**O Diário do Raúl: Com Minha Avó pela Primeira Vez**
Vou contar pra vocês que sou filho único, meu nome é Raúl... vou usar um nome falso pra proteger minha identidade; tinha 19 anos na época, e sou da região do eixo cafeeiro. Tinha acabado de servir o exército, morava com minha mãe (Paula) — ela era mãe solteira e se matava pra me dar tudo, assim como minha avó (Sofia). Elas eram o que hoje chamam de umas *couch barbies*: minha mãe tinha 38 anos e minha avó Sofia, 58, ambas muito bem cuidadas, porque adoravam ir pra academia umas 3 vezes por semana, no mínimo.
Quando criança, dormia com a Sofia ou com a Paula, e elas sempre foram muito carinhosas comigo, e eu com elas, mas nada sexual. Quando cheguei na adolescência, via elas com amor fraternal, mas algo dentro de mim não conseguia deixar de vê-las como mulheres, porque as duas eram muito gostosas.
Quando terminei o serviço militar, cheguei em casa e só estava minha avó Sofia, já que minha mãe Paula estava em viagem de negócios. Pra comemorar meu retorno, Sofia me convidou pra um bar com pista de dança — algo que ela nunca tinha feito. Pra falar a verdade, fiquei surpreso, mas aceitei de bom grado, porque o ano no exército foi muito pesado. E apesar de ter tido uma namoradinha de passatempo, tava há muito tempo sem me divertir, e achei curioso sair com minha avó.
No bar, a gente ficou conversando sobre tudo. Ela, especialmente animada por causa das cachaças, me dizia que há tempos não ficava com nenhum homem, assim como a Paula, porque elas, por dedicarem tempo a mim, nunca tinham cuidado delas mesmas. — "Que merda" — pensei — "agora me culpa por elas serem solteironas?!"
Depois de beber e conversar, ou melhor, de ouvir as reclamações dela, ela disse que queria dançar. Fomos pra pista de dança, tocava um sucesso do vallenato do Miguel Morales: *La Diosa Humana*. Ela tava um pouco tonta, mas mesmo assim dançou muito bem. E eu não consegui evitar sentir as tetas dela roçando no meu peito: pra ser uma avó de 58 anos, ela ainda podia dar muito na cama. Não sei por que pensei numa coisa dessas, talvez porque aquela mulher, assim... Eu tava olhando pra ela, talvez por causa dos drinks, talvez porque a Sofia ainda é uma mulher muito gostosa, ou porque aos poucos ela foi me amaciando e, quase sem pensar ou procurar, a gente se deu um beijo. Ninguém recuou, dava pra levar como um carinho normal. Ela continuou bebendo, e já quase perdida, me disse que tava se sentindo mal e que a gente fosse pra casa.
Pedi um táxi, e ela, quase cambaleando, entrou e apagou por um momento. A blusa decotada deixava ver as tetonas dela num sutiã prestes a estourar, e eu sentia meu pau duro e a ponto de explodir. Era uma situação muito desconfortável, metade vergonhosa, metade excitante. Pra ser sincero, se não fossem os drinks, eu teria saído correndo dali.
Quando chegamos em casa, ela se recuperou um pouco. Eu a abracei, minha ereção já tinha baixado um pouco, tava aliviado. Subimos as escadas sem mais problemas, e quando chegamos no quarto dela, ela me abraçou com mais força e disse: "Já percebi que você não é um menino, é um homem e muito safado." Não soube o que responder. Ela, sem mais, tirou a blusa, os peitos dela pareciam explodir do sutiã, me agarrou forte e me tocou. Na hora, tive outra ereção, e ela disse: "Hum, você não tá nada mal, igual ao seu avô..." Fiquei atônito. Minha avó Sofia tava acariciando meu pau. Não sei se foi a vergonha, a falta de sexo, a luxúria ou tudo junto, mas não aguentei e gozei. Ia me afastar, queria sair dali, mas ela não me soltava, e disse: "Calma, meu menino safado, isso acontece com qualquer um." Sem dizer mais nada, lambeu os dedos. Eu tava cada vez mais chocado, achei que era um sonho, ou queria que fosse.
