Minha história aconteceu numa pequena reunião de família da minha namorada, nuns chalés nos arredores da cidade. Naquele dia, passei cedo na casa da sogrinha pra levar ela e minha namorada até os chalés. O plano era passar a tarde lá, comer e dormir por lá. Tinha um chalé pra elas duas e eu. Minha sogra, de 47 anos, divorciada, se mantinha em forma: magra, morena de cabelo preto e com curvas sutis. O melhor era a bunda dela, firme e bem desenhada, sem ser espetacular — físico que a filha, minha namorada, herdou, mas com um par de peitos melhores. Eu não era muito do agrado dela porque ela sabia que eu tava comendo a filha dela e aceitava sem reclamar, mas não gostava. Na verdade, fez cara feia quando a filha disse que a gente dormiria junto no chalé no fim do dia, já que tinha dois quartinhos: um pra sogra e outro pra nós.
A reunião foi tranquila, a comida muito boa, e fizemos uma caminhada com minha namorada, onde a gente se esquentou. De repente, ela se ajoelhou na minha frente e disse: "Deixa eu ver o que vou comer à noite." Ela puxou minha pica, passou a mão até eu ter uma ereção completa dos meus respeitáveis 18 cm, lambeu a cabecinha e beijou várias vezes. Mas nisso, ouvimos os gritos de alguns sobrinhos dela brincando, e ela guardou rapidamente minha pica, dizendo: "Vou ter ela pra mim sem interrupções mais tarde." Já no fim da tarde, chegaram uns irmãos da minha sogra com algumas garrafas de rum e tequila. Minha namorada e a sogra começaram a beber pra valer. Eu tomei uns dois copos e parei — não gosto de beber por beber, ainda mais porque ia comer gostoso minha namorada à noite. Mas logo aconteceu algo que mudou tudo naquele dia. Pediram pra minha sogra pegar uns copos de um armário pequeno no chalé, e minha namorada me pediu pra ajudar. Fui lá, peguei os copos, e ela começou a lavar, porque estavam empoeirados. Enquanto fazia isso, fiquei preso no fundo da cozinha pequena: ela parada na frente da pia, e eu com uns 25 cm de espaço atrás. E enquanto... Ela ensaboava os copos, eu dava uma olhada na bunda dela e gostava do que via, tanto que meu pau começou a inchar sem chegar a uma ereção total. Nisso, a sogrinha me fala: “Pode pegar um paninho no meu quarto pra secar os copos, por favor?” Eu respondi “claro”, mas fiz cara de sem espaço, e ela, percebendo, disse sem parar de lavar os copos: “Não tem problema se encostar em mim, passa por trás”. A primeira coisa que pensei foi que, com minha calça de tecido fino e uma cueca por baixo, ela sentiria meu pau meio duro, mas não me importei e dei uma encostada. Meu pau e minhas bolas esfregaram primeiro numa das nádegas dela e depois meu pau meio que prendeu no espaço entre as bundas dela. Senti ela apertar as nádegas ao sentir meu mastro entre os dois bombons, mas não disse nada, continuou apertando, e com certeza essa ação deixou ela sentir melhor minha vara. Então me deslizei, e meu pau girou dentro da calça, apontando pra primeira nádega, e nessa posição percorreu toda a outra bunda. Uff, senti gostoso pra caralho. Fui pegar o pano, entreguei pra ela e saí rápido. Ela não falou uma palavra.
