Mi mujer se dejo follar por todos lados

Oi, leitores! É a primeira vez que escrevo sobre minhas experiências, mas com certeza não será a última.

A série de relatos que vou contar são totalmente reais, não estão em ordem cronológica, mas isso não importa {acho}, mas tenho certeza que vocês vão curtir.

Me chamo Carlos, sou casado com a Mary, uma mulher atraente, olhos grandes e pretos, cabelo castanho, 1,65m de altura, peitos grandes, mas firmes e empinados, bunda boa e esbelta, então como vocês podem imaginar ela é objeto de desejo de muitos homens - e mulheres também. Moramos no sul da Espanha, perto de Cádiz.

O relato de hoje começou a se formar numa noite em que estávamos fodendo, com muito tesão, ela estava pegando fogo, eu estava com o pau enfiado e bombando nela, ela gritava de prazer, e eu disse... Talvez fosse bom você ter um pauzão na boca, pra calmar os gemidos. Ela riu no meu ouvido e disse: "Pois não seria uma má ideia ter outro pau na cama..." Ahhhh, a ideia agradou, mas pra minha surpresa, ela disse: "Mas o que eu gostaria mesmo era de ter três caras ao mesmo tempo... O que você acha?" Eu disse, excitado com a confissão dela: "Siiiiim!" - ela falou enquanto eu aumentava o ritmo da foda - "Três paus só pra mim, ahhhhhhhhhhhh", foi a última coisa que ela disse antes de gozar. Eu gozei também ao mesmo tempo que ela. Depois ela foi tomar banho, e eu decidi perguntar se era só uma fantasia ou se ela realmente gostaria de estar com três homens ao mesmo tempo.

Fui pro chuveiro e enquanto lavava as costas dela, falei com doçura: "Você realmente gostaria de estar com três homens ao mesmo tempo?" Ela me respondeu que era só uma fantasia, que não tinha importância, ao que eu respondi que pra mim não tinha problema, enquanto acariciava a bucetinha dela, e que até tinha a oportunidade de conseguir isso - já que pelo meu trabalho eu precisava me deslocar com frequência pra uma cidade a uns cem quilômetros da nossa e conhecia um lugar onde poderíamos realizar as fantasias dela. Ela me olhou surpresa num primeiro momento, mas diante da... A confirmação do meu olhar me disse: "Vamos, Carlos, temos que conversar sobre isso com calma."

"Sabe o que você está me propondo?" - me perguntou séria.

"Claro que sei, pensei muito nisso e acho que já chega de fantasias. Eu sei que você também quer, e eu também, então por que não damos um passo adiante? Você sabe que te amo, e se fizermos direito, sabendo que é só foda e não fazer amor, que é puro prazer, não tem por que dar problema."

Ela ficou alguns minutos pensativa e me disse: "Caso eu dissesse sim, como faríamos? Imagino que não seja tão fácil encontrar pessoas dispostas a isso, né?"

"Como te disse antes, conheço um lugar em Cádiz onde tomo café todo dia depois do almoço, já que é relativamente perto do trabalho e é tranquilo. Naquela hora quase não tem ninguém, exceto o Lucas, um cara que também trabalha perto, e o dono do bar, Jorge, que é um tarado sem vergonha, sempre falando de mulheres. Os dois são bonitões, com certeza você vai gostar. Mas temos que fazer de um jeito que eles não saibam que você é minha mulher."

"Conta seu plano, safadinho" - ela me disse num tom malicioso, enquanto começava a acariciar meu pau.

"Bom, a ideia é você aparecer no bar na hora marcada, com roupa provocante, e depois se deixar levar. Eu vou tomar a iniciativa como se não te conhecesse, e aí a gente vê o que acontece. Se tiver mais gente ou algo não der certo, a gente só vai embora como se tivéssemos ficado, entendeu?"

"Sim, entendi" - ela disse, e abaixando a cabeça, colocou meu pau na boca e começou a me fazer um boquete. Tirando um momento, me disse: "Vou pensar e te dou uma resposta sobre isso", e continuou com o boquete até eu gozar na sua boca.

Não voltamos a falar sobre o assunto por alguns dias, mas numa sexta-feira, estando eu no trabalho, ela me ligou e disse: "Hoje é o dia de tornar nossa fantasia realidade, tá pronto? Segura, amor? – perguntei.
– Sim, tô segura.

Lembra onde te falei que era o bar? – perguntei.
– Lembro sim, não se preocupa, a gente se vê depois.

Não acreditava. Ela tava a fim. No começo até deu um pouco de medo, mas o passo já tava dado. A manhã foi interminável, mas tudo chega…

Nesse dia almocei muito mais rápido que o normal e fui pro bar. Só tinha o Jorge, garçom e dono do lugar – um cara alto, 1,95, uns 40 anos, moreno e forte. Ele me serviu o de sempre e, em poucos minutos, chegou o Lucas, um moleque de uns 25 anos, 1,75, com um visual bem gostoso. Tudo no lugar, só faltava ela chegar – e mais ninguém, claro. Dez minutos depois, a Mary entrou pela porta do bar. Tava com um vestido preto de alcinha, curtíssimo, um decote escandaloso e uns sapatos de salto. Dava pra ver os peitos através do vestido – a safada nem sutiã tinha colocado. Tava um escândalo.

