Há uns anos, eu tinha um parceiro no banco que a gente chamava de Patan. Meio denso, mas um puta cara engraçado. Além do trampo, nos fins de semana o Patan era instrutor num Tiro Federal da zona norte da Grande Buenos Aires. Ele encheu tanto o saco que eu e outro bancário fomos num sábado dar um rolê por lá.
A gente tava atirando nuns trabucos de tiro ao alvo quando o Patan cumprimenta um amigo:
— Tri!! Mano!!
O cara chega, cumprimenta, ele apresenta pra gente e ficam falando um monte de merda que quem tem algum fanatismo fala. Quando o cara foi embora, o Patan solta:
— Esse... é um filho da puuuuuta!
Silêncio meu e do Rodo, o outro parceiro.
— Não viram o volume que ele tem?
Silêncio meu e do Rodo.
— Patan... sei não, Rodo, mas eu curto as gostosas, e sinceramente não vou ficar medindo volume dos outros pela vida.
— Não, burrão! Tô falando desse cara, Trípode. Ele tem três mulheres, o filho da puta.
— Ah, Trípode... agora entendi o "Tri". E daí?
A história é mais ou menos assim, segundo ele contou, e no final, meu próprio relato.
Quando o Trípode tinha 17, conheceu uma paraguaia no bairro, do outro lado da 197. Chama Ariza. Na época, o cara ainda não andava com aquelas calças justíssimas que mostravam o volume que a mãe natureza deu pra ele. Era meio tímido e na dele, também não sacava a tara feminina quando descobrem que tem um pauzão por perto. Esclarecendo: muitas mulheres não tão nem aí se o cara tem um braço de bebê de rola, mas se elas sentem que tem uma perto, aí a parada muda, a curiosidade... a dúvida se vai caber inteiro ou não... enfim, o tesão fala mais alto que o amor. Seguindo o relato: a Ariza, a mina em questão, tinha 16 anos, paraguaia bocuda, bunda bonita e peito pequeno. Assim que sentiu o pauzão no primeiro amasso, ficou curiosa. O Tri, rindo, disse que tinha um pouco de vergonha, mas que não tinha jeito, tinha que enfiar pra baixo da perna e torcer pra trás pra não atrapalhar na hora de andar. A mina começou a ferver e em uns Já estavam tentando há dias até que entrou. Causou um princípio de rasgo e aí aparecem as irmãs.
Os nomes não interessam, uma tinha 20 e a outra 23, a questão é que descobriram a origem do rasgo e, ao conhecer o novão na salinha do bairro, convidaram ele pra tomar mate com bolinho de chuva enquanto a Ariza se recuperava da buceta destruída. As irmãs conversavam entre si e perguntavam pra Ari como era... o que tinha sido... mas tanto assim? deve ter te parecido... e Ariza, que não viu elas chegarem, dizia:
_ Mas eu juro que ele tem uma piroca assim ó! – e abria as mãos o suficiente pra que as outras safadas engolissem saliva e ficassem toda molhadas.
Depois de muito falar sobre o assunto, as duas tiraram a máscara e disseram que ambas queriam conhecer aquela rola.
O cara ia na casa, levava bolinho, tomava mate, pegava na mão da Ari e as outras não perdiam chance: esfregavam os peitos nele, colocavam a buceta no cotovelo ou encostavam a bunda quando passavam. O otário nem percebia.
Passou o tempo, a buceta arrebentada cicatrizou e lá iam eles pros pegas com a guria. Como não tinha grana pra motel, deixavam ele dormir no quartinho com a Ari e as outras duas no quarto ao lado. Num quarto, masturbação com dedo; no outro, rola e gritos, porque a guria não só berrava como narrava a foda:
_ PARA PARA, EU FICO ASSIM MELHOR; PASSA O GEL TRI (já conheciam ele como TRI) AIII NÃO AGUENTO PELO CU TE FALO!!!
Aí, uma tarde, bem tranquilamente, depois que Ari confessou que era muita rola pra ela sozinha, a irmã mais velha, olhando pra outra, disse entre um mate e outro:
_ E então, quando você não aguentar mais, me passa, pra mim não tem problema, não tenho namorado então...
_ É Ari, eu também pego ele um pouco, mas vocês não sejam cuzonas com meu namorado, no fim das contas esse pinto mal me come, já se cansou...
_ Eu, que PUTAS QUE VOCÊS SÃO:: ISSO É AJUDAR? .. além disso, não sei se ele vai querer...
_ Ari, cê é Boluda, cê tá louca? Nóis é grande demais pra ele... Vai ficar duro só de saber que tem três bucetas e três rabetinhas pra arrebentar. Nena, cê tá falando o quê?
_ Bom, não sei... E quem vai falar com ele?
_ Você.
