Olá, meu nome é Aldo e tenho uma história real pra contar pra vocês. Isso aconteceu há um tempo, já faz vários anos, e eu morava na casa do meu pai, Javier. Minha mãe já tinha ido embora há muito tempo pra formar outra família, e minha irmã Laura, que tinha 21 anos, já estava morando há um ano num apartamento em outra parte da cidade. Pra ser sincero, me doeu que minha irmã tivesse saído e me deixado aqui sozinho, porque eu me dava muito bem com ela. A gente sempre se divertia quando tava junto, e eu sempre a considerei uma pessoa muito linda pelo jeito dela e pela beleza dela: pele branca, cabelo castanho claro, olhos verdes claros, bem curvilínea. E foi por isso que ela conseguiu um trabalho bem tranquilo numa grande empresa internacional como recepcionista de meio período de manhã, e à tarde trabalhava no centro de convenções como hostess nos eventos que rolavam (tenho que admitir que quando ela se arrumava pra ir trabalhar no centro de convenções e se enfiava naqueles vestidinhos com um decote que mostrava os peitos dela firmes, lindos, carnudos, com certeza durinhos, porque quando eu via eles se movendo não balançavam pra cima e pra baixo, ficavam parados, sinal claro de que eram bem milf, e também com aquelas blusas que deixavam o umbiguinho de fora e uma cinturinha de pilão, e mais embaixo uns quadris bem formados, com umas pernas lisas e fortes e uma bunda empinada, apontando pra cima, redonda e contornada, e quando ela andava dava pra ver que era dura e gostosa). Por isso, e com a grana que ela tinha agora, mesmo tendo praticamente tudo aqui em casa, ela decidiu se virar sozinha e comprar as coisas dela. Várias vezes eu fui visitar ela no apartamento, e ela gostava mesmo de coisas finas, tanto que com certeza todo o dinheiro dela ia nessas compras e no aluguel do apê. Tudo tava normal até que... Aconteceu uma das crises econômicas mais impressionantes de que se tem memória no país. A empresa internacional onde minha irmã trabalhava cortou bastante pessoal, incluindo ela, e os eventos no centro de convenções eram raros e mal pagos. Por isso, minha irmã teve que sair logo de onde estava e ainda se desfazer das coisas que tinha comprado, vendendo para as amigas.
Naquela época, lá em casa, o quarto da minha irmã no andar de cima tinha sido adaptado pelo meu pai para alugar para estudantes de uma universidade particular muito prestigiada, que fica a apenas 10 minutos de casa. Isso representava uma renda bem importante pra gente, porque essas pessoas não economizavam na hora de pagar o aluguel do quarto.
No entanto, por causa da necessidade urgente da minha irmã de voltar pra casa, mas com o quarto dela ocupado por um estudante bem generoso financeiramente, meu pai se recusava a devolver o quarto pra ela. E, pelo que vi, ele também estava magoado com o fato de ela ter ido embora. Acho que ele levou muito para o lado pessoal. Laura, como era de se esperar, implorou pelo amor de pai e pediu que ele cancelasse o contrato com esse cara, claro, explicando os motivos e torcendo pra ele não entrar com um processo ou algo assim. O estudante rico, longe de ficar bravo, só pediu que devolvessem o que ele tinha pago adiantado, disse que entendia a situação e que com certeza encontraria outro lugar pra ficar.
Meu pai não gostou nada disso, porque o dinheiro já tinha sido investido em equipamentos que ele comprou pro negócio, pra amenizar um pouco a crise econômica que também tava pegando fortíssimo nele. Mas ele reconheceu que o estudante estava certo e, não sem muito aperto, conseguiu o dinheiro e devolveu. Com isso, minha irmã pôde se instalar de novo no quarto dela.
Eu tava feliz pra caralho com a volta da Laura, mas a felicidade durou pouco, porque quase na mesma hora meu Papai e minha irmã tinham discussões bem pesadas por causa do quarto dela, já que meu pai alegava que ela deveria pelo menos contribuir com alguma coisa, porque a gente tava numa situação financeira bem ruim e o fato de o quarto não estar mais sendo alugado representava uma perda de renda muito importante. Então, era necessário que ela desse uma ajuda, nem que fosse pouca, pra gente conseguir lidar melhor com as despesas e a crise.
As brigas eram tão insuportáveis que ou eu me trancava no meu quarto com chave e cadeado, ou tinha que sair pra dar uma volta no quarteirão ou ir pra casa de algum amigo.
