Fala aí, galera, tudo bem? Sou novo nisso e vou me chamar de “O Bellako Triple X”. Essa é a minha primeira história que tô escrevendo e espero os comentários e dicas de vocês pra esse novato do Taringa. Aceito sugestões e críticas, porque é assim que a gente vai aprendendo. Espero ser bem recebido por todo mundo dessa comunidade. Mande pra mim por mensagem ideias ou alguma história que aconteceu com vocês, que eu vou contar e publicar aqui, claro, trocando os nomes e incrementando com umas coisas a mais. Muito obrigado e espero que vocês curtam a história. Valeu!
Uma mãe argentina dando pra melhor amigo do filhoSusana era uma mulher argentina felizmente casada e com um filho maravilhoso que a vida lhe dera. Seu marido era um homem fiel, sempre a tratava super bem, e o casamento deles era dos melhores, então ela não tinha nada a invejar de outra mulher.
Quando o filho, chamado Rubén, tinha 3 anos, Susana queria ter o segundo filho como qualquer outra mãe e sempre pedia isso ao marido, e ele nunca se importou em ter outro filho, já que tinha um bom emprego e sabia que poderia sustentar muito bem a futura criança.
Os problemas começaram aí, pois sempre que podiam, Susana e o marido transavam como loucos em todas as posições e lugares que se possa imaginar, mas ela nunca engravidava. Tentaram de tudo, mas ainda assim não conseguiam realizar o que ela tanto queria. Preocupados, foram ao médico para saber o que estava acontecendo e se depararam com a surpresa de que o marido, por razões X, tinha um problema e seria muito difícil para ele ter um filho. Susana ficou muito triste, ficou um pouco deprimida, mas já tinha um filho lindo, então logo esqueceu e continuou vivendo feliz ao lado da família.
Os anos se passaram e Rubén já tinha 19 anos. Susana não tinha mudado quase nada, continuava tão gostosa como sempre. Desde jovem, foi uma mulher muito bonita e todo mundo sabia disso. Mesmo casada, os homens sempre a elogiavam e se aproximavam para pedir o telefone, e não faltava um ou outro que queria passar dos limites com ela. Para descrevê-la um pouco mais: era branca, com um cabelo lindo e loiro, tinha umas tetas lindas e grandes, e quando teve Rubén, suas tetas cresceram muito mais do que já eram. Essa era sua melhor arma: suas tetas imensas que enlouqueciam qualquer homem. Tinha uma cintura impressionante que destacava sua bela frente e seus quadris, e uma bunda de tamanho normal, mas bem redondinha e durinha, porque sempre ia à academia — é uma mulher que cuida do físico.
Depois que se soube desse problema que o marido tinha ao No começo, nunca foi um problema, ele sempre foi um bom amante pra ela e sempre realizava todas as fantasias dela, mas há alguns meses tudo começou a mudar e parece que ele começou a sofrer cedo demais com falta de ereção, e talvez fosse por causa desse problema que ele já tinha há um tempo.
Susana começou a se sentir insatisfeita e irritada porque o marido dela já não era mais o mesmo, e toda mulher sempre tem suas necessidades.
Um dia, Rubén disse pra mãe dele que ia convidar o melhor amigo dele, de quem tanto falava, pra ficar na casa. O nome dele era Franco, era do Peru, mas há alguns anos ele e a família moravam na Argentina. Por certos motivos, a família dele teve que voltar pro país, e Franco não tinha onde ficar, já que estudava na universidade e não tinha muito tempo pra trabalhar e alugar um apartamento. Então Rubén se ofereceu pra ele ficar na casa, e Susana, sem nenhuma objeção, aceitou.
Quando o dia chegou, Rubén abriu a porta, e lá estava o grande amigo dele, Franco. Ele fez ele entrar e apresentou pra mãe dele. Franco ficou admirado com Susana, tão gostosa que era, e os olhos dele foram direto pras tetonas enormes dela. E foi vice-versa: Susana ficou impactada, porque Franco, mesmo com a idade dele, era muito atraente e sexy pra ela.
