Mi primera vez, como nunca me imagine

Bom, faz muito tempo que leio relatos aqui e também há muito tempo queria compartilhar minhas experiências, mas com medo de perder o anonimato, nunca me decidi. Mas aqui estou, e com muita vontade de contar tudo, tudinho pra vocês.

Gostaria de começar com um pouco mais de confiança, até postar alguma foto, mas a verdade é que me dá vergonha 😀 Melhor vou contar pra vocês sobre a minha primeira vez, que é uma daquelas histórias pra lembrar e contar sempre.

Tudo começou no ensino médio, já faz alguns anos. Naquela época eu era um cara quieto, tinha acabado de mudar de escola, então não tinha meus amigos nem ninguém muito próximo pra conversar na aula e tal. No entanto, minha matéria técnica no colégio era programação e minha habilidade nisso era meio óbvia. Por causa disso, acabei formando um grupo de amigos: 3 caras, 2 minas. No começo, só entrei pra ficar de olho na bunda delas de perto e, sabe como é, "quem sabe não rola" — ou pelo menos era o que eu pensava. Aos poucos, minha missão foi perdendo o sentido e acabei virando só amigo delas e deles.

Uma vez, fomos na casa de um dos meus amigos. Acontece que ele alugava, junto com vários outros jovens, um apartamento — ou melhor, uma casa, quase um prédio com quartos. Já tínhamos feito trabalhos escolares lá outras vezes, já estávamos à vontade. Éramos só três amigos: Juan, Miguel e eu, Alex.

Depois de um tempo trabalhando, decidimos relaxar e estávamos justamente colocando tudo do lado quando saíram do quarto da frente duas minas que, assim como meu amigo, moravam lá e que a gente cumprimentava de vez em quando.

Pra vocês terem uma ideia, vou descrever como elas são: uma é morena, olhos escuros e cabelo cacheado, magrinha magrinha, uma bunda qualquer mas com quadril de dançarina, uma garota normal. A outra é loira, com um corpo mais cheinho, peitos que quase cabem numa mão (grandes, mas nem tanto). Ela tinha um detalhe: uns olhos de puta que gritam "quero pica" 😛. É uma parada curiosa, outra ocasião... Meus amigos e eu já tínhamos falado sobre o assunto... até meu amigo que mora lá me contou que quase tinha pedido pra foder com ela, mas enfim.
Uns 5 minutos depois das meninas cumprimentarem e irem embora, meu amigo recebe uma ligação no celular e começa a falar com uma surpresa e uma risada estranha, aí desliga, fica sério e me diz: "Alex, era a Jany (a loira) falando que se você aparecer na sacada, porque ela quer te mandar um beijo 😳"
Pois é, essa mesma cara que a gente fez na hora, nunca tive uma conversa a sós com ela, nem nada do tipo, só um pouco de zoação entre amigos e as duas meninas. Sim, sei o que tão pensando, e é a mesma coisa que eu pensei na hora: ela tá de sacanagem ou quer tirar uma com a minha cara. Então decidi que não devia sair, que era uma zoeira pra cima de mim, um moleque menor de idade que além de virgem era um ninguém. Falei pros meus amigos: "Ela tá brincando, não vou sair", obviamente eles zoaram falando que eu era viado e tal, mas insisti que a mina tava tentando me sacanear, tirar sarro de mim ou algo assim. Não passou nem dois minutos quando meu amigo recebe uma mensagem com o texto: "tô esperando ele". Sem dúvida alguma, aquele era meu bilhete de embarque e, depois, o que ia ativar meu instinto sexual. Saí quase correndo, virando pra olhar meus amigos antes de passar por aquela porta, andei até a sacada e foi ali que baixei o olhar pra ver essa velha maluca, essa gostosa que tinha algum plano comigo.
Ela me viu e sorriu, notei um rubor bem leve, quase imperceptível, e aí ela fez: fechou os olhos e apertou os lábios rosados pra "me mandar" um beijo até a sacada onde eu tava. Não sei que cara eu fiz, mas por dentro tava pirando, não entendia nada e também não sabia o que fazer. Enfiei a cabeça pra onde ela não podia me ver, pensei 2 segundos e sem pensar falei a primeira coisa que veio na cabeça: "sobe e me dá aqui", apontando com o dedo indicador pros meus lábios. Se eu já tava surpreso com o que tinha rolado, o que vinha pela frente ia me surpreender ainda mais. Sorriu, feito uma menina que acabou de ganhar permissão pra fazer algo que sempre quis. Baixou o olhar por um instante e caminhou com calma, como se estivesse pensando no que estava prestes a fazer. Eu fiz o mesmo, andei até a escada onde esperaria ela chegar.

