Una buena mujer

Relato real de como, numa viagem de jovens, uma mulher madura tirou a virgindade minha e do meu amigo

Antônio e eu éramos amigos desde a infância, fomos juntos pro pré-escolar e ficamos juntos durante todo o ensino fundamental. No fim dessa etapa dos nossos estudos, a gente tinha 14 anos e esse seria o último ano que estudaríamos juntos, já que eu continuaria no colégio e ele iria pro curso técnico industrial.

Tínhamos o verão pela frente e começamos a fazer planos pra ele... um acampamento, ou passar todos os dias na praia olhando as gostosas, até que decidimos que podíamos ir pra um camping na costa de Manilva – a gente tinha visto um anúncio desse lugar e era uma chance de viver uma aventura longe dos nossos pais, mas tudo dependia deles darem permissão, o que conseguimos depois de muito implorar e prometer que íamos nos comportar e ligar todo dia.

Então, num dia de meados de julho, pegamos o ônibus, cheios de expectativa pra passar 5 dias – o dinheiro que nos deram não dava pra mais – longe do controle da família.

Chegamos no camping por volta do meio-dia. Quando fomos na recepção, nos disseram que não tinha nenhuma vaga livre, que sentiam muito... mas a gente sentiu muito mais, porque nossa aventura já ia pro saco logo de cara. Um cara que estava lá nos disse que perto dali tinha um bosque, perto da praia, onde alguns acampavam de vez em quando, mas que não armássemos a barraca muito perto da praia, por causa da fiscalização da guarda civil... Agradecemos e fomos pro bosque, demoramos uns 20 minutos pra chegar, procuramos um lugar adequado e montamos a barraca.

Passamos os 4 primeiros dias lá sem problemas, ficamos confiantes porque podíamos largar tudo e ir curtir a praia ou um centro juvenil não muito longe, e até uma balada na praia, onde não pediam identidade, mas foi no quarto dia, quando voltamos da balada, que ao chegar... Encontramos nossa barraca... "Tem certeza que era aqui?" — perguntou o Antônio. "Claro" — respondi — "não vê? Olha as marcas na árvore, o sinal de onde a barraca estava... Passamos a noite inteira andando pelos arredores tentando encontrar os ladrões... O sol nasceu e a gente já tava bem cansado, frustrado... mas pelo menos nossas carteiras e o pouco dinheiro que sobrou a gente levou com a gente. Ficamos até desistir de quase todas as nossas coisas... Era quase meio-dia e fomos sentar na praia — era nosso último dia e decidimos aguentar e ir embora no dia seguinte de ônibus — só tínhamos dinheiro pra pegar ele.

Lá pelas duas da tarde já távamos muito cansados, ali na praia, só tinha um cigarro e quando fomos fumar, o isqueiro não funcionava... Olhei em volta e vi uma mulher que tava perto. Levantei e fui pedir fogo... Quando cheguei nela — ela tava deitada de barriga pra cima com os olhos fechados — vi que era uma mulher de uns 35 ou 40 anos, ruiva, usava um biquíni vermelho que segurava um belo par de peitos... "Oi, desculpa" — falei — "pode me dar fogo?" Ela abriu os olhos e, protegendo eles do sol com a mão, me olhou... "Sim, claro" — disse — "mas você não acha que é meio novo pra fumar?" "Bom, sim, mas a gente não fuma muito, é só um cigarro pro meu amigo e pra mim" — falei apontando pro Antônio. "Vocês são daqui?" — disse enquanto se sentava e procurava o isqueiro na bolsa. "Não" — respondi — "somos de Algeciras, tamos passando uns dias de férias, mas fomos roubados..." "Quê? Roubaram vocês?" — perguntou sem me deixar terminar — "espera, espera" — continuou — "chama seu amigo e me conta o que aconteceu..." Chamei o Antônio e ela mandou a gente sentar. Contamos nossa pequena aventura, especialmente a última noite... "E pelo que tão me dizendo" — falou, curiosa — "desde quando vocês não comem?" "Desde ontem" — disse o Antônio. "Minha nossa, vamos, meninos, vamos comer alguma coisa. — agora continua me contando — disse ela se levantando, pegou a toalha, colocou um pareô estampado na cintura e… vamos, o que vocês estão esperando? Nós a seguimos até um quiosque perto dali, lá ela pediu uma paella e salada. Durante a comida, ela nos contou que se chamava Lurdes, que era de Valladolid e que tinha vindo passar uns dias na costa para descansar. Não deu mais detalhes sobre a vida dela… E qual é o plano de vocês até amanhã, quando vão embora? — perguntou quase no final da comida — bom, a gente tava pensando em passar a noite por aqui, na praia, e amanhã cedo pegar o ônibus… Ela ficou uns segundos pensativa e nos disse — sabem de uma coisa? Tô vendo vocês muito cansados e, pra ser sincera, a roupa de vocês tá muito suja. Então que tal virem pro meu apartamento, tomarem um banho, eu lavo a roupa de vocês e depois vocês decidem o que fazer?… Pra mim tá de boa — falei — pra mim também — respondeu o Antonio.