Foram pra sala de jantar, onde o jantar já estava servido, e enquanto os três conversavam e se conheciam um pouco melhor, e a confiança começava a rolar, chegou o marido de Susana e se deu bem com Franco, já que ele era um cara bem sociável e divertido. Em alguns momentos da conversa, Franco não parava de olhar pras tetas de Susana, já que ela tava usando uma regata sem manga e com um decote que, pelo tamanho dos peitos dela, não passava despercebido. Susana percebia, mas se fazia de louca, porque não era a primeira vez que um homem tinha tanto interesse nas tetas dela — outros amigos de Rubén e até do marido dela não resistiam a olhar pra essa frente toda que ela tinha.
Desde o dia em que Franco conheceu Susana, ele não parava de olhar pra ela com tanto desejo. Ela sempre percebia, mas não podia negar que adorava se sentir desejada por aquele cara tão gostoso e atraente. Às vezes, ela brincava, dava em cima e mostrava seus dotes enormes, fingindo que tava pegando alguma coisa no chão, e o Franco tinha uma vista linda dos peitões dela ou daquele rabão que ela tinha. Sempre foi assim nesse jogo, mas depois a Susana já não se contentava mais com isso. No começo, ela ficou bem preocupada porque era uma mulher casada e sempre se fazia de respeitosa, mas dessa vez tava ficando muito safada com o melhor amigo do filho, que a atraía pra caralho. Tentou parar com esses joguinhos tão provocantes porque sentia que tava brincando com fogo, mas o Franco já tinha se enturmado e, uma vez na cozinha, fingiu que precisava passar pra lavar a louça e passou bem colado atrás dela. Foi o primeiro contato sexual que rolou: o pau dele deu uma roçada boa na bunda da Susana, e ela ficou surpresa, mas não disse nada, porque ficou muito excitada em sentir uma ereção poderosa esfregando na bunda dela — já fazia um tempão que ela não sentia uma coisa tão dura por ali.
Na sexta, o Rubén e o Franco foram pra uma balada com umas amigas, então a Susana ficou sozinha em casa, já que o marido dela tinha viajado na quinta a trabalho e só voltaria no domingo. Ela tava entediada pra caralho, era fim de semana e ela era a única que não tava se divertindo. Então ligou pras amigas pra saber o que elas estavam fazendo, mas nenhuma tinha tempo pra conversar ou sair. Não sabia o que fazer, pensou em ir pra uma balada sozinha, mas depois desanimou. Aí pegou umas latinhas de cerveja que tinha, botou uma música e começou a beber sozinha, devagar, pensando em um monte de coisa da vida dela. As horas passaram, o efeito do álcool já tava batendo e ela já tava meio tonta, quando de repente bateram na porta. Ela ficou meio assustada porque já era tarde pra caralho e quem podia ser naquela hora? Com medo, abriu a porta e se surpreendeu: era o Franco, que tava bem bêbado.
— O que foi? — Ela perguntou.
— Nada. Só que decidi voltar rápido — respondi.
— E o Rubén? — perguntei, muito preocupada.
— Ficou com uma mina.
— Claro, ele nunca consegue segurar as hormonas — disse Susana.
— Tenta entender ele um pouco — disse ele em tom de gozação — vejo que você tá se divertindo sozinha.
Ela riu e, meio envergonhada, disse:
— É que é fim de semana e não tinha ninguém pra sair, então resolvi tomar umas latinhas sozinha.
— Uhm, então não vai ser incômodo se eu te acompanhar um pouco e a gente tomar umas?
Ela aceitou, e Franco sentou no sofá, mas já não tinham muitas latinhas de cerveja, então tomaram as que tinham e Franco foi comprar mais garrafas. Susana já não queria mais beber, mas ele insistiu tanto que ela aceitou.
— Já volto, não vai embora — disse ele, todo safado e bêbado.
Susana, com os efeitos do álcool, não conseguia se controlar e já tava com muita vontade, e ficava nervosa de fazer algo errado com Franco, porque gostava muito dele, e aquelas paqueras que rolaram e tudo mais já davam um sinal de que algum pecado podia acontecer.
— Susana, pelo amor de Deus, se controla, ele é o melhor amigo do seu filho e você é uma mulher casada — dizia pra si mesma.
Mas depois a mente começou a pregar peças nela por causa da falta de atenção que o marido deixou de dar, e ela quis provocar. Então foi pro quarto e vestiu o vestido mais sexy que tinha, bem curtinho, que mal cobria a bunda e um pouco das coxas, e tinha um decote irresistível.
Quando Franco chegou, ficou de boca aberta ao vê-la com aquele vestido tão provocante.