No entanto, aconteceu uma coisa que eu achei maravilhosa: de repente, as brigas pararam. Laura e papai não brigavam mais. Fiquei super feliz, mas também percebi algo estranho, um comportamento incomum nos dois, mas principalmente na Laura. Desde que tinham parado de brigar, ela sempre aparecia com olheiras, cansada, reclamava de dor no corpo e acordava mais tarde que o normal ou dormia mais cedo que de costume. No começo, pensei que ela tava saindo pra festa escondida do papai, mas achei bem improvável. Aí pensei que ela tivesse doente, mas, ao contrário disso, tirando o que eu já mencionei, o corpo dela tava cheio de vida. E quando ela descia pra tomar café da manhã com pouca roupa, aparecia com uma figura de matar, que eu tenho que admitir que me fazia corar toda vez que eu via ela de shorts curtinhos e blusinhas bem fininhas e coladas. E tenho que confessar que, como homem, eu reconhecia minha irmã Laura como uma gostosa de respeito.
Uma noite em que não conseguia dormir, pensei que podia pegar no sono vendo um filme. Mas o que eu queria ver era um que minha irmã tinha comprado, então talvez, se eu pedisse, ela podia me emprestar, embora eu imaginasse que ela já devia estar dormindo. Eu sabia bem que o filme tava à mão na escrivaninha dela, então nem precisava incomodar ela pra pegar. Por isso, saí do meu quarto no escuro. No entanto, assim que saí, já dava pra sentir uma atmosfera estranha, diferente. Senti algo no ar, percebi que não era normal, mas não dei importância porque achei que era por causa da minha insônia. Então fui pro quarto da minha irmã subindo as escadas. Quando tava quase nos primeiros degraus, comecei a ouvir um barulho estranho, tipo um "nheque, nheque, nheque, nheque". Fiquei intrigado e, antes de continuar subindo, tentei imaginar o que podia ser, porque o som era igual e constante. A única coisa que me veio à cabeça era que minha irmã Laura tivesse pulando na cama, já que associei o barulho às molas do colchão, mas naquela hora e com a idade dela, descartei porque era coisa de criança. Continuei subindo os degraus e, aos poucos, o barulho que eu achava que era das molas começou a se misturar com outro som, esse bem mais claro, identificável e inconfundível: na voz de Laura, "ahhh, ahhh, mmm, ahhh, ahhh". Parei de novo, mas agora completamente chocado. Era claríssimo o que tava rolando. Por mais que eu tivesse 14 anos, sabia perfeitamente o que tava acontecendo no quarto da minha irmã. Mas como? A que horas alguém entrou? Quem seria? Porque eu não conhecia nenhum namorado sério dela há um tempão. Só se fosse alguém que ela conheceu recentemente. Mas como entrou? Se eu, que não consegui dormir direito, teria percebido pelo barulho. Pela janela? Também não, era o segundo andar, impossível. Pelo telhado? Menos ainda. E então?? Fiquei parado ouvindo o som das molas e os gemidos da Laura. Pensei que aquilo não era da minha conta e que era melhor voltar pro meu quarto. Mas aí, a ereção imponente que eu tava e a curiosidade que matou a gata me fizeram não só não voltar, como continuar avançando passo a passo, devagarzinho. Mas quem seria o sortudo que tava aproveitando o corpo da minha irmã? Que inveja, pra ser sincero.
Quando cheguei na beirada onde dava pra ver a porta, os barulhos aumentaram e os gemidos já tavam bem altos. Era óbvio que a Laura estava recebendo prazer de um jeito impressionante, fiquei infinitamente feliz de ver a porta dela aberta e a luz acesa, porque sabia, pela forma como o quarto dela era arrumado, que poderia espiar com cuidado sem ser visto. Meu coração batia desenfreado, meu pau estava duríssimo, minha respiração acelerou porque sabia o que estava prestes a testemunhar. Estava a apenas alguns metros de ver minha irmã em plena intimidade sexual, e foi quando ouvi tão claramente, sem deixar dúvidas:
— Uff, Laura, não acredito como você é apertada…
— Laura, você gosta? Gosta que eu esteja dentro de você?
Meu coração deu um pulo, acho que até fiquei pálido de susto ao ouvir a voz nítida do meu pai saindo do quarto da minha irmã.
