E chegamos ao final da história. Espero não ter entediado vocês. Tenham consideração. Esta é a primeira história que escrevi há mais de 10 anos. Se consegui fazer seus ratinhos darem umas voltinhas, então fico muito feliz. A gente se lê por aí.
CAPÍTULO 18
Gloria estava surpresa com sua própria mudança.
A cena que havia vivido despertara toda sua sensualidade, mas apenas para outros homens. Com o marido, era incapaz de se excitar. Temia que, ao voltar da viagem, ele quisesse transar, mas ele se mostrou cansado e nem lembrou do sexo – o que a alegrou, pois assim teria tempo de se recuperar do tranco que aqueles três homens haviam dado nela. Seu corpo ainda doía todo, e mais de uma marca do abuso ainda estava visível em seus seios.
Raúl, por sua vez, estava irritado com ela. Não entendia como uma simples camareira de hotel conseguia satisfazê-lo, enquanto a mulher que ele amava o ignorava completamente. Não compreendia por que sua esposa não sentia desejo sexual.
No entanto, a mudança em sua personalidade, imperceptível para o marido, era notória para os outros. Nico imediatamente ficou em alerta.
Os diálogos entre eles ficavam cada vez mais picantes, e ele deixou transparecer, de forma muito sutil, que não se importaria em atendê-la e oferecer as sensações que, aparentemente, seu marido era incapaz de proporcionar. Ela, fingindo não entender, agradeceu, mas criou distância e mudou de assunto. Na verdade, havia anotado mentalmente a oferta.
Sábado de manhã era o dia que Nico escolhia para descansar. Nesse dia, ele levantava às 9h, lia o jornal e tomava café da manhã, ficando de pijama e roupão enquanto ouvia música.
10h30. A campainha tocou. Como não esperava visitas, surpreendeu-se. E mais ainda quando, ao abrir a porta, deparou-se com a morena Gloria, com um sorriso tímido.
— Oi — disse ela —, eu estava passando pelo bairro e pensei em vir te dar um oi.
— Oi, Gloria. Que bom que você veio. Eu te convidaria para entrar, mas como... Boa casa de solteiro, tá tudo bagunçado e eu, como vê, também tô à vontade em casa.
Não se preocupe, tô acostumada com a bagunça que os homens deixam nas casas, e além disso eu gostaria de tomar um café.
Ele não teve escolha a não ser deixá-la entrar, e por um momento se perguntou o que a tinha trazido até sua casa. Imaginou que algum problema ela teria tido no escritório. Por outro lado, talvez tivesse tido problemas com o marido, o que a colocava numa posição interessante. Decidiu esperar para ver o que acontecia.
A levou até a sala, e foi à cozinha preparar café. Quando a bebida ficou pronta, voltou até onde ela estava.
Ao entrar, a viu agachada, olhando seus CDs, perto do aparelho de som. Seus leggings, naquela posição, marcavam bem sua bunda e deixavam transparecer suas nádegas e suas pernas bem torneadas. Sem demonstrar interesse, ele se dirigiu a uma mesinha e colocou a bandeja ali.
— Uma ou duas? — perguntou.
Assustada, Glória se levantou e se aproximou da mesa.
— Uma, por favor.
Sentou-se numa poltrona e cruzou as pernas. Nico, inclinado sobre a mesa baixa, pôde ver todo seu corpo, e isso o deixou excitado. Com surpresa, lembrou que não estava usando cueca, então, se ficasse ereto, não conseguiria esconder a ereção. Então mudou sua linha de pensamento para evitar se expor.
— Você nunca me tinha visitado — disse ele, já sentado à sua frente, em outra poltrona.
— Realmente, há muitas coisas que nunca tinha feito, e que, nessa altura da vida, decidi repensar — disse ela, enigmática.
— Nunca é tarde para mudar — disse Nico, também enigmático.
Bebiam aos goles o líquido quente e se estudavam com o olhar. Ninguém dizia uma palavra. Glória decidiu que ela devia esclarecer o motivo de sua visita àquela casa.
— A reunião da outra noite mudou minha vida — disse, com voz suave, e, quando se certificou de que tinha a atenção de seu interlocutor, continuou com seu raciocínio.
— Enquanto eu estava sozinha, e meu marido preferiu ficar trabalhando e não... Acompanhar-me, vi como todos vocês curtiam a vida sem complexos.
Nico, desconfortável, a interrompeu.
- Na verdade foi uma simples festa, não é pra tanto.
- Numa simples festa, você não vê um casal se amando debaixo das árvores, um trio se pegando dentro de um vestiário, nem dois colegas de trabalho brincando num carro, completou, com um olhar desafiador e decidido.
Nico ficou imóvel. Ela tinha visto tudo e ele tinha dado em cima dela. Entendia a reprovação diante da sua promiscuidade, que certamente uma pessoa cheia de preconceitos como Gloria não poderia compreender.
- Minha relação com Ana é casual. Se eu dei em cima de você é porque realmente gosto de você e acho que você precisa de atenção masculina, nunca tive a intenção de ofendê-la, disse Nico a modo de desculpa.
- Atenção masculina, disse Gloria enquanto sua imaginação voava, posso te contar o que é atenção masculina.
Nico estava atento ao que estava acontecendo. Pela primeira vez Gloria ia se abrir sobre algum aspecto da sua vida.
- Quando a festa terminou, eu estava com raiva, de todos e de mim mesma, por ter ficado de fora de toda a diversão. Quando ia para casa, três homens que encontrei no caminho me cercaram e me violentaram. Bom, não sei se foi uma violação porque na verdade acho que me proporcionaram mais prazer do que eu pude proporcionar a eles, disse com voz pausada que de forma alguma combinava com o teor da confissão, que fez detalhe por detalhe e que deixou Nico ardendo de tesão. Em seu pijama de seda, o volume não podia ser disfarçado e só era salvo pelo fato de estar sentado. Gloria adivinhou o que estava acontecendo.
- Por favor Nico, me sirva outro café, disse ela oferecendo a xícara que estava vazia em suas mãos.
Ele hesitou, mas não tinha escapatória. Levantou-se e se dirigiu a ela tentando se fazer de desentendido. Ela crava o olhar na calça do pijama, e seu pau pulou como se estivessem picando com uma agulha.
Aproximou-se para pegar a xícara e quando ela a entregou, e ele teve as mãos livres, apoiou-as nos seus lados e descendo suavemente, apertou seu pau.
Nico quase deixou a xícara cair. A sensação foi surpreendente e agradável.
— Quero que me dê o que você dá pra Ana — disse ela olhando-o nos olhos —, e quero que seja um segredo entre nós.
Ele se soltou dela, colocou a xícara na bandeja, pôs a bandeja sobre a mesa grande, deixando a mesinha de centro livre, e se dirigiu novamente até Gloria. Dessa vez, enquanto caminhava, foi desabotoando a braguilha, até que, chegando na frente dela, tirou um pau reluzente e completamente esticado.
Não foram necessárias palavras. Ela o colocou na boca e começou a passar a língua por todo o comprimento. Desfez o nó da calça e ela caiu no chão com um leve ruído de seda. Ágil, Nico levantou primeiro uma perna e depois a outra, ficando totalmente descoberto da cintura para baixo.
Fez Gloria se levantar e a acariciou por todo o corpo. De repente, lembrou que faltava algo.
— Se despe enquanto vou buscar camisinhas — disse.
Foi ao quarto e pegou um pacote de camisinhas na sua mesinha de cabeceira. Escolheu as texturizadas, para garantir que ela sentisse.
Ao voltar, foi agradavelmente surpreendido. Ela havia se despido completamente, ficando apenas de tênis, e estava ali sentada, esperando-o com as pernas abertas.
— Põe uma música mais romântica — pediu Gloria.
Dirigiu-se ao aparelho de som e começou a procurar algo apropriado. Enquanto fazia isso, sentiu uma mão começar a acariciar suas costas por baixo do pijama. Gloria havia se aproximado silenciosamente e estava percorrendo seu corpo com uma suavidade felina que o excitava ainda mais.
Colocou o CD e, devagar, se virou. Seu pau latejava, duro, e, segurando-a pela cintura, deu-lhe um beijo de língua demorado, que os deixou sem ar.