— Gostou? — disse ela, toda safada.
— A… do… ro… adoro… você… tá… muito… muito gostosa — respondeu ele, gaguejando.
Começaram a beber e conversar, se conhecendo melhor. Depois Franco a puxou pra dançar, e dançaram e dançaram sem parar, enquanto bebiam e passavam os copos, e cada vez estavam mais bêbados. Susana dançava mais ousada, se soltava, e Franco a tocava muito mais, e riam e se divertiam até que num momento os rostos ficaram bem juntinhos. Franco olhava nos olhos dela e Susana também, e foi ele quem deu o primeiro passo e a beijou. Ela não negou, e se deram um beijo longo e apaixonado. Depois, ela se afastou e se arrependeu.
— O que foi? — ele disse.
— O que foi? Você não vê que sou casada e é amigo do meu filho? — disse Susana, toda alterada.
— Me desculpa, não foi minha intenção.
— Tá bom, vamos fazer como se nunca tivesse acontecido — disse ela.
— Ok, vale — disse ele, enquanto tramava algo.
Fizeram como se nada tivesse acontecido e continuaram dançando, e dessa vez de um jeito normal, mas depois começaram a dançar de novo bem colados, rindo e fazendo brincadeiras.
— Vamos trocar de música, dançar outra coisa — disse Franco.
— Tipo o quê? — respondeu ela.
— Você dança reggaeton? — disse ele, já planejando algo.
— Já ouvi algumas músicas por causa do Rubén, mas nunca dancei.
— Então comigo você vai dançar agora — disse ele, todo seguro, e Susana aceitou.
Franco conectou o celular e colocou várias músicas. Dançavam de um jeito normal, frente a frente, mas depois foram se aproximando mais e dançando de forma mais provocante, até que Susana se virou de costas e Franco a segurou pela cintura. Ela mexia a bunda e batia contra ele. Franco não podia acreditar, mas estava adorando ao máximo sentir aquela bunda dessa mulherão. Rapidinho, teve uma ereção forte, e Susana sentia muito bem e continuava rebolando. Franco se aproximou do ouvido dela e cantou a música que estava tocando: "La Pregunta" do J Alvarez, e ela gostava muito da letra enquanto continuava dando a bunda. Ele começou a procurar os lábios dela e os encontrou, e se beijaram de novo enquanto Susana não parava de se mexer contra ele. Se beijavam como se nunca tivessem beijado ninguém na vida, e Susana já não aguentou mais. Ela se virou e foram para a parede. Franco colocou as mãos na bunda dela e começou a beijar o pescoço, e Susana soltava pequenos suspiros de prazer. Continuaram se beijando até que Susana colocou a mão no zíper dele.
— Desde que você chegou, estou com muito... Curiosidade, o que é que tu tens aí tão duro?" – disse ela.
"Ora, olha, é todo teu" – respondeu ele.
Ela rapidamente puxou o zíper dele e, numa loucura, baixou-lhe as calças. Ficou admirada com aquela pica enorme que o Franco tinha – nunca tinha visto uma daquele tamanho, tão grossa, era imensa para ela. Começou a lamber de cima a baixo, enquanto o Franco sentia um prazer imenso. Ela continuava a lamber sem parar, até que subiu até a cabeça, abriu bem a boca e enfiou tudo, começando a chupar como uma louca – porque há tempos que desejava fazer aquilo com o amigo do filho dela. O Franco não parava de gemer com a chupada da Susana, e agarrava-lhe o cabelo, ajudando-a a continuar o percurso. A Susana sugava cada vez mais forte, enquanto de vez em quando olhava para o Franco e fazia uma cara a perguntar se ele estava a gostar do que ela fazia. A cara do Franco dizia que ele estava a adorar.
Ela fez com que ele se sentasse no sofá, com as calças nos tornozelos, deu mais umas chupadas e colocou os peitos na pica dele. Ele baixou-lhe um pouco o zíper da frente do vestido até à cintura, e ela apertou os peitos em volta da pica dele, enquanto ele começava a penetrar.
– Tá gostando? – perguntou ela, olhando nos olhos dele.
– Adoro os teus peitões enormes – respondeu ele, sem parar de subir e descer a pica.
Ela aproximou-se e beijou-o, enquanto ele continuava no seu ritmo.