Acelerei os passos que faltavam para chegar na beirada da porta e espiar com cuidado para observar a cena que mais me impressionaria em toda a minha vida…
Lá estava minha irmã completamente nua, o corpo suado de quem já estava sendo comida há sabe-se lá quanto tempo, as pernas abertas e enroscadas na cintura do meu pai, as duas mãos mexendo nos próprios cabelos, o rosto todo vermelho, os olhos revirando para todos os lados, com um olhar perdido no prazer, os peitos dela — uff, que peitos — redondos, grandes, lindos, balançando no ritmo das estocadas do meu pai, os mamilos roçados, grandes e durinhos de tesão, a auréola bem grande e marcada. E do outro lado, meu pai por cima dela, um baita homem alto, enorme, de costas largas, com o quadril colado no quadril da Laura, se movendo para frente e para trás num ritmo cadenciado e hipnótico que, pela sincronia com que Laura também se mexia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Os dois tinham um ritmo constante e uníssono, hipnotizante. Que imagem, ver meu pai comendo monumentalmente minha irmã, a própria filha dele, socando forte e sem parar, e Laura, longe, muito longe de recusar, abria mais as pernas e colocava os braços As cadeiras do meu pai empurrando mais pra dentro, o rosto dele eu não via diretamente, só pelo espelho. Dava pra ver que ele tava curtindo como nunca poder penetrar a bonequinha Barbie que era minha irmã.
Enquanto Laura só soltava gemidos e mais gemidos, meu pai só falava o bem que era entrar nela, o apertada que ela tava e o quente que a buceta dela era.
Não sei quanto tempo ficaram naquela, com aquele vai e vem de cadeiras juntas, movimentos ritmados e no compasso do rangido das molas da cama. Minha irmã já tava toda suada, com vários orgasmos nas costas, e de repente, sem dizer mais nada, meu pai parou e trocou o vai e vem ritmado por um mete e tira mais fundo, mais demorado. Já não era tão rápido, eram estocadas que faziam, com certeza, a cabeça do pau dele bater no colinho do útero dela. Aí, cada vez que Laura sentia aquilo, a boquinha linda dela se abria imensa, apertava os olhos e fazia caretas — sinal claro de que tava sentindo o pau do meu pai por inteiro, na extensão e na potência. Foram várias estocadas que ela levou assim, mas Laura firme, sempre aguentando o tranco e recebendo o pau do meu pai com coragem.
Meu pai foi quem cansou. Sem tirar o pau duro da buceta molhada da minha irmã, parou de se mexer pra descansar um pouco, se inclinou pra frente e começou a beijar ela na boca. Dava pra ver as línguas deles numa batalha. Que gostoso devem ser os lábios da minha irmã, pensei. A língua dela também parece deliciosa, digna do corpaço que ela tem.
Depois de um tempinho se beijando, meu pai finalmente saiu do corpo da Laura. O que eu vi foi ainda mais impressionante: o pau do meu pai, que eu já achava enorme, comprido e duro, completamente molhado pelos orgasmos da Laura que tinham inundado ele. Mas o melhor foi ver Laura totalmente aberta de pernas, sem um único pelo na bucetinha depilada, toda escorrida de suco vaginal. Graças ao falo imponente do meu pai que a fez gozar, a buceta dela, por deus, era linda demais, parecia pequena mesmo, parecia apertada, com certeza meu pai deve ter se sentido no paraíso estando dentro daquilo.
Minha irmã não tirava os olhos da pica dura do meu pai, a surra que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
Meu pai deitou de costas na cama, o pau dele estava tão duro que apontava pro teto, "vem, Laurita, é hora de você me montar". Laura só engoliu seco, mas sem dizer nada se levantou. Aí sim eu vi ela inteiramente nua, por deus, mas que peitos, que não caíam mesmo com ela de pé, que raba, que pernas, que xota, que coxas, corpo todo suado e brilhando. Foram uns segundos até minha irmã subir na cama e se empoleirar em cima do meu pai.
"Laura, você vai realmente enfiar tudo isso??", pensei.
Ela se ergueu o suficiente pra colocar a entrada da vagina na cabeça do pau do meu pai, aos poucos foi descendo. Eu pude ver como a cabeça dele desapareceu primeiro, não foi fácil, foi meio devagar pra entrar, e depois aos poucos o tronco foi sumindo dentro da buceta da minha irmã. Que bundão, que racha de raba. Não dava pra ver o rosto dela, mas pelos gemidos que se ouviam, ela devia estar sofrendo um pouco com o que estava entrando. Faltando uns centímetros pra enfiar tudo, acho que a ponta da cabeça da pica do meu pai chegou de novo no colinho da Laura, porque ela parou a descida.
