Esta história acontece em Buenos Aires, em novembro de 2007.
Eu estava na casa da minha namorada (24), que morava com a irmã dela, Julia (26). Era sexta-feira e nós três já tínhamos terminado as aulas na universidade, então decidimos jantar algo na casa delas pra comemorar.
Eram umas 20h e minha namorada precisava levar a carteirinha da faculdade pra assinarem, então eu me ofereci pra fazer as compras. Tava saindo quando minha cunhada disse que ia comigo. Gostei da ideia porque a gente se dá super bem, e além disso ela é muito gostosa, loira, da minha altura, com uma bunda e umas pernas lindas. E, pra ser sincero, já fantasiei com ela mais de uma vez, mas nunca passou disso.
Saímos andando pela Avenida Cabildo e, pra encurtar caminho, entramos numa galeria que dava bem em frente ao supermercado onde íamos. Já era o horário em que as galerias fecham pra evitar que mendigos durmam lá à noite. Quando chegamos no outro lado do corredor, vimos que tinha um portão fechado que não deixava a gente sair, então decidimos voltar pra entrada e... pô, também tinham fechado! Caminhamos um pouco procurando alguém que pudesse abrir a porta, até que chega um segurança e grita:
— Parados aí ou eu atiro! Tô cansado de bandido nessa galeria!
Levamos um susto do caralho até conseguir explicar o que tinha acontecido. Aí o segurança se tocou (com um certo cheiro de cachaça) e disse:
— Vocês parecem um casalzinho que veio aqui procurar um lugar pra transar.
E eu expliquei que não éramos namorados, que ela era minha cunhada. Aí o cara falou:
— Ah, mas que gostosa a sua cunhada, nunca tentou nada com ela?
— Não, de jeito nenhum, isso não se faz.
— Ah, não? Então hoje à noite eu vou te fazer um favor, porque certeza que você tá afim dela — disse o segurança.
Na mesma hora, ele voltou a... Pegou a arma e, apontando pra cabeça da Júlia, disse:
— Quero que você toque na cock dele!
Imagina a cara da Júlia… e a minha. Mas minha cunhada não fazia nada.
— Falei pra você tocar na cock do seu cunhado ou vou estourar seus miolos!
De algum jeito, tentei reagir, me colocando entre a arma e minha cunhada, mas o cara tava pouco se lixando pro que eu fazia e me empurrou, voltando a apontar pra Júlia.
Foi aí que minha cunhada ficou muito nervosa e, quase por reflexo, agarrou minha cock por cima da calça.
— Aperta ela, pega nela! — gritava o segurança, todo descontrolado.
Minha cunhada obedecia às ordens dele e começou a me punhetar de leve por cima da calça. E, por incrível que pareça, mesmo no estado de nervosismo que eu tava, minha cock já tava começando a responder.
— Agora tira ela da calça e punheta ele…
Foi o que minha cunhada fez: tirou meu pau da calça, já bem durasso, e começou um sobe e desce lento, mas firme. O nervosismo era tanto que as mãos dela tremiam, e eu não conseguia parar de olhar pro cara com a arma apontada pra nós dois.
Minha cunhada tava me punhetando e, sinceramente, tava uma delícia. Achei que ia gozar na hora, mas o segurança falou:
— Olha só como você deixou seu cunhado, tá durão. Agora vai ter que fazer algo. Abaixa, puta, e chupa ele.
Tentei dizer pro cara que já bastava, que a Júlia já tinha feito o suficiente, mas ele não tava nem aí e continuava apontando pra cabeça dela. Minha cunhada se abaixou, fechou os olhos e beijou minha glande de leve, enquanto me masturbava com a mão. Eu tava a mil!
— Não é assim que se chupa uma cock, garota! Enfia tudo na boca que quero ver um bom espetáculo — falou o segurança.
Essas palavras fizeram alguma coisa na Júlia, porque ela começou a chupar minha cock de um jeito absurdo, minha glande batia na garganta dela, ela enfiava e tirava meu pau da boca Repetidamente, ela esfregava a ponta da minha pica no rosto todo, cuspia nela e enfiava de volta na boca. Ela já tinha aberto os olhos e me encarava fixamente enquanto eu praticamente tava fodendo a boca dela. Ela colocava saliva na minha pica uma vez e outra, e enfiava de novo na boca como se fosse a última vez que ia chupar uma pica.
Eu tava no céu, minha própria cunhada chupando minha pica na frente de um desconhecido.
Quem nunca fantasiou com alguma cunhada gostosa que teve? Mas… chegar a isso, uau! Aí comecei a sentir as palpitações pré-gozo, voltei à realidade e tirei ela da boca porque não queria gozar dentro, já que ela já tinha sofrido bastante até ali e não ia submeter ela a mais. Nessa hora, vejo o segurança se punhetando, olha pra Julia e fala:
— O que cê tá esperando pra engolir a porra do seu cunhado?
Minha cunhada então enfia minha pica de novo na boca e chupa de um jeito que eu gozo dentro, só derramando umas gotinhas nos cantos da boca, o resto ela engoliu.
