Fetichismo com minha prima

Olá a todos:

Sinto muito por ter sumido, andei bem ocupado na faculdade e acabei esquecendo deste site e que tinha uma história para terminar.

Como mencionei no post anterior, minha prima Susi e eu prometemos que na próxima vez que nos encontrássemos, terminaríamos o que começamos. Mas lamento informar, colegas leitores, que não foi assim. Até hoje não consegui, ou melhor, não conseguimos finalizar isso.

Mas não fiquem tristes, minha vida sexual estava prestes a dar uma guinada tremenda. Nunca tinha pensado em incesto (foder um parente seu), mas acreditem, jamais imaginei o quão foda isso é.

Tudo começa com um pouco do meu passado. Meus avós paternos nasceram em Monterrey, México, mas por várias circunstâncias de trabalho se mudaram para cá, Guadalajara, México. Deixaram toda a família lá e aqui formaram a deles: minha mãe nasceu e eu nasci. Mas sempre mantivemos contato com a família de Monterrey. Uma prima da minha mãe teve dois filhos, Júlio e Mônica. Júlio da minha idade e Mônica dois anos mais velha que eu.

Minha prima tem 1,80m de altura (uns 12cm mais alta que eu), corpo bem magro (já que teve problemas de anorexia tempos atrás), o que fazia qualquer roupa ficar maravilhosa nela. Tinha um corpo invejável de modelo, alta e magra a ponto de marcar as costelas e a coluna. Mas tinha os lindos atributos da mãe: peitos redondinhos como melões e uma bundinha pequena, mas bem empinada. Eu sempre me sentia um lixo perto dela, talvez por ela ser mais alta que eu, mas com ela, assim como com o Júlio, me divertia pra caramba toda vez que ia visitá-los. Mas algo que mudou meu destino aconteceu naquela visita, quando eu tinha 17 anos.

Fiquei uma semana inteira visitando, e no último dia da minha estadia organizaram um jantar de despedida para os visitantes na casa do meu tio-avô, bem em frente à casa dos meus primos Júlio e Mônica, onde eu dormia. Júlio e eu Passamos o dia inteiro no quarto dele jogando Xbox 360 até que vimos as horas e já tava na hora de ir pra festa do lado. Júlio me deixou jogando sozinho e foi tomar banho. Meia hora depois ele saiu e começou a se trocar, eu larguei o videogame e peguei minha toalha pra entrar no banho agora. Quando tava quase entrando no banheiro, Mônica me intercepta e fala: -Espera aí!!!, deixa eu tomar banho primeiro. Não demoro, juro- ela não me deixou responder e se trancou no banheiro. Voltei pro quarto do Júlio e ele já tinha terminado de se trocar. -Te vejo lá- ele falou. Mônica demorou uma porra de uma hora no banheiro. E eu comecei a fantasiar com ela. Imaginava que espiava pela fresta do banheiro e via ela pelada se lavando. Quando finalmente saiu, foi pro quarto dela -Já liberei o banheiro, primo!!- ela gritou. Peguei minhas coisas e me tranquei no banheiro. Comecei a tirar a roupa e tomei um susto quando abri a cortina do chuveiro, primeiro achei que era imaginação, mas olhei de novo fixamente e era real. Não podia acreditar, era uma tanga preta com detalhes da Slutty Baby Flat do lado do chuveiro. Era óbvio que era da Mônica, e que tava suja, a idiota não levou antes de sair, tava suja pensei, tava suja, suja, molhadinha, impregnada com os cheiros da buceta dela, qual o cheiro de uma buceta? me perguntei. Aproximei pra cheirar e foi uma viagem alucinante pra outro mundo erótico. Meu pau reagiu ao contato das minhas narinas e endureceu, não aguentei a excitação e comecei a me masturbar com vontade. Com meu nariz inalando a tanga dela, saboreando os cheiros da buceta dela. Quis gozar nela, mas pensei e se eu ficar com ela? Se eu banhar de porra, vai parar de cheirar a buceta dela. E é um cheiro tão especial. Gozei no chão e decidi ficar com ela, ela nunca vai perceber que eu peguei, pensei. Saí do banho e escondi a tanga dela no fundo da minha mala. É uma lembrancinha da minha prima, pensei sem vergonha. Depois conto como ela descobre minha lembrancinha e o que a gente faz enquanto todo mundo... dormem
A SEGUNDA PARTE PROMETO CONTAR ASSIM QUE POSSÍVEL.
Valeu por ler.

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