"Até aí, Laura?"
"Sim, pai, não consigo descer mais, já tenho ele bem dentro."
"Então me monta."
E Laura, devagar, começou a subir. Eu pude notar que enquanto subia, deixava o tronco cheio de suco vaginal. Depois Laura desceu, subiu de novo e começou com um ritmo cadenciado a cavalgá-lo. Que imagem, vendo aquelas... Nalgadas e a bunda da Laura subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
Laura, não tão forte que o Aldo pode te ouvir
Mas ela já estava em outro mundo, aproveitando o pau bem dentro do meu pai, mexendo os quadris pra cima e pra baixo.
Meu pai colocou as duas mãos nas nádegas da Laura e deu um tapa, as mãos dele quicaram e a bunda da Laura mal se mexeu, meu deus, como estavam grandes e duras. Depois ele pegou de novo com as duas mãos e abriu e fechou, e depois abriu de novo, que espetáculoooo. Cada vez que meu pai abria a bunda dela, eu via o esfíncter da minha irmã, rosadinho, pequenininho, lindo.
A cavalgada da Laura parecia não ter fim, subia e descia como se estivesse possuída. Eu queria tanto ver o rosto dela, as caretas que fazia, parecia que nunca ia acabar, e meu pai não dava sinal de gozar, só curtia o corpo da filha, sem dúvida a melhor que ele já comeu na vida toda.
Eu podia passar horas contando e detalhando todas as outras posições que eles fizeram, foram várias e todas demoradas, faziam Laura tremer, mas a que eu mais queria, a de quatro, onde meu pai abrisse a bunda da filha como se fosse o melhor, ele deixou pro final.
Laura ficou de quatro, a vista ficava de lado, então eu veria a penetração de lado, era excelente, porque além de ver, também observaria o rosto dela. Meu pai colocou o pau a alguns centímetros da bunda dela.
- Meu deus, se meu pai conseguir meter até o fundo na bunda dela, ele é meu novo ídolo, meu herói, minha admiração e inveja.
Meu pai se aproximou mais da bunda da Laura e colocou a cabeça na entrada, empurrou um pouco, imediatamente virei pra ver Laura, ela fechou os olhos e soltou um leve aii, meu pai empurrou de novo e agora entrou um pouco, com esse pouco que já tinha entrado, ele deu uma estocada mais forte e a cabeça entrou. Os olhos da Laura foram pro teto e o gemido foi longo e prolongado, enquanto meu pai a penetrava cada vez mais.
Pai, você é meu ídolo, que foda, que puta transa você tá dando na sua própria filha, que penetradas, que inveja, queria ser igual a você e estar comendo a Laura toda noite.
O pau do meu pai continuava avançando até que as bolas dele encostaram na bunda dela.
Ahhh, pai, você tá me ahhh partindo em ahhh doisss, espera, mmm, não aguento mais ahhh, acho que vai sair pela mmm boca.
Aguenta meu pau, Laura.
Pai, não, já ahhh ahhh ahhh, sério, tira que você tá me partindo ahhh mmm ahhh no meio.
Você sabe que tenho que deixar um tempinho pra você se acostumar.
Ahhh sim, mas é que ahhh agora acho que não vou aguentar.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombar ela pela buceta, outro movimento de quadril hipnótico. Minha irmã, acho que queria se soltar, mas estava tão empalada e meu pai a segurava tão firme pelos quadris que ela só conseguia se enfiar mais e mais. Enquanto meu pai dava uma bombada impressionante, eu me concentrava nos peitos de Laura, que balançavam, mas ainda assim pareciam duros e no lugar, e depois na carinha dela fazendo mil caretas desencaixadas e babando, porque com certeza já não sabia mais se ainda estava na Terra.
Ahhh, mmm, ahrghhhh, uffff, ayy, ayyy, ahhh sim, mmm, pai, papaiii mmm ahhh ahhh ahhh ahhh
O movimento era frenético, meu pai começou a suar litros, Laura já não gemia, só tinha a boca aberta. O vai e vem era muito rápido, meu pai começou agora ele a gemer de prazer, gritando: "Vou gozar, Laura, vou gozar arghhhhhhhhhhh arghhhhhhh, tomaaa, toma tudooo".