Levou-a em direção aos sofás, enquanto continuava a beijá-la, mas no meio do caminho teve outra ideia. Foi até a mesinha de centro e... Virando-a, ele a ajoelhou sobre ela e a penetrou.
- Espera, põe uma camisinha, disse ela. E ele, tirando o pau, encapou e voltou à carga.
- Ai, como você me esfrega, sussurrou quando o arpão a atravessou. Nico, inclinando-se sobre ela, começou a bombar, primeiro suavemente e depois com uma embalagem devastadora, até que ela começou a acompanhá-lo na viagem, contraindo os músculos da buceta para que ele não pudesse escapar. Ele a pegou pelos peitos e com algumas investidas até o fundo esvaziou seus ovos dentro dela.
Levou alguns minutos para ele se recuperar e sair de cima de sua presa. Quando o fez, a desmontou e ela, sentando-se sobre a mesa, tirou a camisinha, olhando com curiosidade o conteúdo.
- Nenê, que porrada de porra. Se não tivesse usado camisinha, teria me enchido.
- Sinto não ter te dado tempo para gozar, mas você vai entender que a situação foi muito excitante.
- Vou entender se daqui a pouco você me der a revanche, disse enquanto começava a acariciar suas bolas e o pau.
Depois de um tempo, o vigor de Nico começou a renovar-se, e ela colaborou com uma mamada suave que percorreu toda sua masculinidade. Quando ficou duro o suficiente, ela pediu que continuassem. Colocou outro preservativo e, levando-a para o sofá, sentou-se, pedindo a Gloria que se empalasse.
Ela se aproximou sensual e, virando de costas para o macho, recuou, pegou a ferramenta com uma mão, enquanto com a outra abria os lábios da sua xota, e com a direção exata sentou-se, enfiando até a raiz. Uma vez lá, respirou fundo e começou a subir e descer como se tivesse um motor. Não demorou alguns minutos para chegar a um orgasmo barulhento e total.
Ficou ali em cima de Nico, exausta, e ele, girando com muita habilidade, a colocou de lado no sofá e se posicionou atrás dela com sua ferramenta enterrada até o fundo. Nessa posição, começou a brincar com sua bunda, que estava molhada pela própria lubrificação dela, e em Minutos depois, ele estava enfiando o dedo do meio até os nós dos dedos.
- Na outra noite me deram por trás. Nunca tinham feito isso e eu realmente gostei, disse ela, sugestiva.
Não foi preciso mais. Nico a tirou do sofá, tirou a camisinha e, mirando seu cu, começou a empurrar para penetrá-la. Ela gemía, mas empinava a bunda para facilitar a penetração. Em várias investidas, a cabeça entrou. Depois, foi tudo fácil.
Quando conseguiu se introduzir em seu buraco traseiro, esperou um pouco até que os líquidos de ambos facilitassem o caminho, e quando isso aconteceu, começou a se mover lentamente. Estava muito apertado e ele não queria machucá-la, mas evidentemente o canal já havia sido amaciado antes, como Gloria contara.
Enquanto a penetrava, ele a segurava pela cintura para evitar que ela fugisse, embora ela realmente não tivesse muita vontade de fazer isso, e começaram a se dar beijos profundos de língua.
Finalmente, com o canal traseiro aberto, Nico pôde se mover à vontade e começou uma enxadada que fazia o sofá tremer, parecendo prestes a quebrar.
- Para de bombear que vamos acabar no chão, disse ela, ofegante.
- No chão ou no sofá, onde vou acabar é dentro de você, disse ele, enquanto mantinha seu ritmo endiabrado.
O vai e vem dele era acompanhado por ela, que cada vez empinava mais a bunda para que a penetração fosse total. O sofá se movia, embalando esse ato de posse selvagem.
- Acaba de uma vez, filho da puta, que você vai me matar, gritou Gloria à beira do colapso.
E ele, acelerando ainda mais, enfiou até as bolas e gozou no meio de gritos animais de alívio.
CAPÍTULO 19
Raúl, que havia seguido sua esposa nessa saída, ficou parado do lado de fora da casa de Nico quando ela entrou.
Ele estava intrigado por ela sair em uma manhã de sábado, depois de tomar banho, perfumar-se e escolher cuidadosamente sua roupa íntima. Ele fingiu não prestar atenção, mas a curiosidade pôde mais, e ele foi atrás dela.
Ele esperou... um tempinho, e já estava quase indo embora quando de dentro da casa ouviu uns gritos inconfundíveis de um homem gozando de maneira soberba. Ficou imóvel, e bem devagar seguiu o caminho de volta para casa.
Pouco depois, ela voltou para casa, como se nada tivesse acontecido. Ele, então, saiu com a desculpa de que precisava visitar uns clientes.
Chegou na casa do Nico e tocou a campainha. Nico abriu com uma aparência que deixava claro que não tinha estado dormindo, mesmo estando de pijama. Surpreendeu-se ao ver o Raúl, mas o convidou para entrar na cozinha, para evitar que houvesse alguma prova comprometedora por ali.
— Quer um café? — disse, tentando mostrar tranquilidade, o anfitrião.
— Bom, agradeço.
Enquanto servia a bebida, Raúl começou a falar.
— Você sabe que não sou muito feliz no meu casamento. Minha mulher e eu temos diferenças muito profundas, especialmente na cama. Ela é muito cheia de preconceitos e sempre se nega a transar.
— Bom, todos os casais têm problemas, não sei por que está me contando isso.
— Te conto porque você acabou de comer minha mulher, e quero saber como fez.
Nico, pálido, não sabia o que fazer.
— Não tenha medo, não vim brigar nem nada do tipo. Faz tempo que eu tenho minhas aventuras por aí. O que nunca imaginei é que minha mulher também tivesse, com a má vontade que ela tem na hora de foder em casa — disse Raúl, tranquilizando-o.
— Olha, no escritório nunca tivemos nenhuma aproximação. Lá todo mundo se pega com todo mundo, mas ela nunca quis entrar nessa. Hoje, do nada, ela vem na minha casa, se insinua pra mim, e me faz gozar duas vezes.
— Não entendo isso. Jamais teria imaginado.
— Aparentemente, a noite do aniversário dela foi o que causou a ruptura. Naquela festa todo mundo deu uns pegas, menos ela. Para piorar, você não estava, então com toda a raiva e tesão acumulados, ela foi embora. No caminho, foi surpreendida por três homens que abusaram dela de todas as maneiras possíveis. Em vez de ficar traumatizada, a A partir daí, ela começou a perder os preconceitos, explicou Nico.
- Bom, se isso mudar ela, pode ser bom, porque eu realmente a amo e se ela me satisfizesse na cama, eu seria o cara mais feliz do mundo, disse Raúl, resignado. De repente, olhou para Nico e acrescentou:
- Mas a verdade é que você comeu minha esposa, e você tem que compensar isso.
- Não sei como poderia fazer isso, disse Nico.
- Muito fácil, quero participar de alguma festa dos seus amigos, onde em grupo a gente esfole alguma colega de trabalho da minha esposa.
- Qual você prefere?, perguntou Nico, intrigado.
- Eu gostaria de passar a Ana na pedra. Sempre achei ela tão metida e arrogante, que adoraria ver um bando de animais foder ela até o fim.
- Podemos combinar isso, disse Nico, feliz por resolver o problema. Nem mesmo contou a Raúl que tinha comido a esposa dele por trás, mas achou melhor não entrar em detalhes.
Raúl foi para casa, e no caminho sua raiva só crescia. Mas mais do que a raiva, o que crescia era sua tesão. Nunca conseguia transar o suficiente com a esposa, e um inútil que não prestava pra nada tinha gozado duas vezes gostoso com sua mulher.
Chegou em casa e encontrou Gloria arrumando o quarto.
- Como você está, meu amor? disse ele, tentando disfarçar seu estado.
- Bem, um pouco cansada, já que não estou dormindo como gostaria.
- Onde você foi esta manhã? perguntou Raúl.
Ela, culpada, tentou mentir o mínimo possível.
- Fui na casa de uma colega de trabalho levar uns dados, mentiu.
- Você sempre tão responsável, disse ele com um tom de ironia que ela não percebeu.
- Você sabe que eu gosto de fazer as coisas direito, reafirmou, aliviada.
