Minha Sogra e Eu. A história que vou contar é totalmente verdadeira. Meu nome é Luís, tenho 33 anos e sou de Santiago do Chile.
Estou namorando a Alejandra há 4 anos, ela tem 30 anos e somos muito felizes juntos. Realmente aproveitamos muito ficar juntos. Na parte sexual, com a Alejandra tem sido um pouco complicado, já que ela não é muito aberta a novas experiências. Eu, na verdade, tive uma vida sexual bem liberal e já fiz de tudo, menos homossexualismo. Já passei desde ficar com uma única mulher até orgias de 30 pessoas. O que mais gosto é estar com várias mulheres ao mesmo tempo. Mas enfim, a história que queria que conhecessem não era exatamente com a Alejandra, mas sim com a mãe dela.
Tudo começou desde o momento em que comecei a ficar na casa da família da Alejandra. Na verdade, moram lá um irmão de 25 anos e uma irmã de 20, que tem problemas mentais, e a mãe dela.
Os irmãos sempre estavam fora de casa nos fins de semana, então ficávamos só nós três (Ale, a mãe e eu). Lúcia (o nome da mãe) é uma mulher de uns 54 anos, magra, com uns lábios carnudos, os peitos pequenos e caídos, a bunda também pequena, mas empinadinha. É separada há 9 anos.
Do dia em que conheci ela, comecei a ficar de putaria na minha cabeça. A real é que sempre quis transar com uma milf gostosa, e ela se encaixava direitinho. Depois de um mês morando na casa dela, resolvi começar a dar umas indiretas, então toda vez que dava beijo nela, eu colava meus lábios o mais perto possível dos dela. Me liguei que ela nunca desviava o rosto, ainda mais quando um dia eu beijei ela quase com metade do lábio no dela. Imagina o tesão que eu tava.
Já mais tarado, comecei a observar ela de noite, porque a Alejandra dormia cedo pra caralho e eu ficava vendo TV até tarde. Minhas investidas começaram comigo me colocando do lado da cama dela enquanto ela dormia, e o melhor é que era verão, então ela dormia quase sem coberta e com uma camisola que, com os movimentos na cama, subia pra cima da cintura. Comecei devagar a passar a mão por cima da roupa de cama, até que resolvi puxar o lençol com todo cuidado e me deparei com uma maravilha ao vivo. A bunda dela tava virada pra cima e a calcinha completamente enfiada na racha. Passei os dedos de leve pelas bandas dela, sentindo a maciez da pele. Ela tava com as pernas um pouco abertas, então dava pra ver uns pelinhos da buceta saindo da calcinha.
Isso eu fazia toda noite, até que um dia tive a ideia de espiar na hora que ela fosse se deitar, pelo lado da porta, que ela sempre deixava aberta. Imagina o nível de tesão naquele momento, porque eu ia ver ela pelada. Mas aí a Alejandra me chama, que tava me procurando, e eu fui pra lá.
— “Onde você tava, Luis?”, a Alejandra me pergunta.
— “Ehhh. Na cozinha, meu amor.”
— “Você tá super acalorado e parece que tarado também.” Ela fala isso enquanto pega no meu pacote, que tava durasso.
— “Melhor a gente deitar, porque tem muita tarefa pra fazer.” Ela solta essas palavras e eu soube na hora que a gente ia trepar. Muito sexo naquela noite.
Colocamos um dos filmes que sempre tenho em casa; era de sexo grupal com preferência por lésbicas, o que a Alejandra não aceita de bom grado.
Fiquei a mil imaginando que estava com a mãe dela. Apagamos a luz e tivemos o melhor sexo. Assim que terminamos, Alejandra foi ao banheiro se lavar, eu aproveitei pra ir pelado até o quarto da Lucía pra dar uma olhada nela. Ela estava completamente destapada, com a camisola de dormir de novo na cintura, mas dessa vez tava com a buceta dela virada pro céu.
Rapidamente voltei pro quarto antes que a Alejandra percebesse. Não passaram nem 30 minutos e minha namorada já tava dormindo tranquilamente. Nessa hora eu ainda tava quente por estar perto da Lucía, então voltei pro quarto dela de novo sem roupa e com meu pau completamente duro. Lucía continuava dormindo de barriga pra cima. Deitei do lado dela e comecei a roçar meus dedos por cima da calcinha dela. Dava pra sentir a moita de pelo macia. Nisso ela se mexeu de repente e eu não consegui tirar a mão totalmente, acordando ela.
— "Luís, o que você tá fazendo aqui?", ela me pergunta ainda com sono.
— "Ouvi uns barulhos e queria ver se a senhora tava bem", respondi quase jogado no chão, já que tava completamente nu.
— "Não se preocupa, tá tudo bem, pode passar um caminhão por cima de mim que eu nem sentiria", ela responde. ("Um caminhão não, mas minha pica, ela já vai sentir", eu pensava comigo mesmo.
Passaram vários dias em que eu ia passar a mão na minha sogrinha. Um dia Alejandra me pergunta por que a gente não vai pra praia, já que íamos estar de férias depois. Boa ideia. Não, melhor dizendo, excelente ideia, já que a gente tinha calculado as férias e eu tinha uma semana a mais que ela.
