Corria, acho que era 1992, eu tinha 18 anos na época, e ela 19, minha primeira namorada e mulher na vida. Talvez seja o destino que nos uniu, e começamos a despertar juntos, os dois meio tímidos, dada nossa educação e valores recebidos, eram outros tempos. Somos os dois de Rosário, onde a tradição depois das baladas de sábado era caminhar no domingo à tarde pelo monumento e seu parque. Era uma grande conquista roubar um beijo em público, sentir o coração disparar, com a insegurança típica do momento, suor nas costas e mãos frias. Devo reconhecer que ela, minha morena, me despertou (1,72 de altura, peitos 110, sorriso de orelha a orelha e a bunda enfiada na calça jeans, com aquela forma feminina dos nossos pagos de violão) proporcionada. Lembro daquele momento como se fosse ontem, seu olhar, me levar pela mão até aquele pinheiro, longe dos curiosos, como se o tempo parasse, os beijos e minha inexperiência. Ela desabotoou a camisa branca e deixou eu beijar o canto dos seios e sentir pela primeira vez o perfume na pele dela. Lembro de ter encostado ela no tronco daquela árvore e ela sentir meu calor, guiar a mão dela pelo bolso da calça para sentir o calor do meu pau, os olhos dela de desejo e surpresa, e o sussurro das palavras dela: "Papu, que isso?" e eu, brincando: "Teu chaveiro, puta." Sentir os dedos dela esfregando ao longo do meu pau inchado, e ela aumentar a aposta, com a boca afrouxando a ponta do sutiã para liberar pela primeira vez o mamilo rosa dela, enrugadinho de frio, e lamber a aréola até sentir os pontinhos incharem e crescerem, para continuar até o centro do doce, o mamilo desafiador, ela com os gemidos abafados e eu tentando desabotoar o primeiro sutiã. Ela diz: "Espera, esse é meu presente." Tira o sutiã de uma vez, para meu espanto: "Gostou? Você é o primeiro." Ela leva minhas duas mãos: "São suas, sente." Uma mistura de cumplicidade e euforia, o coração a mil, os olhos dela. Úmidos e as bochechas vermelhas de vergonha e tesão. Um tentando ir mais além, beijando, acariciando e chupando, e ela tentando acariciar com a falta de jeito típica da nossa primeira vez. Aos poucos, minha mão começou a deslizar pelas costas, abraçando e nos beijando, tentando descer e passar a fronteira entre a calça e a calcinha, apertando a bunda dela, puxando a pélvis dela mais perto de mim pra sentir meu calor.
Começamos a perder a noção do espaço público, tentando nos fundir num só, só cobertos pelos nossos casacos longos que escondiam os peitos roçados. Meus dedos, à espreita, contornam a redondeza do quadril dela, tentando desabotoar a calça pra aliviar a pressão e brincar com as mãos lá dentro. Ela se afasta, dizendo: "Não, papi, não tão rápido, podem nos ver."
Beijo no meio, carícias nos peitos com minha outra mão e a curiosidade dela sobre a dureza daquele chaveiro descoberto. Já o cheiro do ambiente, de pinho, tinha mudado pra um muito mais quente e intenso, de ácido a adocicado. Os corpos suavam, tremiam, aquelas sensações desconhecidas pra ambos, algo único. Meus dedos tentando navegar e descer pelo umbigo dela, brincar, e o mais safado, o maior, rodeia o limite da calça e daquela calcinha de renda branca, brinca que brinca.
E se eu arrisco junto mais um dedo e exploro o interior, sinto os pelinhos dela e, com jeito, a sensação avança em direção àquela umidade desconhecida que começa. Se transformam nos meus olhos, os gemidos dela, contidos, chegaram ao começo das dobras, inchadas. Eu os tiro, cheiro e chupo, e a cara dela de susto e tesão. Introduzo mais rápido dessa vez, tiro de novo, beijo ela e dou pra ela provar dos meus dedos. Tudo por instinto, o tesão total.
Continua, se vocês gostarem, um obrigado.
Começamos a perder a noção do espaço público, tentando nos fundir num só, só cobertos pelos nossos casacos longos que escondiam os peitos roçados. Meus dedos, à espreita, contornam a redondeza do quadril dela, tentando desabotoar a calça pra aliviar a pressão e brincar com as mãos lá dentro. Ela se afasta, dizendo: "Não, papi, não tão rápido, podem nos ver."
Beijo no meio, carícias nos peitos com minha outra mão e a curiosidade dela sobre a dureza daquele chaveiro descoberto. Já o cheiro do ambiente, de pinho, tinha mudado pra um muito mais quente e intenso, de ácido a adocicado. Os corpos suavam, tremiam, aquelas sensações desconhecidas pra ambos, algo único. Meus dedos tentando navegar e descer pelo umbigo dela, brincar, e o mais safado, o maior, rodeia o limite da calça e daquela calcinha de renda branca, brinca que brinca.
E se eu arrisco junto mais um dedo e exploro o interior, sinto os pelinhos dela e, com jeito, a sensação avança em direção àquela umidade desconhecida que começa. Se transformam nos meus olhos, os gemidos dela, contidos, chegaram ao começo das dobras, inchadas. Eu os tiro, cheiro e chupo, e a cara dela de susto e tesão. Introduzo mais rápido dessa vez, tiro de novo, beijo ela e dou pra ela provar dos meus dedos. Tudo por instinto, o tesão total.
Continua, se vocês gostarem, um obrigado.
7 comentários - Despertar
Retratás patente las
primeras calenturas
que te enloquecen
de adolescente!!!
:isenbeck1: y brindo por esos recuerdos!