Ele se aproximou, beijou-a e tentou acariciá-la. Ela o rejeitou.
- Agora não, depois a gente conversa, disse.
- Eu estou com vontade agora. Quero que você faça comigo o que fez com Nico há pouco, sua puta de merda, disse ele com rancor.
Ela, pálida, recuou.
- Eu vim da casa dele. Me Ele contou tudo. Mesmo que não fosse necessário, porque eu te segui e ouvi os gritos dele quando te enchia, reafirmou.
Ela começou a chorar.
- Não sei o que deu em mim, me perdoa, nunca tinha feito algo assim.
- Não quero tuas desculpas, quero foder, e dizendo isso ele se aproximou e começou a despi-la. Ela nem tentou resistir.
- Não basta deixar que eu te meta, te quero ativa, gata, como és de ativa com teus amantes, disse ele bastante furioso.
E Gloria, ao ouvir isso, se soltou. Se jogou em cima dele, começou a beijá-lo e acariciá-lo, abriu a camisa e a calça dele e começou a lamber todo o seu corpo até descer sobre seu mastro, que engoliu por completo.
Raúl não podia acreditar no que estava acontecendo e sua excitação era incontrolável. Praticamente arrancou a roupa, e fez o mesmo com a dela, e depois de um tempo de trabalho oral, se posicionou sobre ela, com as pernas abertas e rodeando sua cintura, e a penetrou furiosamente.
- Finalmente estás te comportando como eu quero, disse enquanto a bombava.
- Faz um tempo que tenho sentido coisas que nunca tinha sentido, disse ela enquanto levantava mais as pernas para que a penetração fosse total.
Mudaram várias vezes de posição, e em todas elas, Gloria teve uma atuação ativa que enlouquecia seu marido. Estava irreconhecível. Por fim, ele não aguentou mais.
- Vou fazer algo que sempre quis fazer, disse a ela, enquanto ela chupava seu pau, e sem dizer água vai, gozou em sua boca, e ao tirá-la, regou todo o seu rosto.
- Que gostoso é tomar teu leite, disse ela depois de engolir todo o sêmen que pôde.
- E de agora em diante vou te fazer tomar meu leite por todos os buracos do teu corpo, todos os dias, disse Raúl, ainda zangado.
- Vou fazer com que recuperes todos os anos que perdemos, mas não serei fácil de contentar, disse ela, totalmente submissa.
CAPÍTULO 20
A pressão de Luis sobre Adolfo estava se tornando insuportável.
Desde aquele dia no banheiro, ele o perseguia constantemente. O que ele queria era claro, e ele não estava disposto a desistir.
Adolfo, bissexual por natureza, não estava muito preocupado, enquanto pensava em como tirar mais vantagem dessa situação.
Finalmente, chegando à conclusão de que teria que ceder, decidiu fazer isso em grande estilo.
Há algum tempo ele vinha olhando para Karina, que não lhe dava nenhuma chance de avançar em suas intenções; isso o deixava mal e ele jurou que conseguiria o que queria, e a veria arrastada e submissa.
- Bom, chega de me perseguir – disse ele a Luis, um dia em que este entrou em seu escritório.
- Você sabe o que tem que fazer – disse Luis, sério.
- Olha, conseguir minha atenção não é fácil, mas se você me fizer um favor, eu te faço outro – disse Adolfo.
Luis, interessado, se aproximou.
- O que você quer de mim? – disse com um ar de curiosidade.
- Quero seu apartamento, os dois negros que você usou com Griselda, e que você me entregue Karina naquele lugar para que eu possa brincar um pouco com ela.
- Eu não vou te arranjar putas – disse Luis, irritado.
- Se você quer meu pau, vai fazer o que eu digo, e eu juro que vai valer a pena – disse Adolfo, de forma promissora.
Luis deu meia-volta e saiu. Já tinha decidido satisfazer Adolfo, porque queria que ele o satisfizesse depois.
Chegou ao seu escritório e ligou para Karina.
- Senhorita Karina, esta tarde, em vez de vir ao escritório, você vai a este endereço que vou te dar e seguirá as instruções que lhe forem dadas lá, caso contrário, o gerente ficará muito insatisfeito com seu comportamento – disse com autoridade.
- Mas senhor, não tenho obrigação de fazer isso – disse Karina, suspeitando da razão dessas ordens estranhas.
- Minha filha, vamos deixar de joguinhos, somos adultos, obedeça e terá sua recompensa.
Karina se via novamente sendo penetrada pelo gerente. Não era que o comportamento sexual do velho a desagradasse. Na verdade, era demais para a idade que ele tinha, mas ela estava cansada de ser usada por esse velho. No horário marcado, porém, ela compareceu ao endereço, Luis abriu a porta e, fazendo-a entrar, indicou que na sala estavam dois importantes investidores que ela teria que satisfazer. E sem mais delongas, empurrou-a para dentro do quarto.
Surpresa com essa situação, não soube como reagir. E o que viu na sala completou sua surpresa.
Sentados no sofá, dois jovens morenos, de músculos tensos e corpos bem definidos, como dava para ver através das camisetas coladas, a aguardavam. Não pareciam acionistas, mas ela se aproximou.
- Boa tarde, disse, com simpatia.
- Boa tarde, respondeu o mais jovem.
- O que posso fazer por vocês?, perguntou.
- Bom, para começar, sente-se aqui, disse o mais velho, deixando um lugar no meio dos dois. Karina controlou o nervosismo e sentou.
- Tenho entendido que vocês são investidores.
- Isso mesmo, disse o jovem.
- Vão investir na empresa?, perguntou curiosa.
- Bom, para começar vamos investir na seção pessoal, disse o jovem, que parecia mais falante.
- Não entendo. O que vão investir lá?, perguntou Karina.
O mais velho, pegando sua mão, levou-a até sua virilha.
- Para começar, vou investir esse pau dentro de você, disse com malícia.
Karina tentou retirar a mão do volume que se formava rapidamente, mas o outro, pegando sua outra mão, fez o mesmo. Ela sentia duas protuberâncias que cresciam ao contato de seus dedos e parecia que tudo era um sonho. Quando abriram as braguilhas e tiraram os membros para que ela os masturbasse ao mesmo tempo, percebeu que era verdade.
Foram a despindo enquanto a beijavam por toda parte. O mais velho tomou posse de sua buceta e, enfiando uma língua longa e ágil bem lá dentro, a excitou terrivelmente. O jovem, enquanto isso, deu seu pau para que ela chupasse, e o tamanho encheu sua boca, deixando-a quase sem ar.
Quando todos estavam nus, foram adotando diversas posições nas quais ela era sempre o centro da cena. Penetraram-na, acariciaram-na, viraram-na de frente, de cócoras, e terminaram no chão da sala, com um negro debaixo dela trabalhando sua buceta e o outro enchendo sua boca com seu pau.
Nesse momento, viu uma terceira pessoa se aproximando. Era Adolfo. Totalmente nu e com uma ereção potente, enquanto descapava seu pau, disse:
— Agora, vadia, vou cobrar a pouca atenção que você me dava no trabalho.
Karina quis gritar, mas com um pau de 20 cm na boca não é fácil. Quis fugir, mas presa como estava por um negro com uma arma similar, também não era possível.
Quando Adolfo se aproximou por trás e lubrificou seu ânus, ela entendeu o que estava prestes a acontecer. Quis se opor, mas foi impossível. Devagar, Adolfo esfregou a cabeça de seu pênis em suas nádegas, em sua fenda, e depois começou a empurrar a cabeça dentro de seu cu. A cada empurrão, ele ia entrando mais fundo, até que, finalmente, ela sentiu suas bolas apoiadas contra suas nádegas. Pensou que desmaiaria de prazer, mas aguentou, e depois de alguns minutos nessa posição, Adolfo começou a entrar e sair. Primeiro com movimentos curtos, para depois ganhar velocidade e profundidade. Chegou um momento em que praticamente a tirava toda, e depois a enfiava até a raiz. Karina sentia como suas bolas se esmagavam contra seu corpo a cada investida.
Esse vai e vem era acompanhado pelo negro que estava debaixo dela, também excitado pela situação, e pelo restante integrante do quarteto, muito entretido em chegar até sua garganta com sua ferramenta.