— "Por que não convidamos sua mãe e sua irmã? Acho que faria muito bem pras duas", sugeri.
— Boa ideia, mas eu teria que voltar uma semana antes de vocês pro trabalho.
— Não se preocupa, a gente cuida. A gente se virou. Eu respondi pra ela.
Chegado o dia, a gente foi pra praia.
Pra Lucía, a gente passou o quarto de casal pra ela dormir junto com a irmã mais nova da Alejandra. A gente foi pra outro quarto, onde montamos a TV e o vídeo.
Durante o tempo que a Alejandra ficou, eu só batia umas punhetas daquelas pensando na Lucía. Imaginava ela na praia quando a gente ia se refrescar e ficava de olho nela o tempo todo de biquíni. Realmente ela não tinha um corpo bonito, mas tinha alguma coisa que me esquentava.
Quando a Alejandra foi embora, a Lucía me disse que tinha uma amiga dela de férias perto de onde a gente tava. Então a gente convidou ela uma noite pra tomar uns drinks. Num momento de descuido da Lucía, eu coloquei um raspado de Yumbina que um amigo me deu no drink dela. E a noite inteira enchi o copo das duas.
No meio das conversas, surgiu o assunto dos filmes mais quentes que passavam na TV. Elas diziam que eram pornográficos, aí eu respondi:
— O que passa na TV são filmes eróticos, feitos pra dar um clima melhor pro casal. Os pornográficos são totalmente diferentes. Por exemplo, quando você viu um desses da TV, já viu o ato sexual de verdade ou só a insinuação do ato? — falei.
— Na verdade, só a insinuação. É que não consigo imaginar ver um filme onde mostre tudo. — respondeu a Lucía.
— Você já viu algum? — perguntou a amiga dela.
— Pra ser sincero, sim, e de todos os tipos.
— Que tipos existem? — perguntou a Lucía de olhos bem abertos, como quem queria saber.
— Os que eu vi foram, por exemplo: de lésbicas, casais, orgias, mulheres com vários tipos de animais, coroas com novinhos (já joguei essa na hora pra ela saber que pode), grávidas, peitudas, travestis, negonas e mais um monte — respondi, já bem mais solto por causa dos drinks.
— Mas mostram tudo, tudo mesmo? — pergunta de novo a Lucía, que já tava sentindo o efeito dos Os tragos e a Yumbina, porque ela parecia mais excitada e com vontade de saber mais.
- "Claro. Então me diga, quais posições sexuais você conhece?" — perguntei.
- "Ahh, as normais... a do missionário, de quatro, por cima do homem" — respondeu Lúcia, agora um pouco envergonhada com o que estava dizendo.
- "E além do sexo vaginal, que é o mais comum, qual outro você conhece?" — perguntei de novo.
- "Na verdade, só fiz o vaginal. Quais outros existem?"
- "Tem o vaginal, o anal e o oral."
- "Você já fez todos?" — perguntou Lúcia.
- "Todos, e o que eu mais gosto é... um dia eu te conto." — respondi, deixando aquele ponto de interrogação no ar.
- "Bom, acho que já é hora de ir" — disse a amiga de Lúcia.
- "Eu levo você" — me ofereci.
- "Obrigada por levá-la, eu vou aproveitar pra deitar minha filha e depois eu também." — disse Lúcia.
Quando voltei de deixar a outra senhora, passei perto da janela do quarto de Lúcia e ouvi vozes. Então me aproximei e consegui espiar por entre as cortinas. Lúcia estava despindo a filha, que tinha um corpo bem gostoso, mas eu não poderia fazer nada com ela porque é doentinha.
De qualquer forma, enquanto olhava, minha pica começou a endurecer, e esperei até Lúcia colocar a camisola de dormir.
Quando ela começou a se despir, não aguentei mais, tirei meu instrumento e comecei a bater uma punheta enquanto a observava.
Ela tinha uns peitinhos pequenos com o mamilo caído, e a buceta dava pra ver através da calcinha, que era quase transparente. Tinha uma moita bem grande de pelos, o que me excitava ainda mais.
Esperei até ela estar deitada pra entrar em casa. Fui me despedir com um beijo, e qual não foi minha surpresa quando ela me beijou na boca e disse:
- "Obrigada por tudo, passei uma noite maravilhosa."
- "Obrigado a você, me senti à vontade pra conversar tantas coisas. temas"
Quando fui deitar, tirei toda a roupa e fiquei pelada. Tava tão tesuda que coloquei um filme dos que eu tinha. Era de sapatão, onde depois entrava um homem. Comecei a bater uma boa punheta.
Enquanto assistia, imaginava que tava vendo com a Lucía. Num momento, não aguentei mais e fui ver ela. Que surpresa eu tive, ela tava se masturbando, a putinha!
Tava usando um pepino que a gente tinha comprado pra fazer salada. Tinha uma grossura considerável e um comprimento que não fazia nada mal. Ela enfiava e gemia que nem uma condenada. Certeza que as gotinhas fizeram efeito.