_ E o que eu falo? Como é que eu falo?
_ Fala pra ele vir amanhã (a mais velha) como sempre... mas que você não vai estar, que vou ficar sozinha um pouquinho com ele até você chegar.
_ Cê acha?
_ SIIIM, tô falando, eu me viro...
_ E eu?
_ Depois que ele me comer, vai entender sem ninguém falar nada e vai te foder também...
_ CHE, MAS EU SOU A NAMORADA! Até quando vão me comer?
_ Quando você quiser, vai embora e leva ele, mas essa pica tem que ser MINHA também.
_ É, yaguapirú, cê tem que dividir isso...
Foi assim que começou. Ele comeu as três em uma semana, elas se organizaram nos dias que cada uma ia pegar ele e, pouco tempo depois, o Tri tava morando na casa que alugaram noutro bairro, os quatro.
Essa casa eu conheci uns dias depois do encontro. Fui fazer um favor pro Patan por não sei o quê. A Ari tava no primeiro quarto, ele me apresentou como esposa dele, e ela tava na cama amamentando um bebê de meses, a primeira filha dos dois. Cada irmã tinha um quarto onde recebia a ração de pica. Num momento, fiquei sozinho com a Ari, que me olhava com um certo tesão no olhar, olhava pra teta e olhava pra mim.
_ É pequenininha...
_ Meu peito?
_ Não, não, a bebê, tô falando. Quantos meses ela tem?
_ Dois me—
_ Olha, bem que cê tem leite pra dar pra ela...
Ela abriu o camisola e mostrou a outra teta.
_ Se ela mama nas duas... mas eu tenho muito.
Ouvi a voz do Patan falando:
_ CARA, JÁ VOLTAMOS, AGUENTA AÍ...
_ E aí, Ari... E o Tri não quer provar você? (Sabendo da história, não ia ficar de rodeio, né?)
_ HAHAHA! Não, aquele é um otário, não sabe o que é bom... Diz que tem nojo!! Olha só!! NOJO!!
_ Olha só... Eu não sei te dizer, nunca provei... Tô vendo você gotejando a esquerda e a bebê dormiu...
_ AH, TÁ BOM, PARA DE OLHAR PROS MEUS PEITOS! Tá com tanta fome assim, grandão?
_ Me... cheguei morrendo de rir, me acomodei no lugar que ela me deixou e chupei as duas tetinhas dela com porra morna, tirei minha rola modesta do bolso, bati uma punheta ali mesmo e gozei na cara dela, ela engoliu tudo.
Nunca mais ouvi falar deles.
A gente tava atirando nuns trabucos de tiro ao alvo quando o Patan cumprimenta um amigo:
— Tri!! Mano!!
O cara chega, cumprimenta, ele apresenta pra gente e ficam falando um monte de merda que quem tem algum fanatismo fala. Quando o cara foi embora, o Patan solta:
— Esse... é um filho da puuuuuta!
Silêncio meu e do Rodo, o outro parceiro.
— Não viram o volume que ele tem?
Silêncio meu e do Rodo.
— Patan... sei não, Rodo, mas eu curto as gostosas, e sinceramente não vou ficar medindo volume dos outros pela vida.
— Não, burrão! Tô falando desse cara, Trípode. Ele tem três mulheres, o filho da puta.
— Ah, Trípode... agora entendi o "Tri". E daí?
A história é mais ou menos assim, segundo ele contou, e no final, meu próprio relato.
Quando o Trípode tinha 17, conheceu uma paraguaia no bairro, do outro lado da 197. Chama Ariza. Na época, o cara ainda não andava com aquelas calças justíssimas que mostravam o volume que a mãe natureza deu pra ele. Era meio tímido e na dele, também não sacava a tara feminina quando descobrem que tem um pauzão por perto. Esclarecendo: muitas mulheres não tão nem aí se o cara tem um braço de bebê de rola, mas se elas sentem que tem uma perto, aí a parada muda, a curiosidade... a dúvida se vai caber inteiro ou não... enfim, o tesão fala mais alto que o amor. Seguindo o relato: a Ariza, a mina em questão, tinha 16 anos, paraguaia bocuda, bunda bonita e peito pequeno. Assim que sentiu o pauzão no primeiro amasso, ficou curiosa. O Tri, rindo, disse que tinha um pouco de vergonha, mas que não tinha jeito, tinha que enfiar pra baixo da perna e torcer pra trás pra não atrapalhar na hora de andar. A mina começou a ferver e em uns Já estavam tentando há dias até que entrou. Causou um princípio de rasgo e aí aparecem as irmãs.
