Pode soar feio pras mães que lerem isso, mas não existe tesão maior do que ver esse docinho tomando chimarrão com a mãe enquanto eu me mostro pelada na cozinha pra ele... tão doce, tão meigo e atencioso com a mãe dele... tão selvagem, sexopata e sem vergonha... tanta qualidade num moleque, é uma maravilha. Queria dizer que foi gostoso comer ele, mas ontem não foi gostoso não. Ele bateu na porta de um jeito diferente do normal, mais forte, quase bravo. Quando abri a porta, me surpreendi com os olhos dele cheios de lágrima e quando entrou, falou que precisava de um abraço, mas não era bem assim. Quase na hora que abracei ele, me empurrou contra a parede, trancou a porta e entrou. Jogou a mochila e a jaqueta enquanto eu andava pra trás perguntando o que tava rolando... entramos na cozinha, ele me pegou pelo cabelo e me jogou contra a mesa. Foi impossível querer me levantar. Arrancou minha jaqueta e destruiu meu sutiã. Me virou, começou a me beijar sempre me segurando pelo cabelo e num instante eu senti: os dentes afiados dele cortando meus lábios e deixando escorrer gotinhas de sangue. Dei um tapa na cara dele, ele abriu a boca e foi direto pros meus peitos, encheu eles de mordidas enquanto eu sentava na mesa sendo segurada pelo cabelo. Abriu minhas pernas e arrancou minha calcinha fio dental. Me jogou de costas, me segurou pelo pescoço e disse:
- Se você falar, te quebro toda. O que você precisa é de educação.
Não tive coragem de responder, porque naquela altura eu já tinha gostado. Sentir toda a raiva dele no meu corpo, a vontade de foder e o hálito quentinho falando baixinho, enquanto me segurava pelo pescoço... ele me penetrou. Tava toda molhada e me queixava o quanto podia, já que as mãos dele apertando meu pescoço não deixavam entrar ou sair muito ar. Enterrei minhas unhas nas costas dele o máximo que pude, queria mostrar que também sabia jogar esse jogo. Percebi que ele gostou: quanto mais eu arrebentava as costas dele, mais forte e duro ele me comia. Era uma selvageria total. Minha boca ensanguentada, igual meus dedos, a roupa rasgada... era um Filme de terror... num instante as mãos dele deslizaram do meu pescoço pros meus peitos, ele puxou uma cadeira com o pé direito e sentou comigo por cima, comecei a me mexer por instinto, não conseguia parar de me esfregar na pica linda dele, pedia aos berros pra ele me encher de leite e ele me deu um tapa. Aí ele me levantou e me jogou contra a parede, era como se ele entendesse, abri as mãos, apoiei as palmas na parede, abrindo as pernas e dando minha bunda pra ele fazer o que quisesse. Ele se ajoelhou e começou a chupar sem parar, me fez gemer, gritar, até eu ficar dilatada o suficiente pra ele me penetrar com a língua, sentia a língua grossa e molhada dele se remexendo dentro do meu cu, até que depois de uns 30 minutos ele se levantou e meteu a pica lá... Deus... quanto mais ele me penetrava, mais eu queria, a pica dele sumiu dentro do meu cu até eu sentir... verdade, gente... não troco a sensação gostosa de uma porra bem no fundo do cu por nada, gozei enquanto ele gozava, ele reclamava e tremia... eu já não aguentava mais nas pernas... então a gente se jogou no chão, completamente fodidos, arranhados, mordidos, roxos e moídos...
- Gostou?
- Siiiiiiii... muito, guy!
- Aguentaria isso todo dia?
- Pediria todo dia...
- Que bom, então posso te pedir...
- O que quer me pedir?
- Que você goze, vou pra Ushuaia.
- Guy, tá doido?
- Tô apaixonado.
- Fuck, isso não é love, sabe o quê? Se veste e vai embora... Vai pra pussy da lora... seu otário!
Algo não estava certo, ele sabe, tenho marido, casa e filhos, não posso ficar fazendo essas merdas, pensei...
Enquanto resmungava juntando o que sobrou da minha roupa, e tentando me vestir, lembrei que foi uma das fodas mais selvagens e melhores que já tive na vida, me fez tremer um garotinho?? que loucura, porra!
A verdade é que tô pasma, aí é que tá, meu neném é a melhor coisa que passou pela minha cama, mas ele vai embora. Que pena...