Ver ela me deixou a mil e bati uma punheta descomunal, que explodiu entre a porta e a parede. Rapidão tentei limpar, mas tava tudo escuro, o que dificultava o serviço. Quando terminei, fui pro meu quarto dormir.
Na manhã seguinte, lá pelas 10h, acordei e fui preparar meu café. Quando entrei na cozinha, encontrei a Lucía. Ela tava de camisola rosa, que deixava ver os bicos dos peitos e, mais embaixo, dava pra ver a calcinha, que por trás tava completamente enfiada na racha dela.
- "Bom dia, Luís". Ela me cumprimenta super animada.
- "Como dormiu, sogrinha?", respondo com voz suspeita.
- "Muito bem, na verdade como não dormia há muito tempo".
- "O que vamos fazer de almoço?", pergunto.
- "Você decide".
Obviamente, eu ia preparar uma salada gostosa de pepino.
Quando chegou a hora de preparar o almoço, começo com o tomate, alface, até que pergunto pelo pepino.
- "Ehhh, Ahhh, é que ontem à noite percebi que o saco onde tava o pepino estava no meu quarto. Já trago". Ela responde com voz nervosa.
- "Aqui está". Ela diz enquanto larga o saco na mesa.
Nisso, fico olhando pra auréola dos peitos dela, que foram ficando cada vez mais... cada vez mais escuros e os mamilos dela mais duros, visíveis de qualquer distância.
Abro a bolsa, pego o pepino e falo:
— “Lembra dos filmes pornô que eu contei ontem à noite?”
— “Ééé, sim, lembro sim.” Ela responde.
— “Acontece que também tem uns onde as mulheres enfiam todo tipo de objeto, e este é o mais usado por elas.” Respondo, enquanto no meu short que eu vestia começava a aparecer um volume, que ela notou na hora.
— “Não sabia que dava pra usar também.” Ela responde.
— “Se quiser, eu guardo pra outra ocasião.” Falo, enquanto passo a mão como se estivesse masturbando o pepino.
— “Não sou desse tipo de mulher.” Ela diz com voz firme, enquanto vai pro quarto dela.
— “Vou tomar um banho antes do almoço.” Ela fala do banheiro.
Minutos depois, ouço Lúcia me chamar.
— “Pois não, sogrinha?”
— “Por favor, você pode pegar a toalha que deixei pendurada no quintal?”
— “Já vou trazer.”
Meu pau já não aguentava mais dentro do short. Tava durasso.
Quando bato na porta do banheiro, Lúcia fala pra eu deixar lá dentro, então entro e ela agradece e pede pra passar o sabonete, porque o dela tinha acabado.
— “Quer que eu esfregue suas costas?” Pergunto.
— “Você não se importaria?”
— “Claro que não, mas vou me molhar todo.”
— “Ahhh. Então não precisa.”
— “Se quiser, eu entro no chuveiro, já que também preciso tomar banho e assim a gente economiza água.” Mal termino de falar e já tô pelado dentro do chuveiro.
- "¡¡Luís, o que você está fazendo¡¡¡"
- "Queria ajudar, sogrinha". E eu a giro pra passar o sabão nas costas dela. Ela ficou completamente paralisada com tudo isso.
Comecei a esfregar as costas dela e passei a mão na bunda dela.
- "Então, sogrinha, por favor, abre um pouco as pernas pra eu te lavar melhor"
Achei que ela ia recusar, mas no segundo seguinte ela já tinha as pernas abertas uns 45°. Lavei bem a bunda e a buceta dela. Não conseguia acreditar que tava ali com uma mulher madura e, pra piorar, minha sogrinha. Comecei a acariciar o corpo todo dela. Tocava os peitos dela, a buceta peluda e molhada, e aos poucos comecei a mexer no clitóris dela, até que ela levou a mão pra trás e pegou no meu pau. Começamos a nos mexer como dois condenados. Nisso, ela se vira e se abaixa pra chupar ele.
Ela enfiava ele inteiro na garganta enquanto enfiava os dedos na própria boceta.
Depois, trocamos de lugar e chegou minha vez de saborear os sucos da vagina dela. Eram realmente abundantes.
Já não aguentávamos mais, e ela se colocou de quatro pra eu meter. Foi uma sensação extraordinária. Pela primeira vez, eu tava comendo uma mulher mais velha, e a sensação de enfiar ele inteiro era inexplicável. A buceta dela não era muito apertadinha, já que à noite ela tinha comido um pepino inteiro, mas as paredes dela estavam satisfeitas em receber uma visita tão ilustre.
Ela gemia de prazer e se tocava nos peitos com as duas mãos. Depois, chupava um mamilo que tava completamente dentro da boca dela.
Ao ver um espetáculo desses, minhas bolas tavam prontas pra explodir.
- "Lucía, não aguento mais"
- "Goza dentro, por favor. Quero sentir tudo dentro de mim". Ela dizia com a voz entrecortada.
- "Ahhhhhhhhh" gozei como nunca.
- "Gostou, Luís?"
- "Foi demais, sogrinha"
- "Espero que não seja a última vez"
- "Que tal hoje à noite? A gente prepara uns drinks depois um bom filme"
- "Dos teus?"