Lá pela meia-noite, já tinha vários bêbados, incluindo minha namorada e a mãe dela, principalmente minha namorada, o que não curti, porque colocava em risco nosso plano de transar a noite toda. A festa acabou e cada grupinho foi pra sua cabana. Minha sogra parecia atordoada e foi na frente da gente rumo à cabana. Chegamos e ela foi direto pra cama, e a única coisa que disse foi: “Vou deixar a porta aberta caso queiram ir ao banheiro”. Como o único banheiro era parte do quarto que ela ia usar, passamos pelo banheiro e me tranquei no quartinho ao lado com minha namorada, que, ainda bêbada, queria pau. Ela se despiu desengonçada, eu também, e falei: “Chupa meu pau!” E ela fez isso até deixar ele duríssimo e lustroso, com todas as veias inchadas e a pele do prepúcio pra baixo. Minha namorada gostava de apertar pra extrair o suco do pau e limpar com a língua. A língua dela já não aguentou mais, e eu coloquei ela na cama, pus as pernas dela nos meus ombros e comecei a esfregar meu pau na buceta toda dela enquanto ela dizia “que delíciaaa!” Aos poucos, fui penetrando ela até minhas bolas encostarem no cu dela e comecei a girar meu pau em círculos, o que fez ela soltar uns gases quentinhos que eu senti.
nos meus ovos e comecei a bombar ela devagar por um tempo até sentir que molhou todo meu pau com o primeiro orgasmo dela. Daí trocamos, ela ficou por cima e começou como uma louca a cavalgar, molhando a buceta dela mais duas vezes, até que enchi a buceta dela com meu gozo. Depois disso, dormimos umas meia hora e acordei, vi que ela estava totalmente fora desse mundo por causa da bebedeira e pensei: "Acho que não vai rolar mais sexo essa noite" (mas estava enganado, pelo que vou contar mais pra frente). Nisso, virei pra ver meu relógio e eram 2h da manhã, e as cervejas que tomei estavam fazendo efeito, tava com vontade de mijar e pensei: "Vou assim pelado mesmo, foda-se, afinal tá escuro e minha sogra nem vai perceber, além disso a ideia me excitava". Com o pau balançando, meio murchinho por causa da boa trepada com minha mina, andei na surdina, entrei no quarto da minha sogra, mas não dava pra ver nada onde era a cama dela, só via a luz fraca da janelinha da porta do banheiro. Então fui pra lá, entrei, fechei a porta e acendi a luz. E que surpresa: minha sogra pelada sentada no vaso, com a calcinha no joelho e a cara petrificada igual a minha, com o olhar direto no meu pau, que tava a uns meros meio metro da cara dela, porque o banheiro era bem pequeno. Nisso, virei pra sair dali e ouvi ela dizer: "Não vai não, me faz companhia, ora, não é como se eu nunca tivesse visto um homem pelado antes, além do mais você já esfregou sua rola na minha bunda há pouco". Ela ainda parecia meio bêbada. Nisso, ouvi um barulho lá fora da cabana e ela disse: "Dá uma olhada pela janelinha do chuveiro pra ver o que é". Eu, bem obediente, passei coladinho na parede, com passos de lado e meu pau fazendo um movimento de pêndulo na frente da cara dela, que ela acompanhava sem perder um detalhe. Fiquei bem na frente dela e levantei o braço pra tirar um trinco que tinha na portinha do chuveiro, enquanto, de canto de olho, vi minha sogra devorando com os olhos meu pênis, que ainda tinha restos de gozo. as corridas da filha dela num tom meio blasé, fui pro chuveiro e espiei pela janela e vi um par de cachorros catando resto de churrasco nas mesas e falei "são uns cachorros" aí voltei e me plantei de propósito bem na frente dela que olhava pra minha pica e depois levantava o olhar com a boca meio aberta, tava super gostosa e os bicos dos peitos dela tinham endurecido e nisso ela fala "que tamanho bom, cê acha que minha filha aguenta tudo?" isso me deixou muito excitado e eu só respondi "devagarzinho entra tudo, além disso ela lubrifica muito bem" nisso ela aproxima o rosto um pouquinho mais da minha pica e diz: "nunca tinha visto uma tão grande de perto assim, meu ex-marido tinha uma da metade do tamanho e mais fina, a sua mede quanto?" respondi "18 cm de comprimento e quase 5 de largura" e ela falou "tá exagerando, é grande mas não parece tão grossa e eu entendo