Tudo começou alguns meses depois de casados. Um dia, minha esposa me confessou que naquela noite em que chegou tarde, não tinha sido o trem que atrasou — o colega de trabalho dela a tinha levado pra um hotel. Aquela safadeza nos olhos dela durou pouco, porque eu confessei que, quando ela viajou pra visitar os avós, eu tinha transado no apartamento com uma colega da faculdade. Ela tentou reclamar, mas viu que não tinha moral. Mais calmos, propus botar as cartas na mesa e, meio sem convicção, ela aceitou. Eu já sabia que ela não era virgem — coisa que hoje é normal, mas nos anos 70 ainda não era — e ela desconfiava que eu não era tão fiel quanto parecia. Ela me confessou que:
Naquela noite que foi pra uma festa do trabalho, acabou na cama com um fornecedor da empresa, que, como de costume com ela, pôde aproveitar pra comer ela pela buceta e por aquele cu que é um monumento ao sexo anal. O triste é que eu tinha saído com a irmã dela pra não ficarmos entediados e me comportei como um cavalheiro — perdi a chance de comer mais um cuzinho daqueles.
Que numa despedida de solteira de uma colega de trabalho, saíram dois casais no carro, ela fez um boquete no acompanhante dela e terminaram num hotel onde o cara apagou. Depois, como ela quis a revanche, ele comia ela direto no trampo. Foi aí que eu descobri que a mancha na saia de couro era vaselina e que, quando ele tirou a pica do cu da minha namorada, sujou ela. E como ele tinha uma pica boa, ao meio-dia fechavam a porta e o cara comia ela à vontade.
Que também o dono da empresa levou ela pra um hotel e pro apartamento dele, mandava ela chupar a pica dele e pedia pra ela enfiar um vibrador no cu dele. E que um colega do colégio um dia levou ela pra um hotel e meteu uma das melhores fodas no cu dela até então.
Eu não sabia se matava ela. Quando ela terminou, perguntou pelas minhas:
Numa saída com colegas da faculdade, conheci uma gostosa num bar em Ramos. Era a gente se pegar toda Às vezes que a gente se via, ela me fazia uns boquetes incríveis e comia como os deuses.
Com uma colega de faculdade, a gente começou a se pegar um dia, no dia seguinte tava estudando na casa dela e, no quarto ao lado de onde os pais estavam, ela começou a chupar minha pica até eu gozar e a gente continuou transando até que um dia levei ela pra um hotel e tirei a virgindade dela.
Eu enfiei o pé na jaca com duas vizinhas que a gente se conhecia desde criança numa espécie de despedida de solteiro. Elas se entregaram de tudo, mas o melhor foi que uma delas pediu pra eu desvirginar o cu dela (uma especialidade).
Nessa altura, minha mulher tava mais que excitada, mas não de raiva. Ela chorou, perguntou como ia ser o nosso futuro e a única coisa que eu fiz foi abrir as pernas dela, enfiar a cabeça e chupar longamente a buceta dela, meti dois dedos e não parei até sentir que ela ficava tensa, que um jato enorme de urina e fluido molhava minha cara e que ela não conseguia falar nada. Virei ela, coloquei de quatro e comecei a foder a buceta dela de um jeito bestial, depois de um tempo bombando decidi homenagear minha tolerância fazendo um cu daqueles nela. Não sei quanto tempo fiquei gozando dentro. Fiquei em cima dela um tempão mimando ela, beijando ela e quando senti que minha pica tava saindo do cu dela, olhei pra ela, ela já não chorava mais e a gente prometeu que, já que não íamos mudar nosso jeito de ser, íamos ser cúmplices. Não foi fácil e é motivo de muitas outras histórias.
Naquela noite que foi pra uma festa do trabalho, acabou na cama com um fornecedor da empresa, que, como de costume com ela, pôde aproveitar pra comer ela pela buceta e por aquele cu que é um monumento ao sexo anal. O triste é que eu tinha saído com a irmã dela pra não ficarmos entediados e me comportei como um cavalheiro — perdi a chance de comer mais um cuzinho daqueles.
Que numa despedida de solteira de uma colega de trabalho, saíram dois casais no carro, ela fez um boquete no acompanhante dela e terminaram num hotel onde o cara apagou. Depois, como ela quis a revanche, ele comia ela direto no trampo. Foi aí que eu descobri que a mancha na saia de couro era vaselina e que, quando ele tirou a pica do cu da minha namorada, sujou ela. E como ele tinha uma pica boa, ao meio-dia fechavam a porta e o cara comia ela à vontade.
Que também o dono da empresa levou ela pra um hotel e pro apartamento dele, mandava ela chupar a pica dele e pedia pra ela enfiar um vibrador no cu dele. E que um colega do colégio um dia levou ela pra um hotel e meteu uma das melhores fodas no cu dela até então.
Eu não sabia se matava ela. Quando ela terminou, perguntou pelas minhas:
Numa saída com colegas da faculdade, conheci uma gostosa num bar em Ramos. Era a gente se pegar toda Às vezes que a gente se via, ela me fazia uns boquetes incríveis e comia como os deuses.
Com uma colega de faculdade, a gente começou a se pegar um dia, no dia seguinte tava estudando na casa dela e, no quarto ao lado de onde os pais estavam, ela começou a chupar minha pica até eu gozar e a gente continuou transando até que um dia levei ela pra um hotel e tirei a virgindade dela.
Eu enfiei o pé na jaca com duas vizinhas que a gente se conhecia desde criança numa espécie de despedida de solteiro. Elas se entregaram de tudo, mas o melhor foi que uma delas pediu pra eu desvirginar o cu dela (uma especialidade).
Nessa altura, minha mulher tava mais que excitada, mas não de raiva. Ela chorou, perguntou como ia ser o nosso futuro e a única coisa que eu fiz foi abrir as pernas dela, enfiar a cabeça e chupar longamente a buceta dela, meti dois dedos e não parei até sentir que ela ficava tensa, que um jato enorme de urina e fluido molhava minha cara e que ela não conseguia falar nada. Virei ela, coloquei de quatro e comecei a foder a buceta dela de um jeito bestial, depois de um tempo bombando decidi homenagear minha tolerância fazendo um cu daqueles nela. Não sei quanto tempo fiquei gozando dentro. Fiquei em cima dela um tempão mimando ela, beijando ela e quando senti que minha pica tava saindo do cu dela, olhei pra ela, ela já não chorava mais e a gente prometeu que, já que não íamos mudar nosso jeito de ser, íamos ser cúmplices. Não foi fácil e é motivo de muitas outras histórias.
6 comentários - Surpresa gostosa logo após casar