- "A que a senhora quiser"
O dia passou voando. Fomos pra praia e ela vestiu o biquíni. Quando estávamos lá deitados, num momento ela me olhou e começou a se tocar na buceta com a mão.
- "Parece que não vai aguentar até a noite", falei.
- "Não vejo a hora de te dar algo muito especial pra mim."
- "Me diz o que é."
- "Na hora certa."
Obviamente devia ser a bunda dela, pensei.
Chegada a noite, Lúcia vestiu um vestido decotado (não sei pra quê, já que os peitos não marcavam nada) com meia-calça.
Preparamos uns drinks e começamos a conversar sobre os filmes que poderíamos ver.
- "Que tal um de orgia?"
- "Tem lésbicas?"
- "Claro, gostaria de ver mulheres se chupando inteiras?"
- "É algo que me excitou a vida toda."
- "Gostaria de ficar com outra mulher?"
- "Pra falar a verdade, sim."
- "Não se preocupa que eu resolvo o problema pra senhora."
Nisso, pego minha agenda de contatos onde tenho umas cachorrinhas que curtem uma putaria. Ligo pra uma delas e conto a ideia.
- "O que você acha?", pergunto pra Soledad.
- "Não sei, é que nunca estive com uma mulher mais velha."
- "Mas já esteve com outras mulheres, então não é tão diferente. Por favor, te peço de coração e prometo que outro dia a gente faz o que você quiser."
- "Prometido?"
- "Prometido."
Não passaram nem 30 minutos e Soledad chegou. Ela tem 34 anos e um corpo normal, mas uns peitões de dar medo.
- "Oi, Sole, entra. Como você tem passado?", saúdo ela como se não soubesse o que está rolando.
- "Como você tem passado, Luís? Ohhh, você estava ocupado?"
- "Não, como assim. Te apresento a Lúcia, minha sogra."
Depois das apresentações, nós três começamos a beber. Nisso, Soledad pergunta pra Lúcia se ela chegou num mau momento ou se estavam conversando sobre algum assunto particular. Ao que Lúcia respondeu: Já com uns drinques no corpo:
- "Qual é, tava falando sobre filmes pornô"
- "Você gosta, Lúcia?" pergunta Soledad.
- "Pra ser sincera, ainda não vi nenhum"
- "Acontece que eu tava contando pra Lúcia que tenho uma coleção bem grande" falo.
- "E de que tipo você gostaria de ver?"
- "De lésbicas. Me chama atenção"
- "A gente podia ver um. O que acha, Luís?" Soledad me pergunta.
- "Vamos pro meu quarto e assistimos"
Enquanto levávamos nossos drinks pro quarto, Lúcia tava muito nervosa e pergunto se ela realmente quer fazer isso. "Sim" ela responde.
Coloco o filme e me deito entre Soledad e Lúcia.
O vídeo começa logo com umas cenas de sapatão e fico vendo como Lúcia reagia.
No começo ela não demonstrava muito, mas depois de um tempo percebo ela mais animada. Ela começa a morder os lábios e com a mão direita começa a acariciar minha perna.
Não demorou muito pra Soledad baixar minha calça e começar a chupar meu pau. Lúcia, enquanto isso, muito mais ousada que antes, levanta o vestido e solta o sutiã pra eu chupar os peitos dela. Soledad percebe e se aproxima pra pegar o peito que sobrou. Lúcia soltou um suspiro enorme.
Depois começo a lamber a buceta da Soledad. Ela puxa Lúcia pra trás e também come a buceta dela.
Era realmente uma orgia como eu tinha sonhado por muito tempo.
Tudo rolou perfeito. Comi Soledad, depois Lúcia, as duas chupavam meu pau, se beijavam, comiam as bucetas uma da outra num 69 magnífico, até que Lúcia me fala: "aqui está seu presente. Ninguém nunca provou" virando e mostrando a bunda dela.
Nem bobo nem preguiçoso, comecei a lamber a bunda dela enquanto a Soledad se dedicava a saborear os líquidos vaginais da Lucía.
A metida no cu foi fantástica. O buraquinho realmente não tinha sido pavimentado e entrou com dor, mas uma dor que tanto eu quanto a Lucía curtimos ao máximo.
— “Morde aí, Luís, quero sentir você me atravessando inteira” — dizia a Lucía enquanto chupava os peitos da Soledad.
— “Fica tranquila, sogrinha, que vou deixar ele bem cheio” — mal terminei de falar isso e mandei um jato de porra na racha dela que quase saiu pela garganta.
— “Foi fantástico, Luís. Quero que você faça isso mais vezes, preciso sentir você dentro de mim”
— “Sou todo seu, sogrinha”
Depois as duas ficaram de quatro e queriam um vai e vem, ou seja, meter e tirar de uma e meter e tirar da outra.
E assim passamos a noite e os dias seguintes.
Em breve contarei o que vai rolar numa nova orgia que a Soledad está preparando, onde vão ter umas 16 pessoas convidadas e muitos deles serão coroas como a Lucía.
Ahhh, minha namorada nunca ficou sabendo.
