A amiga gostosa da minha madrastra

Faz um tempo, meu pai foi pescar com o irmão dele, eu fiquei em casa com minha madrasta, a prima dela, e naquele sábado à noite veio uma amiga da minha madrasta. Como não me sentia muito à vontade, fui pra sala ver TV e elas ficaram na sala de jantar conversando sobre vários assuntos e sobre a separação recente da amiga da minha madrasta.

Passaram umas horas e lá pelas dez da noite me perguntaram se eu queria ir comprar umas cervejas. Como era verão, não pensei duas vezes e fui. Além disso, sabia que não ia sair pra lugar nenhum, então pelo menos ia tomar algo pra ver se ficava mais animado e o fim de semana passava mais rápido. Voltei com seis cervejas: duas loiras pra mim, o resto preta porque era assim que minha madrasta gostava. Fiquei mais um tempo vendo TV e, já me sentindo entediado, não tive ideia melhor do que ir pra sala de jantar, onde estava o computador, e de quebra socializar um pouco.

Tomei minhas cervejas e depois comecei a beber junto com elas enquanto eu colocava uns sons no YouTube. A amiga da minha madrasta começou a me cair melhor. Na real, ela não me caía nem bem nem mal, era só que eu não a conhecia. E aí, conforme a noite foi passando, conversei muito com ela, nos divertimos pra caralho. Ela tinha 31 anos, eu na época 18, era uma mulher muito gostosa de rosto. Eu, sinceramente, não pensei em nenhum momento em tentar rolar algo com ela, só tava conversando pra passar o tempo. Mas, verdade seja dita, quanto mais tempo passava, mais ela me agradava e a gente ria pra cacete.

Lá pelas duas da manhã, minha madrasta e a prima dela foram dormir. Lembro muito bem que, antes de ir, minha madrasta abriu outra Quilmes preta pra gente e me sorriu. Demorei muito tempo pra sacar o que aquele sorriso queria dizer. Fiquei conversando com a Mara (a amiga da madrasta) e ouvindo música. Fui eu quem mais falou: dos meus estudos, do meu trabalho. Ela só ficou me ouvindo e contou pouco da vida dela, porque tinha se separado do marido fazia pouco tempo e imagino que não tava muito a fim. Passou um tempinho e ela começou a escolher as músicas, que na maioria eram baladas românticas do começo dos anos 90. Eu, por causa da cerveja, fui me soltando mais, e ela também. E não sei bem como, comentei que gostava de escrever e também postava uns contos no Poringa. Ela disse que conhecia o site também. Eu me senti meio envergonhado, e ela pediu pra eu mostrar algumas coisas que eu postava lá. Não sei se por ser novo, inocente ou otário, como queiram chamar, ainda não tinha caído a ficha.

Mostrei umas paradas e falei que tava meio sem graça. Ela disse pra eu não me preocupar. Ela estava atrás de mim, colada no encosto da minha cadeira, e eu olhando pro monitor. Falei de novo que tava meio constrangido e joguei a cabeça pra trás, que acabou apoiada entre a barriga e os peitos dela. Fiquei uns três segundos assim, e ela se aproximou do meu rosto e me beijou na boca. A gente se beijou naquela posição por um bom tempo, e quando meu pescoço começou a doer, eu levantei e nos abraçamos. Eu, que já tava com uma ereção, tentava me encostar o mais forte possível nela. Ela segurava meu pescoço e minhas costas. Depois fui me soltando mais e passei a mão nos peitos dela, na bunda, e enquanto ela me tocava o pau por cima da calça, eu criei coragem e meti a mão dentro da calça dela e comecei a tocar a buceta dela. Tava molhada, e ela percebeu que eu senti a umidade e falou baixinho no meu ouvido: "Não pode me deixar molhada assim, cara". Isso me deixou com muito mais tesão, e eu tirei o pau pra fora pra ela masturbar. Aí eu falei: "Vamos pro meu quarto". Ela disse: "Se seu pai descobre, ele me mata". Eu respondi que ninguém ia ficar sabendo e, tentando fazer o menor barulho possível, fomos pro meu quarto.

Assim que entramos, começamos a tirar a roupa e ela pediu pra eu apagar a luz. Disse que era um tabu que tinha, quando perguntei o porquê. Obviamente, obedeci, apaguei a luz, terminamos de nos despir, coloquei a camisinha e, fazendo o missionário, nós dois gozamos depois de meia hora de sexo pesado. Foi a primeira vez que uma mulher me esquentou tanto com as coisas que falava enquanto eu a penetrava: "como eu gosto de ter você dentro de mim", "me come assim, gato", e por aí vai. Cada vez que ela me chamava de gato, eu tentava penetrá-la o mais forte, fundo e rápido que conseguia, foi um orgasmo maravilhoso. Quando gozamos, fumamos um cigarro e eu a acompanhei até a cama onde ela ia dormir. Antes de se deitar, ela me beijou de novo, passou a mão na minha rola por cima da calça, perguntando se eu tinha me acalmado, e foi dormir. Pra ser sincero, essa última atitude dela me fez, antes de ir dormir, bater uma no banheiro, e lembro que demorei pra caralho pra gozar.

No dia seguinte, acordei ouvindo alguém tentando abrir a porta do meu quarto. Ela entrou e disse que ia pra casa, me beijou na boca e foi embora. Essa foi a primeira de muitas vezes que a gente transou.

História 100% real.

5 comentários - A amiga gostosa da minha madrastra

pupylon +1
Muy lindo relato, gracias por compartir.