Olá, P! Hoje trago um conto pra vocês, espero que gostem:
Quando a conheci por intermédio de um amigo em comum, nem imaginava o quão piranha uma mulher pode ser. Sempre achei que certas coisas só aconteciam em filmes e, curiosamente, eram as que mais me excitavam. Desde a primeira vez que transamos, soube que era uma mulher ardente e safada, exatamente o que eu procurava. Tava farto de santinhas e, com ela, mal podia esperar pra sair do trabalho e ir pra casa dela foder ela. Ela tava sempre pronta, sempre no cio. Acho que ela encontrou em mim também um homem tarado e, sinceramente, tenho uma boa pica, e quando ela pegava nela, ficava louca, virava uma verdadeira vadia.
Aos poucos, fomos experimentando de tudo. Nos entregávamos pra realizar todas as fantasias que tínhamos. Ela tinha uma um pouco sinistra: queria foder num caixão, e eu queria dar isso a ela. Num mês que consegui uma grana boa, comprei um numa loja gótica e, doido pra dar a surpresa, coloquei na van. Liguei pra ela me passando por um desconhecido, coisa que fazíamos sempre, porque foder com estranhos deixava ela tão tesuda que, às vezes, pegava os vibradores e a gente se masturbava no telefone. A putinha fazia eu gozar até três vezes. Ela dizia: "Me bate, filho da puta, me xinga, bate com tua pica na minha cara, hummmmm, cospe em mim, quero engolir teu leite". Eu incentivava: "Vai, rabuda, vou arrebentar esse teu cu de puta". Fazia ela gozar várias vezes.
Como tava contando, mandei ela se vestir sexy, pegar o vibrador maior dela, que eu buscaria ela em uma hora. Quando a peguei, ela só tava de casaco, salto alto e a bolsa, onde imaginei que tava o vibrador. Ela adorava me ver chupando o vibrador como se fosse uma pica, isso deixava ela louca. Às vezes, a gente chupava os dois ao mesmo tempo e cuspia um no outro. Só de pensar, minha pica já tava estourando. Ela percebeu e não parava de olhar pro volume na minha calça, se lambia e agia como uma verdadeira puta. Sempre dizia: enquanto eu enfiava meu pau nela, mandando ela se prostituir, ser minha putinha, mas como eu disse, eram fantasias. Eu ia esquentando ela, apalpando os peitos dela que por sinal eram enormes, e foi quando percebi que ela não tava de calcinha. Então desci a mão até a buceta dela enquanto dirigia, e ela abriu as pernas. Tava com a buceta encharcada, a putinha. Masturbei ela no caminho enquanto falava: "Você gosta, puta? Gosta como eu te punheto?" "Siiim", ela respondia enquanto se tocava nos peitos, sem se importar se os outros motoristas viam. Chegamos no lugar onde eu sabia que mais cedo ou mais tarde apareceriam olheiros, e isso me deixava a mil. Ela já tinha gozado várias vezes. Parei o carro num lugar bom, tava anoitecendo e a luz era fraca, ideal pra ficar ali. Falei pra ela: "Vamos, raposinha, me devolve a punheta." Sem dizer nada, ela começou a acariciar meu pau por cima da calça, com cara de safada e babando. A danada tirou meu pau da prisão e, se lambendo, disse: "Deus, que pau. Adoro seu pau, filho da puta." "Vai, puta, chupa ele." Ela enfiou na boca enquanto me tocava as bolas, cuspia no meu pau e espalhava saliva por toda a cabeça. Não cabia inteiro na boca dela, mas ela curtia um pau como o meu. Feito uma louca, me mamava enquanto mostrava a bunda redonda pela janela. Agarrei ela pelo cabelo com violência e falei, enquanto a saliva escorria do canto da boca dela até o pescoço: "Vamos pra trás que vou te foder, puta." "Siiim, enfia teu pau, filho da puta, me dá." Quando abriu a porta de trás e viu o caixão, ela gozou, e vi o caldo escorrendo pelas pernas dela. "Aii, meu Deus, tô gozando", ela dizia. "Valeu, amor. Me fode, me fode como uma puta, quero pau." Coloquei