Depois, ela levantou-se e, enquanto dançava bem sensual, foi baixando o zíper do vestido até ele cair no chão. Ele tirou toda a roupa, agarrou-a pela cintura e deitou-a de barriga para cima no sofá. Tirou-lhe a calcinha azul que ela usava, e ela, sem hesitar, abriu bem as pernas. O Franco começou a lamber aquela buceta tão gostosa que ela tinha – ela gemia, ofegava, e estava toda molhada.
Ele já não aguentava mais e quis penetrá-la. Passou um pouco de saliva na pica dele e pensou em dizer para ela colocar uma camisinha antes, mas percebeu que ela não reclamava de nada. Então, começou a meter a ponta, e ela suspirava – sentia-se uma... Garota virgem porque tinha aquele medo de que doeria demais por causa daquela pica enorme que o Franco tinha, mas depois não ligou mais porque queria ele dentro dela. Franco continuava enfiando mais e mais, e a cada centímetro que entrava, Susana se arqueava entre um pouco de dor e o tesão que sentia, até que Franco entrou o mais fundo possível em Susana, acho que ninguém nunca tinha ido tão fundo nela.
Ele começou a meter e tirar da buceta dela primeiro devagar, e enquanto a excitação aumentava, ele já não tinha mais piedade e a penetrava como um louco, descontando nela. Susana gemia pra caralho.
- Sim… sim… assim continua minha vida, ai como você me come - ela gritava
- Oh… que gostoso é estar dentro da sua buceta - ele dizia
- Diz que você é minha puta - ele falou com voz autoritária
- Sou sua, eu sou sua maldita puta
- Agora você é só minha, entendeu? - ele dizia olhando bem perto do rosto dela.
- Vou ser sua pra sempre, de agora em diante só sua
Ele não parava um minuto, parecia que nunca ia se cansar e continuava penetrando ela como um doente, até que começou a sentir aquela sensação muito excitante que avisava que ele estava perto de gozar.
- Aaah… ahh… ah continua me comendo, não para - ela gritava toda puta
- Já tô quase gozando - ele dizia
- Sim… sim… então continua me dando, não para - ela falava já fora de si
- Mas tô sem camisinha - ele dizia enquanto continuava metendo com força
- Uh… uh… aahh… não importa, cara, goza dentro de mim, quero todo seu leite
Ele ficou bem surpreso, mas isso o excitou pra caralho e ele já não aguentava mais
- Aah… ahh… não aguento mais, vou gozar - ele gritava
- Uuhmm… ah… continua, bebê - ela dizia chegando também ao orgasmo
- Aaaaahh… aahh… - ele gemia com força enquanto a pica dele soltava jorros enormes de porra
Susana gemia como louca porque nunca tinha tido um orgasmo assim, os dois gozaram juntos e os fluidos se misturaram dentro de Susana enquanto Franco continuava metendo, mas cada vez mais devagar até parar. que parou e se deram um beijo profundo. Ela estava muito feliz e satisfeita, e sorria por aquela transa incrível que tinham tido. Ele se deitou sobre os peitos dela enquanto recuperavam as forças. Todos suados e cansados, Franco saiu de dentro dela, e continuavam se beijando, não paravam, não se contentaram com um único e delicioso orgasmo. Susana pegou na mão dele e o levou até o quarto dela, e transaram mais uma vez como loucos, mas dessa vez não duraram tanto quanto na primeira, mas tiveram um orgasmo muito mais gostoso que o anterior.
Estavam descansando como dois bons amantes, Franco a segurava nos braços, Susana com os peitões enormes bem apertados contra o peito dele, quando o celular de Franco tocou e ele atendeu.
— Cadê você, doido? — era o Rubén, todo tonto.
— Ah, tô por aí, me perdi — respondeu.
— Aposto que comeu uma puta gostosa — disse Rubén, enquanto também tinha uma daquelas amigas fazendo um boquete nele.
— Claro! Uma gostosa pra caralho, pode crer — ele disse em tom de brincadeira, se referindo à mãe dele, enquanto Susana ria e beijava o pescoço dele.
— Ah, você campeonou de novo, que bom pra você. Só liguei pra saber se tava bem — falou ele.
— Tô, mais que bem, te garanto, tô bem “acompanhado” — respondeu Franco.
— Aa então vou deixar você, também tenho um “assunto” pra resolver, tchau — e desligou.