Vi ela subindo os degraus, olhando pro chão e levantando o olhar de vez em quando, com um sorriso safado e aquele leve tom avermelhado nas bochechas. Quando chegou lá em cima, a gente se olhou nos olhos, não por muito tempo — sabíamos o que ia rolar e estávamos nos preparando. Sempre pensei que ela fosse mais alta, mas naquele momento, senti ela perfeita, na minha altura e cada vez mais perto de mim. Até aquele instante, meu coração e, principalmente, meu pau, tinham ficado tranquilos, na expectativa, mas com ela na minha frente tudo mudou. Meu coração batia sem parar, bombeando o sangue que aos poucos chegava ao destino, entre minhas pernas.

Lembro que agi por instinto: peguei ela pela cintura, encostei ela no corrimão perto da escada, sem soltar os quadris dela, me aproximei e deixei claro que meu membro já tinha acordado. Foi aí que ela mostrou o quanto me queria: segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um puta beijo — molhado, quente, ardente, longo o bastante pra deixar claro o que tinha em mente. Enquanto a gente se beijava, soltei a cintura dela. Eu tinha esquecido de tudo, só existia ela e meu pau, só isso. Depois do beijo, ela disse com um sorriso: "A gente se vê logo mais". Eu confirmei com um sorriso, esperei ela descer a escada e deixei que ela me visse olhando pra bunda dela.

Exatamente uma semana depois, saí com meus amigos. Era sexta-feira e meu amigo, o do apartamento, me disse que ia sair, que iria com uma amiga (eles transavam de vez em quando) e que eu podia ficar no quarto dele naquela noite (com a intenção óbvia de ficar com a loira). Fomos então pra casa dele, ele entrou, demorou uns 10 minutos e quando voltou, me disse que a loira desceria a qualquer momento. Aí ele foi embora. Esperei uns minutos e... então vi a porta se abrir devagar, era ela e dessa vez ela tava com aquele olhar, aquele olhar de puta sem medo de nada. Ela segurou minhas mãos com muita força e fez aquele gesto de ficar quieto, me sentou no sofá e falou no meu ouvido que tinha mais gente nos quartos do primeiro andar. Nessa hora eu já tava com o pau duro, molhado e quente como nunca, a gente se beijava apaixonadamente com muita pressa, não importava nada, era como se a gente quisesse terminar essa primeira etapa o mais rápido possível e partir pra próxima... porra. A gente começou a se apalpar por cima da roupa, ela sentou em cima de mim e se mexia... pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, era uma puta experiente e eu tava ficando louco sem saber o que fazer. Daí ela levantou e começou a beijar meu pescoço, enquanto falava devagar, vamos pra cima, meu quarto já deve estar vazio. Subimos com cuidado e ela apertava minha cabecinha por cima da calça enquanto subíamos. Ela abriu a porta e a gente foi direto pra cama, continuamos com aquele jogo de foder com roupa... ela tava com uma blusinha branca tipo de dormir e um shorts jeans vermelho claro. Não sei exatamente quanto tempo passou porque era tudo muito intenso, só lembro que acendemos a luz pra nos ver e eu vi o quanto ela tava molhada, mesmo por cima da roupa dava pra ver (depois descobri que era porque ela não tava de calcinha). Tudo tava cada vez melhor, ela tirou a blusa e aqueles peitos suculentos apareceram, eu me agarrei neles chupando igual um desesperado e ela, tirando uns pulinhos de repente, parecia estar adorando, sentados de frente, eu chupava os peitos dela enquanto ela desabotoava minha calça pra me fazer uma punheta (a melhor da minha vida até aquele momento). Num instante, a gente se olhou e sabia que era a hora, a buceta dela tava nadando nos próprios fluidos e meu pau mais inchado impossível. Ela se deitou e os peitos dela caíram um de cada lado quicando enquanto ela desabotoava o shorts jeans, eu soube que era a hora, pela primeira vez ia foder e diante daquela Presente maravilhoso, queria responder como um cavalheiro e tava decidido a chupar a buceta dela. Fui pros peitos dela, chupando devagar, e descendo mais lento ainda... passei pelo umbigo e puxei o jeans pra baixo... aí pensei que devia demorar um pouco antes de chegar na buceta dela, queria que ela me implorasse aos gritos, a putinha, e comecei a chupar forte as pernas dela, enquanto meu nariz aspirava aquele cheiro de buceta que era algo novo pra mim, eu não aguentava e de vez em quando me punhetava... tava nessa quando a putinha da amiga dela abre a porta, eu nem percebi, mas a buceta que eu tava prestes a chupar pulou pra longe e aí ficou um silêncio constrangedor, a amiga morena saiu devagar como se tivesse voltando no tempo e a Jany me olhava com vergonha e um sorriso estranho. Pela situação, levantei com a calça na metade da perna e o pau durasso, não sei como, mas minha ereção não baixou com o que aconteceu e parecia que tudo tinha ido pro caralho. A Jany me olhou com um sorriso meigo, eu tava tipo, "vai, não seja filha da puta, me dá uma foda que tô queimando por dentro", ela se levantou e balançando minha cabecinha disse: "odeio ter que te deixar assim" me deu um beijo na ponta (que foi tipo um chute nos ovos, sabendo que era a despedida e que eu ia ficar na vontade) e disse "se arruma e me espera lá fora, por favor". Fiz isso, embora por dentro quisesse comer ela de qualquer jeito, o pior foi quando saí, a amiga dela ali com uma risada tão safada, arregalou os olhos quando viu meu volume inconfundível e falou com voz de puta: "ah, mas ainda tá a todo vapor"... Minutos depois a Jany saiu e me acompanhou até a porta, e foi só isso naquela noite, fui pra casa, quase arranquei o pau de tanto bater punheta naquela noite e o fim de semana inteiro....