ela na parte de trás, já sem casaco, deitei ela no caixão de pernas bem abertas, me oferecendo a buceta. Fui comer aquela bocetinha faminta. "Aiii, sim, que língua, assimmm." Comi a buceta dela como nunca, e descia até o cu, lambia com gosto. Ela gozava uma vez atrás da outra. De vez em quando, subia em cima dela e beijava os lábios dela, ela com os Olhos saindo das órbitas "te amo" dizia e enfiava a pica na boca dela. "Vamos, vadia, fica de quatro". Ela amava essa posição. "Siiim, igual uma putinha", dizia ela, que não parava de gozar. Comecei a passar a cabeça da minha pica na buceta dela, e ela se derretia até eu enfiar tudo de uma vez. Ela esticou a mão até a bolsa e tirou o vibrador dela, que era praticamente igual à minha pica, e começou a lamber. "Quer duas picas, né, Promíscua?" "SIIIM, quero picas", gritava. Enquanto eu comia aquele rabo fantástico e ela chupava o vibrador, vi um carro parar e um cara de uns 25 anos sair e se aproximar de nós. "Você tem visita, vadia", e ela, gozando de novo, disse: "Quer que eu seja uma rabuda, né?" Acendeu a luz interna e encostou o rosto no vidro, sem parar de chupar o doce dela. O cara, já do outro lado da janela, alucinado, olhou para um lado e para o outro e, não vendo ninguém, começou a abrir a calça. Ela olhava para ele com cara de puta e baixou o olhar pro pacote dele. Quando ele tirou a pica, ela disse: "MEU DEUS, QUE PICA ENORME", e começou a lamber o vidro onde ele encostava a pica. A verdade é que era enorme, pelo menos 25cm e muito grossa. Isso fez ela perder a linha de vez e abriu a porta dizendo: "Quero chupar, quero que vocês dois me comam". Tirei minha pica da buceta dela, toda molhada, e convidei o cara pra entrar. Ele, nervoso, entrou e se deitou no banco de trás, e ela, com tesão, começou a chupar aquela pica tremenda como nunca tinha visto. "Uhmmm, que pica gostosa, viu, amor, como eu sou puta?" E sem dizer nada, subiu em cima dele e enfiou a pica. Virou o rosto, me olhou e disse: "Arrebenta meu cu, me come como uma puta, ahhhg, sou uma puta", disse gozando de novo, e eu enfiei minha pica no cu dela. Cheia de pica, gritava: "TO GOZANDOOOO, MEU DEUS, TO GOZANDOOO, FILHOS DA PUTA, ADORO SER COMIDA POR VOCÊS". Bom, amigos, outro dia eu conto a segunda parte, espero que tenham gostado.
Quando a conheci por intermédio de um amigo em comum, nem imaginava o quão piranha uma mulher pode ser. Sempre achei que certas coisas só aconteciam em filmes e, curiosamente, eram as que mais me excitavam. Desde a primeira vez que transamos, soube que era uma mulher ardente e safada, exatamente o que eu procurava. Tava farto de santinhas e, com ela, mal podia esperar pra sair do trabalho e ir pra casa dela foder ela. Ela tava sempre pronta, sempre no cio. Acho que ela encontrou em mim também um homem tarado e, sinceramente, tenho uma boa pica, e quando ela pegava nela, ficava louca, virava uma verdadeira vadia.
Aos poucos, fomos experimentando de tudo. Nos entregávamos pra realizar todas as fantasias que tínhamos. Ela tinha uma um pouco sinistra: queria foder num caixão, e eu queria dar isso a ela. Num mês que consegui uma grana boa, comprei um numa loja gótica e, doido pra dar a surpresa, coloquei na van. Liguei pra ela me passando por um desconhecido, coisa que fazíamos sempre, porque foder com estranhos deixava ela tão tesuda que, às vezes, pegava os vibradores e a gente se masturbava no telefone. A putinha fazia eu gozar até três vezes. Ela dizia: "Me bate, filho da puta, me xinga, bate com tua pica na minha cara, hummmmm, cospe em mim, quero engolir teu leite". Eu incentivava: "Vai, rabuda, vou arrebentar esse teu cu de puta". Fazia ela gozar várias vezes.