O primeiro a se render foi justamente este. Começou a gozar e Karina, sentindo o sêmen, esticou uma mão e apertou suas bolas para que ele se esvaziasse por completo. A porra saía pelo canto de sua boca e escorria por seu rosto e seus seios, gotejando sobre o negro que estava debaixo dela.
Este, ao sentir a porra de seu companheiro, deu três ou quatro enfiadas profundas e também gozou, com jatos que Karina... Ela sentia as batidas em sua matriz, e era mantida em um orgasmo interminável que começara quando seu invasor traseiro assumira completamente seu cu.
Terminada a tarefa, os dois negros se retiraram, e Karina ficou ali, de quatro, submetida ao vai e vem libidinoso de Adolfo, que ainda não estava disposto a terminar o trabalho.
Durante cinco minutos ele continuou empurrando, e os orgasmos de Karina a faziam soluçar de prazer, até que, não aguentando mais, ela meteu uma das mãos entre as pernas e, pegando nas bolas de Adolfo, começou a acariciá-las e apertá-las.
— Você vai me fazer gozar, puta! — gritou Adolfo, fora de controle, e começou a jorrar em longos jatos dentro do cu de Karina. Seu orgasmo era interminável, e Karina, afrouxando-se, deitou-se no chão, sem que seu invasor afrouxasse a penetração.
Depois de um tempo, eles se beijaram, conversaram um pouco, se vestiram e foram embora, coisa que já haviam feito sem serem ouvidos os negros contratados por Luis.
Na semana seguinte, Adolfo foi o convidado de honra na casa de Luis e teve que satisfazer os desejos de quem lhe proporcionou a diversão que descrevemos.
CAPÍTULO 21
Na segunda-feira, Nico foi ao trabalho preocupado.
Por um lado, estava feliz; por outro, tinha que mudar toda a sua vida.
Depois de muito tempo, lhe ofereceram um trabalho em outra cidade, dentro do estilo de trabalho que ele gostava. Mas esse trabalho o obrigava a deixar seu atual escritório.
Decidiu aceitá-lo e, lembrando o que conversara com Raúl, pensou em organizar uma despedida à toda orquestra para que fosse algo realmente inesquecível.
Não ia dizer nada a ninguém. No fim do mês, deixaria o trabalho, e pronto, começaria uma nova vida em outro lugar.
Aquela sexta-feira seria o dia. Convidou Ana para ir à sua casa; ela, a princípio, não estava decidida, mas ele a convenceu quando disse que não iam ficar sozinhos. Ana pensou imediatamente em algum intercâmbio como o que já haviam feito, e isso a excitou. Seu sonho eram relações múltiplas, embora nunca se... animaria a dizer. Fazer sexo com dois homens consecutivamente era o mais próximo que ela conseguia encontrar dos seus desejos. Depois, conversou com Rodolfo e Adolfo. Contou do que se tratava e todos ficaram encantados. Rodolfo ainda não a tinha experimentado e estava com vontade. Adolfo, por outro lado, adorava ver uma mulher sendo comida por vários caras ao mesmo tempo. Quando tudo estava pronto, avisou Raúl, e ele deu mais uma volta no parafuso da história. Chegou em casa e, enquanto fazia amor com Gloria, comentou que tinha informações de que Ana gostava de sexo com vários homens. Gloria não acreditou, dizendo que, embora transasse com Nico, isso não a tornava uma prostituta. - Olha, vou te provar. Na sexta você vem comigo, se esconde na casa do Nico e vai ver como quatro machos comemos sua amiga todos juntos. - Acho muito descarado da sua parte me convidar para ver como você come minha amiga, disse Gloria irritada. - Você já comeu seu amigo, e eu não disse nada, mas para você ver que não sou tão ruim, se quiser pode participar, disse ele sorridente. E assim, a orgia teria cinco participantes e uma espectadora escondida, embora a lascívia recém-descoberta de Gloria tornasse difícil que ela ficasse apenas observando. Na sexta, foram chegando. Primeiro Rodolfo e Adolfo, que foram para a cozinha, depois Ana, que ficou no primeiro quarto, e finalmente Raúl, que, por ser o último, se deu o jeito de deixar a porta aberta e permitir que Gloria se infiltrasse no segundo quarto, enquanto ele ia para a cozinha junto com os outros gladiadores. Nico entrou no quarto onde estava Ana e começou a deixá-la com tesão, até conseguir deixá-la nua, excitada e ainda alegrá-la com algumas taças de champanhe. Chegado a esse ponto, e com a mulher deitada na cama, disse para ela esperar, que ia buscar a surpresa. E foi uma surpresa quando ela viu entrar quatro homens nus, todos exibindo belas ereções. - O quê? É isso?, perguntei surpresa.
- Essa é a melhor foda que você já levou na vida, disse Adolfo pulando sobre ela. E atrás dele, o resto dos degenerados fez o mesmo.
Quando todos já tinham entrado, Gloria se posicionou no corredor e, pela porta entreaberta, conseguia ver tudo o que acontecia. Viu o marido fazendo a amiga chupar seu pau, viu Nico penetrando-a com selvageria, Rodolfo lambendo seus peitos, e o clímax foi quando todos a empalaram ao mesmo tempo.
Gloria não aguentou mais, lembrou das cenas naquela casa onde ela foi a vítima propiciatória de três caras que a usaram e gozaram sem piedade. E, se despindo, fez sinal para Rodolfo, que naquele momento estava livre, já que não tinha um buraco onde enfiar.
Rodolfo ouviu o assobio, olhou para a porta e não acreditou no que viu. Gloria estava lá, pelada, chamando-o. Olhou para Raúl, que naquele momento estava debaixo de Ana com seu pau bem dentro da buceta dela, e pensou que não valia a pena pedir permissão, então se dirigiu à porta.
Espiou devagar e, para sua surpresa, sentiu que agarravam seu pau e começavam a chupá-lo. Era Gloria, ajoelhada atrás da porta, que o pegou ao passar. Ele ficou ali, aproveitando aquela chupada inesperada.
- Vai pra cozinha que já estou com você, disse ela, com tesão.
Ela se levantou e, nua, foi até lá.
Fechando a porta devagar, ele a seguiu e, uma vez lá, a sentou sobre a bancada e, sem mais delongas, a penetrou até as bolas. Comeu ela por um bom tempo e depois a convidou para se juntar à festa, coisa que ela aceitou de boa vontade.
- Galera, olha o que encontrei lá fora, disse ao voltar ao quarto, levando-a pela mão.
Ana, naquele momento de quatro no chão, olhou para ela e continuou no que estava fazendo. Adolfo, ajoelhado na frente dela, enquanto enfiava e tirava o pau da boca dela, fez uma expressão clara de prazer. Nico, que esperava sua vez de bombar a Ana, deu a... bem-vinda, e Raúl, que naquele momento estava montando em Ana, olhou para ela e disse:
- Hoje não conheço ela, então cada um faça o que quiser, enquanto continuava cavalgando a amiga de sua mulher.
Essa luz verde foi suficiente. Adolfo, tirando seu pau da boca de Ana, disse:
- Vem, Nico, e faz eles gozarem na sua cara, eu mal posso esperar para experimentar essa gostosa, e dizendo isso se levantou, se aproximou de Gloria e, beijando-a, deitou-a na cama, ergueu suas pernas sobre seus ombros e a penetrou devagar, observando como seu rosto refletia os diversos graus de excitação e dor. Quando entrou por completo, se ajoelhou e, sentando na cama, a fez sentar sobre suas pernas, e nessa posição começou a levantá-la e abaixá-la sobre seu pau.
Enfim, vários orgasmos tiveram cada um dos homens, e repetidas vezes as mulheres foram banhadas com porra, por todos seus buracos. O momento culminante foi quando Nico, repetindo velhas aventuras, penetrou Gloria por trás, ao mesmo tempo que Raúl fazia o mesmo com Ana. As mulheres, frente a frente, de quatro, olhavam a cara de prazer e excitação da outra, o que aumentava seus desejos. Ambos machos se esvaziaram à vontade, entre gritos e exclamações dos presentes.
Essa foi a última festa de escritório em que Nico participou, mas podem imaginar que não foi a última que aconteceu. Talvez um dia retomemos essa história, e contemos ao leitor outras peripécias e aventuras de um escritório comum e corrente, como o seu.