Na segunda, na aula, a primeira coisa que fiz foi falar com meu amigo, como sempre, contar o que aconteceu e especular sobre o que teria rolado, etc etc. Aí pedi o telefone dela e como não tinha, me senti um merda. Feito merda, agora eu ia passar o tempo batendo uma como um doente, pensando no que aconteceu sem poder finalmente comer ela. Mas meu amigo prometeu conseguir o número, os dias passaram e nada. Na semana seguinte, numa quarta-feira à tarde, recebi uma mensagem do meu amigo dizendo: "Sortudo, adivinha quem acabou de pedir teu telefone". Dá pra imaginar como meu coração explodia de emoção? Mais que emoção, era um ataque cardíaco... quase dava pra sentir meu coração parar enquanto lia. Mais tarde, aconteceu o que eu mais queria: recebi a ligação dela, e ao contrário do que esperava, não era pra dizer que queria foder ou algo assim. Ela me ligou pra explicar que estavam saindo do apartamento e que tinham alugado uma casa (ela e a amiga), e pra isso me deu o endereço e, muito educadamente, disse: "Quando eu estiver pronta, te ligo pra você vir me visitar". Naquela noite, bati uma como um doente, e nos dias seguintes também. No sábado à tarde, eu tava ficando louco. Fazia dias que andava com um pacote de camisinha, pra qualquer momento, e decidi que não dava mais pra esperar. Peguei o telefone e liguei. Ela atendeu meio sem interesse, e perguntei se era um bom momento pra visitar. Parecia que ela não tava muito segura, porque não respondeu muito rápido, mas no fim aceitou. Caminhei até o endereço, já que não era longe. Chegando lá, bati e bati, mas ninguém atendia... comecei a achar que ela tinha zuado comigo e que eu ia ficar na vontade de novo, mas no último momento ouvi uma vozinha dizendo: "Alex, é você?" e eu confirmei. Ela me fez entrar na casa, com pouquíssimos móveis, e disse: "Vem, senta comigo pra ver TV". Que besteira, a gente tava vendo Bob Esponja, quando na real o que a gente queria era foder. De repente, a gente se beijou, e quando parecia que tudo tava tomando o rumo certo, ela me interrompeu e disse que queria tomar um banho, pra eu ter paciência e esperar ela na cama. Depois de alguns minutos, ela saiu com uma toalha, que, bem na minha frente, jogou pro lado... no chão, me mostrando a lingerie vermelha e preta dela... subiu na cama e começou a batalha 😀 A gente se beijou um tempão enquanto se tocava, meu pau tava estourando, de repente, ela ficou toda doida, arrancou minha camiseta de uma puxada e a calça também, eu fiz o mesmo com a calcinha fio dental dela e demorei um pouco pra desabotoar o sutiã (como todo inexperiente) enquanto ela tirava minha cueca e aí a gente se jogou um por cima do outro, sem penetrar ainda, eu podia sentir a buceta quentinha dela roçando no meu pau, era tipo uma esponja cheia de suco que quando eu apertava com meu pau ficava mais molhada, como todo inexperiente empurrei ela na cama e peguei minha camisinha, ela me viu penando e se ofereceu pra ajudar, depois de resolver o assunto, olhei pra ela enquanto abria as