– Boa tarde – disse a Mary, sentando num banco alto do balcão, entre o Lucas e eu. – Uma Coca Booty, por favor – pediu, olhando pro Jorge, que já tava devorando ela com os olhos, igual ao Lucas.

– Nossa, Jorge, sua clientela tá melhorando, hein? – comentei. E, virando pra Mary, perguntei: – Nunca te vimos por aqui, é nova no bairro?

– Não, tô só de passagem – ela respondeu.

– Meu nome é Carlos, e eles são o Jorge e o Lucas.

– Eu me chamo Mary, prazer – disse ela, olhando pra cada um de nós.

Era a hora de atacar. Desci do banco, me aproximei dela e perguntei: – Então, Mary, o que uma gostosa dessas tá fazendo por aqui sozinha? – Enquanto falava, comecei a acariciar a cintura dela.

– Eita, fica quietinho – ela disse, tirando minha mão, mas o tom de voz era mais um convite do que uma rejeição.

Enquanto isso, o Lucas tinha se aproximado – encorajado pelo meu ataque – e começou a tocar na perna esquerda dela.

Ela virou pra ele e falou: – Para… —com o mesmo tom de voz—

eu, aproveitando que ela virou as costas, enfiei as mãos por baixo dos braços dela e agarrei seus peitos, amassando-os, enquanto dizia, colando minha boca no ouvido dela: "Vamos, você não gostaria de fazer uma festinha com a gente?". Lucas já estava passando a mão na bunda dela por cima do vestido.

"Unnnn, vocês estão me deixando com tesão, mas aqui... no bar, alguém pode entrar."
"Não se preocupe com isso," disse Jorge, saindo de trás do balcão e trancando a porta.

No mesmo instante, seus lindos peitos já estavam ao ar. Eu comecei a chupar um enquanto Lucas chupava o outro. Jorge se posicionou na frente dela e, agachando-se, levantou o vestido curto e disse: "Olha só, ela não está usando calcinha. Que bucetão gostoso você tem, vou comer todinho." Ele se atirou no chocho totalmente depilado da minha mulher, começou a dar linguadas na xereca e, abrindo os lábios, enfiou a boca inteira, chupando seu grelo...

"Ahhhhhhhhhh, como você me chupa bem, cara!" — disse minha mulher, começando a curtir a situação — "Ummm, que língua boa você tem... Ohhhhh, sim, chupem meus peitos!" — ela já falava com voz de puta — "Ahhhhhhhhhh... Ahyyyyyyyyy, que gostoso isso!" Ela estava gozando na boca de Jorge. Ele, percebendo, parou e, com o rosto todo melado do fluxo vaginal do orgasmo dela, disse: "Bom, se você gostou disso, espere só para ver o que vem por aí."

Eu intervim e disse: "Vamos, gostosa, por que você não chupa nossos paus?" Ela se levantou do banco e, com cara de putona, tirou o vestido, enfiou um dedo na boca e, nos olhando, se agachou. Imediatamente, nós três já estávamos com as calças nos tornozelos. O pau do Lucas era bom, uns 17 cm, um pouco menor que o meu, que tem 18 cm e 5,5 de grossura. Mas o do Jorge era um verdadeiro monstro — já estava totalmente duro e devia ter pelo menos 24 ou 25 cm, grosso e veiudo. Minha mulher, ao vê-lo, ficou com os olhos arregalados e foi direto chupar o dele primeiro. Ela o pegou com uma mão enquanto dava linguadas e, com a outra, agarrou o... O rabo do Lucas balançando suavemente, a mamada que ele estava dando no dono do bar era de escândalo, passava a língua na cabeça do pau e amassava com os lábios, enfiando e puxando o que cabia na boca... Caralho, tia, como você chupa bem, ohhhhh... - dizia Jorge. Começou a chupar cada um de nós por vez, ficamos uns 10 minutos assim e quando já estávamos todos a mil, ele disse: "Tá bom, meninos, e eu, o que...?"

Jorge disse: "A você vamos dar o que merece, mas é melhor irmos para o meu reservado, ficaremos mais à vontade". Levantamos ela e a carregamos quase no colo até um quarto que o Jorge tinha na parte de trás do bar, com uma cama enorme - devia ser o seu picadeiro, o que não me surpreende com aquele pedaço de pica que ele tem. Jogamos ela na cama e enquanto terminávamos de nos despir, a Mary perguntou: "Tá bom, meninos, quem vai ser o primeiro?". Eu respondi: "Não se preocupa, vamos te foder os três de uma vez."