de medidas porque fui costureira" respondi "é que agora não tá ereta" a próxima coisa que ela disse me deixou com o sangue fervendo "escuta, me deixaria acariciar ela e descobrir a cabeça da sua pica? Quero ver ela ereta" eu só falei "pode ir, é sua" e ela colocou a mão na minha pica e levantou até ficar apontando pra boca dela, começando a massagear pra frente e pra trás suave e gostosamente, minha glande aparecia um pouco e se escondia de novo, imediatamente minha pica engrossou e ela disse: "é tão grossa como você disse, minha mão já não fecha em volta e sinto mais quente" nisso ela descobriu toda minha glande que já tava no talo, mais grossa que o tronco (tenho ela cabeçuda), tava brilhosa por causa da trepada com a filha dela e tinha um pelo pubiano encharcado quase na base da cabeça, que minha sogrinha gostosa notou e disse: "acho que sua filha deixou uma lembrancinha, vou tirar pra você" em seguida com a outra mão passou o polegar por toda minha glande que deslizou deliciosamente pelo lubrificante natural, depois arrastou a unha pra soltar o pelo e tirou, e depois aproximou o nariz da minha pica e cheirou enquanto massageava e disse "cheira Bem, e seus ovos também são grandes" — ao dizer isso, levantei meus ovos com a mão e falei: "Parece que você gosta muito do meu pau". Ela disse: "Estou encantada desde que você esfregou ele na minha bunda. Posso beijar?" Respondi: "Claro, sogrinha". Ela deu vários beijinhos na ponta, depois abriu a boca e lambeu toda a cabeça e o tronco, para então chupar devagar. Ela enfiou a cabeça e parte do tronco na boca, parou um pouco e disse: "Que gostoso, com os sucos da buceta da minha filha, e posso ver que é um pau limpo e saudável". E continuou chupando enquanto eu curtia um boquete delicioso de vários minutos. Ela perguntou: "Então você queria mijar?" E eu respondi: "Sim". Então ela deixou a calcinha cair no chão e se levantou na minha frente. Com isso, meu pau percorreu todo o peito e barriga dela, e eu falei: "Vou mijar sentado, porque meu pau tá durasso, apontando pro teto". Sentei pra mijar, forçando meu pênis a mirar no vaso, enquanto olhava de frente a xota da minha sogra. Percebi que era lisinha, sem nenhum pelo, a pele um pouco mais escura que o resto, com lábios finos. Era pequena, uns 8 cm de fenda, tipo duas asinhas no final, e vi que estava escorrendo um fiozinho do mel vaginal dela, o que me deixou muito excitado. Quando ela ouviu que eu terminei, disse: "Quero que você me coma pra eu aproveitar igual minha filha". Nisso, me levantei, viramos e sentei ela no vaso. Levantei as pernas dela, as costas ficaram apoiadas na tampa, a bunda dela no ar, enquanto as pernas penduravam nos meus braços. Falei: "Vou meter". E ela disse: "Me dá tudo, mas enfia devagar, porque nunca tive um tão grande. É só o terceiro pau que entra na minha buceta". Então ela pegou meu pau com a mão, descobriu a glande e colocou na entrada da vagina dela, se entregando. Comecei a empurrar, e a vulva dela se abriu como uma rosa. Estava quente e molhada. O clitóris pequeno dela ficou exposto, e não resisti: desviei pra esfregar ele com minha glande. Ela gemeu e disse: "Que gostoso que é aí". voltou a pegá-la com a mão pra esfregar com mais força e depois colocou de novo na entrada da buceta dela e disse: “enfia devagar, papai” empurrei firme mas me controlando, finalmente a pussy dela se abriu e engoliu minha cabeça, que comecei a tirar e meter devagar e ela disse com voz trêmula “enfia tudo até os ovos” então fui afundando devagar meu pau nessa pussy molhada e apertada, tava surpreso, ela era mais gostosa que a filha, quando entrou a metade ela falou “para um pouco aí, papai, que grande é tua vergonha” e eu disse “só foi a metade” e ela respondeu “acho que não aguento mais” então comecei o vai-e-vem lento, só meia vara e logo ela gozou, senti como molhou tudo ao redor do meu pau com os sucos quentes dela e com isso meu cock deslizava mais fácil, então comecei a meter um pouco mais a cada estocada, ela tava de olhos fechados e gemendo, e assim até que enfiei até os ovos e aí parei porque sentia que