Estou namorando a Alejandra há 4 anos, ela tem 30 anos e somos muito felizes juntos. Realmente aproveitamos muito ficar juntos. Na parte sexual, com a Alejandra tem sido um pouco complicado, já que ela não é muito aberta a novas experiências. Eu, na verdade, tive uma vida sexual bem liberal e já fiz de tudo, menos homossexualismo. Já passei desde ficar com uma única mulher até orgias de 30 pessoas. O que mais gosto é estar com várias mulheres ao mesmo tempo. Mas enfim, a história que queria que conhecessem não era exatamente com a Alejandra, mas sim com a mãe dela.
Tudo começou desde o momento em que comecei a ficar na casa da família da Alejandra. Na verdade, moram lá um irmão de 25 anos e uma irmã de 20, que tem problemas mentais, e a mãe dela.
Os irmãos sempre estavam fora de casa nos fins de semana, então ficávamos só nós três (Ale, a mãe e eu). Lúcia (o nome da mãe) é uma mulher de uns 54 anos, magra, com uns lábios carnudos, os peitos pequenos e caídos, a bunda também pequena, mas empinadinha. É separada há 9 anos.
Do dia em que conheci ela, comecei a ficar de putaria na minha cabeça. A real é que sempre quis transar com uma milf gostosa, e ela se encaixava direitinho. Depois de um mês morando na casa dela, resolvi começar a dar umas indiretas, então toda vez que dava beijo nela, eu colava meus lábios o mais perto possível dos dela. Me liguei que ela nunca desviava o rosto, ainda mais quando um dia eu beijei ela quase com metade do lábio no dela. Imagina o tesão que eu tava.Já mais tarado, comecei a observar ela de noite, porque a Alejandra dormia cedo pra caralho e eu ficava vendo TV até tarde. Minhas investidas começaram comigo me colocando do lado da cama dela enquanto ela dormia, e o melhor é que era verão, então ela dormia quase sem coberta e com uma camisola que, com os movimentos na cama, subia pra cima da cintura. Comecei devagar a passar a mão por cima da roupa de cama, até que resolvi puxar o lençol com todo cuidado e me deparei com uma maravilha ao vivo. A bunda dela tava virada pra cima e a calcinha completamente enfiada na racha. Passei os dedos de leve pelas bandas dela, sentindo a maciez da pele. Ela tava com as pernas um pouco abertas, então dava pra ver uns pelinhos da buceta saindo da calcinha.
Isso eu fazia toda noite, até que um dia tive a ideia de espiar na hora que ela fosse se deitar, pelo lado da porta, que ela sempre deixava aberta. Imagina o nível de tesão naquele momento, porque eu ia ver ela pelada. Mas aí a Alejandra me chama, que tava me procurando, e eu fui pra lá.
— “Onde você tava, Luis?”, a Alejandra me pergunta.
— “Ehhh. Na cozinha, meu amor.”
— “Você tá super acalorado e parece que tarado também.” Ela fala isso enquanto pega no meu pacote, que tava durasso.
— “Melhor a gente deitar, porque tem muita tarefa pra fazer.” Ela solta essas palavras e eu soube na hora que a gente ia trepar. Muito sexo naquela noite.
Colocamos um dos filmes que sempre tenho em casa; era de sexo grupal com preferência por lésbicas, o que a Alejandra não aceita de bom grado.
Fiquei a mil imaginando que estava com a mãe dela. Apagamos a luz e tivemos o melhor sexo. Assim que terminamos, Alejandra foi ao banheiro se lavar, eu aproveitei pra ir pelado até o quarto da Lucía pra dar uma olhada nela. Ela estava completamente destapada, com a camisola de dormir de novo na cintura, mas dessa vez tava com a buceta dela virada pro céu.
Rapidamente voltei pro quarto antes que a Alejandra percebesse. Não passaram nem 30 minutos e minha namorada já tava dormindo tranquilamente. Nessa hora eu ainda tava quente por estar perto da Lucía, então voltei pro quarto dela de novo sem roupa e com meu pau completamente duro. Lucía continuava dormindo de barriga pra cima. Deitei do lado dela e comecei a roçar meus dedos por cima da calcinha dela. Dava pra sentir a moita de pelo macia. Nisso ela se mexeu de repente e eu não consegui tirar a mão totalmente, acordando ela.
— "Luís, o que você tá fazendo aqui?", ela me pergunta ainda com sono.
— "Ouvi uns barulhos e queria ver se a senhora tava bem", respondi quase jogado no chão, já que tava completamente nu.
— "Não se preocupa, tá tudo bem, pode passar um caminhão por cima de mim que eu nem sentiria", ela responde. ("Um caminhão não, mas minha pica, ela já vai sentir", eu pensava comigo mesmo.
Passaram vários dias em que eu ia passar a mão na minha sogrinha. Um dia Alejandra me pergunta por que a gente não vai pra praia, já que íamos estar de férias depois. Boa ideia. Não, melhor dizendo, excelente ideia, já que a gente tinha calculado as férias e eu tinha uma semana a mais que ela.
— "Por que não convidamos sua mãe e sua irmã? Acho que faria muito bem pras duas", sugeri.