CAPÍTULO 18
Gloria estava surpresa com sua própria mudança.
A cena que havia vivido despertara toda sua sensualidade, mas apenas para outros homens. Com o marido, era incapaz de se excitar. Temia que, ao voltar da viagem, ele quisesse transar, mas ele se mostrou cansado e nem lembrou do sexo – o que a alegrou, pois assim teria tempo de se recuperar do tranco que aqueles três homens haviam dado nela. Seu corpo ainda doía todo, e mais de uma marca do abuso ainda estava visível em seus seios.
Raúl, por sua vez, estava irritado com ela. Não entendia como uma simples camareira de hotel conseguia satisfazê-lo, enquanto a mulher que ele amava o ignorava completamente. Não compreendia por que sua esposa não sentia desejo sexual.
No entanto, a mudança em sua personalidade, imperceptível para o marido, era notória para os outros. Nico imediatamente ficou em alerta.
Os diálogos entre eles ficavam cada vez mais picantes, e ele deixou transparecer, de forma muito sutil, que não se importaria em atendê-la e oferecer as sensações que, aparentemente, seu marido era incapaz de proporcionar. Ela, fingindo não entender, agradeceu, mas criou distância e mudou de assunto. Na verdade, havia anotado mentalmente a oferta.
Sábado de manhã era o dia que Nico escolhia para descansar. Nesse dia, ele levantava às 9h, lia o jornal e tomava café da manhã, ficando de pijama e roupão enquanto ouvia música.
10h30. A campainha tocou. Como não esperava visitas, surpreendeu-se. E mais ainda quando, ao abrir a porta, deparou-se com a morena Gloria, com um sorriso tímido.
— Oi — disse ela —, eu estava passando pelo bairro e pensei em vir te dar um oi.
— Oi, Gloria. Que bom que você veio. Eu te convidaria para entrar, mas como... Boa casa de solteiro, tá tudo bagunçado e eu, como vê, também tô à vontade em casa.
Não se preocupe, tô acostumada com a bagunça que os homens deixam nas casas, e além disso eu gostaria de tomar um café.
Ele não teve escolha a não ser deixá-la entrar, e por um momento se perguntou o que a tinha trazido até sua casa. Imaginou que algum problema ela teria tido no escritório. Por outro lado, talvez tivesse tido problemas com o marido, o que a colocava numa posição interessante. Decidiu esperar para ver o que acontecia.
A levou até a sala, e foi à cozinha preparar café. Quando a bebida ficou pronta, voltou até onde ela estava.
Ao entrar, a viu agachada, olhando seus CDs, perto do aparelho de som. Seus leggings, naquela posição, marcavam bem sua bunda e deixavam transparecer suas nádegas e suas pernas bem torneadas. Sem demonstrar interesse, ele se dirigiu a uma mesinha e colocou a bandeja ali.
— Uma ou duas? — perguntou.
Assustada, Glória se levantou e se aproximou da mesa.
— Uma, por favor.
Sentou-se numa poltrona e cruzou as pernas. Nico, inclinado sobre a mesa baixa, pôde ver todo seu corpo, e isso o deixou excitado. Com surpresa, lembrou que não estava usando cueca, então, se ficasse ereto, não conseguiria esconder a ereção. Então mudou sua linha de pensamento para evitar se expor.
— Você nunca me tinha visitado — disse ele, já sentado à sua frente, em outra poltrona.
— Realmente, há muitas coisas que nunca tinha feito, e que, nessa altura da vida, decidi repensar — disse ela, enigmática.
— Nunca é tarde para mudar — disse Nico, também enigmático.
Bebiam aos goles o líquido quente e se estudavam com o olhar. Ninguém dizia uma palavra. Glória decidiu que ela devia esclarecer o motivo de sua visita àquela casa.
— A reunião da outra noite mudou minha vida — disse, com voz suave, e, quando se certificou de que tinha a atenção de seu interlocutor, continuou com seu raciocínio.
— Enquanto eu estava sozinha, e meu marido preferiu ficar trabalhando e não... Acompanhar-me, vi como todos vocês curtiam a vida sem complexos.
Nico, desconfortável, a interrompeu.
- Na verdade foi uma simples festa, não é pra tanto.
- Numa simples festa, você não vê um casal se amando debaixo das árvores, um trio se pegando dentro de um vestiário, nem dois colegas de trabalho brincando num carro, completou, com um olhar desafiador e decidido.
Nico ficou imóvel. Ela tinha visto tudo e ele tinha dado em cima dela. Entendia a reprovação diante da sua promiscuidade, que certamente uma pessoa cheia de preconceitos como Gloria não poderia compreender.
- Minha relação com Ana é casual. Se eu dei em cima de você é porque realmente gosto de você e acho que você precisa de atenção masculina, nunca tive a intenção de ofendê-la, disse Nico a modo de desculpa.
- Atenção masculina, disse Gloria enquanto sua imaginação voava, posso te contar o que é atenção masculina.
Nico estava atento ao que estava acontecendo. Pela primeira vez Gloria ia se abrir sobre algum aspecto da sua vida.
- Quando a festa terminou, eu estava com raiva, de todos e de mim mesma, por ter ficado de fora de toda a diversão. Quando ia para casa, três homens que encontrei no caminho me cercaram e me violentaram. Bom, não sei se foi uma violação porque na verdade acho que me proporcionaram mais prazer do que eu pude proporcionar a eles, disse com voz pausada que de forma alguma combinava com o teor da confissão, que fez detalhe por detalhe e que deixou Nico ardendo de tesão. Em seu pijama de seda, o volume não podia ser disfarçado e só era salvo pelo fato de estar sentado. Gloria adivinhou o que estava acontecendo.
- Por favor Nico, me sirva outro café, disse ela oferecendo a xícara que estava vazia em suas mãos.
Ele hesitou, mas não tinha escapatória. Levantou-se e se dirigiu a ela tentando se fazer de desentendido. Ela crava o olhar na calça do pijama, e seu pau pulou como se estivessem picando com uma agulha.
Aproximou-se para pegar a xícara e quando ela a entregou, e ele teve as mãos livres, apoiou-as nos seus lados e descendo suavemente, apertou seu pau.
Nico quase deixou a xícara cair. A sensação foi surpreendente e agradável.
— Quero que me dê o que você dá pra Ana — disse ela olhando-o nos olhos —, e quero que seja um segredo entre nós.
Ele se soltou dela, colocou a xícara na bandeja, pôs a bandeja sobre a mesa grande, deixando a mesinha de centro livre, e se dirigiu novamente até Gloria. Dessa vez, enquanto caminhava, foi desabotoando a braguilha, até que, chegando na frente dela, tirou um pau reluzente e completamente esticado.
Não foram necessárias palavras. Ela o colocou na boca e começou a passar a língua por todo o comprimento. Desfez o nó da calça e ela caiu no chão com um leve ruído de seda. Ágil, Nico levantou primeiro uma perna e depois a outra, ficando totalmente descoberto da cintura para baixo.
Fez Gloria se levantar e a acariciou por todo o corpo. De repente, lembrou que faltava algo.
— Se despe enquanto vou buscar camisinhas — disse.
Foi ao quarto e pegou um pacote de camisinhas na sua mesinha de cabeceira. Escolheu as texturizadas, para garantir que ela sentisse.
Ao voltar, foi agradavelmente surpreendido. Ela havia se despido completamente, ficando apenas de tênis, e estava ali sentada, esperando-o com as pernas abertas.
— Põe uma música mais romântica — pediu Gloria.
Dirigiu-se ao aparelho de som e começou a procurar algo apropriado. Enquanto fazia isso, sentiu uma mão começar a acariciar suas costas por baixo do pijama. Gloria havia se aproximado silenciosamente e estava percorrendo seu corpo com uma suavidade felina que o excitava ainda mais.
Colocou o CD e, devagar, se virou. Seu pau latejava, duro, e, segurando-a pela cintura, deu-lhe um beijo de língua demorado, que os deixou sem ar.
Levou-a em direção aos sofás, enquanto continuava a beijá-la, mas no meio do caminho teve outra ideia. Foi até a mesinha de centro e... Virando-a, ele a ajoelhou sobre ela e a penetrou.