Ela me levou aos poucos pra cama e me jogou nela. Se jogou em cima de mim e começou a me beijar. Tirou o sutiã e colocou as tetonas enormes no meu rosto. Chupei e beijei, nós dois começamos a aproveitar. Toquei a bunda dela. Tudo aconteceu tão rápido que já estávamos sem roupa. Meu pau tava duro e firme de novo, e ela, sem me deixar fazer nada, porque ela levava Toda a iniciativa, ela pegou no meu pau e enfiou na buceta dela, que sensação mais incrível, nunca imaginei que uma mulher daquela idade e muito menos minha avó tivesse uma buceta tão apertada.
A Sofia se mexia muito bem, melhor que qualquer uma das minhas namoradas, era como estar com uma estrela pornô, os movimentos rítmicos e ardentes dela me deixavam louco, era uma sensação muito estranha, quase irreal, e eu pensava: Talvez seja um sonho, é impossível isso estar acontecendo de verdade; ela continuou se movendo rápido, cada vez com mais paixão, luxúria e fúria, os gemidos dela já eram quase gritos, sem perceber eu também gemia, era incrível sentir meu pau dentro daquela buceta, sentia que ela já estava prestes a explodir, não sei quanto tempo aguentei... mas não consegui mais e gozei dentro daquela buceta quente e apertada...
Nos fundimos num abraço, já não éramos avó e neto, éramos uma mulher e um homem cúmplices de uma noite louca. Continuamos nos beijando sem dizer uma palavra, assim juntos, nus e abraçados... dormimos.
Não sei o que sonhei, talvez pensei que essa relação sexual incestuosa foi um sonho, um pesadelo. Mas ao acordar de manhã na cama da Sofia soube que tudo tinha sido verdade, a Sofia já estava acordada ao meu lado, me acariciou e docemente me disse, não teme, o que fizemos não foi tão grave, não se sinta mal, eu continuei calado, e ela disse bem baixinho: Por acaso você está arrependido, não gostou do que aconteceu entre nós? - eu disse: Vó -, e ela não me deixou terminar; - não me chame assim!, já não sou sua avó!, entenda, sempre te amei muito, você é a cara do seu avô, e não te vejo como meu neto, é tão difícil você entender?
Para não continuar discutindo, abracei ela e beijei... assim começou meu drama com a Sofia... algo assim não poderia terminar bem...
Vou contar pra vocês que sou filho único, meu nome é Raúl... vou usar um nome falso pra proteger minha identidade; tinha 19 anos na época, e sou da região do eixo cafeeiro. Tinha acabado de servir o exército, morava com minha mãe (Paula) — ela era mãe solteira e se matava pra me dar tudo, assim como minha avó (Sofia). Elas eram o que hoje chamam de umas *couch barbies*: minha mãe tinha 38 anos e minha avó Sofia, 58, ambas muito bem cuidadas, porque adoravam ir pra academia umas 3 vezes por semana, no mínimo.
Quando criança, dormia com a Sofia ou com a Paula, e elas sempre foram muito carinhosas comigo, e eu com elas, mas nada sexual. Quando cheguei na adolescência, via elas com amor fraternal, mas algo dentro de mim não conseguia deixar de vê-las como mulheres, porque as duas eram muito gostosas.
Quando terminei o serviço militar, cheguei em casa e só estava minha avó Sofia, já que minha mãe Paula estava em viagem de negócios. Pra comemorar meu retorno, Sofia me convidou pra um bar com pista de dança — algo que ela nunca tinha feito. Pra falar a verdade, fiquei surpreso, mas aceitei de bom grado, porque o ano no exército foi muito pesado. E apesar de ter tido uma namoradinha de passatempo, tava há muito tempo sem me divertir, e achei curioso sair com minha avó.
No bar, a gente ficou conversando sobre tudo. Ela, especialmente animada por causa das cachaças, me dizia que há tempos não ficava com nenhum homem, assim como a Paula, porque elas, por dedicarem tempo a mim, nunca tinham cuidado delas mesmas. — "Que merda" — pensei — "agora me culpa por elas serem solteironas?!"
