Como eu estava comentando, eu e minha mulher Lili tínhamos um acordo de relacionamento livre, além de começarmos muito timidamente algum intercâmbio e trio com nossos ex-vizinhos. A aparição de Lau (veja o post) veio emparelhar as coisas a meu favor, mas quando minha mulher a quis conhecer e a viu de longe, seus ciúmes puderam mais. Lau, loira, alta, com um par de seios impressionantes, pernas longas, um bumbum redondo precioso. Lili, minha mulher, é um pouco mais baixa, morena, linda, cara de pirada, um traseiro de exposição, perfeito e uns seios para colecionar, nem grandes, nem pequenos. Em resumo, dois bombões, mas a minha mulher não havia forma de parar seus ciúmes. Obviamente, minhas fantasias de trio com as duas fizeram água. Surpreendentemente, seu ex-companheiro de trabalho a chamou novamente, aquele que lhe havia manchado o culote de couro com vaselina após fazer-lhe o traseiro. Eu pensei que voltava a paz, eles se comprometeram a sair uma noite, deixei que essas saídas oficiais fossem iniciadas por ela, de forma que não teria que dar desculpas para sair com Lau. Chega a noite, minha esposa estava letal, uns jeans que destacavam (se fizesse necessário) aquele traseiro lindo, uma camisa e um casaco, o rapaz em questão passa pelo carro mais além do edifício onde morávamos e lá vai Lili. Não posso dizer que estava tranquilo, por mais que haveria um polvo descomunal e poderia sair com Lau, o fato de minha mulher estar fazendo sexo com outro em um hotel não me fazia muita graça. Uma coisa é que te confessem algo que passou e outra é saber em tempo real. O sonho me venceu, como às duas da manhã eu me despertei de um beijo quente e profundo, mais uma série de beijos que foram descendo até chegar ao meu cock uma mamada intensa e sentei-me sobre ela. Não sei o tempo que me cavalgou, sei que terminei lhe dando a volta, metendo-lhe o cock no traseiro que já havia sido visitado e acabando interminavelmente. Depois ela me contou que, embora seu amigo tenha uma ferramenta mais importante, o tema passa Pelos dos acessórios. Ela não pode chegar a um orgasmo normalmente, mas se eu vou jogar com a língua no seu pussy, meter dois dedos e o orgasmo é algo único que não senti em outras mulheres. O caso é que o amigo quis, mas não pôde fazer-la chegar com a língua e, como a maioria dos que vieram ao mundo bem dotados creem que é só questão de parar a cock e que a dama faça o resto, ela me contou que montou como eu, que um pouco tempo depois se levantou, pôs o vergón no cu e é isso que meteu e estava quente como estava, começou a se mover até que seu amigo se esvaziou dentro e ficou assim por um bom tempo e não passou mais nada. Pensar que eu desvirguei esse cu e que, graças à insistência, a fiz uma adicta ao sexo anal. A questão é que isso de sair à noite com outro tipo lhe agradava, ela saía, se divertia coitando e, quando voltava, seguia se cojendo. O problema surgia quando eu dizia que ia sair, todo o slut e divertido que era se esfumava para dar lugar a uma louca ciumenta. É que ela estava convencida de que eu com Lau tinha um sexo selvagem, e não ajudavam os arranhões ou algum outro chupão que eu trazia à volta, além disso ela voltava de fuck e queria mais. Eu voltava de estar com Lau e não queria mais lola. As coisas com seu amigo se foram acomodando, ela ia ensinando-lhe e já voltava mais satisfeita e com mais vontade de terminar a noite comigo, três, quatro da manhã e ela em quatro patas na cama ou apoiada na janela e eu lhe dava murra. Verões sofocantes persianas levantadas e os operários da fábrica de frente agradecidos. Tan bem lhe ia com o amigo tão ciumenta estava que um dia passei algo que não sei se foi loucura ou despeito. Resulta que o amigo tinha um amigo camionero ao qual falou maravilhas sobre o que era minha mulher na cama, uma das noites em que lhes