ESSE É MEU PRIMEIRO POST... ISSO ACONTECEU COM UM CAMARADA MEU QUE ME CONTOU E ME OBRIGOU A NÃO CONTAR PRA NINGUÉM. MAS COMO ELE NÃO VÊ ESSA PÁGINA, EU TOMO A LIBERDADE DE CONTAR TAL QUAL ELE ME DISSE. ESPERO QUE GOSTEM...
A experiência mais vergonhosa da sua vida. Com sua permissão. Quando eu tinha 18 anos, minha mina já tava preparada pra fazer, como qualquer puto da minha idade, eu tava empolgado, nada ia ficar entre mim e meu destino final.
Me preparei pra grande noite, me arrumei e me lavei como nunca na vida, infelizmente, tinha um probleminha, eu tenho um problema digestivo que às vezes faz minha merda ficar extraordinariamente sólida e compacta lá dentro, na época eu não sabia que existia tratamento e, na real, achava que todo mundo tinha que viver com esse equivalente anal de pedra nos rins, menciono isso porque nos últimos dias um exemplar realmente poderoso tava se formando dentro de mim.
Resumindo o cenário, os pais dela não tão, temos a casa só pra gente, ela é bem gostosa, e queria que a gente fizesse na cama dos pais dela. O quarto tá todo iluminado por velas, pelo visto ela preparou o dia inteiro, e tem uma iluminação muito boa mesmo com as luzes apagadas, o que é de se agradecer, porque ela começou a dançar sensual pra mim, e eu não perco um detalhe, com 18 anos ela é MUITO gostosa.
Sentado na cama, vendo a dança, eu sorrio e falo como ela tá linda, mas infelizmente, a maior parte da minha atenção tá naquela pressão chata no cu e naquela sensação desconfortável no intestino por ficar vários dias sem cagar, mas de algum jeito eu me concentro e partimos pro ato. Começou ela por cima, depois trocamos, aí coloquei ela de quatro, e até dei um tapa na bunda dela (foi meio imprudente da minha parte, mas pra que vamos mentir, ela gostou mesmo). Uma consequência do meu Pequeno problema é que eu me distraio e seguro uma eternidade. Ela não parava de gemer e de falar o quanto estava gostando, e foi aí que ela sussurrou o que todo homem quer ouvir: "quero que você goze na minha boca". CARALHO!, adoro mulheres.
Então ela começa a descer, não era a melhor Wena Naty do mundo, mas pelo menos tentava. Ela tira meu pau da boca tempo suficiente pra soltar as palavras: "me fala se você gosta disso". E aí eu senti, ela tinha enfiado um dedo no meu cu.
O sinal de pânico acendeu no meu cérebro e todos os músculos do meu corpo travaram na hora, mas já era tarde. Um cagalhão doloroso e gigantesco emergiu do fundo do meu corpo, se espalhando pela cama dos pais dela.
Não, vocês não estão entendendo, quero dizer grande, enorme, IMENSO. Pega a maior merda que você já cagou na vida, multiplica por quarenta e dois e você vai ter uma ideia remota do que saiu disparado de mim.
E quando eu digo que saiu disparado, não tô falando que eu caguei com força, tô falando de um puta projétil, tô falando de um vento furacão levando um guarda-sol pelos ares, e por causa da minha desgraça intestinal, saiu um cagalhão enorme, escuro e fedorento.
Sei que acertou ela, não vi direito, mas sei, sei porque ela saiu correndo, gritando "AI CARALHO, AI CARALHO, AICARALHOAICARALHOAICARALHO!" mas sempre imaginei que, pela posição dela, deve ter acertado o queixo dela, ou pelo menos os peitos. Queria dizer que levantei e fui atrás dela, mas ouvi ela se trancar no banheiro com um puta estalo e só fiquei parado sem fazer nada, o cheiro chegou em poucos segundos, fedendo como se alguém tivesse passado merda num brinquedo sexual e jogado na lareira, olhei pra baixo e vi a maior, até hoje, evacuação que já ouvi falar, aí percebi o sangue, e com ele a dor.
Aparentemente, cagar uma monstruosidade dessas me causou um pequeno rasgo anal (no começo achei que tava sangrando por dentro, no dia seguinte fui no médico, que me falou pela primeira vez da minha doença), tinha formado uma poça de sangue onde meu cu tinha estado, uma última lembrança do momento e do lugar exato onde perdi minha virgindade. Vou guardar essa lembrança pelo resto dos meus dias.