- Espera, põe uma camisinha, disse ela. E ele, tirando o pau, encapou e voltou à carga.
- Ai, como você me esfrega, sussurrou quando o arpão a atravessou. Nico, inclinando-se sobre ela, começou a bombar, primeiro suavemente e depois com uma embalagem devastadora, até que ela começou a acompanhá-lo na viagem, contraindo os músculos da buceta para que ele não pudesse escapar. Ele a pegou pelos peitos e com algumas investidas até o fundo esvaziou seus ovos dentro dela.
Levou alguns minutos para ele se recuperar e sair de cima de sua presa. Quando o fez, a desmontou e ela, sentando-se sobre a mesa, tirou a camisinha, olhando com curiosidade o conteúdo.
- Nenê, que porrada de porra. Se não tivesse usado camisinha, teria me enchido.
- Sinto não ter te dado tempo para gozar, mas você vai entender que a situação foi muito excitante.
- Vou entender se daqui a pouco você me der a revanche, disse enquanto começava a acariciar suas bolas e o pau.
Depois de um tempo, o vigor de Nico começou a renovar-se, e ela colaborou com uma mamada suave que percorreu toda sua masculinidade. Quando ficou duro o suficiente, ela pediu que continuassem. Colocou outro preservativo e, levando-a para o sofá, sentou-se, pedindo a Gloria que se empalasse.
Ela se aproximou sensual e, virando de costas para o macho, recuou, pegou a ferramenta com uma mão, enquanto com a outra abria os lábios da sua xota, e com a direção exata sentou-se, enfiando até a raiz. Uma vez lá, respirou fundo e começou a subir e descer como se tivesse um motor. Não demorou alguns minutos para chegar a um orgasmo barulhento e total.
Ficou ali em cima de Nico, exausta, e ele, girando com muita habilidade, a colocou de lado no sofá e se posicionou atrás dela com sua ferramenta enterrada até o fundo. Nessa posição, começou a brincar com sua bunda, que estava molhada pela própria lubrificação dela, e em Minutos depois, ele estava enfiando o dedo do meio até os nós dos dedos.
- Na outra noite me deram por trás. Nunca tinham feito isso e eu realmente gostei, disse ela, sugestiva.
Não foi preciso mais. Nico a tirou do sofá, tirou a camisinha e, mirando seu cu, começou a empurrar para penetrá-la. Ela gemía, mas empinava a bunda para facilitar a penetração. Em várias investidas, a cabeça entrou. Depois, foi tudo fácil.
Quando conseguiu se introduzir em seu buraco traseiro, esperou um pouco até que os líquidos de ambos facilitassem o caminho, e quando isso aconteceu, começou a se mover lentamente. Estava muito apertado e ele não queria machucá-la, mas evidentemente o canal já havia sido amaciado antes, como Gloria contara.
Enquanto a penetrava, ele a segurava pela cintura para evitar que ela fugisse, embora ela realmente não tivesse muita vontade de fazer isso, e começaram a se dar beijos profundos de língua.
Finalmente, com o canal traseiro aberto, Nico pôde se mover à vontade e começou uma enxadada que fazia o sofá tremer, parecendo prestes a quebrar.
- Para de bombear que vamos acabar no chão, disse ela, ofegante.
- No chão ou no sofá, onde vou acabar é dentro de você, disse ele, enquanto mantinha seu ritmo endiabrado.
O vai e vem dele era acompanhado por ela, que cada vez empinava mais a bunda para que a penetração fosse total. O sofá se movia, embalando esse ato de posse selvagem.
- Acaba de uma vez, filho da puta, que você vai me matar, gritou Gloria à beira do colapso.
E ele, acelerando ainda mais, enfiou até as bolas e gozou no meio de gritos animais de alívio.
CAPÍTULO 19
Raúl, que havia seguido sua esposa nessa saída, ficou parado do lado de fora da casa de Nico quando ela entrou.
Ele estava intrigado por ela sair em uma manhã de sábado, depois de tomar banho, perfumar-se e escolher cuidadosamente sua roupa íntima. Ele fingiu não prestar atenção, mas a curiosidade pôde mais, e ele foi atrás dela.
Ele esperou... um tempinho, e já estava quase indo embora quando de dentro da casa ouviu uns gritos inconfundíveis de um homem gozando de maneira soberba. Ficou imóvel, e bem devagar seguiu o caminho de volta para casa.
Pouco depois, ela voltou para casa, como se nada tivesse acontecido. Ele, então, saiu com a desculpa de que precisava visitar uns clientes.
Chegou na casa do Nico e tocou a campainha. Nico abriu com uma aparência que deixava claro que não tinha estado dormindo, mesmo estando de pijama. Surpreendeu-se ao ver o Raúl, mas o convidou para entrar na cozinha, para evitar que houvesse alguma prova comprometedora por ali.
— Quer um café? — disse, tentando mostrar tranquilidade, o anfitrião.
— Bom, agradeço.
Enquanto servia a bebida, Raúl começou a falar.
— Você sabe que não sou muito feliz no meu casamento. Minha mulher e eu temos diferenças muito profundas, especialmente na cama. Ela é muito cheia de preconceitos e sempre se nega a transar.
— Bom, todos os casais têm problemas, não sei por que está me contando isso.
— Te conto porque você acabou de comer minha mulher, e quero saber como fez.
Nico, pálido, não sabia o que fazer.
— Não tenha medo, não vim brigar nem nada do tipo. Faz tempo que eu tenho minhas aventuras por aí. O que nunca imaginei é que minha mulher também tivesse, com a má vontade que ela tem na hora de foder em casa — disse Raúl, tranquilizando-o.
— Olha, no escritório nunca tivemos nenhuma aproximação. Lá todo mundo se pega com todo mundo, mas ela nunca quis entrar nessa. Hoje, do nada, ela vem na minha casa, se insinua pra mim, e me faz gozar duas vezes.
— Não entendo isso. Jamais teria imaginado.
— Aparentemente, a noite do aniversário dela foi o que causou a ruptura. Naquela festa todo mundo deu uns pegas, menos ela. Para piorar, você não estava, então com toda a raiva e tesão acumulados, ela foi embora. No caminho, foi surpreendida por três homens que abusaram dela de todas as maneiras possíveis. Em vez de ficar traumatizada, a A partir daí, ela começou a perder os preconceitos, explicou Nico.
- Bom, se isso mudar ela, pode ser bom, porque eu realmente a amo e se ela me satisfizesse na cama, eu seria o cara mais feliz do mundo, disse Raúl, resignado. De repente, olhou para Nico e acrescentou:
- Mas a verdade é que você comeu minha esposa, e você tem que compensar isso.
- Não sei como poderia fazer isso, disse Nico.
- Muito fácil, quero participar de alguma festa dos seus amigos, onde em grupo a gente esfole alguma colega de trabalho da minha esposa.
- Qual você prefere?, perguntou Nico, intrigado.
- Eu gostaria de passar a Ana na pedra. Sempre achei ela tão metida e arrogante, que adoraria ver um bando de animais foder ela até o fim.
- Podemos combinar isso, disse Nico, feliz por resolver o problema. Nem mesmo contou a Raúl que tinha comido a esposa dele por trás, mas achou melhor não entrar em detalhes.
Raúl foi para casa, e no caminho sua raiva só crescia. Mas mais do que a raiva, o que crescia era sua tesão. Nunca conseguia transar o suficiente com a esposa, e um inútil que não prestava pra nada tinha gozado duas vezes gostoso com sua mulher.
Chegou em casa e encontrou Gloria arrumando o quarto.
- Como você está, meu amor? disse ele, tentando disfarçar seu estado.
- Bem, um pouco cansada, já que não estou dormindo como gostaria.
- Onde você foi esta manhã? perguntou Raúl.
Ela, culpada, tentou mentir o mínimo possível.
- Fui na casa de uma colega de trabalho levar uns dados, mentiu.
- Você sempre tão responsável, disse ele com um tom de ironia que ela não percebeu.
- Você sabe que eu gosto de fazer as coisas direito, reafirmou, aliviada.
Ele se aproximou, beijou-a e tentou acariciá-la. Ela o rejeitou.
- Agora não, depois a gente conversa, disse.