Enquanto isso, Franco e Susana não paravam de se beijar e riam do que tinham feito e daquele “segredinho” que agora iam esconder do Rubén: que talvez ele pudesse ganhar “um irmãozinho”.
Uma mãe argentina dando pra melhor amigo do filhoSusana era uma mulher argentina felizmente casada e com um filho maravilhoso que a vida lhe dera. Seu marido era um homem fiel, sempre a tratava super bem, e o casamento deles era dos melhores, então ela não tinha nada a invejar de outra mulher.
Quando o filho, chamado Rubén, tinha 3 anos, Susana queria ter o segundo filho como qualquer outra mãe e sempre pedia isso ao marido, e ele nunca se importou em ter outro filho, já que tinha um bom emprego e sabia que poderia sustentar muito bem a futura criança.
Os problemas começaram aí, pois sempre que podiam, Susana e o marido transavam como loucos em todas as posições e lugares que se possa imaginar, mas ela nunca engravidava. Tentaram de tudo, mas ainda assim não conseguiam realizar o que ela tanto queria. Preocupados, foram ao médico para saber o que estava acontecendo e se depararam com a surpresa de que o marido, por razões X, tinha um problema e seria muito difícil para ele ter um filho. Susana ficou muito triste, ficou um pouco deprimida, mas já tinha um filho lindo, então logo esqueceu e continuou vivendo feliz ao lado da família.
Os anos se passaram e Rubén já tinha 19 anos. Susana não tinha mudado quase nada, continuava tão gostosa como sempre. Desde jovem, foi uma mulher muito bonita e todo mundo sabia disso. Mesmo casada, os homens sempre a elogiavam e se aproximavam para pedir o telefone, e não faltava um ou outro que queria passar dos limites com ela. Para descrevê-la um pouco mais: era branca, com um cabelo lindo e loiro, tinha umas tetas lindas e grandes, e quando teve Rubén, suas tetas cresceram muito mais do que já eram. Essa era sua melhor arma: suas tetas imensas que enlouqueciam qualquer homem. Tinha uma cintura impressionante que destacava sua bela frente e seus quadris, e uma bunda de tamanho normal, mas bem redondinha e durinha, porque sempre ia à academia — é uma mulher que cuida do físico.
Depois que se soube desse problema que o marido tinha ao No começo, nunca foi um problema, ele sempre foi um bom amante pra ela e sempre realizava todas as fantasias dela, mas há alguns meses tudo começou a mudar e parece que ele começou a sofrer cedo demais com falta de ereção, e talvez fosse por causa desse problema que ele já tinha há um tempo.
Susana começou a se sentir insatisfeita e irritada porque o marido dela já não era mais o mesmo, e toda mulher sempre tem suas necessidades.
Um dia, Rubén disse pra mãe dele que ia convidar o melhor amigo dele, de quem tanto falava, pra ficar na casa. O nome dele era Franco, era do Peru, mas há alguns anos ele e a família moravam na Argentina. Por certos motivos, a família dele teve que voltar pro país, e Franco não tinha onde ficar, já que estudava na universidade e não tinha muito tempo pra trabalhar e alugar um apartamento. Então Rubén se ofereceu pra ele ficar na casa, e Susana, sem nenhuma objeção, aceitou.
Quando o dia chegou, Rubén abriu a porta, e lá estava o grande amigo dele, Franco. Ele fez ele entrar e apresentou pra mãe dele. Franco ficou admirado com Susana, tão gostosa que era, e os olhos dele foram direto pras tetonas enormes dela. E foi vice-versa: Susana ficou impactada, porque Franco, mesmo com a idade dele, era muito atraente e sexy pra ela.
Foram pra sala de jantar, onde o jantar já estava servido, e enquanto os três conversavam e se conheciam um pouco melhor, e a confiança começava a rolar, chegou o marido de Susana e se deu bem com Franco, já que ele era um cara bem sociável e divertido. Em alguns momentos da conversa, Franco não parava de olhar pras tetas de Susana, já que ela tava usando uma regata sem manga e com um decote que, pelo tamanho dos peitos dela, não passava despercebido. Susana percebia, mas se fazia de louca, porque não era a primeira vez que um homem tinha tanto interesse nas tetas dela — outros amigos de Rubén e até do marido dela não resistiam a olhar pra essa frente toda que ela tinha.
