[Olá, sou o Bruji7o da cidade das diagonais, 36 anos, muito ativo sexualmente e amante do prazer com o sexo oposto em grande quantidade, mas sem mais delongas, vamos relatar aquela noite cheia de surpresas...
A data, se não me engano, foi 27 de abril do ano passado, quando fui jantar com uma amiga que estava fazendo aniversário, 38 pra ser exato, de um corpo muito gostoso, peitões bonitos e uma bunda impressionante... Jantamos num lugar muito bonito e aconchegante, e como sempre, com um ótimo atendimento, reforço isso porque não foi o primeiro encontro com ela, que vou chamar de Sofi.
Sofi, vestindo uma calça jeans justa preta, uma blusa bem decotada, sem sutiã, bota e jaqueta de couro preta, cabelo loiro, olhos claros, embelezavam aquela noite. Eu sabia que algo ia rolar naquela noite, e foi o que aconteceu... Jantamos sorrentino com molho verde, vinho tinto syrah, e morangos com creme de sobremesa... Fomos nos levando a nos beijar lentamente com o olhar... e depois com nossos lábios nos fundindo até esquecermos que o lugar tinha um pouco de gente.
Foi assim que, entre beijos e beijos, nossas mãos foram se soltando e ela, sem mais, permitiu que eu levantasse sua linda calcinha fio dental... Os mamilos já estavam durinhos e ela não aguentava mais a vontade de ir além. Assim, a calcinha foi esticando e, sem querer querendo, as tiras tão finas quanto a linha tênue que estávamos tentando romper se romperam... Até que a linda calcinha ficou totalmente cortada... e comecei a tirá-la dela. Ali, no meio de olhares, percebemos que não dava pra continuar naquele lugar... e foi o que aconteceu.
Saímos, subimos na moto — isso, na época eu tinha moto — e fomos pra onde desse na telha naquele momento. E foi assim: demos uma volta, compramos camisinhas e estacionamos na catedral da cidade, num dos lados. E continuamos a tarefa de antes. Foi então que, sem hesitar, baixamos as calças, sentei ela num canteiro e comecei a... Acariciar devagar até levar ela ao primeiro gozo... foi assim que, depois de uma preliminar, a Sofi se abaixa e se ajoelha lentamente, começando a chupar meu pau totalmente ereto e pronto pra ser usado... foi assim que, depois de um bom tempo, ela se reclinou e apoiou os braços no parapeito, deixando a rabeta ao vento pra ser penetrada... aí percebi que o prazer dela ia além, e então a satisfiz... foi naquele instante que, sem hesitar, encaixei meu pau na rabeta dela e, ao aproximar do cu dela... penetrei sem dúvida, sentindo o ofegar dela, os gemidos, a respiração... e a voz entrecortada pedindo pra ir mais longe... e assim fiz ela sentir mais prazer... ficamos assim por duas horas... ao ar livre foram três gozadas enormes... onde ela não só gozou, mas também tomou todo o leite do pau de quem tá falando... quando tava levando ela pra casa, abraçados, combinamos de repetir... mas isso fica pra um segundo post.
A data, se não me engano, foi 27 de abril do ano passado, quando fui jantar com uma amiga que estava fazendo aniversário, 38 pra ser exato, de um corpo muito gostoso, peitões bonitos e uma bunda impressionante... Jantamos num lugar muito bonito e aconchegante, e como sempre, com um ótimo atendimento, reforço isso porque não foi o primeiro encontro com ela, que vou chamar de Sofi.
Sofi, vestindo uma calça jeans justa preta, uma blusa bem decotada, sem sutiã, bota e jaqueta de couro preta, cabelo loiro, olhos claros, embelezavam aquela noite. Eu sabia que algo ia rolar naquela noite, e foi o que aconteceu... Jantamos sorrentino com molho verde, vinho tinto syrah, e morangos com creme de sobremesa... Fomos nos levando a nos beijar lentamente com o olhar... e depois com nossos lábios nos fundindo até esquecermos que o lugar tinha um pouco de gente.
Foi assim que, entre beijos e beijos, nossas mãos foram se soltando e ela, sem mais, permitiu que eu levantasse sua linda calcinha fio dental... Os mamilos já estavam durinhos e ela não aguentava mais a vontade de ir além. Assim, a calcinha foi esticando e, sem querer querendo, as tiras tão finas quanto a linha tênue que estávamos tentando romper se romperam... Até que a linda calcinha ficou totalmente cortada... e comecei a tirá-la dela. Ali, no meio de olhares, percebemos que não dava pra continuar naquele lugar... e foi o que aconteceu.
Saímos, subimos na moto — isso, na época eu tinha moto — e fomos pra onde desse na telha naquele momento. E foi assim: demos uma volta, compramos camisinhas e estacionamos na catedral da cidade, num dos lados. E continuamos a tarefa de antes. Foi então que, sem hesitar, baixamos as calças, sentei ela num canteiro e comecei a... Acariciar devagar até levar ela ao primeiro gozo... foi assim que, depois de uma preliminar, a Sofi se abaixa e se ajoelha lentamente, começando a chupar meu pau totalmente ereto e pronto pra ser usado... foi assim que, depois de um bom tempo, ela se reclinou e apoiou os braços no parapeito, deixando a rabeta ao vento pra ser penetrada... aí percebi que o prazer dela ia além, e então a satisfiz... foi naquele instante que, sem hesitar, encaixei meu pau na rabeta dela e, ao aproximar do cu dela... penetrei sem dúvida, sentindo o ofegar dela, os gemidos, a respiração... e a voz entrecortada pedindo pra ir mais longe... e assim fiz ela sentir mais prazer... ficamos assim por duas horas... ao ar livre foram três gozadas enormes... onde ela não só gozou, mas também tomou todo o leite do pau de quem tá falando... quando tava levando ela pra casa, abraçados, combinamos de repetir... mas isso fica pra um segundo post.
3 comentários - Uma noite especial