Quero supor que jorros de porra inundaram a buceta da Laura, que só fechou os olhos com a onda deles dentro dela.
Meu pai parou, ainda com a respiração ofegante, tirou o pau ainda durasso da buceta da Laura e se deitou de barriga pra cima. Ela, totalmente exausta, se deitou em cima dele, dizendo:
— Pai, de novo você fez sem camisinha. Que bom, pelo menos, que gozou dentro da minha buceta. porque senti que foi suficiente.
- Lau, você já sabe que eu gosto sem camisinha, que seja contato pele com pele.
- Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima transa.
- Você tá louco? Da última vez que você me comeu três vezes, quase não consegui me levantar no dia seguinte. Acho que com uma já tá bom.
- Não, você sabe que não vai ser assim. Se quiser continuar nessa casa, sabe que no mínimo são várias fodas toda vez que a gente faz.
E dizendo isso, meu pai beijou minha irmã na boca enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro de onde ele se deitou, deixando o quarto todo na penumbra.
Naquela época, lá em casa, o quarto da minha irmã no andar de cima tinha sido adaptado pelo meu pai para alugar para estudantes de uma universidade particular muito prestigiada, que fica a apenas 10 minutos de casa. Isso representava uma renda bem importante pra gente, porque essas pessoas não economizavam na hora de pagar o aluguel do quarto.
No entanto, por causa da necessidade urgente da minha irmã de voltar pra casa, mas com o quarto dela ocupado por um estudante bem generoso financeiramente, meu pai se recusava a devolver o quarto pra ela. E, pelo que vi, ele também estava magoado com o fato de ela ter ido embora. Acho que ele levou muito para o lado pessoal. Laura, como era de se esperar, implorou pelo amor de pai e pediu que ele cancelasse o contrato com esse cara, claro, explicando os motivos e torcendo pra ele não entrar com um processo ou algo assim. O estudante rico, longe de ficar bravo, só pediu que devolvessem o que ele tinha pago adiantado, disse que entendia a situação e que com certeza encontraria outro lugar pra ficar.
Meu pai não gostou nada disso, porque o dinheiro já tinha sido investido em equipamentos que ele comprou pro negócio, pra amenizar um pouco a crise econômica que também tava pegando fortíssimo nele. Mas ele reconheceu que o estudante estava certo e, não sem muito aperto, conseguiu o dinheiro e devolveu. Com isso, minha irmã pôde se instalar de novo no quarto dela.
Eu tava feliz pra caralho com a volta da Laura, mas a felicidade durou pouco, porque quase na mesma hora meu Papai e minha irmã tinham discussões bem pesadas por causa do quarto dela, já que meu pai alegava que ela deveria pelo menos contribuir com alguma coisa, porque a gente tava numa situação financeira bem ruim e o fato de o quarto não estar mais sendo alugado representava uma perda de renda muito importante. Então, era necessário que ela desse uma ajuda, nem que fosse pouca, pra gente conseguir lidar melhor com as despesas e a crise.
As brigas eram tão insuportáveis que ou eu me trancava no meu quarto com chave e cadeado, ou tinha que sair pra dar uma volta no quarteirão ou ir pra casa de algum amigo.
No entanto, aconteceu uma coisa que eu achei maravilhosa: de repente, as brigas pararam. Laura e papai não brigavam mais. Fiquei super feliz, mas também percebi algo estranho, um comportamento incomum nos dois, mas principalmente na Laura. Desde que tinham parado de brigar, ela sempre aparecia com olheiras, cansada, reclamava de dor no corpo e acordava mais tarde que o normal ou dormia mais cedo que de costume. No começo, pensei que ela tava saindo pra festa escondida do papai, mas achei bem improvável. Aí pensei que ela tivesse doente, mas, ao contrário disso, tirando o que eu já mencionei, o corpo dela tava cheio de vida. E quando ela descia pra tomar café da manhã com pouca roupa, aparecia com uma figura de matar, que eu tenho que admitir que me fazia corar toda vez que eu via ela de shorts curtinhos e blusinhas bem fininhas e coladas. E tenho que confessar que, como homem, eu reconhecia minha irmã Laura como uma gostosa de respeito.