- Eu estou com vontade agora. Quero que você faça comigo o que fez com Nico há pouco, sua puta de merda, disse ele com rancor.
Ela, pálida, recuou.
- Eu vim da casa dele. Me Ele contou tudo. Mesmo que não fosse necessário, porque eu te segui e ouvi os gritos dele quando te enchia, reafirmou.
Ela começou a chorar.
- Não sei o que deu em mim, me perdoa, nunca tinha feito algo assim.
- Não quero tuas desculpas, quero foder, e dizendo isso ele se aproximou e começou a despi-la. Ela nem tentou resistir.
- Não basta deixar que eu te meta, te quero ativa, gata, como és de ativa com teus amantes, disse ele bastante furioso.
E Gloria, ao ouvir isso, se soltou. Se jogou em cima dele, começou a beijá-lo e acariciá-lo, abriu a camisa e a calça dele e começou a lamber todo o seu corpo até descer sobre seu mastro, que engoliu por completo.
Raúl não podia acreditar no que estava acontecendo e sua excitação era incontrolável. Praticamente arrancou a roupa, e fez o mesmo com a dela, e depois de um tempo de trabalho oral, se posicionou sobre ela, com as pernas abertas e rodeando sua cintura, e a penetrou furiosamente.
- Finalmente estás te comportando como eu quero, disse enquanto a bombava.
- Faz um tempo que tenho sentido coisas que nunca tinha sentido, disse ela enquanto levantava mais as pernas para que a penetração fosse total.
Mudaram várias vezes de posição, e em todas elas, Gloria teve uma atuação ativa que enlouquecia seu marido. Estava irreconhecível. Por fim, ele não aguentou mais.
- Vou fazer algo que sempre quis fazer, disse a ela, enquanto ela chupava seu pau, e sem dizer água vai, gozou em sua boca, e ao tirá-la, regou todo o seu rosto.
- Que gostoso é tomar teu leite, disse ela depois de engolir todo o sêmen que pôde.
- E de agora em diante vou te fazer tomar meu leite por todos os buracos do teu corpo, todos os dias, disse Raúl, ainda zangado.
- Vou fazer com que recuperes todos os anos que perdemos, mas não serei fácil de contentar, disse ela, totalmente submissa.
CAPÍTULO 20
A pressão de Luis sobre Adolfo estava se tornando insuportável.
Desde aquele dia no banheiro, ele o perseguia constantemente. O que ele queria era claro, e ele não estava disposto a desistir.
Adolfo, bissexual por natureza, não estava muito preocupado, enquanto pensava em como tirar mais vantagem dessa situação.
Finalmente, chegando à conclusão de que teria que ceder, decidiu fazer isso em grande estilo.
Há algum tempo ele vinha olhando para Karina, que não lhe dava nenhuma chance de avançar em suas intenções; isso o deixava mal e ele jurou que conseguiria o que queria, e a veria arrastada e submissa.
- Bom, chega de me perseguir – disse ele a Luis, um dia em que este entrou em seu escritório.
- Você sabe o que tem que fazer – disse Luis, sério.
- Olha, conseguir minha atenção não é fácil, mas se você me fizer um favor, eu te faço outro – disse Adolfo.
Luis, interessado, se aproximou.
- O que você quer de mim? – disse com um ar de curiosidade.
- Quero seu apartamento, os dois negros que você usou com Griselda, e que você me entregue Karina naquele lugar para que eu possa brincar um pouco com ela.
- Eu não vou te arranjar putas – disse Luis, irritado.
- Se você quer meu pau, vai fazer o que eu digo, e eu juro que vai valer a pena – disse Adolfo, de forma promissora.
Luis deu meia-volta e saiu. Já tinha decidido satisfazer Adolfo, porque queria que ele o satisfizesse depois.
Chegou ao seu escritório e ligou para Karina.
- Senhorita Karina, esta tarde, em vez de vir ao escritório, você vai a este endereço que vou te dar e seguirá as instruções que lhe forem dadas lá, caso contrário, o gerente ficará muito insatisfeito com seu comportamento – disse com autoridade.
- Mas senhor, não tenho obrigação de fazer isso – disse Karina, suspeitando da razão dessas ordens estranhas.
- Minha filha, vamos deixar de joguinhos, somos adultos, obedeça e terá sua recompensa.
Karina se via novamente sendo penetrada pelo gerente. Não era que o comportamento sexual do velho a desagradasse. Na verdade, era demais para a idade que ele tinha, mas ela estava cansada de ser usada por esse velho. No horário marcado, porém, ela compareceu ao endereço, Luis abriu a porta e, fazendo-a entrar, indicou que na sala estavam dois importantes investidores que ela teria que satisfazer. E sem mais delongas, empurrou-a para dentro do quarto.
Surpresa com essa situação, não soube como reagir. E o que viu na sala completou sua surpresa.
Sentados no sofá, dois jovens morenos, de músculos tensos e corpos bem definidos, como dava para ver através das camisetas coladas, a aguardavam. Não pareciam acionistas, mas ela se aproximou.
- Boa tarde, disse, com simpatia.
- Boa tarde, respondeu o mais jovem.
- O que posso fazer por vocês?, perguntou.
- Bom, para começar, sente-se aqui, disse o mais velho, deixando um lugar no meio dos dois. Karina controlou o nervosismo e sentou.
- Tenho entendido que vocês são investidores.
- Isso mesmo, disse o jovem.
- Vão investir na empresa?, perguntou curiosa.
- Bom, para começar vamos investir na seção pessoal, disse o jovem, que parecia mais falante.
- Não entendo. O que vão investir lá?, perguntou Karina.
O mais velho, pegando sua mão, levou-a até sua virilha.
- Para começar, vou investir esse pau dentro de você, disse com malícia.
Karina tentou retirar a mão do volume que se formava rapidamente, mas o outro, pegando sua outra mão, fez o mesmo. Ela sentia duas protuberâncias que cresciam ao contato de seus dedos e parecia que tudo era um sonho. Quando abriram as braguilhas e tiraram os membros para que ela os masturbasse ao mesmo tempo, percebeu que era verdade.
Foram a despindo enquanto a beijavam por toda parte. O mais velho tomou posse de sua buceta e, enfiando uma língua longa e ágil bem lá dentro, a excitou terrivelmente. O jovem, enquanto isso, deu seu pau para que ela chupasse, e o tamanho encheu sua boca, deixando-a quase sem ar.
Quando todos estavam nus, foram adotando diversas posições nas quais ela era sempre o centro da cena. Penetraram-na, acariciaram-na, viraram-na de frente, de cócoras, e terminaram no chão da sala, com um negro debaixo dela trabalhando sua buceta e o outro enchendo sua boca com seu pau.
Nesse momento, viu uma terceira pessoa se aproximando. Era Adolfo. Totalmente nu e com uma ereção potente, enquanto descapava seu pau, disse:
— Agora, vadia, vou cobrar a pouca atenção que você me dava no trabalho.
Karina quis gritar, mas com um pau de 20 cm na boca não é fácil. Quis fugir, mas presa como estava por um negro com uma arma similar, também não era possível.
Quando Adolfo se aproximou por trás e lubrificou seu ânus, ela entendeu o que estava prestes a acontecer. Quis se opor, mas foi impossível. Devagar, Adolfo esfregou a cabeça de seu pênis em suas nádegas, em sua fenda, e depois começou a empurrar a cabeça dentro de seu cu. A cada empurrão, ele ia entrando mais fundo, até que, finalmente, ela sentiu suas bolas apoiadas contra suas nádegas. Pensou que desmaiaria de prazer, mas aguentou, e depois de alguns minutos nessa posição, Adolfo começou a entrar e sair. Primeiro com movimentos curtos, para depois ganhar velocidade e profundidade. Chegou um momento em que praticamente a tirava toda, e depois a enfiava até a raiz. Karina sentia como suas bolas se esmagavam contra seu corpo a cada investida.
Esse vai e vem era acompanhado pelo negro que estava debaixo dela, também excitado pela situação, e pelo restante integrante do quarteto, muito entretido em chegar até sua garganta com sua ferramenta.