ia gozar mas não queria terminar ainda e aproveitei pra dizer “já tá tudo dentro, mamacita, que buceta tão gostosa você tem” e ela disse sem abrir os olhos “que delícia de cock, me enche toda a pussy e que orgasmos gostosos me deu, me enche de seu leite, papai, sou sua slut!” com isso eu bombeei com força uns 5 minutos até que não aguentei mais e meti tudo pra deixar meu leite bem no fundo, vários jorros encheram ela apesar de já ter enchido a pussy da filha dela “toma todo meu leite, slut” nisso minha namorada abre a porta e fica de boca aberta com a cena na frente dela, minha sogra nem percebeu, continuava no paraíso com meu cock cravado até os ovos na buceta dela até que minha namorada fala “mãe, que porra é essa com você?” minha namorada tava de olho no cu da mãe dela colado no meu púbis enquanto eu tirava devagar minha vergonha da pussy da mamãe dela, ela com a carinha de incredulidade via meu pau molhado saindo da pussy até que no final, quando a cabeçona do pênis saiu, Ouvi um "pop!" e meu gozo escorreu no chão. Aí minha namorada disse: "caralho, você deu uma boa foda na minha mãe, filho da puta! E gozou dentro, olha só como deixou a buceta dela toda aberta, e você eu raramente vi o pau tão grosso assim." Ela chegou perto pra olhar a buceta da mãe, acariciou com a mão e disse: "nossa, mãe, que buceta bonita você tem, e o clitóris tá duríssimo." Depois pegou meu pau como se estivesse limpando com a mão e disse: "deixou o pau todo ensopado e ainda tá quente e duro." E na sequência chupou os dedos pra terminar dizendo: "pensando bem, você já tava precisando disso, mãe. Quando quiser, pode aproveitar o pau gostoso do meu namorado.
FIM
comentário: colocar fotos nos contos é pra deixar mais ilustrativo... as fotos são coletadas de outras fontes, assim como os contos, ficou claro pra você @cardenasx
A reunião foi tranquila, a comida muito boa, e fizemos uma caminhada com minha namorada, onde a gente se esquentou. De repente, ela se ajoelhou na minha frente e disse: "Deixa eu ver o que vou comer à noite." Ela puxou minha pica, passou a mão até eu ter uma ereção completa dos meus respeitáveis 18 cm, lambeu a cabecinha e beijou várias vezes. Mas nisso, ouvimos os gritos de alguns sobrinhos dela brincando, e ela guardou rapidamente minha pica, dizendo: "Vou ter ela pra mim sem interrupções mais tarde." Já no fim da tarde, chegaram uns irmãos da minha sogra com algumas garrafas de rum e tequila. Minha namorada e a sogra começaram a beber pra valer. Eu tomei uns dois copos e parei — não gosto de beber por beber, ainda mais porque ia comer gostoso minha namorada à noite. Mas logo aconteceu algo que mudou tudo naquele dia. Pediram pra minha sogra pegar uns copos de um armário pequeno no chalé, e minha namorada me pediu pra ajudar. Fui lá, peguei os copos, e ela começou a lavar, porque estavam empoeirados. Enquanto fazia isso, fiquei preso no fundo da cozinha pequena: ela parada na frente da pia, e eu com uns 25 cm de espaço atrás. E enquanto... Ela ensaboava os copos, eu dava uma olhada na bunda dela e gostava do que via, tanto que meu pau começou a inchar sem chegar a uma ereção total. Nisso, a sogrinha me fala: “Pode pegar um paninho no meu quarto pra secar os copos, por favor?” Eu respondi “claro”, mas fiz cara de sem espaço, e ela, percebendo, disse sem parar de lavar os copos: “Não tem problema se encostar em mim, passa por trás”. A primeira coisa que pensei foi que, com minha calça de tecido fino e uma cueca por baixo, ela sentiria meu pau meio duro, mas não me importei e dei uma encostada. Meu pau e minhas bolas esfregaram primeiro numa das nádegas dela e depois meu pau meio que prendeu no espaço entre as bundas dela. Senti ela apertar as nádegas ao sentir meu mastro entre os dois bombons, mas não disse nada, continuou apertando, e com certeza essa ação deixou ela sentir melhor minha vara. Então me deslizei, e meu pau girou dentro da calça, apontando pra primeira nádega, e nessa posição percorreu toda a outra bunda. Uff, senti gostoso pra caralho. Fui pegar o pano, entreguei pra ela e saí rápido. Ela não falou uma palavra.