Uma noite em que não conseguia dormir, pensei que podia pegar no sono vendo um filme. Mas o que eu queria ver era um que minha irmã tinha comprado, então talvez, se eu pedisse, ela podia me emprestar, embora eu imaginasse que ela já devia estar dormindo. Eu sabia bem que o filme tava à mão na escrivaninha dela, então nem precisava incomodar ela pra pegar. Por isso, saí do meu quarto no escuro. No entanto, assim que saí, já dava pra sentir uma atmosfera estranha, diferente. Senti algo no ar, percebi que não era normal, mas não dei importância porque achei que era por causa da minha insônia. Então fui pro quarto da minha irmã subindo as escadas. Quando tava quase nos primeiros degraus, comecei a ouvir um barulho estranho, tipo um "nheque, nheque, nheque, nheque". Fiquei intrigado e, antes de continuar subindo, tentei imaginar o que podia ser, porque o som era igual e constante. A única coisa que me veio à cabeça era que minha irmã Laura tivesse pulando na cama, já que associei o barulho às molas do colchão, mas naquela hora e com a idade dela, descartei porque era coisa de criança. Continuei subindo os degraus e, aos poucos, o barulho que eu achava que era das molas começou a se misturar com outro som, esse bem mais claro, identificável e inconfundível: na voz de Laura, "ahhh, ahhh, mmm, ahhh, ahhh". Parei de novo, mas agora completamente chocado. Era claríssimo o que tava rolando. Por mais que eu tivesse 14 anos, sabia perfeitamente o que tava acontecendo no quarto da minha irmã. Mas como? A que horas alguém entrou? Quem seria? Porque eu não conhecia nenhum namorado sério dela há um tempão. Só se fosse alguém que ela conheceu recentemente. Mas como entrou? Se eu, que não consegui dormir direito, teria percebido pelo barulho. Pela janela? Também não, era o segundo andar, impossível. Pelo telhado? Menos ainda. E então?? Fiquei parado ouvindo o som das molas e os gemidos da Laura. Pensei que aquilo não era da minha conta e que era melhor voltar pro meu quarto. Mas aí, a ereção imponente que eu tava e a curiosidade que matou a gata me fizeram não só não voltar, como continuar avançando passo a passo, devagarzinho. Mas quem seria o sortudo que tava aproveitando o corpo da minha irmã? Que inveja, pra ser sincero.
Quando cheguei na beirada onde dava pra ver a porta, os barulhos aumentaram e os gemidos já tavam bem altos. Era óbvio que a Laura estava recebendo prazer de um jeito impressionante, fiquei infinitamente feliz de ver a porta dela aberta e a luz acesa, porque sabia, pela forma como o quarto dela era arrumado, que poderia espiar com cuidado sem ser visto. Meu coração batia desenfreado, meu pau estava duríssimo, minha respiração acelerou porque sabia o que estava prestes a testemunhar. Estava a apenas alguns metros de ver minha irmã em plena intimidade sexual, e foi quando ouvi tão claramente, sem deixar dúvidas:
— Uff, Laura, não acredito como você é apertada…
— Laura, você gosta? Gosta que eu esteja dentro de você?
Meu coração deu um pulo, acho que até fiquei pálido de susto ao ouvir a voz nítida do meu pai saindo do quarto da minha irmã.
Acelerei os passos que faltavam para chegar na beirada da porta e espiar com cuidado para observar a cena que mais me impressionaria em toda a minha vida…
Lá estava minha irmã completamente nua, o corpo suado de quem já estava sendo comida há sabe-se lá quanto tempo, as pernas abertas e enroscadas na cintura do meu pai, as duas mãos mexendo nos próprios cabelos, o rosto todo vermelho, os olhos revirando para todos os lados, com um olhar perdido no prazer, os peitos dela — uff, que peitos — redondos, grandes, lindos, balançando no ritmo das estocadas do meu pai, os mamilos roçados, grandes e durinhos de tesão, a auréola bem grande e marcada. E do outro lado, meu pai por cima dela, um baita homem alto, enorme, de costas largas, com o quadril colado no quadril da Laura, se movendo para frente e para trás num ritmo cadenciado e hipnótico que, pela sincronia com que Laura também se mexia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Os dois tinham um ritmo constante e uníssono, hipnotizante. Que imagem, ver meu pai comendo monumentalmente minha irmã, a própria filha dele, socando forte e sem parar, e Laura, longe, muito longe de recusar, abria mais as pernas e colocava os braços As cadeiras do meu pai empurrando mais pra dentro, o rosto dele eu não via diretamente, só pelo espelho. Dava pra ver que ele tava curtindo como nunca poder penetrar a bonequinha Barbie que era minha irmã.