Os nomes não interessam, uma tinha 20 e a outra 23, a questão é que descobriram a origem do rasgo e, ao conhecer o novão na salinha do bairro, convidaram ele pra tomar mate com bolinho de chuva enquanto a Ariza se recuperava da buceta destruída. As irmãs conversavam entre si e perguntavam pra Ari como era... o que tinha sido... mas tanto assim? deve ter te parecido... e Ariza, que não viu elas chegarem, dizia:
_ Mas eu juro que ele tem uma piroca assim ó! – e abria as mãos o suficiente pra que as outras safadas engolissem saliva e ficassem toda molhadas.
Depois de muito falar sobre o assunto, as duas tiraram a máscara e disseram que ambas queriam conhecer aquela rola.
O cara ia na casa, levava bolinho, tomava mate, pegava na mão da Ari e as outras não perdiam chance: esfregavam os peitos nele, colocavam a buceta no cotovelo ou encostavam a bunda quando passavam. O otário nem percebia.
Passou o tempo, a buceta arrebentada cicatrizou e lá iam eles pros pegas com a guria. Como não tinha grana pra motel, deixavam ele dormir no quartinho com a Ari e as outras duas no quarto ao lado. Num quarto, masturbação com dedo; no outro, rola e gritos, porque a guria não só berrava como narrava a foda:
_ PARA PARA, EU FICO ASSIM MELHOR; PASSA O GEL TRI (já conheciam ele como TRI) AIII NÃO AGUENTO PELO CU TE FALO!!!
Aí, uma tarde, bem tranquilamente, depois que Ari confessou que era muita rola pra ela sozinha, a irmã mais velha, olhando pra outra, disse entre um mate e outro:
_ E então, quando você não aguentar mais, me passa, pra mim não tem problema, não tenho namorado então...
_ É Ari, eu também pego ele um pouco, mas vocês não sejam cuzonas com meu namorado, no fim das contas esse pinto mal me come, já se cansou...
_ Eu, que PUTAS QUE VOCÊS SÃO:: ISSO É AJUDAR? .. além disso, não sei se ele vai querer...
_ Ari, cê é Boluda, cê tá louca? Nóis é grande demais pra ele... Vai ficar duro só de saber que tem três bucetas e três rabetinhas pra arrebentar. Nena, cê tá falando o quê?
_ Bom, não sei... E quem vai falar com ele?
_ Você.
_ E o que eu falo? Como é que eu falo?
_ Fala pra ele vir amanhã (a mais velha) como sempre... mas que você não vai estar, que vou ficar sozinha um pouquinho com ele até você chegar.
_ Cê acha?
_ SIIIM, tô falando, eu me viro...
_ E eu?
_ Depois que ele me comer, vai entender sem ninguém falar nada e vai te foder também...
_ CHE, MAS EU SOU A NAMORADA! Até quando vão me comer?
_ Quando você quiser, vai embora e leva ele, mas essa pica tem que ser MINHA também.
_ É, yaguapirú, cê tem que dividir isso...
Foi assim que começou. Ele comeu as três em uma semana, elas se organizaram nos dias que cada uma ia pegar ele e, pouco tempo depois, o Tri tava morando na casa que alugaram noutro bairro, os quatro.
Essa casa eu conheci uns dias depois do encontro. Fui fazer um favor pro Patan por não sei o quê. A Ari tava no primeiro quarto, ele me apresentou como esposa dele, e ela tava na cama amamentando um bebê de meses, a primeira filha dos dois. Cada irmã tinha um quarto onde recebia a ração de pica. Num momento, fiquei sozinho com a Ari, que me olhava com um certo tesão no olhar, olhava pra teta e olhava pra mim.
_ É pequenininha...
_ Meu peito?
_ Não, não, a bebê, tô falando. Quantos meses ela tem?
_ Dois me—
_ Olha, bem que cê tem leite pra dar pra ela...
Ela abriu o camisola e mostrou a outra teta.
_ Se ela mama nas duas... mas eu tenho muito.
Ouvi a voz do Patan falando:
_ CARA, JÁ VOLTAMOS, AGUENTA AÍ...
_ E aí, Ari... E o Tri não quer provar você? (Sabendo da história, não ia ficar de rodeio, né?)
_ HAHAHA! Não, aquele é um otário, não sabe o que é bom... Diz que tem nojo!! Olha só!! NOJO!!
_ Olha só... Eu não sei te dizer, nunca provei... Tô vendo você gotejando a esquerda e a bebê dormiu...
_ AH, TÁ BOM, PARA DE OLHAR PROS MEUS PEITOS! Tá com tanta fome assim, grandão?
_ Me... cheguei morrendo de rir, me acomodei no lugar que ela me deixou e chupei as duas tetinhas dela com porra morna, tirei minha rola modesta do bolso, bati uma punheta ali mesmo e gozei na cara dela, ela engoliu tudo.
Nunca mais ouvi falar deles.
1 comentários - El Petiso Trípode y su novia y las dos hermanas de la novia