Lá pela meia-noite, já tinha vários bêbados, incluindo minha namorada e a mãe dela, principalmente minha namorada, o que não curti, porque colocava em risco nosso plano de transar a noite toda. A festa acabou e cada grupinho foi pra sua cabana. Minha sogra parecia atordoada e foi na frente da gente rumo à cabana. Chegamos e ela foi direto pra cama, e a única coisa que disse foi: “Vou deixar a porta aberta caso queiram ir ao banheiro”. Como o único banheiro era parte do quarto que ela ia usar, passamos pelo banheiro e me tranquei no quartinho ao lado com minha namorada, que, ainda bêbada, queria pau. Ela se despiu desengonçada, eu também, e falei: “Chupa meu pau!” E ela fez isso até deixar ele duríssimo e lustroso, com todas as veias inchadas e a pele do prepúcio pra baixo. Minha namorada gostava de apertar pra extrair o suco do pau e limpar com a língua. A língua dela já não aguentou mais, e eu coloquei ela na cama, pus as pernas dela nos meus ombros e comecei a esfregar meu pau na buceta toda dela enquanto ela dizia “que delíciaaa!” Aos poucos, fui penetrando ela até minhas bolas encostarem no cu dela e comecei a girar meu pau em círculos, o que fez ela soltar uns gases quentinhos que eu senti.
nos meus ovos e comecei a bombar ela devagar por um tempo até sentir que molhou todo meu pau com o primeiro orgasmo dela. Daí trocamos, ela ficou por cima e começou como uma louca a cavalgar, molhando a buceta dela mais duas vezes, até que enchi a buceta dela com meu gozo. Depois disso, dormimos umas meia hora e acordei, vi que ela estava totalmente fora desse mundo por causa da bebedeira e pensei: "Acho que não vai rolar mais sexo essa noite" (mas estava enganado, pelo que vou contar mais pra frente). Nisso, virei pra ver meu relógio e eram 2h da manhã, e as cervejas que tomei estavam fazendo efeito, tava com vontade de mijar e pensei: "Vou assim pelado mesmo, foda-se, afinal tá escuro e minha sogra nem vai perceber, além disso a ideia me excitava". Com o pau balançando, meio murchinho por causa da boa trepada com minha mina, andei na surdina, entrei no quarto da minha sogra, mas não dava pra ver nada onde era a cama dela, só via a luz fraca da janelinha da porta do banheiro. Então fui pra lá, entrei, fechei a porta e acendi a luz. E que surpresa: minha sogra pelada sentada no vaso, com a calcinha no joelho e a cara petrificada igual a minha, com o olhar direto no meu pau, que tava a uns meros meio metro da cara dela, porque o banheiro era bem pequeno. Nisso, virei pra sair dali e ouvi ela dizer: "Não vai não, me faz companhia, ora, não é como se eu nunca tivesse visto um homem pelado antes, além do mais você já esfregou sua rola na minha bunda há pouco". Ela ainda parecia meio bêbada. Nisso, ouvi um barulho lá fora da cabana e ela disse: "Dá uma olhada pela janelinha do chuveiro pra ver o que é". Eu, bem obediente, passei coladinho na parede, com passos de lado e meu pau fazendo um movimento de pêndulo na frente da cara dela, que ela acompanhava sem perder um detalhe. Fiquei bem na frente dela e levantei o braço pra tirar um trinco que tinha na portinha do chuveiro, enquanto, de canto de olho, vi minha sogra devorando com os olhos meu pênis, que ainda tinha restos de gozo. as corridas da filha dela num tom meio blasé, fui pro chuveiro e espiei pela janela e vi um par de cachorros catando resto de churrasco nas mesas e