E aí, beleza? Quero contar pra vocês uma parada que rolou comigo num dia normal, igual qualquer outro. Deixa eu me descrever rapidinho: sou moreno, altura normal, cabelo ondulado, corpo atlético porque no meu tempo livre gosto de malhar e praticar esporte. Moro em Acapulco.
Minha história começa quando eu tinha um encontro marcado com minha namorada, mas na última hora ela cancelou. Depois disso, continuei rodando com meu carro, trabalhando. De repente, uma mulher que eu conhecia se aproximou — era da minha vizinhança, mas tinha um problema: era casada. Ela não era uma modelo, mas tinha seus atributos, era bem gostosa. Ela chegou e falou:
Ela: "Com licença, preciso de um serviço especial. Já está tarde e não passou nenhum outro táxi, por favor. Minhas meninas estão quase dormindo."
Eu: "Tá bom, pra onde vocês vão?"
Ela: "Na casa dos meus sogros primeiro, e depois na minha casa."
Aceitei levar elas porque, como minha namorada tinha cancelado o encontro, já não tava mais a fim de trabalhar. No caminho até a casa dos sogros, não conversamos. Finalmente chegamos, ela foi até a casa, perguntou pela filha mais nova, e a gente foi embora. No trajeto, todas as três meninas dormiram, e aí começamos a bater um papo. Perguntei por que o marido não estava com ela, e aí foi uma bomba: ela disse que o marido nunca queria sair com ela, que achava que ele tinha vergonha dela, e que além disso ele nem tava em casa porque era soldado — coisa que eu não sabia.
Chegamos na casa dela, ajudei com as meninas porque estavam dormindo. Entramos, colocamos elas nas camas, e eu já ia vazar. Mas na hora de pagar, ela não achou a carteira. Me pediu pra sentar, eu sentei. Depois de um tempo, ela voltou com o dinheiro e com uma cerveja. Me ofereceu, eu aceitei, e aí começamos a conversar. Contei o que tinha rolado comigo de tarde. Ela, por sua vez, desabafou um monte de problemas que tinha com o marido. Ficou triste, quase chorou, mas se segurou. Falei pra ela não se sentir mal, que provavelmente tudo ia se resolver. Me aproximei dela e comecei a dar um massagem nos ombros, e ela não resistiu. Eu comecei a descer minhas mãos, mas pra minha surpresa ela recusou e disse: "Por favor, não continua." "Você não gosta?" "Não é isso, o que acontece é que vou te falar a verdade: você tá me excitando e não quero causar problemas com sua parceira." Não liguei e continuei. Senti o corpo dela tremer a cada carícia. Virei ela pra mim pra poder beijá-la e nos fundimos num beijo muito excitante. Comecei a despir ela: primeiro a blusa, depois o sutiã, me dando um espetáculo dos peitos dela. Comecei a beijá-los suavemente e depois com mais força. Ela começou a gemer e me despiu como toda uma profissional, sem me olhar, começou a desabotoar minha camisa, depois a calça até ficar de cueca. Acariciou meu pau por cima da cueca e depois tirou de uma vez, deixando meu pau exposto. Ela admirou, beijou até que no final começou a chupar. Uff, que boquete ela tava fazendo! Chupava tudo completo e de repente soltou e disse: "Ainda não, não quero que você goze. Falta o melhor."
Ela me levou até a cama, começou a tirar a calça jeans, ficando só numa calcinha fio dental vermelha. Se jogou em cima de mim e sussurrou no meu ouvido: "Quero que você faça comigo o mesmo que eu fiz com você", apontando pra entreperna dela. Não esperei ela repetir e comecei a chupar a buceta dela. Puxei a calcinha pro lado e descobri a buceta dela completamente raspada. Comecei a chupar até que ela teve um orgasmo e jorrou na minha cara toda com a gozada dela. "Que gostoso", falei. Ela só concordou com a cabeça e disse: "Mas isso não acabou ainda." Se levantou, eu deitado, ela montou em mim, pegou meu pau e de uma só vez enfiou. "Você gosta?", perguntou. Começou uma cavalgada que foi tão feroz que avisei que ia gozar. E ela disse: "Eu também, papai." Gozou antes de mim e falou: "Não tira, enche minha buceta de porra, por favor." E assim fiz: explodi, descarregando meu sêmen nas entranhas dela. Ela se levantou, me deixando ver como a buceta dela gotejava com minha porra. Deitou do meu lado e começou a chupar meu pau, deixando ele limpo. Limpos dos nossos sucos, nos trocamos e não nos despedimos, mas não foi a última vez que nos vimos. As outras foram melhores e mais excitantes.