Desde o dia em que Franco conheceu Susana, ele não parava de olhar pra ela com tanto desejo. Ela sempre percebia, mas não podia negar que adorava se sentir desejada por aquele cara tão gostoso e atraente. Às vezes, ela brincava, dava em cima e mostrava seus dotes enormes, fingindo que tava pegando alguma coisa no chão, e o Franco tinha uma vista linda dos peitões dela ou daquele rabão que ela tinha. Sempre foi assim nesse jogo, mas depois a Susana já não se contentava mais com isso. No começo, ela ficou bem preocupada porque era uma mulher casada e sempre se fazia de respeitosa, mas dessa vez tava ficando muito safada com o melhor amigo do filho, que a atraía pra caralho. Tentou parar com esses joguinhos tão provocantes porque sentia que tava brincando com fogo, mas o Franco já tinha se enturmado e, uma vez na cozinha, fingiu que precisava passar pra lavar a louça e passou bem colado atrás dela. Foi o primeiro contato sexual que rolou: o pau dele deu uma roçada boa na bunda da Susana, e ela ficou surpresa, mas não disse nada, porque ficou muito excitada em sentir uma ereção poderosa esfregando na bunda dela — já fazia um tempão que ela não sentia uma coisa tão dura por ali.
Na sexta, o Rubén e o Franco foram pra uma balada com umas amigas, então a Susana ficou sozinha em casa, já que o marido dela tinha viajado na quinta a trabalho e só voltaria no domingo. Ela tava entediada pra caralho, era fim de semana e ela era a única que não tava se divertindo. Então ligou pras amigas pra saber o que elas estavam fazendo, mas nenhuma tinha tempo pra conversar ou sair. Não sabia o que fazer, pensou em ir pra uma balada sozinha, mas depois desanimou. Aí pegou umas latinhas de cerveja que tinha, botou uma música e começou a beber sozinha, devagar, pensando em um monte de coisa da vida dela. As horas passaram, o efeito do álcool já tava batendo e ela já tava meio tonta, quando de repente bateram na porta. Ela ficou meio assustada porque já era tarde pra caralho e quem podia ser naquela hora? Com medo, abriu a porta e se surpreendeu: era o Franco, que tava bem bêbado.
— O que foi? — Ela perguntou.
— Nada. Só que decidi voltar rápido — respondi.
— E o Rubén? — perguntei, muito preocupada.
— Ficou com uma mina.
— Claro, ele nunca consegue segurar as hormonas — disse Susana.
— Tenta entender ele um pouco — disse ele em tom de gozação — vejo que você tá se divertindo sozinha.
Ela riu e, meio envergonhada, disse:
— É que é fim de semana e não tinha ninguém pra sair, então resolvi tomar umas latinhas sozinha.
— Uhm, então não vai ser incômodo se eu te acompanhar um pouco e a gente tomar umas?
Ela aceitou, e Franco sentou no sofá, mas já não tinham muitas latinhas de cerveja, então tomaram as que tinham e Franco foi comprar mais garrafas. Susana já não queria mais beber, mas ele insistiu tanto que ela aceitou.
— Já volto, não vai embora — disse ele, todo safado e bêbado.
Susana, com os efeitos do álcool, não conseguia se controlar e já tava com muita vontade, e ficava nervosa de fazer algo errado com Franco, porque gostava muito dele, e aquelas paqueras que rolaram e tudo mais já davam um sinal de que algum pecado podia acontecer.
— Susana, pelo amor de Deus, se controla, ele é o melhor amigo do seu filho e você é uma mulher casada — dizia pra si mesma.
Mas depois a mente começou a pregar peças nela por causa da falta de atenção que o marido deixou de dar, e ela quis provocar. Então foi pro quarto e vestiu o vestido mais sexy que tinha, bem curtinho, que mal cobria a bunda e um pouco das coxas, e tinha um decote irresistível.
Quando Franco chegou, ficou de boca aberta ao vê-la com aquele vestido tão provocante.
— Gostou? — disse ela, toda safada.
— A… do… ro… adoro… você… tá… muito… muito gostosa — respondeu ele, gaguejando.