tocou sair, le comenta a Lili, minha mulher que seu amigo queria sair com ela. Como seguia furiosa por minhas escapadas com Lau, a próxima saída minha mulher foi cepillada por um seguidor de Moyano. Elas me contou com esses olhos brilhantes que se lhe punham quando contava uma travessura, detalhando a cara que pôs o outro quando ela lhe pediu que fizesse a Booty. Talvez pensava que eu ia cortar com Lau, mas eu não ia largá-la assim nomes, além de nada me assegurava que ela também deixasse suas aventuras. Assim as coisas eu seguia pelas minhas, saindo ao meio-dia para buscar Lau perto do trabalho e do hotel, ligando antes de sair e pedindo, por exemplo, se estava com calcinha, tirasse a thong e viajasse assim no metrô. Demais dizer que quando subia ao carro já vinha com a palavra: pussy empapada e com garantia de polvazos e ia para casa sem calcinha porque dizia que a sensação da cum correndo pelas pernas era única. A minha mulher nessa época tinha 33 anos (Lau 34) era uma mamita potraza e seu ex-companheiro de trabalho não lhe divertia mais tanto. Conversando um dia com a vizinha do apartamento de baixo, uma linda atorranta, ela me disse à minha mulher que havia um vizinho de 20 anos que estava muito quente com ela. Para que tenham ideia, ela se punha um jardinero que o único que realçava era o cu e assim saía para a rua. Mas se saía comigo realmente chamava (e chamava atenção). Não sei se foram ciúmes ou calentura, a questão é que esse cara de repente começou a pegar-se uma mulher como a minha. Aproveitavam quando os meninos estavam no colégio ou, se no verão iam para casa dos avós, coitavam à vontade, é o dia de hoje que confesso que o sexo com esse cara era insípido, que embora tivesse uma poronga longa o fato de ser muito finita não lhe fazia sentir muito, mas sabia que a mim me fodía e creio que por isso continuei, houve uma noite que me confessou que haviam ido ao hotel naquela tarde, eu ia ir para o mesmo mas terminei indo para outro devido a problemas de trânsito. Assim seguiu tudo até que um dia me fizeram uma cama no trabalho, gente com quem eu me incomodava para fazer negócios paralelos, falou com o dono da empresa, contou-me sobre meus amoríos com Lau e de boas a primeiras fui rebaixado do meu posto, e não me chamaram mais por quê. A minha mulher, buscou o nº de Lau na minha agenda, ligou-lhe, contou o que estava a passar e pediu-lhe que em vez da empresa, me ligasse para casa. Até esse momento Lau não creia que a minha mulher estava ao tanto de tudo e com uma raiva que nunca vi decidiu terminar com tudo, passaram dez dias negros, todas as operações comerciais que eu havia iniciado e que me tinham sido tiradas dos meus ex-subalternos, agora chefes, desmoronaram, ficou em evidência a jogada, foram demitidos, não me devolveram o meu posto de gerente, passei a ser diretor e como postre de tudo Lau ligou-me porque queria falar comigo, vou ao seu departamento e quando fecha a porta abraça-me, beija-me, começa a chorar e terminamos num polvo mágico porque se há algo belo é fazer sexo com uma mulher que chora, ri, beija e não sabe o que fazer primeiro. Um gesto incrível da minha mulher foi quando foram contar-lhe sobre minhas andanças, porque até isso chegou, não teve melhor ideia de responder que essa senhora que mencionavam era amiga sua e ela estava ao tanto. Silencio stampa e a partir desse momento ninguém mais se atreveu a dizer nada. Tudo foi a partir desse momento mais tranquilo, eu deixei de olhar para o lado do cara e a minha mulher perdeu o interesse pelo assunto. Depois de um par de anos saíamos muito raramente, a minha relação com Lau não passava por seu melhor momento e faltava a prova de fogo. Iria viver ao interior. Isso eu conto mais tarde porque as coisas começaram a mudar de forma importante.
3 comentários - Despues de la sorpresa III