Voltei pra casa depois de tomar banho no trabalho. Vestir o uniforme de uma amiga que me emprestou porque não dava pra chegar em casa daquele jeito. Quando cheguei, vesti minha filhinha e levei ela pro jardim. Quando voltei, meu marido tava me esperando no sofá com o pau pra fora:
— Chupa essa puta...
— Não quero, gordo.
— Tá cansada?
— Sim, quero dormir.
Hoje à noite, enquanto me vestia, passei a ponta dos dedos pelos hematomas e fiquei molhada. Pode ser meio doentio da minha parte, mas espero que ele volte esta noite. Tomara que ele não tenha ido embora, tomara que ele fique...
Aliás, enquanto escrevo esse relato, sabem de uma coisa? A campainha tocou e acho que é ele.
- Se você falar, te quebro toda. O que você precisa é de educação.
Não tive coragem de responder, porque naquela altura eu já tinha gostado. Sentir toda a raiva dele no meu corpo, a vontade de foder e o hálito quentinho falando baixinho, enquanto me segurava pelo pescoço... ele me penetrou. Tava toda molhada e me queixava o quanto podia, já que as mãos dele apertando meu pescoço não deixavam entrar ou sair muito ar. Enterrei minhas unhas nas costas dele o máximo que pude, queria mostrar que também sabia jogar esse jogo. Percebi que ele gostou: quanto mais eu arrebentava as costas dele, mais forte e duro ele me comia. Era uma selvageria total. Minha boca ensanguentada, igual meus dedos, a roupa rasgada... era um Filme de terror... num instante as mãos dele deslizaram do meu pescoço pros meus peitos, ele puxou uma cadeira com o pé direito e sentou comigo por cima, comecei a me mexer por instinto, não conseguia parar de me esfregar na pica linda dele, pedia aos berros pra ele me encher de leite e ele me deu um tapa. Aí ele me levantou e me jogou contra a parede, era como se ele entendesse, abri as mãos, apoiei as palmas na parede, abrindo as pernas e dando minha bunda pra ele fazer o que quisesse. Ele se ajoelhou e começou a chupar sem parar, me fez gemer, gritar, até eu ficar dilatada o suficiente pra ele me penetrar com a língua, sentia a língua grossa e molhada dele se remexendo dentro do meu cu, até que depois de uns 30 minutos ele se levantou e meteu a pica lá... Deus... quanto mais ele me penetrava, mais eu queria, a pica dele sumiu dentro do meu cu até eu sentir... verdade, gente... não troco a sensação gostosa de uma porra bem no fundo do cu por nada, gozei enquanto ele gozava, ele reclamava e tremia... eu já não aguentava mais nas pernas... então a gente se jogou no chão, completamente fodidos, arranhados, mordidos, roxos e moídos...
- Gostou?
- Siiiiiiii... muito, guy!
- Aguentaria isso todo dia?
- Pediria todo dia...
- Que bom, então posso te pedir...
- O que quer me pedir?
- Que você goze, vou pra Ushuaia.
- Guy, tá doido?
- Tô apaixonado.
- Fuck, isso não é love, sabe o quê? Se veste e vai embora... Vai pra pussy da lora... seu otário!
Algo não estava certo, ele sabe, tenho marido, casa e filhos, não posso ficar fazendo essas merdas, pensei...
Enquanto resmungava juntando o que sobrou da minha roupa, e tentando me vestir, lembrei que foi uma das fodas mais selvagens e melhores que já tive na vida, me fez tremer um garotinho?? que loucura, porra!
A verdade é que tô pasma, aí é que tá, meu neném é a melhor coisa que passou pela minha cama, mas ele vai embora. Que pena...
Voltei pra casa depois de tomar banho no trabalho. Vestir o uniforme de uma amiga que me emprestou porque não dava pra chegar em casa daquele jeito. Quando cheguei, vesti minha filhinha e levei ela pro jardim. Quando voltei, meu marido tava me esperando no sofá com o pau pra fora:
— Chupa essa puta...
— Não quero, gordo.
— Tá cansada?
— Sim, quero dormir.
Hoje à noite, enquanto me vestia, passei a ponta dos dedos pelos hematomas e fiquei molhada. Pode ser meio doentio da minha parte, mas espero que ele volte esta noite. Tomara que ele não tenha ido embora, tomara que ele fique...
Aliás, enquanto escrevo esse relato, sabem de uma coisa? A campainha tocou e acho que é ele.
3 comentários - O filho da minha amiga parte 2