Começaram a beber e conversar, se conhecendo melhor. Depois Franco a puxou pra dançar, e dançaram e dançaram sem parar, enquanto bebiam e passavam os copos, e cada vez estavam mais bêbados. Susana dançava mais ousada, se soltava, e Franco a tocava muito mais, e riam e se divertiam até que num momento os rostos ficaram bem juntinhos. Franco olhava nos olhos dela e Susana também, e foi ele quem deu o primeiro passo e a beijou. Ela não negou, e se deram um beijo longo e apaixonado. Depois, ela se afastou e se arrependeu.
— O que foi? — ele disse.
— O que foi? Você não vê que sou casada e é amigo do meu filho? — disse Susana, toda alterada.
— Me desculpa, não foi minha intenção.
— Tá bom, vamos fazer como se nunca tivesse acontecido — disse ela.
— Ok, vale — disse ele, enquanto tramava algo.
Fizeram como se nada tivesse acontecido e continuaram dançando, e dessa vez de um jeito normal, mas depois começaram a dançar de novo bem colados, rindo e fazendo brincadeiras.
— Vamos trocar de música, dançar outra coisa — disse Franco.
— Tipo o quê? — respondeu ela.
— Você dança reggaeton? — disse ele, já planejando algo.
— Já ouvi algumas músicas por causa do Rubén, mas nunca dancei.
— Então comigo você vai dançar agora — disse ele, todo seguro, e Susana aceitou.
Franco conectou o celular e colocou várias músicas. Dançavam de um jeito normal, frente a frente, mas depois foram se aproximando mais e dançando de forma mais provocante, até que Susana se virou de costas e Franco a segurou pela cintura. Ela mexia a bunda e batia contra ele. Franco não podia acreditar, mas estava adorando ao máximo sentir aquela bunda dessa mulherão. Rapidinho, teve uma ereção forte, e Susana sentia muito bem e continuava rebolando. Franco se aproximou do ouvido dela e cantou a música que estava tocando: "La Pregunta" do J Alvarez, e ela gostava muito da letra enquanto continuava dando a bunda. Ele começou a procurar os lábios dela e os encontrou, e se beijaram de novo enquanto Susana não parava de se mexer contra ele. Se beijavam como se nunca tivessem beijado ninguém na vida, e Susana já não aguentou mais. Ela se virou e foram para a parede. Franco colocou as mãos na bunda dela e começou a beijar o pescoço, e Susana soltava pequenos suspiros de prazer. Continuaram se beijando até que Susana colocou a mão no zíper dele.
— Desde que você chegou, estou com muito... Curiosidade, o que é que tu tens aí tão duro?" – disse ela.
"Ora, olha, é todo teu" – respondeu ele.
Ela rapidamente puxou o zíper dele e, numa loucura, baixou-lhe as calças. Ficou admirada com aquela pica enorme que o Franco tinha – nunca tinha visto uma daquele tamanho, tão grossa, era imensa para ela. Começou a lamber de cima a baixo, enquanto o Franco sentia um prazer imenso. Ela continuava a lamber sem parar, até que subiu até a cabeça, abriu bem a boca e enfiou tudo, começando a chupar como uma louca – porque há tempos que desejava fazer aquilo com o amigo do filho dela. O Franco não parava de gemer com a chupada da Susana, e agarrava-lhe o cabelo, ajudando-a a continuar o percurso. A Susana sugava cada vez mais forte, enquanto de vez em quando olhava para o Franco e fazia uma cara a perguntar se ele estava a gostar do que ela fazia. A cara do Franco dizia que ele estava a adorar.
Ela fez com que ele se sentasse no sofá, com as calças nos tornozelos, deu mais umas chupadas e colocou os peitos na pica dele. Ele baixou-lhe um pouco o zíper da frente do vestido até à cintura, e ela apertou os peitos em volta da pica dele, enquanto ele começava a penetrar.
– Tá gostando? – perguntou ela, olhando nos olhos dele.
– Adoro os teus peitões enormes – respondeu ele, sem parar de subir e descer a pica.
Ela aproximou-se e beijou-o, enquanto ele continuava no seu ritmo.
Depois, ela levantou-se e, enquanto dançava bem sensual, foi baixando o zíper do vestido até ele cair no chão. Ele tirou toda a roupa, agarrou-a pela cintura e deitou-a de barriga para cima no sofá. Tirou-lhe a calcinha azul que ela usava, e ela, sem hesitar, abriu bem as pernas. O Franco começou a lamber aquela buceta tão gostosa que ela tinha – ela gemia, ofegava, e estava toda molhada.