falei "são uns cachorros" aí voltei e me plantei de propósito bem na frente dela que olhava pra minha pica e depois levantava o olhar com a boca meio aberta, tava super gostosa e os bicos dos peitos dela tinham endurecido e nisso ela fala "que tamanho bom, cê acha que minha filha aguenta tudo?" isso me deixou muito excitado e eu só respondi "devagarzinho entra tudo, além disso ela lubrifica muito bem" nisso ela aproxima o rosto um pouquinho mais da minha pica e diz: "nunca tinha visto uma tão grande de perto assim, meu ex-marido tinha uma da metade do tamanho e mais fina, a sua mede quanto?" respondi "18 cm de comprimento e quase 5 de largura" e ela falou "tá exagerando, é grande mas não parece tão grossa e eu entendo de medidas porque fui costureira" respondi "é que agora não tá ereta" a próxima coisa que ela disse me deixou com o sangue fervendo "escuta, me deixaria acariciar ela e descobrir a cabeça da sua pica? Quero ver ela ereta" eu só falei "pode ir, é sua" e ela colocou a mão na minha pica e levantou até ficar apontando pra boca dela, começando a massagear pra frente e pra trás suave e gostosamente, minha glande aparecia um pouco e se escondia de novo, imediatamente minha pica engrossou e ela disse: "é tão grossa como você disse, minha mão já não fecha em volta e sinto mais quente" nisso ela descobriu toda minha glande que já tava no talo, mais grossa que o tronco (tenho ela cabeçuda), tava brilhosa por causa da trepada com a filha dela e tinha um pelo pubiano encharcado quase na base da cabeça, que minha sogrinha gostosa notou e disse: "acho que sua filha deixou uma lembrancinha, vou tirar pra você" em seguida com a outra mão passou o polegar por toda minha glande que deslizou deliciosamente pelo lubrificante natural, depois arrastou a unha pra soltar o pelo e tirou, e depois aproximou o nariz da minha pica e cheirou enquanto massageava e disse "cheira Bem, e seus ovos também são grandes" — ao dizer isso, levantei meus ovos com a mão e falei: "Parece que você gosta muito do meu pau". Ela disse: "Estou encantada desde que você esfregou ele na minha bunda. Posso beijar?" Respondi: "Claro, sogrinha". Ela deu vários beijinhos na ponta, depois abriu a boca e lambeu toda a cabeça e o tronco, para então chupar devagar. Ela enfiou a cabeça e parte do tronco na boca, parou um pouco e disse: "Que gostoso, com os sucos da buceta da minha filha, e posso ver que é um pau limpo e saudável". E continuou chupando enquanto eu curtia um boquete delicioso de vários minutos. Ela perguntou: "Então você queria mijar?" E eu respondi: "Sim". Então ela deixou a calcinha cair no chão e se levantou na minha frente. Com isso, meu pau percorreu todo o peito e barriga dela, e eu falei: "Vou mijar sentado, porque meu pau tá durasso, apontando pro teto". Sentei pra mijar, forçando meu pênis a mirar no vaso, enquanto olhava de frente a xota da minha sogra. Percebi que era lisinha, sem nenhum pelo, a pele um pouco mais escura que o resto, com lábios finos. Era pequena, uns 8 cm de fenda, tipo duas asinhas no final, e vi que estava escorrendo um fiozinho do mel vaginal dela, o que me deixou muito excitado. Quando ela ouviu que eu terminei, disse: "Quero que você me coma pra eu aproveitar igual minha filha". Nisso, me levantei, viramos e sentei ela no vaso. Levantei as pernas dela, as costas ficaram apoiadas na tampa, a bunda dela no ar, enquanto