O primeiro a se render foi justamente este. Começou a gozar e Karina, sentindo o sêmen, esticou uma mão e apertou suas bolas para que ele se esvaziasse por completo. A porra saía pelo canto de sua boca e escorria por seu rosto e seus seios, gotejando sobre o negro que estava debaixo dela.
Este, ao sentir a porra de seu companheiro, deu três ou quatro enfiadas profundas e também gozou, com jatos que Karina... Ela sentia as batidas em sua matriz, e era mantida em um orgasmo interminável que começara quando seu invasor traseiro assumira completamente seu cu.
Terminada a tarefa, os dois negros se retiraram, e Karina ficou ali, de quatro, submetida ao vai e vem libidinoso de Adolfo, que ainda não estava disposto a terminar o trabalho.
Durante cinco minutos ele continuou empurrando, e os orgasmos de Karina a faziam soluçar de prazer, até que, não aguentando mais, ela meteu uma das mãos entre as pernas e, pegando nas bolas de Adolfo, começou a acariciá-las e apertá-las.
— Você vai me fazer gozar, puta! — gritou Adolfo, fora de controle, e começou a jorrar em longos jatos dentro do cu de Karina. Seu orgasmo era interminável, e Karina, afrouxando-se, deitou-se no chão, sem que seu invasor afrouxasse a penetração.
Depois de um tempo, eles se beijaram, conversaram um pouco, se vestiram e foram embora, coisa que já haviam feito sem serem ouvidos os negros contratados por Luis.
Na semana seguinte, Adolfo foi o convidado de honra na casa de Luis e teve que satisfazer os desejos de quem lhe proporcionou a diversão que descrevemos.
CAPÍTULO 21
Na segunda-feira, Nico foi ao trabalho preocupado.
Por um lado, estava feliz; por outro, tinha que mudar toda a sua vida.
Depois de muito tempo, lhe ofereceram um trabalho em outra cidade, dentro do estilo de trabalho que ele gostava. Mas esse trabalho o obrigava a deixar seu atual escritório.
Decidiu aceitá-lo e, lembrando o que conversara com Raúl, pensou em organizar uma despedida à toda orquestra para que fosse algo realmente inesquecível.
Não ia dizer nada a ninguém. No fim do mês, deixaria o trabalho, e pronto, começaria uma nova vida em outro lugar.
Aquela sexta-feira seria o dia. Convidou Ana para ir à sua casa; ela, a princípio, não estava decidida, mas ele a convenceu quando disse que não iam ficar sozinhos. Ana pensou imediatamente em algum intercâmbio como o que já haviam feito, e isso a excitou. Seu sonho eram relações múltiplas, embora nunca se... animaria a dizer. Fazer sexo com dois homens consecutivamente era o mais próximo que ela conseguia encontrar dos seus desejos. Depois, conversou com Rodolfo e Adolfo. Contou do que se tratava e todos ficaram encantados. Rodolfo ainda não a tinha experimentado e estava com vontade. Adolfo, por outro lado, adorava ver uma mulher sendo comida por vários caras ao mesmo tempo. Quando tudo estava pronto, avisou Raúl, e ele deu mais uma volta no parafuso da história. Chegou em casa e, enquanto fazia amor com Gloria, comentou que tinha informações de que Ana gostava de sexo com vários homens. Gloria não acreditou, dizendo que, embora transasse com Nico, isso não a tornava uma prostituta. - Olha, vou te provar. Na sexta você vem comigo, se esconde na casa do Nico e vai ver como quatro machos comemos sua amiga todos juntos. - Acho muito descarado da sua parte me convidar para ver como você come minha amiga, disse Gloria irritada. - Você já comeu seu amigo, e eu não disse nada, mas para você ver que não sou tão ruim, se quiser pode participar, disse ele sorridente. E assim, a orgia teria cinco participantes e uma espectadora escondida, embora a lascívia recém-descoberta de Gloria tornasse difícil que ela ficasse apenas observando. Na sexta, foram chegando. Primeiro Rodolfo e Adolfo, que foram para a cozinha, depois Ana, que ficou no primeiro quarto, e finalmente Raúl, que, por ser o último, se deu o jeito de deixar a porta aberta e permitir que Gloria se infiltrasse no segundo quarto, enquanto ele ia para a cozinha junto com os outros gladiadores. Nico entrou no quarto onde estava Ana e começou a deixá-la com tesão, até conseguir deixá-la nua, excitada e ainda alegrá-la com algumas taças de champanhe. Chegado a esse ponto, e com a mulher deitada na cama, disse para ela esperar, que ia buscar a surpresa. E foi uma surpresa quando ela viu entrar quatro homens nus, todos exibindo belas ereções. - O quê? É isso?, perguntei surpresa.
- Essa é a melhor foda que você já levou na vida, disse Adolfo pulando sobre ela. E atrás dele, o resto dos degenerados fez o mesmo.
Quando todos já tinham entrado, Gloria se posicionou no corredor e, pela porta entreaberta, conseguia ver tudo o que acontecia. Viu o marido fazendo a amiga chupar seu pau, viu Nico penetrando-a com selvageria, Rodolfo lambendo seus peitos, e o clímax foi quando todos a empalaram ao mesmo tempo.
Gloria não aguentou mais, lembrou das cenas naquela casa onde ela foi a vítima propiciatória de três caras que a usaram e gozaram sem piedade. E, se despindo, fez sinal para Rodolfo, que naquele momento estava livre, já que não tinha um buraco onde enfiar.
Rodolfo ouviu o assobio, olhou para a porta e não acreditou no que viu. Gloria estava lá, pelada, chamando-o. Olhou para Raúl, que naquele momento estava debaixo de Ana com seu pau bem dentro da buceta dela, e pensou que não valia a pena pedir permissão, então se dirigiu à porta.
Espiou devagar e, para sua surpresa, sentiu que agarravam seu pau e começavam a chupá-lo. Era Gloria, ajoelhada atrás da porta, que o pegou ao passar. Ele ficou ali, aproveitando aquela chupada inesperada.
- Vai pra cozinha que já estou com você, disse ela, com tesão.
Ela se levantou e, nua, foi até lá.
Fechando a porta devagar, ele a seguiu e, uma vez lá, a sentou sobre a bancada e, sem mais delongas, a penetrou até as bolas. Comeu ela por um bom tempo e depois a convidou para se juntar à festa, coisa que ela aceitou de boa vontade.
- Galera, olha o que encontrei lá fora, disse ao voltar ao quarto, levando-a pela mão.
Ana, naquele momento de quatro no chão, olhou para ela e continuou no que estava fazendo. Adolfo, ajoelhado na frente dela, enquanto enfiava e tirava o pau da boca dela, fez uma expressão clara de prazer. Nico, que esperava sua vez de bombar a Ana, deu a... bem-vinda, e Raúl, que naquele momento estava montando em Ana, olhou para ela e disse:
- Hoje não conheço ela, então cada um faça o que quiser, enquanto continuava cavalgando a amiga de sua mulher.
Essa luz verde foi suficiente. Adolfo, tirando seu pau da boca de Ana, disse:
- Vem, Nico, e faz eles gozarem na sua cara, eu mal posso esperar para experimentar essa gostosa, e dizendo isso se levantou, se aproximou de Gloria e, beijando-a, deitou-a na cama, ergueu suas pernas sobre seus ombros e a penetrou devagar, observando como seu rosto refletia os diversos graus de excitação e dor. Quando entrou por completo, se ajoelhou e, sentando na cama, a fez sentar sobre suas pernas, e nessa posição começou a levantá-la e abaixá-la sobre seu pau.
Enfim, vários orgasmos tiveram cada um dos homens, e repetidas vezes as mulheres foram banhadas com porra, por todos seus buracos. O momento culminante foi quando Nico, repetindo velhas aventuras, penetrou Gloria por trás, ao mesmo tempo que Raúl fazia o mesmo com Ana. As mulheres, frente a frente, de quatro, olhavam a cara de prazer e excitação da outra, o que aumentava seus desejos. Ambos machos se esvaziaram à vontade, entre gritos e exclamações dos presentes.
Essa foi a última festa de escritório em que Nico participou, mas podem imaginar que não foi a última que aconteceu. Talvez um dia retomemos essa história, e contemos ao leitor outras peripécias e aventuras de um escritório comum e corrente, como o seu.
2 comentários - Ofuckcina ( parte final)