Depois disso, o segurança goza na calça e, mais calmo, acabado e bêbado como tava, deixa a gente ir. Eu olhava pra minha cunhada e ela tinha uma cara estranha, mistura de nervoso, vontade de chorar e tesão.
Chegamos no Supermercado, fizemos as compras que precisávamos e voltamos pra casa dela sem falar nada. Os dois estávamos meio atordoados. Só um abraço leve, meio de consolo, foi o que rolou na hora. Ao entrar, minha namorada ainda não tinha chegado da faculdade, e foi a Julia quem quebrou o silêncio, falando:
— Agora me fala como eu fui, gato — enquanto sussurrava no meu ouvido.
A reação dela foi a mais inesperada, um arrepio percorreu meu corpo. Eu não me fiz de rogado e a gente se enroscou nuns beijos de língua que tinham um gosto agridoce (de esperma meu, suponho). Enfiei a mão por baixo da saia dela e comecei a... tocar o clitóris dela e enfiar meus dedos na buceta dela, ela tava muito molhada, tava escorrendo. A putinha tinha ficado toda tesuda enquanto me chupava!
A gente se masturbava um ao outro, fiz ela apoiar os peitos na mesa, levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental pra baixo e ali estava ela, como eu tinha imaginado tantas vezes…
A penetração foi fácil, ela tava muito molhada
Minhas bolas faziam um barulho batendo na pele dela Clap, clap, clap, clap
Ela gemia, suspirava baixinho, com os olhos semicerrados — Ahhhh, ahhhh, siiiim, siiiiiiiim, mete em mim, ahhhhhhh, Ahhhhhhhhh, como você me come! mmmmmmmm, tô muito tesuda, como você tá dura!
Ouvir minha cunhada gemer era incrível, e mais ainda ver os fluidos escorrendo pela parte interna das coxas dela. Ela pedia mais e mais pica. No ar cheirava a sexo, sentia-se sexo, ouviam-se gemidos e sexo, percebia-se a vontade acumulada dos dois por meses. O orgasmo tava chegando. Falei pra ela — Juli, tenho mais porra pra você
— Me enche, goza toda dentro de mim
e comecei a gozar e encher a buceta dela de porra, muita porra, tava transbordando, e eu tava me esvaziando com vontade, com raiva e com desespero.
Ela também começou o orgasmo dela, se contorceu, gemeu e depois de uns minutos a gente ficou ali, naquela posição, eu ainda com a pica dentro dela sei lá quanto tempo, até ouvirmos o barulho do elevador, que nos trouxe de volta à triste realidade de que éramos só cunhados.
Eu estava na casa da minha namorada (24), que morava com a irmã dela, Julia (26). Era sexta-feira e nós três já tínhamos terminado as aulas na universidade, então decidimos jantar algo na casa delas pra comemorar.
Eram umas 20h e minha namorada precisava levar a carteirinha da faculdade pra assinarem, então eu me ofereci pra fazer as compras. Tava saindo quando minha cunhada disse que ia comigo. Gostei da ideia porque a gente se dá super bem, e além disso ela é muito gostosa, loira, da minha altura, com uma bunda e umas pernas lindas. E, pra ser sincero, já fantasiei com ela mais de uma vez, mas nunca passou disso.
Saímos andando pela Avenida Cabildo e, pra encurtar caminho, entramos numa galeria que dava bem em frente ao supermercado onde íamos. Já era o horário em que as galerias fecham pra evitar que mendigos durmam lá à noite. Quando chegamos no outro lado do corredor, vimos que tinha um portão fechado que não deixava a gente sair, então decidimos voltar pra entrada e... pô, também tinham fechado! Caminhamos um pouco procurando alguém que pudesse abrir a porta, até que chega um segurança e grita:
— Parados aí ou eu atiro! Tô cansado de bandido nessa galeria!
Levamos um susto do caralho até conseguir explicar o que tinha acontecido. Aí o segurança se tocou (com um certo cheiro de cachaça) e disse:
— Vocês parecem um casalzinho que veio aqui procurar um lugar pra transar.
E eu expliquei que não éramos namorados, que ela era minha cunhada. Aí o cara falou:
— Ah, mas que gostosa a sua cunhada, nunca tentou nada com ela?
— Não, de jeito nenhum, isso não se faz.
— Ah, não? Então hoje à noite eu vou te fazer um favor, porque certeza que você tá afim dela — disse o segurança.
Na mesma hora, ele voltou a... Pegou a arma e, apontando pra cabeça da Júlia, disse:
— Quero que você toque na cock dele!
Imagina a cara da Júlia… e a minha. Mas minha cunhada não fazia nada.
— Falei pra você tocar na cock do seu cunhado ou vou estourar seus miolos!
De algum jeito, tentei reagir, me colocando entre a arma e minha cunhada, mas o cara tava pouco se lixando pro que eu fazia e me empurrou, voltando a apontar pra Júlia.
Foi aí que minha cunhada ficou muito nervosa e, quase por reflexo, agarrou minha cock por cima da calça.
— Aperta ela, pega nela! — gritava o segurança, todo descontrolado.