pernas e fui direto meter, não sabia o que esperar ou como agir, mas fiz o que meu instinto mandou: meti de uma vez, ela reagiu com um pulo e um gemido quase mudo, percebi que tinha que acalmar minha ansiedade e fui tirando e metendo meu pau mais devagar, muito mais devagar do que eu precisava com urgência. O olhar dela perdido não sei aonde me excitava igual um cachorro sem sentimentos, e aproveitei o tempo livre pra apertar os peitos dela, talvez eu usasse força demais e provocasse umas caretas estranhas, mas de repente ela começou a gritar alto, a putinha... gritava desesperada, e às vezes grunhia, percebi que era hora de bombar nela do jeito que eu queria, do jeito que eu tava esperando. Peguei ela pelo cabelo com força e minha bacia virou um trem que batia com vigor, comecei a meter cada vez mais forte até sentir aquele aperto na bunda que indicava que meu esperma tava se preparando nas minhas entranhas pra explodir com a força de um canhão. Usei a desculpa de estar cansado pra parar ali e mudar de posição, aí ela tomou a iniciativa e me deitou pra montar em mim. Aproveitei muito aquele momento porque minha vontade de gozar tinha sumido, eu tava deitado sem fazer nenhum esforço e uma loira muito puta pulava no meu pau... passaram os minutos e ela começou a suar, era muito excitante... finalmente parecia que estava perto de terminar a cena, seus gritos estavam cada vez mais roucos e seus lábios estavam vermelhos de tanto morder. De repente, ela ficou deitada de costas, com o rosto virado para o teto, e o suor escorria pelos peitos dela. Ela baixou o olhar e, quase com arrogância, me disse: "garoto, que pau bom você tem". Aquilo me agradou e me irritou ao mesmo tempo, era verdade que eu era inexperiente, mas pra que me chamar de garoto? No fim, ela se levantou de cima de mim e, ficando de quatro, pegou minha mão e colocou no cabelo dela. Eu estava tipo idiota, não sabia o que fazer. Ela virou a cabeça e, com rispidez, disse: "o que você está esperando, me dá esse pau". Peguei meu pedaço e, depois de várias tentativas sem sucesso de enfiar, ela passou a mão por baixo pra guiar minha cabeça até a buceta dela. Depois disso, tudo ficou mais fácil. Comecei a meter bem até o fundo e, enquanto puxava o cabelo dela com força, com a outra mão segurava a cintura dela, aumentando a força com que metia. A sensação de gozar voltou e eu sabia que não tinha mais volta. Soltei a cintura dela e peguei um dos peitos dela como dava... puxava o cabelo dela como se fosse uma puta e apertava aquele peito que mal cabia na minha mão inteira. Eu ouvia os gritos dela, mas já não ligava mais... estava prestes a gozar dentro dela, pela primeira vez na minha vida, e era meu momento... Aconteceu o que tinha que acontecer... uma despedida triste fechou a noite da minha primeira vez e nunca mais a vi... ou será que vi? :F

3 comentários - Mi primera vez, como nunca me imagine

muy buen relato, te salio bien siendo un inexperto.
Recuerda pasar por mi post
osoch
muy bueno, te dejo tres puntos