Ela se levantou e foi pagar. Antonio e eu nos olhamos e comentamos a sorte que tivemos de encontrar aquela BOA MULHER.

Fomos pro apartamento dela, que era bem perto da praia. Quando entramos, a primeira coisa que vimos foi a sala com um sofá e duas poltronas de cada lado, uma mesinha e uma TV na frente… — Agora, meninos, pro banho — disse ela com autoridade — deixem a roupa de vocês no bidê, depois eu recolho. Ela mostrou onde era o banheiro… — Vaaaai, pro banho — disse dando uns tapinhas na nossa bunda — que vocês tão fedendo a bicho.

Fomos direto, tiramos a roupa e entramos na banheira. Abri a água, ajustei entre fria e quente… Nesse momento, a porta se abriu. Era a Lurdes, vinha com toalhas… — Desculpem, meninos, esqueci de dar as toalhas pra vocês — disse ela olhando pra gente, enquanto a gente se virava pra esconder as vergonhas — hahahaha — riu — do que vocês têm vergonha, meninos? Eu podia ser mãe de vocês, hahahaha — ria e dizia — fiquem tranquilos, vou lavar as costas de vocês já que me deram essa chance, hahaha — disse enquanto pegava o sabonete e passava nas mãos, e em seguida começou a ensaboar. Nas nossas costas, usando uma mão pra cada um... fiquem tranquilos, garotos, só aproveitem o banho — disse ela enquanto as mãos dela nos acariciavam devagar, foi descendo aos poucos, as unhas massageavam suavemente. Eu senti quando ela chegou no meu cu, passou um dedo de leve pela racha até chegar na base das minhas bolas — e disse: essa área tem que estar sempre bem limpa, as minas não gostam de mau cheiro.

Claro que nessa altura a gente já tava duro igual burro. Ela continuou com a tarefa devagar, colocou mais um pouco de gel nas mãos e disse: agora pela frente. A gente se virou e ela colocou as mãos nos nossos peitos, mexendo sem pressa, foi descendo e pegou nas nossas picas... Ummm, como vocês estão durinhos — disse enquanto batia uma pra gente de leve — eu não resisti e comecei a apalpar um peito dela por cima do biquíni... Quer ver? — perguntou me olhando com tesão — eu concordei com a cabeça... Ela soltou nossas picas e tirou as alças do biquíni, deixando à mostra uns peitões com auréola marrom e os bicos eretos... Toquem em mim, garotos — disse enquanto pegava de novo nos nossos paus — assim, devagar, ummm... eram os primeiros peitos que eu tocava na vida, amei a textura macia... Cheguem mais pra perto — ela disse — e se inclinando começou a passar a língua nas nossas picas virgens... ahhhh... ohhhh — escapou de mim e do Antonio — ahhhhh ahhhh Antonio fechou os olhos e começou a gozar o leite dele ahhhh ela enfiou a pica dele na boca engolindo toda a porra novinha ohhhhh ahhhhh — eu já não aguentava mais, gozei — ela engoliu meu pau — ahhhhh ahhhh — eu sentia meu leite descarregando na boca quente dela, que sensação incrível — aaaahhhh terminei de gozar, ela ficou mais uns minutos limpando nossos paus com a língua, se levantou sorrindo pra gente... caramba, vocês estavam com os tanques cheios — disse — agora se sequem e deixem eu tomar banho, esperem por mim na sala, ok? — disse enquanto tirava o biquíni pelas pernas. deixando à mostra uma bunda linda e uma buceta peluda - eu passei a mão na bunda dela, mas ela falou calma, depois a gente continua brincando, vai me esperar lá fora.