— Boa ideia, mas eu teria que voltar uma semana antes de vocês pro trabalho.
— Não se preocupa, a gente cuida. A gente se virou. Eu respondi pra ela.
Chegado o dia, a gente foi pra praia.
Pra Lucía, a gente passou o quarto de casal pra ela dormir junto com a irmã mais nova da Alejandra. A gente foi pra outro quarto, onde montamos a TV e o vídeo.Durante o tempo que a Alejandra ficou, eu só batia umas punhetas daquelas pensando na Lucía. Imaginava ela na praia quando a gente ia se refrescar e ficava de olho nela o tempo todo de biquíni. Realmente ela não tinha um corpo bonito, mas tinha alguma coisa que me esquentava.
Quando a Alejandra foi embora, a Lucía me disse que tinha uma amiga dela de férias perto de onde a gente tava. Então a gente convidou ela uma noite pra tomar uns drinks. Num momento de descuido da Lucía, eu coloquei um raspado de Yumbina que um amigo me deu no drink dela. E a noite inteira enchi o copo das duas.
No meio das conversas, surgiu o assunto dos filmes mais quentes que passavam na TV. Elas diziam que eram pornográficos, aí eu respondi:
— O que passa na TV são filmes eróticos, feitos pra dar um clima melhor pro casal. Os pornográficos são totalmente diferentes. Por exemplo, quando você viu um desses da TV, já viu o ato sexual de verdade ou só a insinuação do ato? — falei.
— Na verdade, só a insinuação. É que não consigo imaginar ver um filme onde mostre tudo. — respondeu a Lucía.
— Você já viu algum? — perguntou a amiga dela.
— Pra ser sincero, sim, e de todos os tipos.
— Que tipos existem? — perguntou a Lucía de olhos bem abertos, como quem queria saber.
— Os que eu vi foram, por exemplo: de lésbicas, casais, orgias, mulheres com vários tipos de animais, coroas com novinhos (já joguei essa na hora pra ela saber que pode), grávidas, peitudas, travestis, negonas e mais um monte — respondi, já bem mais solto por causa dos drinks.
— Mas mostram tudo, tudo mesmo? — pergunta de novo a Lucía, que já tava sentindo o efeito dos Os tragos e a Yumbina, porque ela parecia mais excitada e com vontade de saber mais.
- "Claro. Então me diga, quais posições sexuais você conhece?" — perguntei.
- "Ahh, as normais... a do missionário, de quatro, por cima do homem" — respondeu Lúcia, agora um pouco envergonhada com o que estava dizendo.
- "E além do sexo vaginal, que é o mais comum, qual outro você conhece?" — perguntei de novo.
- "Na verdade, só fiz o vaginal. Quais outros existem?"
- "Tem o vaginal, o anal e o oral."
- "Você já fez todos?" — perguntou Lúcia.
- "Todos, e o que eu mais gosto é... um dia eu te conto." — respondi, deixando aquele ponto de interrogação no ar.
- "Bom, acho que já é hora de ir" — disse a amiga de Lúcia.
- "Eu levo você" — me ofereci.
- "Obrigada por levá-la, eu vou aproveitar pra deitar minha filha e depois eu também." — disse Lúcia.
Quando voltei de deixar a outra senhora, passei perto da janela do quarto de Lúcia e ouvi vozes. Então me aproximei e consegui espiar por entre as cortinas. Lúcia estava despindo a filha, que tinha um corpo bem gostoso, mas eu não poderia fazer nada com ela porque é doentinha.
De qualquer forma, enquanto olhava, minha pica começou a endurecer, e esperei até Lúcia colocar a camisola de dormir.
Quando ela começou a se despir, não aguentei mais, tirei meu instrumento e comecei a bater uma punheta enquanto a observava.
Ela tinha uns peitinhos pequenos com o mamilo caído, e a buceta dava pra ver através da calcinha, que era quase transparente. Tinha uma moita bem grande de pelos, o que me excitava ainda mais.
Esperei até ela estar deitada pra entrar em casa. Fui me despedir com um beijo, e qual não foi minha surpresa quando ela me beijou na boca e disse:
- "Obrigada por tudo, passei uma noite maravilhosa."
- "Obrigado a você, me senti à vontade pra conversar tantas coisas. temas"
Quando fui deitar, tirei toda a roupa e fiquei pelada. Tava tão tesuda que coloquei um filme dos que eu tinha. Era de sapatão, onde depois entrava um homem. Comecei a bater uma boa punheta.
Enquanto assistia, imaginava que tava vendo com a Lucía. Num momento, não aguentei mais e fui ver ela. Que surpresa eu tive, ela tava se masturbando, a putinha!
Tava usando um pepino que a gente tinha comprado pra fazer salada. Tinha uma grossura considerável e um comprimento que não fazia nada mal. Ela enfiava e gemia que nem uma condenada. Certeza que as gotinhas fizeram efeito.
Ver ela me deixou a mil e bati uma punheta descomunal, que explodiu entre a porta e a parede. Rapidão tentei limpar, mas tava tudo escuro, o que dificultava o serviço. Quando terminei, fui pro meu quarto dormir.