Enquanto Laura só soltava gemidos e mais gemidos, meu pai só falava o bem que era entrar nela, o apertada que ela tava e o quente que a buceta dela era.
Não sei quanto tempo ficaram naquela, com aquele vai e vem de cadeiras juntas, movimentos ritmados e no compasso do rangido das molas da cama. Minha irmã já tava toda suada, com vários orgasmos nas costas, e de repente, sem dizer mais nada, meu pai parou e trocou o vai e vem ritmado por um mete e tira mais fundo, mais demorado. Já não era tão rápido, eram estocadas que faziam, com certeza, a cabeça do pau dele bater no colinho do útero dela. Aí, cada vez que Laura sentia aquilo, a boquinha linda dela se abria imensa, apertava os olhos e fazia caretas — sinal claro de que tava sentindo o pau do meu pai por inteiro, na extensão e na potência. Foram várias estocadas que ela levou assim, mas Laura firme, sempre aguentando o tranco e recebendo o pau do meu pai com coragem.
Meu pai foi quem cansou. Sem tirar o pau duro da buceta molhada da minha irmã, parou de se mexer pra descansar um pouco, se inclinou pra frente e começou a beijar ela na boca. Dava pra ver as línguas deles numa batalha. Que gostoso devem ser os lábios da minha irmã, pensei. A língua dela também parece deliciosa, digna do corpaço que ela tem.
Depois de um tempinho se beijando, meu pai finalmente saiu do corpo da Laura. O que eu vi foi ainda mais impressionante: o pau do meu pai, que eu já achava enorme, comprido e duro, completamente molhado pelos orgasmos da Laura que tinham inundado ele. Mas o melhor foi ver Laura totalmente aberta de pernas, sem um único pelo na bucetinha depilada, toda escorrida de suco vaginal. Graças ao falo imponente do meu pai que a fez gozar, a buceta dela, por deus, era linda demais, parecia pequena mesmo, parecia apertada, com certeza meu pai deve ter se sentido no paraíso estando dentro daquilo.
Minha irmã não tirava os olhos da pica dura do meu pai, a surra que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
Meu pai deitou de costas na cama, o pau dele estava tão duro que apontava pro teto, "vem, Laurita, é hora de você me montar". Laura só engoliu seco, mas sem dizer nada se levantou. Aí sim eu vi ela inteiramente nua, por deus, mas que peitos, que não caíam mesmo com ela de pé, que raba, que pernas, que xota, que coxas, corpo todo suado e brilhando. Foram uns segundos até minha irmã subir na cama e se empoleirar em cima do meu pai.
"Laura, você vai realmente enfiar tudo isso??", pensei.
Ela se ergueu o suficiente pra colocar a entrada da vagina na cabeça do pau do meu pai, aos poucos foi descendo. Eu pude ver como a cabeça dele desapareceu primeiro, não foi fácil, foi meio devagar pra entrar, e depois aos poucos o tronco foi sumindo dentro da buceta da minha irmã. Que bundão, que racha de raba. Não dava pra ver o rosto dela, mas pelos gemidos que se ouviam, ela devia estar sofrendo um pouco com o que estava entrando. Faltando uns centímetros pra enfiar tudo, acho que a ponta da cabeça da pica do meu pai chegou de novo no colinho da Laura, porque ela parou a descida.
"Até aí, Laura?"
"Sim, pai, não consigo descer mais, já tenho ele bem dentro."
"Então me monta."
E Laura, devagar, começou a subir. Eu pude notar que enquanto subia, deixava o tronco cheio de suco vaginal. Depois Laura desceu, subiu de novo e começou com um ritmo cadenciado a cavalgá-lo. Que imagem, vendo aquelas... Nalgadas e a bunda da Laura subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
Laura, não tão forte que o Aldo pode te ouvir
Mas ela já estava em outro mundo, aproveitando o pau bem dentro do meu pai, mexendo os quadris pra cima e pra baixo.
Meu pai colocou as duas mãos nas nádegas da Laura e deu um tapa, as mãos dele quicaram e a bunda da Laura mal se mexeu, meu deus, como estavam grandes e duras. Depois ele pegou de novo com as duas mãos e abriu e fechou, e depois abriu de novo, que espetáculoooo. Cada vez que meu pai abria a bunda dela, eu via o esfíncter da minha irmã, rosadinho, pequenininho, lindo.