as pernas penduravam nos meus braços. Falei: "Vou meter". E ela disse: "Me dá tudo, mas enfia devagar, porque nunca tive um tão grande. É só o terceiro pau que entra na minha buceta". Então ela pegou meu pau com a mão, descobriu a glande e colocou na entrada da vagina dela, se entregando. Comecei a empurrar, e a vulva dela se abriu como uma rosa. Estava quente e molhada. O clitóris pequeno dela ficou exposto, e não resisti: desviei pra esfregar ele com minha glande. Ela gemeu e disse: "Que gostoso que é aí". voltou a pegá-la com a mão pra esfregar com mais força e depois colocou de novo na entrada da buceta dela e disse: “enfia devagar, papai” empurrei firme mas me controlando, finalmente a pussy dela se abriu e engoliu minha cabeça, que comecei a tirar e meter devagar e ela disse com voz trêmula “enfia tudo até os ovos” então fui afundando devagar meu pau nessa pussy molhada e apertada, tava surpreso, ela era mais gostosa que a filha, quando entrou a metade ela falou “para um pouco aí, papai, que grande é tua vergonha” e eu disse “só foi a metade” e ela respondeu “acho que não aguento mais” então comecei o vai-e-vem lento, só meia vara e logo ela gozou, senti como molhou tudo ao redor do meu pau com os sucos quentes dela e com isso meu cock deslizava mais fácil, então comecei a meter um pouco mais a cada estocada, ela tava de olhos fechados e gemendo, e assim até que enfiei até os ovos e aí parei porque sentia que ia gozar mas não queria terminar ainda e aproveitei pra dizer “já tá tudo dentro, mamacita, que buceta tão gostosa você tem” e ela disse sem abrir os olhos “que delícia de cock, me enche toda a pussy e que orgasmos gostosos me deu, me enche de seu leite, papai, sou sua slut!” com isso eu bombeei com força uns 5 minutos até que não aguentei mais e meti tudo pra deixar meu leite bem no fundo, vários jorros encheram ela apesar de já ter enchido a pussy da filha dela “toma todo meu leite, slut” nisso minha namorada abre a porta e fica de boca aberta com a cena na frente dela, minha sogra nem percebeu, continuava no paraíso com meu cock cravado até os ovos na buceta dela até que minha namorada fala “mãe, que porra é essa com você?” minha namorada tava de olho no cu da mãe dela colado no meu púbis enquanto eu tirava devagar minha vergonha da pussy da mamãe dela, ela com a carinha de incredulidade via meu pau molhado saindo da pussy até que no final, quando a cabeçona do pênis saiu, Ouvi um "pop!" e meu gozo escorreu no chão. Aí minha namorada disse: "caralho, você deu uma boa foda na minha mãe, filho da puta! E gozou dentro, olha só como deixou a buceta dela toda aberta, e você eu raramente vi o pau tão grosso assim." Ela chegou perto pra olhar a buceta da mãe, acariciou com a mão e disse: "nossa, mãe, que buceta bonita você tem, e o clitóris tá duríssimo." Depois pegou meu pau como se estivesse limpando com a mão e disse: "deixou o pau todo ensopado e ainda tá quente e duro." E na sequência chupou os dedos pra terminar dizendo: "pensando bem, você já tava precisando disso, mãe. Quando quiser, pode aproveitar o pau gostoso do meu namorado.
FIM comentário: colocar fotos nos contos é pra deixar mais ilustrativo... as fotos são coletadas de outras fontes, assim como os contos, ficou claro pra você @cardenasx
2 comentários - Minha sogra pede pica
te dejo 3 puntos mas no me deja esto..
abrazo y segi con estoo!