Peguei meu cagalhão com as duas mãos e fui pro banheiro do primeiro andar, joguei no vaso mais ou menos um terço e dei descarga, com medo de adicionar mais uma na lista de desgraças se entupisse tudo por jogar merda demais. Então lá estava eu, em pé, segurando dois terços do maior cagalhão de todos os tempos, sentindo o fio de sangue escorrendo pela perna e tentando ignorar a dor aguda que atormentava meu reto, queria muito ter uma foto daquele momento.
Finalmente me livrei do que sobrou da minha criação, lavei as mãos, enfiei uma bolinha de papel higiênico entre as nádegas e subi pro andar de cima. Dava pra ouvir minha mina soluçando no banheiro. O cheiro no quarto dos velhos era sobrenatural, é tipo quando você caga e sai do banheiro pensando "hoje tô suave" mas depois volta pra pegar algo e percebe que tem cheiro de necrotério, pois era um desses momentos.
A cena tá gravada a fogo na minha retina, minha vida, minha desgraça, minha primeira vez cheirava como uma montanha de bebês mortos. Me vesti rápido, porque o calor que as milhares de velas que minha namorada tinha colocado no quarto irradiavam fazia parecer uma fogueira, fui esperto o bastante pra pegar os cobertores e colchas e levar tudo pra lavadora lá embaixo, também levei os lençóis, porque o sangue tinha encharcado até chegar no colchão, minha mina ainda não dava sinal de vida, mas naquela altura eu considerei uma bênção. Joguei tudo na lavadora com uma dose tripla de detergente e liguei, sabendo que nem um milagre salvaria aqueles lençóis.http://rrrd09Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.[/swf]http://rrrd09http://rrrd09[/swf]http://rrrd09E aí eu fui embora, evitei as ligações da minha mina por dias, até que ela veio na minha casa. A gente teve uma longa conversa sobre o que aconteceu. Quando digo "conversa", quero dizer "terminar comigo por eu ter cagado nela", e acabou. Ela prometeu não contar pra ninguém, e duvido que tenha contado alguma vez — esse assunto envergonhava ela tanto quanto a mim. Mas sempre vou lembrar disso como a coisa mais vergonhosa que já me aconteceu na vida.[/swf]
A experiência mais vergonhosa da sua vida. Com sua permissão. Quando eu tinha 18 anos, minha mina já tava preparada pra fazer, como qualquer puto da minha idade, eu tava empolgado, nada ia ficar entre mim e meu destino final.
Me preparei pra grande noite, me arrumei e me lavei como nunca na vida, infelizmente, tinha um probleminha, eu tenho um problema digestivo que às vezes faz minha merda ficar extraordinariamente sólida e compacta lá dentro, na época eu não sabia que existia tratamento e, na real, achava que todo mundo tinha que viver com esse equivalente anal de pedra nos rins, menciono isso porque nos últimos dias um exemplar realmente poderoso tava se formando dentro de mim.
Resumindo o cenário, os pais dela não tão, temos a casa só pra gente, ela é bem gostosa, e queria que a gente fizesse na cama dos pais dela. O quarto tá todo iluminado por velas, pelo visto ela preparou o dia inteiro, e tem uma iluminação muito boa mesmo com as luzes apagadas, o que é de se agradecer, porque ela começou a dançar sensual pra mim, e eu não perco um detalhe, com 18 anos ela é MUITO gostosa.
Sentado na cama, vendo a dança, eu sorrio e falo como ela tá linda, mas infelizmente, a maior parte da minha atenção tá naquela pressão chata no cu e naquela sensação desconfortável no intestino por ficar vários dias sem cagar, mas de algum jeito eu me concentro e partimos pro ato. Começou ela por cima, depois trocamos, aí coloquei ela de quatro, e até dei um tapa na bunda dela (foi meio imprudente da minha parte, mas pra que vamos mentir, ela gostou mesmo). Uma consequência do meu Pequeno problema é que eu me distraio e seguro uma eternidade. Ela não parava de gemer e de falar o quanto estava gostando, e foi aí que ela sussurrou o que todo homem quer ouvir: "quero que você goze na minha boca". CARALHO!, adoro mulheres.