A cavalgada da Laura parecia não ter fim, subia e descia como se estivesse possuída. Eu queria tanto ver o rosto dela, as caretas que fazia, parecia que nunca ia acabar, e meu pai não dava sinal de gozar, só curtia o corpo da filha, sem dúvida a melhor que ele já comeu na vida toda.
Eu podia passar horas contando e detalhando todas as outras posições que eles fizeram, foram várias e todas demoradas, faziam Laura tremer, mas a que eu mais queria, a de quatro, onde meu pai abrisse a bunda da filha como se fosse o melhor, ele deixou pro final.
Laura ficou de quatro, a vista ficava de lado, então eu veria a penetração de lado, era excelente, porque além de ver, também observaria o rosto dela. Meu pai colocou o pau a alguns centímetros da bunda dela.
- Meu deus, se meu pai conseguir meter até o fundo na bunda dela, ele é meu novo ídolo, meu herói, minha admiração e inveja.
Meu pai se aproximou mais da bunda da Laura e colocou a cabeça na entrada, empurrou um pouco, imediatamente virei pra ver Laura, ela fechou os olhos e soltou um leve aii, meu pai empurrou de novo e agora entrou um pouco, com esse pouco que já tinha entrado, ele deu uma estocada mais forte e a cabeça entrou. Os olhos da Laura foram pro teto e o gemido foi longo e prolongado, enquanto meu pai a penetrava cada vez mais.
Pai, você é meu ídolo, que foda, que puta transa você tá dando na sua própria filha, que penetradas, que inveja, queria ser igual a você e estar comendo a Laura toda noite.
O pau do meu pai continuava avançando até que as bolas dele encostaram na bunda dela.
Ahhh, pai, você tá me ahhh partindo em ahhh doisss, espera, mmm, não aguento mais ahhh, acho que vai sair pela mmm boca.
Aguenta meu pau, Laura.
Pai, não, já ahhh ahhh ahhh, sério, tira que você tá me partindo ahhh mmm ahhh no meio.
Você sabe que tenho que deixar um tempinho pra você se acostumar.
Ahhh sim, mas é que ahhh agora acho que não vou aguentar.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombar ela pela buceta, outro movimento de quadril hipnótico. Minha irmã, acho que queria se soltar, mas estava tão empalada e meu pai a segurava tão firme pelos quadris que ela só conseguia se enfiar mais e mais. Enquanto meu pai dava uma bombada impressionante, eu me concentrava nos peitos de Laura, que balançavam, mas ainda assim pareciam duros e no lugar, e depois na carinha dela fazendo mil caretas desencaixadas e babando, porque com certeza já não sabia mais se ainda estava na Terra.
Ahhh, mmm, ahrghhhh, uffff, ayy, ayyy, ahhh sim, mmm, pai, papaiii mmm ahhh ahhh ahhh ahhh
O movimento era frenético, meu pai começou a suar litros, Laura já não gemia, só tinha a boca aberta. O vai e vem era muito rápido, meu pai começou agora ele a gemer de prazer, gritando: "Vou gozar, Laura, vou gozar arghhhhhhhhhhh arghhhhhhh, tomaaa, toma tudooo".
Quero supor que jorros de porra inundaram a buceta da Laura, que só fechou os olhos com a onda deles dentro dela.
Meu pai parou, ainda com a respiração ofegante, tirou o pau ainda durasso da buceta da Laura e se deitou de barriga pra cima. Ela, totalmente exausta, se deitou em cima dele, dizendo:
— Pai, de novo você fez sem camisinha. Que bom, pelo menos, que gozou dentro da minha buceta. porque senti que foi suficiente.
- Lau, você já sabe que eu gosto sem camisinha, que seja contato pele com pele.
- Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima transa.
- Você tá louco? Da última vez que você me comeu três vezes, quase não consegui me levantar no dia seguinte. Acho que com uma já tá bom.
- Não, você sabe que não vai ser assim. Se quiser continuar nessa casa, sabe que no mínimo são várias fodas toda vez que a gente faz.
E dizendo isso, meu pai beijou minha irmã na boca enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro de onde ele se deitou, deixando o quarto todo na penumbra.
7 comentários - Minha irmã e o quarto dela.