Como tava contando, mandei ela se vestir sexy, pegar o vibrador maior dela, que eu buscaria ela em uma hora. Quando a peguei, ela só tava de casaco, salto alto e a bolsa, onde imaginei que tava o vibrador. Ela adorava me ver chupando o vibrador como se fosse uma pica, isso deixava ela louca. Às vezes, a gente chupava os dois ao mesmo tempo e cuspia um no outro. Só de pensar, minha pica já tava estourando. Ela percebeu e não parava de olhar pro volume na minha calça, se lambia e agia como uma verdadeira puta. Sempre dizia: enquanto eu enfiava meu pau nela, mandando ela se prostituir, ser minha putinha, mas como eu disse, eram fantasias. Eu ia esquentando ela, apalpando os peitos dela que por sinal eram enormes, e foi quando percebi que ela não tava de calcinha. Então desci a mão até a buceta dela enquanto dirigia, e ela abriu as pernas. Tava com a buceta encharcada, a putinha. Masturbei ela no caminho enquanto falava: "Você gosta, puta? Gosta como eu te punheto?" "Siiim", ela respondia enquanto se tocava nos peitos, sem se importar se os outros motoristas viam. Chegamos no lugar onde eu sabia que mais cedo ou mais tarde apareceriam olheiros, e isso me deixava a mil. Ela já tinha gozado várias vezes. Parei o carro num lugar bom, tava anoitecendo e a luz era fraca, ideal pra ficar ali. Falei pra ela: "Vamos, raposinha, me devolve a punheta." Sem dizer nada, ela começou a acariciar meu pau por cima da calça, com cara de safada e babando. A danada tirou meu pau da prisão e, se lambendo, disse: "Deus, que pau. Adoro seu pau, filho da puta." "Vai, puta, chupa ele." Ela enfiou na boca enquanto me tocava as bolas, cuspia no meu pau e espalhava saliva por toda a cabeça. Não cabia inteiro na boca dela, mas ela curtia um pau como o meu. Feito uma louca, me mamava enquanto mostrava a bunda redonda pela janela. Agarrei ela pelo cabelo com violência e falei, enquanto a saliva escorria do canto da boca dela até o pescoço: "Vamos pra trás que vou te foder, puta." "Siiim, enfia teu pau, filho da puta, me dá." Quando abriu a porta de trás e viu o caixão, ela gozou, e vi o caldo escorrendo pelas pernas dela. "Aii, meu Deus, tô gozando", ela dizia. "Valeu, amor. Me fode, me fode como uma puta, quero pau." Coloquei ela na parte de trás, já sem casaco, deitei ela no caixão de pernas bem abertas, me oferecendo a buceta. Fui comer aquela bocetinha faminta. "Aiii, sim, que língua, assimmm." Comi a buceta dela como nunca, e descia até o cu, lambia com gosto. Ela gozava uma vez atrás da outra. De vez em quando, subia em cima dela e beijava os lábios dela, ela com os Olhos saindo das órbitas "te amo" dizia e enfiava a pica na boca dela. "Vamos, vadia, fica de quatro". Ela amava essa posição. "Siiim, igual uma putinha", dizia ela, que não parava de gozar. Comecei a passar a cabeça da minha pica na buceta dela, e ela se derretia até eu enfiar tudo de uma vez. Ela esticou a mão até a bolsa e tirou o vibrador dela, que era praticamente igual à minha pica, e começou a lamber. "Quer duas picas, né, Promíscua?" "SIIIM, quero picas", gritava. Enquanto eu comia aquele rabo fantástico e ela chupava o vibrador, vi um carro parar e um cara de uns 25 anos sair e se aproximar de nós. "Você tem visita, vadia", e ela, gozando de novo, disse: "Quer que eu seja uma rabuda, né?" Acendeu a luz interna e encostou o rosto no vidro, sem parar de chupar o doce dela. O cara, já do outro lado da janela, alucinado, olhou para um lado e para o outro e, não vendo ninguém, começou a abrir a calça. Ela olhava para ele com cara de puta e baixou o olhar pro pacote dele. Quando ele tirou a pica, ela disse: "MEU DEUS, QUE PICA ENORME", e começou a lamber o vidro onde ele encostava a pica. A verdade é que era enorme, pelo menos 25cm e muito grossa. Isso fez ela perder a linha de vez e abriu a porta dizendo: "Quero chupar, quero que vocês dois me comam". Tirei minha pica da buceta dela, toda molhada, e convidei o cara pra entrar. Ele, nervoso, entrou e se deitou no banco de trás, e ela, com tesão, começou a chupar aquela pica tremenda como nunca tinha visto. "Uhmmm, que pica gostosa, viu, amor, como eu sou puta?" E sem dizer nada, subiu em cima dele e enfiou a pica. Virou o rosto, me olhou e disse: "Arrebenta meu cu, me come como uma puta, ahhhg, sou uma puta", disse gozando de novo, e eu enfiei minha pica no cu dela. Cheia de pica, gritava: "TO GOZANDOOOO, MEU DEUS, TO GOZANDOOO, FILHOS DA PUTA, ADORO SER COMIDA POR VOCÊS". Bom, amigos, outro dia eu conto a segunda parte, espero que tenham gostado.
3 comentários - Minha putinha gostosa