Na manhã seguinte, lá pelas 10h, acordei e fui preparar meu café. Quando entrei na cozinha, encontrei a Lucía. Ela tava de camisola rosa, que deixava ver os bicos dos peitos e, mais embaixo, dava pra ver a calcinha, que por trás tava completamente enfiada na racha dela.
- "Bom dia, Luís". Ela me cumprimenta super animada.
- "Como dormiu, sogrinha?", respondo com voz suspeita.
- "Muito bem, na verdade como não dormia há muito tempo".
- "O que vamos fazer de almoço?", pergunto.
- "Você decide".
Obviamente, eu ia preparar uma salada gostosa de pepino.
Quando chegou a hora de preparar o almoço, começo com o tomate, alface, até que pergunto pelo pepino.
- "Ehhh, Ahhh, é que ontem à noite percebi que o saco onde tava o pepino estava no meu quarto. Já trago". Ela responde com voz nervosa.
- "Aqui está". Ela diz enquanto larga o saco na mesa.
Nisso, fico olhando pra auréola dos peitos dela, que foram ficando cada vez mais... cada vez mais escuros e os mamilos dela mais duros, visíveis de qualquer distância.
Abro a bolsa, pego o pepino e falo:
— “Lembra dos filmes pornô que eu contei ontem à noite?”
— “Ééé, sim, lembro sim.” Ela responde.
— “Acontece que também tem uns onde as mulheres enfiam todo tipo de objeto, e este é o mais usado por elas.” Respondo, enquanto no meu short que eu vestia começava a aparecer um volume, que ela notou na hora.
— “Não sabia que dava pra usar também.” Ela responde.
— “Se quiser, eu guardo pra outra ocasião.” Falo, enquanto passo a mão como se estivesse masturbando o pepino.
— “Não sou desse tipo de mulher.” Ela diz com voz firme, enquanto vai pro quarto dela.
— “Vou tomar um banho antes do almoço.” Ela fala do banheiro.
Minutos depois, ouço Lúcia me chamar.
— “Pois não, sogrinha?”
— “Por favor, você pode pegar a toalha que deixei pendurada no quintal?”
— “Já vou trazer.”
Meu pau já não aguentava mais dentro do short. Tava durasso.
Quando bato na porta do banheiro, Lúcia fala pra eu deixar lá dentro, então entro e ela agradece e pede pra passar o sabonete, porque o dela tinha acabado.
— “Quer que eu esfregue suas costas?” Pergunto.
— “Você não se importaria?”
— “Claro que não, mas vou me molhar todo.”
— “Ahhh. Então não precisa.”
— “Se quiser, eu entro no chuveiro, já que também preciso tomar banho e assim a gente economiza água.” Mal termino de falar e já tô pelado dentro do chuveiro.
- "¡¡Luís, o que você está fazendo¡¡¡" - "Queria ajudar, sogrinha". E eu a giro pra passar o sabão nas costas dela. Ela ficou completamente paralisada com tudo isso.
Comecei a esfregar as costas dela e passei a mão na bunda dela.
- "Então, sogrinha, por favor, abre um pouco as pernas pra eu te lavar melhor"
Achei que ela ia recusar, mas no segundo seguinte ela já tinha as pernas abertas uns 45°. Lavei bem a bunda e a buceta dela. Não conseguia acreditar que tava ali com uma mulher madura e, pra piorar, minha sogrinha. Comecei a acariciar o corpo todo dela. Tocava os peitos dela, a buceta peluda e molhada, e aos poucos comecei a mexer no clitóris dela, até que ela levou a mão pra trás e pegou no meu pau. Começamos a nos mexer como dois condenados. Nisso, ela se vira e se abaixa pra chupar ele.
Ela enfiava ele inteiro na garganta enquanto enfiava os dedos na própria boceta.
Depois, trocamos de lugar e chegou minha vez de saborear os sucos da vagina dela. Eram realmente abundantes.
Já não aguentávamos mais, e ela se colocou de quatro pra eu meter. Foi uma sensação extraordinária. Pela primeira vez, eu tava comendo uma mulher mais velha, e a sensação de enfiar ele inteiro era inexplicável. A buceta dela não era muito apertadinha, já que à noite ela tinha comido um pepino inteiro, mas as paredes dela estavam satisfeitas em receber uma visita tão ilustre.
Ela gemia de prazer e se tocava nos peitos com as duas mãos. Depois, chupava um mamilo que tava completamente dentro da boca dela.
Ao ver um espetáculo desses, minhas bolas tavam prontas pra explodir.
- "Lucía, não aguento mais"
- "Goza dentro, por favor. Quero sentir tudo dentro de mim". Ela dizia com a voz entrecortada.
- "Ahhhhhhhhh" gozei como nunca.
- "Gostou, Luís?"
- "Foi demais, sogrinha"
- "Espero que não seja a última vez"
- "Que tal hoje à noite? A gente prepara uns drinks depois um bom filme"
- "Dos teus?"
- "A que a senhora quiser"
O dia passou voando. Fomos pra praia e ela vestiu o biquíni. Quando estávamos lá deitados, num momento ela me olhou e começou a se tocar na buceta com a mão.
- "Parece que não vai aguentar até a noite", falei.