Minha cunhada obedecia às ordens dele e começou a me punhetar de leve por cima da calça. E, por incrível que pareça, mesmo no estado de nervosismo que eu tava, minha cock já tava começando a responder.
— Agora tira ela da calça e punheta ele…
Foi o que minha cunhada fez: tirou meu pau da calça, já bem durasso, e começou um sobe e desce lento, mas firme. O nervosismo era tanto que as mãos dela tremiam, e eu não conseguia parar de olhar pro cara com a arma apontada pra nós dois.
Minha cunhada tava me punhetando e, sinceramente, tava uma delícia. Achei que ia gozar na hora, mas o segurança falou:
— Olha só como você deixou seu cunhado, tá durão. Agora vai ter que fazer algo. Abaixa, puta, e chupa ele.
Tentei dizer pro cara que já bastava, que a Júlia já tinha feito o suficiente, mas ele não tava nem aí e continuava apontando pra cabeça dela. Minha cunhada se abaixou, fechou os olhos e beijou minha glande de leve, enquanto me masturbava com a mão. Eu tava a mil!
— Não é assim que se chupa uma cock, garota! Enfia tudo na boca que quero ver um bom espetáculo — falou o segurança.
Essas palavras fizeram alguma coisa na Júlia, porque ela começou a chupar minha cock de um jeito absurdo, minha glande batia na garganta dela, ela enfiava e tirava meu pau da boca Repetidamente, ela esfregava a ponta da minha pica no rosto todo, cuspia nela e enfiava de volta na boca. Ela já tinha aberto os olhos e me encarava fixamente enquanto eu praticamente tava fodendo a boca dela. Ela colocava saliva na minha pica uma vez e outra, e enfiava de novo na boca como se fosse a última vez que ia chupar uma pica.
Eu tava no céu, minha própria cunhada chupando minha pica na frente de um desconhecido.
Quem nunca fantasiou com alguma cunhada gostosa que teve? Mas… chegar a isso, uau! Aí comecei a sentir as palpitações pré-gozo, voltei à realidade e tirei ela da boca porque não queria gozar dentro, já que ela já tinha sofrido bastante até ali e não ia submeter ela a mais. Nessa hora, vejo o segurança se punhetando, olha pra Julia e fala:
— O que cê tá esperando pra engolir a porra do seu cunhado?
Minha cunhada então enfia minha pica de novo na boca e chupa de um jeito que eu gozo dentro, só derramando umas gotinhas nos cantos da boca, o resto ela engoliu.
Depois disso, o segurança goza na calça e, mais calmo, acabado e bêbado como tava, deixa a gente ir. Eu olhava pra minha cunhada e ela tinha uma cara estranha, mistura de nervoso, vontade de chorar e tesão.
Chegamos no Supermercado, fizemos as compras que precisávamos e voltamos pra casa dela sem falar nada. Os dois estávamos meio atordoados. Só um abraço leve, meio de consolo, foi o que rolou na hora. Ao entrar, minha namorada ainda não tinha chegado da faculdade, e foi a Julia quem quebrou o silêncio, falando:
— Agora me fala como eu fui, gato — enquanto sussurrava no meu ouvido.
A reação dela foi a mais inesperada, um arrepio percorreu meu corpo. Eu não me fiz de rogado e a gente se enroscou nuns beijos de língua que tinham um gosto agridoce (de esperma meu, suponho). Enfiei a mão por baixo da saia dela e comecei a... tocar o clitóris dela e enfiar meus dedos na buceta dela, ela tava muito molhada, tava escorrendo. A putinha tinha ficado toda tesuda enquanto me chupava!
A gente se masturbava um ao outro, fiz ela apoiar os peitos na mesa, levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental pra baixo e ali estava ela, como eu tinha imaginado tantas vezes…
A penetração foi fácil, ela tava muito molhada
Minhas bolas faziam um barulho batendo na pele dela Clap, clap, clap, clap
Ela gemia, suspirava baixinho, com os olhos semicerrados — Ahhhh, ahhhh, siiiim, siiiiiiiim, mete em mim, ahhhhhhh, Ahhhhhhhhh, como você me come! mmmmmmmm, tô muito tesuda, como você tá dura!
Ouvir minha cunhada gemer era incrível, e mais ainda ver os fluidos escorrendo pela parte interna das coxas dela. Ela pedia mais e mais pica. No ar cheirava a sexo, sentia-se sexo, ouviam-se gemidos e sexo, percebia-se a vontade acumulada dos dois por meses. O orgasmo tava chegando. Falei pra ela — Juli, tenho mais porra pra você
— Me enche, goza toda dentro de mim
e comecei a gozar e encher a buceta dela de porra, muita porra, tava transbordando, e eu tava me esvaziando com vontade, com raiva e com desespero.
Ela também começou o orgasmo dela, se contorceu, gemeu e depois de uns minutos a gente ficou ali, naquela posição, eu ainda com a pica dentro dela sei lá quanto tempo, até ouvirmos o barulho do elevador, que nos trouxe de volta à triste realidade de que éramos só cunhados.
13 comentários - Cunhada foi forçada
Buen texto.