Minha história começa quando eu tinha um encontro marcado com minha namorada, mas na última hora ela cancelou. Depois disso, continuei rodando com meu carro, trabalhando. De repente, uma mulher que eu conhecia se aproximou — era da minha vizinhança, mas tinha um problema: era casada. Ela não era uma modelo, mas tinha seus atributos, era bem gostosa. Ela chegou e falou:
Ela: "Com licença, preciso de um serviço especial. Já está tarde e não passou nenhum outro táxi, por favor. Minhas meninas estão quase dormindo."
Eu: "Tá bom, pra onde vocês vão?"
Ela: "Na casa dos meus sogros primeiro, e depois na minha casa."
Aceitei levar elas porque, como minha namorada tinha cancelado o encontro, já não tava mais a fim de trabalhar. No caminho até a casa dos sogros, não conversamos. Finalmente chegamos, ela foi até a casa, perguntou pela filha mais nova, e a gente foi embora. No trajeto, todas as três meninas dormiram, e aí começamos a bater um papo. Perguntei por que o marido não estava com ela, e aí foi uma bomba: ela disse que o marido nunca queria sair com ela, que achava que ele tinha vergonha dela, e que além disso ele nem tava em casa porque era soldado — coisa que eu não sabia.
Chegamos na casa dela, ajudei com as meninas porque estavam dormindo. Entramos, colocamos elas nas camas, e eu já ia vazar. Mas na hora de pagar, ela não achou a carteira. Me pediu pra sentar, eu sentei. Depois de um tempo, ela voltou com o dinheiro e com uma cerveja. Me ofereceu, eu aceitei, e aí começamos a conversar. Contei o que tinha rolado comigo de tarde. Ela, por sua vez, desabafou um monte de problemas que tinha com o marido. Ficou triste, quase chorou, mas se segurou. Falei pra ela não se sentir mal, que provavelmente tudo ia se resolver. Me aproximei dela e comecei a dar um massagem nos ombros, e ela não resistiu. Eu comecei a descer minhas mãos, mas pra minha surpresa ela recusou e disse: "Por favor, não continua." "Você não gosta?" "Não é isso, o que acontece é que vou te falar a verdade: você tá me excitando e não quero causar problemas com sua parceira." Não liguei e continuei. Senti o corpo dela tremer a cada carícia. Virei ela pra mim pra poder beijá-la e nos fundimos num beijo muito excitante. Comecei a despir ela: primeiro a blusa, depois o sutiã, me dando um espetáculo dos peitos dela. Comecei a beijá-los suavemente e depois com mais força. Ela começou a gemer e me despiu como toda uma profissional, sem me olhar, começou a desabotoar minha camisa, depois a calça até ficar de cueca. Acariciou meu pau por cima da cueca e depois tirou de uma vez, deixando meu pau exposto. Ela admirou, beijou até que no final começou a chupar. Uff, que boquete ela tava fazendo! Chupava tudo completo e de repente soltou e disse: "Ainda não, não quero que você goze. Falta o melhor."
Ela me levou até a cama, começou a tirar a calça jeans, ficando só numa calcinha fio dental vermelha. Se jogou em cima de mim e sussurrou no meu ouvido: "Quero que você faça comigo o mesmo que eu fiz com você", apontando pra entreperna dela. Não esperei ela repetir e comecei a chupar a buceta dela. Puxei a calcinha pro lado e descobri a buceta dela completamente raspada. Comecei a chupar até que ela teve um orgasmo e jorrou na minha cara toda com a gozada dela. "Que gostoso", falei. Ela só concordou com a cabeça e disse: "Mas isso não acabou ainda." Se levantou, eu deitado, ela montou em mim, pegou meu pau e de uma só vez enfiou. "Você gosta?", perguntou. Começou uma cavalgada que foi tão feroz que avisei que ia gozar. E ela disse: "Eu também, papai." Gozou antes de mim e falou: "Não tira, enche minha buceta de porra, por favor." E assim fiz: explodi, descarregando meu sêmen nas entranhas dela. Ela se levantou, me deixando ver como a buceta dela gotejava com minha porra. Deitou do meu lado e começou a chupar meu pau, deixando ele limpo. Limpos dos nossos sucos, nos trocamos e não nos despedimos, mas não foi a última vez que nos vimos. As outras foram melhores e mais excitantes.
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