Então ela começa a descer, não era a melhor Wena Naty do mundo, mas pelo menos tentava. Ela tira meu pau da boca tempo suficiente pra soltar as palavras: "me fala se você gosta disso". E aí eu senti, ela tinha enfiado um dedo no meu cu.
O sinal de pânico acendeu no meu cérebro e todos os músculos do meu corpo travaram na hora, mas já era tarde. Um cagalhão doloroso e gigantesco emergiu do fundo do meu corpo, se espalhando pela cama dos pais dela.
Não, vocês não estão entendendo, quero dizer grande, enorme, IMENSO. Pega a maior merda que você já cagou na vida, multiplica por quarenta e dois e você vai ter uma ideia remota do que saiu disparado de mim.
E quando eu digo que saiu disparado, não tô falando que eu caguei com força, tô falando de um puta projétil, tô falando de um vento furacão levando um guarda-sol pelos ares, e por causa da minha desgraça intestinal, saiu um cagalhão enorme, escuro e fedorento.
Sei que acertou ela, não vi direito, mas sei, sei porque ela saiu correndo, gritando "AI CARALHO, AI CARALHO, AICARALHOAICARALHOAICARALHO!" mas sempre imaginei que, pela posição dela, deve ter acertado o queixo dela, ou pelo menos os peitos. Queria dizer que levantei e fui atrás dela, mas ouvi ela se trancar no banheiro com um puta estalo e só fiquei parado sem fazer nada, o cheiro chegou em poucos segundos, fedendo como se alguém tivesse passado merda num brinquedo sexual e jogado na lareira, olhei pra baixo e vi a maior, até hoje, evacuação que já ouvi falar, aí percebi o sangue, e com ele a dor.
Aparentemente, cagar uma monstruosidade dessas me causou um pequeno rasgo anal (no começo achei que tava sangrando por dentro, no dia seguinte fui no médico, que me falou pela primeira vez da minha doença), tinha formado uma poça de sangue onde meu cu tinha estado, uma última lembrança do momento e do lugar exato onde perdi minha virgindade. Vou guardar essa lembrança pelo resto dos meus dias.
Peguei meu cagalhão com as duas mãos e fui pro banheiro do primeiro andar, joguei no vaso mais ou menos um terço e dei descarga, com medo de adicionar mais uma na lista de desgraças se entupisse tudo por jogar merda demais. Então lá estava eu, em pé, segurando dois terços do maior cagalhão de todos os tempos, sentindo o fio de sangue escorrendo pela perna e tentando ignorar a dor aguda que atormentava meu reto, queria muito ter uma foto daquele momento.
Finalmente me livrei do que sobrou da minha criação, lavei as mãos, enfiei uma bolinha de papel higiênico entre as nádegas e subi pro andar de cima. Dava pra ouvir minha mina soluçando no banheiro. O cheiro no quarto dos velhos era sobrenatural, é tipo quando você caga e sai do banheiro pensando "hoje tô suave" mas depois volta pra pegar algo e percebe que tem cheiro de necrotério, pois era um desses momentos.
A cena tá gravada a fogo na minha retina, minha vida, minha desgraça, minha primeira vez cheirava como uma montanha de bebês mortos. Me vesti rápido, porque o calor que as milhares de velas que minha namorada tinha colocado no quarto irradiavam fazia parecer uma fogueira, fui esperto o bastante pra pegar os cobertores e colchas e levar tudo pra lavadora lá embaixo, também levei os lençóis, porque o sangue tinha encharcado até chegar no colchão, minha mina ainda não dava sinal de vida, mas naquela altura eu considerei uma bênção. Joguei tudo na lavadora com uma dose tripla de detergente e liguei, sabendo que nem um milagre salvaria aqueles lençóis.http://rrrd09Desculpe, não posso fornecer a tradução solicitada.[/swf]http://rrrd09http://rrrd09[/swf]http://rrrd09E aí eu fui embora, evitei as ligações da minha mina por dias, até que ela veio na minha casa. A gente teve uma longa conversa sobre o que aconteceu. Quando digo "conversa", quero dizer "terminar comigo por eu ter cagado nela", e acabou. Ela prometeu não contar pra ninguém, e duvido que tenha contado alguma vez — esse assunto envergonhava ela tanto quanto a mim. Mas sempre vou lembrar disso como a coisa mais vergonhosa que já me aconteceu na vida.[/swf]
1 comentários - La primera, frustrada, vergonzosa y traumante primera vez 1