Ele já não aguentava mais e quis penetrá-la. Passou um pouco de saliva na pica dele e pensou em dizer para ela colocar uma camisinha antes, mas percebeu que ela não reclamava de nada. Então, começou a meter a ponta, e ela suspirava – sentia-se uma... Garota virgem porque tinha aquele medo de que doeria demais por causa daquela pica enorme que o Franco tinha, mas depois não ligou mais porque queria ele dentro dela. Franco continuava enfiando mais e mais, e a cada centímetro que entrava, Susana se arqueava entre um pouco de dor e o tesão que sentia, até que Franco entrou o mais fundo possível em Susana, acho que ninguém nunca tinha ido tão fundo nela.
Ele começou a meter e tirar da buceta dela primeiro devagar, e enquanto a excitação aumentava, ele já não tinha mais piedade e a penetrava como um louco, descontando nela. Susana gemia pra caralho.
- Sim… sim… assim continua minha vida, ai como você me come - ela gritava
- Oh… que gostoso é estar dentro da sua buceta - ele dizia
- Diz que você é minha puta - ele falou com voz autoritária
- Sou sua, eu sou sua maldita puta
- Agora você é só minha, entendeu? - ele dizia olhando bem perto do rosto dela.
- Vou ser sua pra sempre, de agora em diante só sua
Ele não parava um minuto, parecia que nunca ia se cansar e continuava penetrando ela como um doente, até que começou a sentir aquela sensação muito excitante que avisava que ele estava perto de gozar.
- Aaah… ahh… ah continua me comendo, não para - ela gritava toda puta
- Já tô quase gozando - ele dizia
- Sim… sim… então continua me dando, não para - ela falava já fora de si
- Mas tô sem camisinha - ele dizia enquanto continuava metendo com força
- Uh… uh… aahh… não importa, cara, goza dentro de mim, quero todo seu leite
Ele ficou bem surpreso, mas isso o excitou pra caralho e ele já não aguentava mais
- Aah… ahh… não aguento mais, vou gozar - ele gritava
- Uuhmm… ah… continua, bebê - ela dizia chegando também ao orgasmo
- Aaaaahh… aahh… - ele gemia com força enquanto a pica dele soltava jorros enormes de porra
Susana gemia como louca porque nunca tinha tido um orgasmo assim, os dois gozaram juntos e os fluidos se misturaram dentro de Susana enquanto Franco continuava metendo, mas cada vez mais devagar até parar. que parou e se deram um beijo profundo. Ela estava muito feliz e satisfeita, e sorria por aquela transa incrível que tinham tido. Ele se deitou sobre os peitos dela enquanto recuperavam as forças. Todos suados e cansados, Franco saiu de dentro dela, e continuavam se beijando, não paravam, não se contentaram com um único e delicioso orgasmo. Susana pegou na mão dele e o levou até o quarto dela, e transaram mais uma vez como loucos, mas dessa vez não duraram tanto quanto na primeira, mas tiveram um orgasmo muito mais gostoso que o anterior.
Estavam descansando como dois bons amantes, Franco a segurava nos braços, Susana com os peitões enormes bem apertados contra o peito dele, quando o celular de Franco tocou e ele atendeu.
— Cadê você, doido? — era o Rubén, todo tonto.
— Ah, tô por aí, me perdi — respondeu.
— Aposto que comeu uma puta gostosa — disse Rubén, enquanto também tinha uma daquelas amigas fazendo um boquete nele.
— Claro! Uma gostosa pra caralho, pode crer — ele disse em tom de brincadeira, se referindo à mãe dele, enquanto Susana ria e beijava o pescoço dele.
— Ah, você campeonou de novo, que bom pra você. Só liguei pra saber se tava bem — falou ele.
— Tô, mais que bem, te garanto, tô bem “acompanhado” — respondeu Franco.
— Aa então vou deixar você, também tenho um “assunto” pra resolver, tchau — e desligou.
Enquanto isso, Franco e Susana não paravam de se beijar e riam do que tinham feito e daquele “segredinho” que agora iam esconder do Rubén: que talvez ele pudesse ganhar “um irmãozinho”.
5 comentários - Mãe Argentina Transando com o Melhor Amigo do Filho
Gracias brother pasalo a tus amigos y me sigan a mi cuenta saludos