Sim, disse Jorge, "eu quero comer esse cuzinho que eu lambi". E sem nos deixar escolher, colocou a mulher de quatro e disse: "Se prepara, puta, que vou te foder como nunca te comeram". Enquanto dizia isso, começou a esfregar a trolha dele por toda a racha. O Lucas e eu nos colocamos na frente dela, para que ela chupasse nossos paus - da minha posição eu podia ver o pau do Jorge esfregando por toda a buceta molhada da minha mulher. "Enfia, enfia, agoraaaa", ela disse, ansiosa para ter aquele pedaço de carne dentro. Sim, o Jorge não fez charminho, encaixou no buraco e foi enfiando devagar, primeiro a cabeça grossa... Ummmmmmmmm, dizia a Mary, "que pica boa", e voltava a enfiar uma das nossas picas na boca... Depois o Jorge tirou e ficou esfregando a xana com o pau dele - queria que ela implorasse, e assim foi. "Enfiaaaaa, enfia ela todinhaaa". Agora ele decidiu dar o gosto e de uma só enfiada meteu tudo... Ohhhhhhhhh que gostoooooo.

"Me dá, me dá forte, me fodeeeee" - dizia minha mulher totalmente excitada por aquele cacete que a estava comendo. Continua, não para, seu fode gostoso, ahhhhhhhhh", gritou, gozando de novo. O taberneiro tinha uma resistência de verdade, não gozava, e Lucas disse: "Deixa eu meter, não aguento mais". Jorge se afastou e Lucas tomou seu lugar. Mary não deve ter sentido muito depois de ter a rola de Jorge dentro, mas o garoto estava muito excitado, começou a bombear com força e logo começou a gemer que ia gozar... Mary jogou a bunda para frente e, virando-se, pegou o pau dele e enfiou na boca, "UUUUUUUUUUHHHHHHHHHHH". Lucas começou a gozar na boca da minha mulher, que engoliu tudo que pôde e o que não coube escorreu pelos lábios, caindo em seus peitos. O garoto se afastou e minha mulher, olhando para nós com cara desafiante, disse a Jorge e a mim: "E agora vocês".

Jorge deitou na cama e ela sentou naquele mastro ereto, inclinando o corpo para frente me ofereceu o cu - por onde nunca havíamos feito, apesar dos meus muitos pedidos - e disse: "E para você, Carlos, um presentinho: fode minha bunda". Não pensei nem um segundo, comecei a chupar seu cu enquanto ela se movia no ritmo lento da foda de Jorge. Meti um dedo, depois dois, e ela começou a gemer mais alto... "Ahhhhhhhhhhhyyyyy, vamos, mete!". Me posicionei e comecei a enfiar, no início foi um pouco difícil, mas pressionando, enfiei a cabecinha... "Aaaaaaaahhhhhhhhhhh, está doendo, está doendo, tira!" Eu não quis ouvir e empurrei forte, metendo metade do pau e começando a me mover no compasso da foda de Jorge... "Ahhhhhhyyyyy, ohhhhhhhh, está doendoooo, mas não tira agora, me fode forte!", ela gritava enquanto eu empurrava meu pau até o fundo. "Uhhhhhhh, ooohhhhh, eu gosto que vocês me fodam, ohhhhhh", ela dizia, enlouquecida pela foda. Lucas colocou o pau na boca dela e ela começou a chupar. Agora sim, ela tinha os três buracos preenchidos. Jorge, que continuava fodendo com força e chupando seus peitos, começou a gemer: "Ahhhhhhhhh, puta gostosa, como você fode bem, vou gozar, estou gozando, vouuuuuuuuuu". ahhhhhhhh, sim, goza dentro de mim com esse pedaço de pauzão que ela incentivava, eu diante disso comecei a gozar também ahhhhhhhh gostosa eu gozo na sua buuuuuuuunda, e Lucas começou a gozar na cara dela, melando seu cabelo.

Assim acabamos os quatro exaustos pela prolongada foda, ela disse que tinha que ir embora, que precisava ir para Chiclana, e eu disse que sim, eu falei que sim, que poderia levá-la no meu carro até lá, já que ficava no caminho para eu ir a Algeciras. Ela foi ao banheiro, se lavou, vestiu o vestido e saímos nos despedindo dos nossos amigos. Sem que eles suspeitassem que tinham acabado de foder minha mulher.

Uma vez no carro, eu disse: "E aí, como foi?" "Foi fantástico, muito obrigada, meu amor", ela me disse me beijando.

No próximo relato, contarei outra foda com minha mulher, mas com três paus de cores diferentes, cada um.

Saudações

Fonte: www.todorelatos.com

5 comentários - Mi mujer se dejo follar por todos lados

muy buen relato, calientisimo!! es mi categoria favorita y este no descepciona
gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
Mi mujer se dejo follar por todos lados
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!
mauass
Woooooooo!!!!! me ha dejado durísimo!!!
muy excitante relato,mi riata desperto y crecio demasiado
yo soy un chico de 26 anos con buen fisico ,y cerquita de cadiz ,por si un dia necesitais inspiración para otro relato