Recomendo ler a primeira parte, valeu.
Depois do que tinha rolado entre a gente sem ninguém planejar, todo mundo ficou em silêncio. Pablo continuava deitado de bruços, Sofia tava de barriga pra cima com as pernas fechadas e os braços pra trás, e eu tava sentado no pé da cama. Foi ela quem quebrou o silêncio com um: — Te amo, papai, como você me fez gozar... com uma voz toda dengosa. — Eu também, meu amorrr — disse o Pablo — mas você me fez penetrar. Isso fez a gente rir os três e foi o suficiente pra quebrar de vez o gelo. Aproveitei o momento pra ir pro banheiro e deixar eles sozinhos um pouco.
Quando tava no banho, decidi tomar uma ducha e, depois de alguns minutos, sinto alguém entrar. Aí escuto a voz da Sofia: — Trouxe uma toalha pra você. — Valeu. — A água tá gostosa? — Tá, na verdade dá até pra ficar um tempão curtindo. — Então não espero. Fiquei de boca aberta, era a primeira vez na noite inteira que eu podia apreciar a vista da Sofia completamente pelada, sem a presença do Pablo. Não consegui evitar de olhar pra ela com desejo, e ela percebeu, porque com uma voz sedutora me perguntou: — Posso entrar? Ou prefere continuar sozinho? Não respondi, peguei ela pelas mãos, puxei pra perto e beijei a boca dela com tudo, um beijo que ela correspondeu com gosto, colocando os braços em volta do meu pescoço. Não dava pra descrever o que senti ao ter ela nos meus braços, sentir o corpo lindo dela colado no meu debaixo da chuva morna, os peitos firmes grudados nos meus, a bunda dela nas minhas mãos, sentir a pele dela. Uma eletricidade percorreu nós dois.
Comecei a percorrer o pescoço dela com a boca, morder a orelha dela, enquanto ela soltava suspiros baixinhos e procurava me morder com os lábios. Desci com meus beijos até os peitos dela, lindos, passei a língua devagar no mamilo até enfiar ele na boca e morder de leve, fazendo ela gemer. Eu já tava com a pica dura e sentia o corpo dela quente e molhado colado no meu. Não dava mais pra pensar, o desejo tava tomando conta de mim. Então eu... Levantei ela no colo e ela enrolou as pernas na minha cintura, num movimento só encostei ela na parede e fui penetrando devagar, parado debaixo da chuva. Ela soltou um gemido, eu segurava ela pela cintura com uma mão e com a outra na bunda dela. Ela me mordia, me beijava, eu não aguentava mais de tesão.
Vou gozar, não aguento, vou gozar!
Não para, não para, continua que eu tô gozando!
Aaaaaaaaghhh, não aguentei mais, enfiei até o fundo e senti ela se tremendo toda em cima de mim.
Ela me abraçava mais forte, não parava de tremer e morder meu ombro...
Foi realmente lindo, uma das gozadas mais intensas que lembro. Ficamos abraçados um minuto em silêncio, terminando de aproveitar o orgasmo. Nos separamos com um beijo, e a felicidade estampada no rosto, quando ouvimos atrás da gente o Pablo:
— Não gastem toda a água quente.
Olhei pra trás e o Pablo estava de pé no banheiro, sei lá desde quando nos olhando, mas a ereção que ele tava no pau dava aprovado tudo que tinha rolado.
— Já acabei... de tomar banho — falei, o que gerou risada dos três. Saí do chuveiro e ele entrou.
Quando saí do banheiro, fui até a cozinha pegar algo pra beber, juntei umas roupas que a gente tinha largado na sala e voltei pro quarto. Lá, percebi que ao sair do banheiro não tinha fechado a porta, então pude ver o Pablo com a Sofia encostada na parede, metendo por trás, segurando ela pela cintura com uma mão e pelo cabelo com a outra. Só se ouvia a voz dela:
— SIM, PAPAI, SIM! Me come assim, papai, bem forte, do jeito que você sabe, como eu gosto. Vai, pai, me faz gozar de novo, agghhhhhh!
Siiiiim!
Assiiiiim!
Não paraaaaaa!
Era lindo ver eles e sentir. Não consegui evitar começar a me tocar de novo, já deitado na cama, olhando pra eles...
Dedicado aos meus amigos.
Continua...
