Minha 5ª experiência gay (o caminhoneiro)

Tudo aconteceu numa manhã.
Sou muito burro pra levantar e ir trabalhar. Acordo 15 minutos antes do ônibus passar. E ainda tenho que tomar banho, vestir a roupa do trampo (calça social, camisa) e andar até o ponto, umas quatro quadras. Sempre consigo pegar porque ele passa atrasado. Mas nos dias que passa na hora, perco.
E aquele dia foi um desses em que o busão passou no horário.
Cheguei no ponto e, vendo que já tinha passado, comecei a pedir carona. Mesmo assim, pra entrar no serviço ainda faltava uma hora e meia (não tem problema chegar um pouco atrasado). E pra chegar leva uns 30 minutos.
Fiquei pedindo carona e ninguém parava, já tinham passado uns 10 minutos.
Aí passa um gostosão dos grandes e me fala: — Sobe que te dou uma carona. Não pensei duas vezes e entrei — falei muito obrigado.
Saímos da cidade e fomos conversando sobre trabalho e a vida.
Quando estávamos a uns 10 minutos de chegar (zona rural), falei: — Deixa eu te dar 100 pesos pela carona.
Ele demorou uns segundos pra responder e disse: — Não teria outro jeito de acertar a carona?
Aí eu respondi: — Que outro jeito? (me fazendo de besta porque já sabia onde aquilo ia dar)
Ele fala: — Sei lá, me diz você.
Eu respondi: — A verdade é que não sei, falei.
E ele me diz, se tocando na calça na altura da braguilha: — Um boquete cairia muito bem, porque venho de muito longe e sinto falta da minha parceira.
Aí eu falei, meio com medo: — Beleza, então, mas para o gostosão em algum lugar mais escondido.
Ele me diz: — Sim, ali na frente tem uma rotatória do lado de um mato, paro o caminhão e a gente passa pra trás. (Só pra explicar, os caminhões de transporte atrás do banco têm uma cortina ou divisória e atrás uma cama pra descansar em viagens longas.)
— Tá bom, falei, e abro a cortina e passo. Quando estou passando, ele me aperta a bunda. Me acomodo num canto e ele entra.
Uma vez nós dois dentro da cabine, falei: — Beleza, então abaixa a calça que vou te fazer o boquete. Aí ele responde: — Não, faz você todo o trabalho.
Me aproximo dele e começo a passar a mão no pau dele por cima da calça. Tiro o botão dele e começo a abaixar o zíper.
Abaixo a calça junto com a cueca e aparece a pica meio dura. Pego ela pelo tronco e meto na boca de uma vez, como sempre, e começo a passar a língua uma e outra vez. Ele me puxava pelos cabelos e eu chupava ainda mais.
Paro de chupar a pica dele e começo a lamber os ovos por um tempo, e logo volto a engolir a cabecinha e o tronco. Como a pica dele não é muito grande (uns 15 cm dura, normal), eu metia ela toda uma e outra vez, até que numa hora vejo ele começar a tremer e, sem me avisar nada, com medo de eu não querer tomar o leite, começa a soltar na minha boca jorros grandes de porra, que eu engolia e engolia. Quando termina, ele me pede desculpa por encher minha boquinha de porra, e eu respondo: — Não, adorei. Queria que você me desse de novo, mas antes quero que você meta um pouco, porque tô muito puta com essa pica. Aí ele responde: — Beleza, agora posso te pedir um favor? — Sim, qual? — falo. — Viu que a gente tá na frente de um mato? Vamos fazer lá, sempre foi minha fantasia — ele diz. — Eu, toda molhada, nem pensei e falei sim, mas vamos descer e ir os dois pelados (porque eu não podia sujar minha roupa de trabalho). — Beleza, então — ele fala.
Descemos e saímos correndo rápido, os dois pelados, pro mato. Quando chegamos numa parte mais fechada, que não dava pra ver de fora, a gente se ajeitou.
Ele ficou de pé e eu me ajoelhei pra chupar a pica dele até endurecer de novo. Aí me virei de costas pra ele, com as pernas abertas, meio de quatro mas em pé, e ele começou a chupar meu cu. Era lindo como ele fazia, nunca tinham chupado assim. Ele me segurou em dois troncos de árvore e falou: — Beleza, puta, lá vai. Ele babou bem a cabeça da pica, cuspiu na minha bunda e colocou a cabecinha na porta. Com duas estocadas, meteu tudo e começou a me comer com tudo. Depois de um tempo, ele sentou no chão e eu montei naquela cabeça linda que ele tinha e comecei a rebolar com tudo. Não passaram 5 minutos e ele falou: — Vou gozar. Levantei, me ajoelhei e falei: "Manda tudo na minha cara e na minha boca". Ela respondeu: "Maravilha", e começou a soltar vários jatos de porra na minha boca primeiro e depois na cara. Terminamos e saímos correndo pro Hottie — eu com a cara cheia de porra cheguei lá e me limpei na torneira d'água que tem no tanque. Subimos, nos vestimos e arrancamos pra chegar. Ela me deixa na porta do meu trampo e fala: "Espera perder o busão mais vezes pra eu poder te pegar". E eu respondi: "Não vai faltar oportunidade de se ver, já que você passa todo dia, como disse".

Espero que tenham gostado, quero mais comentários assim pra me excitar. Quero suas porras na minha boca, beijos nos seus paus venosos.

6 comentários - Minha 5ª experiência gay (o caminhoneiro)

me dejaste la pija durisima,me encantaria darte la leche agregame mandame un msj privado asi arreglamos, 🤤

pero que suerte tenés, que hermosa cogida te pegó el camionero, me encantó ❤️

mi 5ª experiencia gay ( el camionero)