Depois de beber e conversar, ou melhor, de ouvir as reclamações dela, ela disse que queria dançar. Fomos pra pista de dança, tocava um sucesso do vallenato do Miguel Morales: *La Diosa Humana*. Ela tava um pouco tonta, mas mesmo assim dançou muito bem. E eu não consegui evitar sentir as tetas dela roçando no meu peito: pra ser uma avó de 58 anos, ela ainda podia dar muito na cama. Não sei por que pensei numa coisa dessas, talvez porque aquela mulher, assim... Eu tava olhando pra ela, talvez por causa dos drinks, talvez porque a Sofia ainda é uma mulher muito gostosa, ou porque aos poucos ela foi me amaciando e, quase sem pensar ou procurar, a gente se deu um beijo. Ninguém recuou, dava pra levar como um carinho normal. Ela continuou bebendo, e já quase perdida, me disse que tava se sentindo mal e que a gente fosse pra casa.
Pedi um táxi, e ela, quase cambaleando, entrou e apagou por um momento. A blusa decotada deixava ver as tetonas dela num sutiã prestes a estourar, e eu sentia meu pau duro e a ponto de explodir. Era uma situação muito desconfortável, metade vergonhosa, metade excitante. Pra ser sincero, se não fossem os drinks, eu teria saído correndo dali.
Quando chegamos em casa, ela se recuperou um pouco. Eu a abracei, minha ereção já tinha baixado um pouco, tava aliviado. Subimos as escadas sem mais problemas, e quando chegamos no quarto dela, ela me abraçou com mais força e disse: "Já percebi que você não é um menino, é um homem e muito safado." Não soube o que responder. Ela, sem mais, tirou a blusa, os peitos dela pareciam explodir do sutiã, me agarrou forte e me tocou. Na hora, tive outra ereção, e ela disse: "Hum, você não tá nada mal, igual ao seu avô..." Fiquei atônito. Minha avó Sofia tava acariciando meu pau. Não sei se foi a vergonha, a falta de sexo, a luxúria ou tudo junto, mas não aguentei e gozei. Ia me afastar, queria sair dali, mas ela não me soltava, e disse: "Calma, meu menino safado, isso acontece com qualquer um." Sem dizer mais nada, lambeu os dedos. Eu tava cada vez mais chocado, achei que era um sonho, ou queria que fosse.
Ela me levou aos poucos pra cama e me jogou nela. Se jogou em cima de mim e começou a me beijar. Tirou o sutiã e colocou as tetonas enormes no meu rosto. Chupei e beijei, nós dois começamos a aproveitar. Toquei a bunda dela. Tudo aconteceu tão rápido que já estávamos sem roupa. Meu pau tava duro e firme de novo, e ela, sem me deixar fazer nada, porque ela levava Toda a iniciativa, ela pegou no meu pau e enfiou na buceta dela, que sensação mais incrível, nunca imaginei que uma mulher daquela idade e muito menos minha avó tivesse uma buceta tão apertada.
A Sofia se mexia muito bem, melhor que qualquer uma das minhas namoradas, era como estar com uma estrela pornô, os movimentos rítmicos e ardentes dela me deixavam louco, era uma sensação muito estranha, quase irreal, e eu pensava: Talvez seja um sonho, é impossível isso estar acontecendo de verdade; ela continuou se movendo rápido, cada vez com mais paixão, luxúria e fúria, os gemidos dela já eram quase gritos, sem perceber eu também gemia, era incrível sentir meu pau dentro daquela buceta, sentia que ela já estava prestes a explodir, não sei quanto tempo aguentei... mas não consegui mais e gozei dentro daquela buceta quente e apertada...
Nos fundimos num abraço, já não éramos avó e neto, éramos uma mulher e um homem cúmplices de uma noite louca. Continuamos nos beijando sem dizer uma palavra, assim juntos, nus e abraçados... dormimos.
Não sei o que sonhei, talvez pensei que essa relação sexual incestuosa foi um sonho, um pesadelo. Mas ao acordar de manhã na cama da Sofia soube que tudo tinha sido verdade, a Sofia já estava acordada ao meu lado, me acariciou e docemente me disse, não teme, o que fizemos não foi tão grave, não se sinta mal, eu continuei calado, e ela disse bem baixinho: Por acaso você está arrependido, não gostou do que aconteceu entre nós? - eu disse: Vó -, e ela não me deixou terminar; - não me chame assim!, já não sou sua avó!, entenda, sempre te amei muito, você é a cara do seu avô, e não te vejo como meu neto, é tão difícil você entender?
Para não continuar discutindo, abracei ela e beijei... assim começou meu drama com a Sofia... algo assim não poderia terminar bem...
4 comentários - Diário do Raul: Com Minha Avó pela Primeira Vez