resistia, mas com mais uns carinhos, consegui tirar a blusa dela, ficando só num sutiã azul com renda. Fui tocando ela e comecei a beijar o pescoço dela. Depois, pedi pra ela tirar a calça, falei que se ela não quisesse transar, não ia forçar, mas queria ver ela de lingerie. menos aceitou e, aos poucos, foi abaixando a calça, deixando ver aquela linda fio dental branca que revelava suas dobras femininas. Depois de nos beijarmos e nos acariciarmos mais um pouco, ela mesma tirou a calcinha, me dando uma vista espetacular da buceta toda depilada. Em seguida, tirei o sutiã dela e comecei a beijar todo o corpo dela, agora completamente nua, começando pelo pescoço até chegar na buceta. Comecei a fazer um boquete nela, que não demorou muito pra gozar. Depois que ela teve o orgasmo, ela retribuiu o favor com um boquete foda no meu pau, que uff, por pouco não gozei na boca dela. Pedi pra ela se levantar e me preparei pra penetrar ela, mas ela pediu pra usar camisinha porque não estava se cuidando. Fiz isso e começamos a foder. Fui penetrando devagar e, com o tempo, fui aumentando o ritmo das estocadas. Fiz ela gozar mais duas vezes. Fizemos várias posições até que ela não aguentava mais e me pediu pra gozar com umas palavras que nunca vou esquecer: "Vai, goza, pai, como você demora, os outros..." (e ficou em silêncio, dando a entender que os outros com quem ela tinha transado não duravam tanto). Em seguida, tirei o pau, tirei a camisinha e pedi pra ela me chupar. Ela fez isso e terminei fazendo uma espanhola nos peitos dela. Joguei todo o meu esperma nos peitos dela e parte no rosto.

Fomos tomar banho, nos trocamos e nos despedimos. Transamos outras vezes, mas isso é outra história.

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