Inspetor de obra e as Deusas dos bairrões

Meu trampo é fazer módulos habitacionais nos bairros comuns de Tucumã... por assim dizer. Não tem nada de interessante, exceto que enquanto a maioria dos caras tá trabalhando, meu serviço é ficar na casa deles pelo menos 5 horas por dia.
Sou um cara bem gostoso, tenho 32 anos, mas quando comecei nesse trampo tinha 27 anos, um "dude" como alguns diriam... a real é que conheci muitas minas, cada uma com uma característica diferente que as tornava sexys e especiais. Como não posso contar essas experiências pra mais ninguém, vou contar pra vocês, meus amigos do Poringa.
É meu primeiro relato, espero não deixar chato, mas aos poucos vou continuar contando as coisas que vivi nesses anos da minha vida!
Valeu.... Nitro




A Mulher do Capataz


Me designaram pra um bairro perto da capital de San Miguel de Tucumán, tranquilo por fora mas tinha seus esquemas, e o "escritório" era na casa da chefe política. Dessa vez me fodi, a chefe tem 67 anos hahaha! Mas na reunião de apresentação chega uma assistente dela, uma baixinha gostosa, parecia com a Nancy Dupláa nos traços, imagina aquela boquinha e aqueles olhinhos safados! hmm é uma delícia! Cumprimentou todo mundo bem tímida e ficou de canto, pra não aparecer.. mas eu me apaixonei na hora e decidi que ia conhecê-la.

Os dias foram passando e eu sempre pedia pra tomar uns mates com ela pra poder conversar e ver se conseguia conquistá-la, então entre um mate e outro ela me contou a vida dela, um marido que maltratava psicologicamente, uns filhos que não respeitavam ela, uma vida sem graça nenhuma. Eu escutava tudo atento e pensava como uma mulher tão gostosa se conformava com aquela vida vazia, e falei isso pra ela.

Ela me olhou de frente (nunca fazia isso) e riu, mas de pensar que eu achava ela linda! E aí eu comecei com tudo que tinha pra fazer ela se interessar por mim. Depois daquele dia a conversa foi ficando cada vez mais picante, mais ousada, até que um dia, sozinhos na cozinha, encostei ela na parede e falei que se ela não quisesse nada era só me parar, senão eu ia beijar ela e não sabia onde a gente ia parar. Ela me olhou com aqueles olhos grandes, meio insegura falou:

- Eu sou velha, tenho quase 10 anos a mais que você! Não brinca comigo!
- Mas pra mim isso era besteira, era tão excitante ter ela tão perto - Não me importa, D.. deixa eu te mostrar que não sou um moleque, deixa eu provar essa boca, deixa eu sentir uma mulher de verdade..
E aí eu beijei ela... suave, devagar, saboreando aquela boca, mordiscando devagarinho os lábios dela e apertando o quadril dela pra ela sentir o meu pau. Senti a resposta dela, as mãos dela procurando meu peito, me puxando pelas costas pra perto dela, e a gente se perdeu, esquecendo onde tava.

— Vamo pro quarto, a gente tá sozinho por pelo menos umas duas horas! — falei, e a gente entrou no quarto da senhora. Um tesão proibido fez ela rir, e eu não me segurei. Joguei ela na cama e beijei com paixão. Eu ia ficando mais excitado enquanto ela perdia a timidez, tocando, acariciando, lambendo e beijando... A gente se virou e eu fiquei deitado. Ela se levantou, me olhou fixo e começou a soltar meu cinto... Eu tremia, a excitação não me deixava pensar direito, e senti as mãos dela pegando meu pau com cuidado, tirando ele devagar e beijando... Ela passava a língua lentamente, rodeando a cabeça e lambendo o tronco, bem devagar meteu na boca e eu senti ela chupando minha alma com aquela doçura de lábios. Quanto mais chupava, mais me olhava, como se perguntasse se eu tava gostando, mas meus olhos não conseguiam focar, tava bom demais!!

Ela lambeu minhas bolas e me bateu uma punheta tão suave que pensei que ia gozar ali mesmo... Falei: — Vou gozar, amor, o que eu faço!! — E ela, ainda de joelhos, segurou minhas duas mãos e continuou chupando mais forte, mais quente, mais excitada!

Entendi, relaxei e gozei, e gozei, e gozei... Ela apertou minhas mãos e ficou paradinha... Olhei pra ela, ela sorriu, engoliu fechando os olhos e sorrindo... Me olhou com uns olhos que já não eram daquela mulher tímida que tinha tomado chimarrão comigo, eram de uma mulher livre dos preconceitos, que se sentia mais jovem e queria experimentar coisas que nunca tinha feito com ninguém, e o escolhido fui eu.

Beijei ela e a gente foi rindo continuar a farsa do chimarrão que, depois daquele dia, virou uma senha pra viver momentos de sexo cada vez mais excitantes!
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

5 comentários - Inspetor de obra e as Deusas dos bairrões

Man, muy bueno! Vengo de tu otro relato y te animo a seguir compartiendo capo!
🙌
Te lo recomiendo!