Depois do que tinha rolado entre a gente sem ninguém planejar, todo mundo ficou em silêncio. Pablo continuava deitado de bruços, Sofia tava de barriga pra cima com as pernas fechadas e os braços pra trás, e eu tava sentado no pé da cama. Foi ela quem quebrou o silêncio com um: — Te amo, papai, como você me fez gozar... com uma voz toda dengosa. — Eu também, meu amorrr — disse o Pablo — mas você me fez penetrar. Isso fez a gente rir os três e foi o suficiente pra quebrar de vez o gelo. Aproveitei o momento pra ir pro banheiro e deixar eles sozinhos um pouco.
Quando tava no banho, decidi tomar uma ducha e, depois de alguns minutos, sinto alguém entrar. Aí escuto a voz da Sofia: — Trouxe uma toalha pra você. — Valeu. — A água tá gostosa? — Tá, na verdade dá até pra ficar um tempão curtindo. — Então não espero. Fiquei de boca aberta, era a primeira vez na noite inteira que eu podia apreciar a vista da Sofia completamente pelada, sem a presença do Pablo. Não consegui evitar de olhar pra ela com desejo, e ela percebeu, porque com uma voz sedutora me perguntou: — Posso entrar? Ou prefere continuar sozinho? Não respondi, peguei ela pelas mãos, puxei pra perto e beijei a boca dela com tudo, um beijo que ela correspondeu com gosto, colocando os braços em volta do meu pescoço. Não dava pra descrever o que senti ao ter ela nos meus braços, sentir o corpo lindo dela colado no meu debaixo da chuva morna, os peitos firmes grudados nos meus, a bunda dela nas minhas mãos, sentir a pele dela. Uma eletricidade percorreu nós dois.
Comecei a percorrer o pescoço dela com a boca, morder a orelha dela, enquanto ela soltava suspiros baixinhos e procurava me morder com os lábios. Desci com meus beijos até os peitos dela, lindos, passei a língua devagar no mamilo até enfiar ele na boca e morder de leve, fazendo ela gemer. Eu já tava com a pica dura e sentia o corpo dela quente e molhado colado no meu. Não dava mais pra pensar, o desejo tava tomando conta de mim. Então eu... Levantei ela no colo e ela enrolou as pernas na minha cintura, num movimento só encostei ela na parede e fui penetrando devagar, parado debaixo da chuva. Ela soltou um gemido, eu segurava ela pela cintura com uma mão e com a outra na bunda dela. Ela me mordia, me beijava, eu não aguentava mais de tesão.
Vou gozar, não aguento, vou gozar!
Não para, não para, continua que eu tô gozando!
Aaaaaaaaghhh, não aguentei mais, enfiei até o fundo e senti ela se tremendo toda em cima de mim.
Ela me abraçava mais forte, não parava de tremer e morder meu ombro...
Foi realmente lindo, uma das gozadas mais intensas que lembro. Ficamos abraçados um minuto em silêncio, terminando de aproveitar o orgasmo. Nos separamos com um beijo, e a felicidade estampada no rosto, quando ouvimos atrás da gente o Pablo:
— Não gastem toda a água quente.
Olhei pra trás e o Pablo estava de pé no banheiro, sei lá desde quando nos olhando, mas a ereção que ele tava no pau dava aprovado tudo que tinha rolado.
— Já acabei... de tomar banho — falei, o que gerou risada dos três. Saí do chuveiro e ele entrou.
Quando saí do banheiro, fui até a cozinha pegar algo pra beber, juntei umas roupas que a gente tinha largado na sala e voltei pro quarto. Lá, percebi que ao sair do banheiro não tinha fechado a porta, então pude ver o Pablo com a Sofia encostada na parede, metendo por trás, segurando ela pela cintura com uma mão e pelo cabelo com a outra. Só se ouvia a voz dela:
— SIM, PAPAI, SIM! Me come assim, papai, bem forte, do jeito que você sabe, como eu gosto. Vai, pai, me faz gozar de novo, agghhhhhh!
Siiiiim!
Assiiiiim!
Não paraaaaaa!
Era lindo ver eles e sentir. Não consegui evitar começar a me tocar de novo, já deitado na cama, olhando pra eles...
Dedicado aos meus amigos.
Continua...
4 comentários - Descobrindo o Prazer 2ª Parte
Muy bueno