- "Não vejo a hora de te dar algo muito especial pra mim."
- "Me diz o que é."
- "Na hora certa."
Obviamente devia ser a bunda dela, pensei.
Chegada a noite, Lúcia vestiu um vestido decotado (não sei pra quê, já que os peitos não marcavam nada) com meia-calça.
Preparamos uns drinks e começamos a conversar sobre os filmes que poderíamos ver.
- "Que tal um de orgia?"
- "Tem lésbicas?"
- "Claro, gostaria de ver mulheres se chupando inteiras?"
- "É algo que me excitou a vida toda."
- "Gostaria de ficar com outra mulher?"
- "Pra falar a verdade, sim."
- "Não se preocupa que eu resolvo o problema pra senhora."
Nisso, pego minha agenda de contatos onde tenho umas cachorrinhas que curtem uma putaria. Ligo pra uma delas e conto a ideia.
- "O que você acha?", pergunto pra Soledad.
- "Não sei, é que nunca estive com uma mulher mais velha."
- "Mas já esteve com outras mulheres, então não é tão diferente. Por favor, te peço de coração e prometo que outro dia a gente faz o que você quiser."
- "Prometido?"
- "Prometido."
Não passaram nem 30 minutos e Soledad chegou. Ela tem 34 anos e um corpo normal, mas uns peitões de dar medo.
- "Oi, Sole, entra. Como você tem passado?", saúdo ela como se não soubesse o que está rolando.
- "Como você tem passado, Luís? Ohhh, você estava ocupado?"
- "Não, como assim. Te apresento a Lúcia, minha sogra."
Depois das apresentações, nós três começamos a beber. Nisso, Soledad pergunta pra Lúcia se ela chegou num mau momento ou se estavam conversando sobre algum assunto particular. Ao que Lúcia respondeu: Já com uns drinques no corpo:
- "Qual é, tava falando sobre filmes pornô"
- "Você gosta, Lúcia?" pergunta Soledad.
- "Pra ser sincera, ainda não vi nenhum"
- "Acontece que eu tava contando pra Lúcia que tenho uma coleção bem grande" falo.
- "E de que tipo você gostaria de ver?"
- "De lésbicas. Me chama atenção"
- "A gente podia ver um. O que acha, Luís?" Soledad me pergunta.
- "Vamos pro meu quarto e assistimos"
Enquanto levávamos nossos drinks pro quarto, Lúcia tava muito nervosa e pergunto se ela realmente quer fazer isso. "Sim" ela responde.
Coloco o filme e me deito entre Soledad e Lúcia.
O vídeo começa logo com umas cenas de sapatão e fico vendo como Lúcia reagia.
No começo ela não demonstrava muito, mas depois de um tempo percebo ela mais animada. Ela começa a morder os lábios e com a mão direita começa a acariciar minha perna.
Não demorou muito pra Soledad baixar minha calça e começar a chupar meu pau. Lúcia, enquanto isso, muito mais ousada que antes, levanta o vestido e solta o sutiã pra eu chupar os peitos dela. Soledad percebe e se aproxima pra pegar o peito que sobrou. Lúcia soltou um suspiro enorme.
Depois começo a lamber a buceta da Soledad. Ela puxa Lúcia pra trás e também come a buceta dela.
Era realmente uma orgia como eu tinha sonhado por muito tempo.
Tudo rolou perfeito. Comi Soledad, depois Lúcia, as duas chupavam meu pau, se beijavam, comiam as bucetas uma da outra num 69 magnífico, até que Lúcia me fala: "aqui está seu presente. Ninguém nunca provou" virando e mostrando a bunda dela.
Nem bobo nem preguiçoso, comecei a lamber a bunda dela enquanto a Soledad se dedicava a saborear os líquidos vaginais da Lucía. A metida no cu foi fantástica. O buraquinho realmente não tinha sido pavimentado e entrou com dor, mas uma dor que tanto eu quanto a Lucía curtimos ao máximo.
— “Morde aí, Luís, quero sentir você me atravessando inteira” — dizia a Lucía enquanto chupava os peitos da Soledad.
— “Fica tranquila, sogrinha, que vou deixar ele bem cheio” — mal terminei de falar isso e mandei um jato de porra na racha dela que quase saiu pela garganta.
— “Foi fantástico, Luís. Quero que você faça isso mais vezes, preciso sentir você dentro de mim”
— “Sou todo seu, sogrinha”
Depois as duas ficaram de quatro e queriam um vai e vem, ou seja, meter e tirar de uma e meter e tirar da outra.
E assim passamos a noite e os dias seguintes.
Em breve contarei o que vai rolar numa nova orgia que a Soledad está preparando, onde vão ter umas 16 pessoas convidadas e muitos deles serão coroas como a Lucía.
Ahhh, minha namorada nunca ficou sabendo.
3 comentários - Minha sogra e eu
muchas veces follamos entre los tres y nos hemos acostumbrado a estar sexualmente juntos
mi problema es que mi madre y mi padre estan divorciados y ella quedo embarazada y quiere
tener al bebe de mi mi esposo y tambien estoy esperando un bebe.
Ximena