A gente sentou na sala - ela tinha deixado suco e copos - a gente tava nas nuvens, quase sem acreditar no que tava acontecendo. Daí a Lurdes saiu, passou pela cozinha levando nossas roupas.. "agora vou lavar isso e amanhã já tá seco, assim vocês vão pra casa limpos" - disse entrando na cozinha, ela tinha vestido uma camisola branca bem curta, dava pra ver os peitos transparentes - a gente ouviu ela ligar a máquina de lavar, daí pouco depois voltou e sentou no sofá falando… "Agora vou ensinar vocês a dar prazer pra uma mulher, vem sentar aqui". A gente levantou das poltronas e sentou um de cada lado dela, só com as toalhas enroladas na cintura e os paus duros de novo… "Primeiro me dá um beijinho, meninos" - disse, aproximando a boca da minha e começou a chupar minha boca - "me dá sua língua assim". Eu enfiei a língua na boca dela e ela chupou, entrelaçando a dela com a minha, virou pro Antonio e fez a mesma coisa… "hummm, que gostinho bom que vocês têm, agora olha" - disse levando as mãos na buceta peluda dela e abrindo com dois dedos - "esse é o clitóris" - disse tocando com um dedo, tava inchado - "é por aqui que a gente sente mais prazer, esse buraquinho é o meato, é por onde a gente faz xixi, e essa é a vagina" - disse enfiando um dedo no buraco - "é por aqui que a gente tem os bebês e é por onde vocês enfiam isso" - disse estendendo as mãos e pegando nos nossos paus por cima das toalhas - num movimento rápido soltou as toalhas e nossos paus pularam pra cima… "hahaha assim tá melhor" - riu - "agora vem" - disse pra mim - "ajoelha aqui" - eu me coloquei entre as pernas dela e ela pegou na minha cabeça e aproximou da buceta dela - "lambe devagar, como se fosse um sorvete" - eu estiquei a língua e comecei a lamber aquela buceta quente, adorei o gosto… "ohhhh isso, devagar" - disse, enquanto tirava Um peito disse pro Antonio: "vem lamber aqui, gostoso... ohhhhh isso, garotos". Eu continuei focado no clitóris, ela empurrou minha cabeça um pouco... "lambe tudo, tudinho ahhhh". Levantei o olhar e vi Antonio chupando um peito dela enquanto pegava e amassava o outro, ela segurava a pica do meu amigo na mão... "ahhhhh simmmmm assimmmmm não parem ohhhhh que delíciaaaaa ahhhhhh ahhhhhhhh" – gemeu de prazer – "vou gozar ahhhhhh ohhhh..." Senti os fluidos da buceta dela encharcando minha boca e meu rosto. Lurdes me puxou pra cima, nossas caras ficaram bem perto, colocou as mãos nas nossas cabeças e começamos um beijo a três, misturando nossas línguas. Nessa posição, minha pica ficou na altura da boceta dela, roçando. Ela abaixou uma mão, pegou minha pica e colocou na entrada dela – "empurra devagar" – disse. Meu pau começou a entrar na caverna quente e molhada dela sem dificuldade – "ohhh" – gemi – "devagar, love-me" – disse. Comecei a meter e tirar devagar – tava no céu – "ahhhhh ahhhhh ohhhh" – comecei a gozar de novo – "ahhhhh isso simmmmm ahhhhh me dá seu leite" – ela dizia enquanto eu gozava dentro dela. Ela se mexeu, tirou minha pica e disse pro Antonio: "agora você". Eu saí e ele se colocou entre as pernas dela. Ela guiou o pau dele e começaram a meter e tirar devagarinho... "ahhhh isso, mete tudinho ahhhh quero que você me dê seu leitinho aaaa isso ahhhhhh". Antonio começou a gemer... "ohhh ohhhh... isso simmmmm eu também vou gozar ahhhhhhh" – gemeu Lurdes com os olhos quase virados – "simmmmm ahhhhh". Antonio ficou deitado sobre ela por uns minutos. A gente tinha deixado de ser virgem, e de que jeito. Ela se levantou, beijou nós dois e foi pro chuveiro.

Dormimos lá na cama dela. Ela comeu a gente umas duas vezes cada um durante a noite até não sobrar nem uma gota de porra. Na manhã seguinte, nos despedimos dela, agradecendo por tudo. Ela também agradeceu, nos beijamos e fomos pra casa mais felizes que cachorro com dois rabos.

4 comentários - Una buena mujer

Muy buen relato, pero debes cuidar la ortografía y la forma de redactar para que sea mas entendible al leerlo. Usa el corrector. Saludos. 🙂
Exellente relato, como siempre, uno de los mejores....