Esta história é totalmente verdadeira... Preciso contar, mesmo que em segredo... Já estava casado há mais de um ano e as férias de verão chegavam devagar. Sou casado com uma loira gostosa, de olhos verdes brilhantes e um sorriso iluminado. Uma mulher muito mais atraente do que eu mereceria por lei natural. Esse fato me fez entender que os olhares dos homens para ela são só um elogio e a confirmação da realidade que eu já desconfiava. Por vários motivos, nunca fui muito chegado à família, ao contrário da Paula, minha esposa. Ela é a mais velha de três irmãs e passou dos trinta há pouco. Nossas férias são sempre na praia. Nossa família tem um apartamento pequeno e a gente sempre se reveza pra peregrinar por lá no verão. Perto do apê tem uma praia de nudismo, onde a gente foge de vez em quando, eu e a Paula. A primeira vez que a gente se animou a ir foi meio tenso, tipo um desafio, mas acabou virando nossa praia favorita. A gente criou um jogo safado onde soltávamos duas fantasias. Da parte dela, largar a educação rígida que teve, se sentir admirada e desejada mostrando a buceta de boa pra quem quisesse ver, abrindo as pernas na passada dos caras. E da minha parte, curtir o orgulho da situação.
Minha cunhada Sara é casada desde os 21, é uma mina pequena e meio prepotente, mas inteligente e bem proporcionada. É baixinha, quase parece uma menina se não tivesse peito. Ela tem traços muito parecidos com a minha mulher, o cabelo cacheado e castanho é a diferença mais visível, e a altura, claro. Casou com o Stephan, um alemão bonitão, loiro, olho azul, cabelo cortado à escovinha e um pseudo-profissional de tênis. Eles moram em Berlim.
Já tinha visto minha cunhada um monte de vezes, mas foi só no ano passado, na casa dos meus sogros, que a vi pela primeira vez em... biquíni. Nunca tinha reparado nela, talvez por causa da altura ou da personalidade, mas tenho que admitir que o corpo infantil dela, coroado com um peito de mulher adulta como era de se esperar, chamou minha atenção. Disfarçadamente e sem querer dar importância, ela se enrolou na toalha, amarrando-a debaixo das axilas, para satisfazer a timidez. Os movimentos seguintes mostravam o orgulho que ela tinha dos peitos, levantando os braços sem parar, ora para arejar o cabelo, ora para prendê-lo, sem nunca parar de falar… Eu desejava a todo instante que aquela toalha caísse, mesmo sabendo que, apesar da falta das alças visíveis, o sutiã transbordante do biquíni estava por baixo.
Foi então que, durante o almoço em família no jardim, as duas irmãs combinaram de ir à praia na mesma data. Era lógico, elas sentiam muita saudade por causa da distância, e Stephan tinha férias na mesma época, era o momento ideal.
De volta ao carro, a Paula me disse que nessas férias não ia ter nudismo, meus cunhados não pensavam igual a gente, e ela não estava disposta a deixar a irmã dela desconfortável. Então, teríamos as férias em família típicas. Tenho que admitir que concordei sem reclamar, mas por dentro não pude evitar amaldiçoar aquele momento. Os dias foram ficando mais longos e o calor chegando, até que finalmente chegou o dia em que meus cunhados vieram para a Espanha. Combinamos de nos encontrar no aeroporto para ir direto para o apartamento. Desde a chegada, as irmãs não pararam de falar no carro sobre tudo que se possa imaginar, enquanto eu debatia futebol com o Stephan. O calor estava sufocante, então, depois de nos acomodarmos e tomar uma cerveja, decidimos ir para a praia. As praias no verão na Espanha estão lotadas, é praticamente impossível achar um lugar vago, mas depois de um pouco de aperto, conseguimos sentar num espacinho minúsculo, longe da beira. Enquanto tirávamos a roupa, pude ver como Paula se fixava no torso nu do Stephan e fazia um comentário sobre os abdominais dele. Não demorei muito pra desviar minha atenção, já que minha cunhada Sara sorria, cheia de orgulho enquanto largava a camiseta na areia. Foi então que aquela visão que eu tentava moldar na minha imaginação apareceu de repente. Um lindo sutiã de biquíni preto sem alças que mal conseguia segurar a voluptuosidade do peito daquela garota já crescida. Acomodadas na areia, as irmãs não paravam de reclamar da multidão e do calor. Quase sem pensar, me atrevi a mencionar a existência da nossa praia "secreta". Paula, depois de alguns segundos, apoiou meu discurso e começou a listar as vantagens. A aposta estava feita; após alguns segundos de reflexão por parte do Stephan e da Sara, que se olharam buscando aprovação, ambos aceitaram. Não podia acreditar, minhas férias até então condenadas ao turismo de bar de praia e multidão na areia se transformavam num paraíso no céu, onde eu poderia curtir a beleza das irmãs peladas. Meu sangue, enquanto eu recolhia com o Stephan o guarda-sol, a toalha e o resto, começava a galopar nas veias. No caminho de carro até nossa praia secreta, Paula e Sara não paravam de falar, tirando a importância que eu dava praquilo. Depois de estacionar o carro e percorrer uma trilha sinuosa, encontramos a praia. Praticamente não tinha ninguém, como costuma acontecer em praias de nudismo. Só ao longe vimos alguns casais de homossexuais se bronzeando ao sol. Assim que as toalhas foram estendidas, chegou aquele momento difícil… o de… bom, agora é… Paula, sabendo que era a primeira vez da irmã, se despiu rapidinho, quase por instinto, como quem vai tomar um banho; em dois movimentos, já tinha mostrado o corpo inteiro, o sol beijando os mamilos dela e a brisa do mar acariciando a entreperna. Um olhar pra mim foi suficiente pra entender… eu tinha que fazer o mesmo. Uma sensação de leve vergonha veio, tanta fantasia tinha deixado meu pau meio duro. Mas que merda, eu era o culpado daquilo, talvez algum desejo exibicionista dentro de mim me fizesse sentir bem com minha cunhada me vendo naquele estado. Meus cunhados disfarçavam como se nada tivesse acontecendo, mas o vermelho que tomou seus rostos os denunciava. Os dois começaram a se despir, não era muita roupa que a gente tava usando, então não foi uma manobra difícil. Stephan baixou primeiro o shorts dele e liberou um pau rosado e proporcionado, de tamanho médio. Não pensei que alguém que não fazia nudismo se depilasse, mas foi uma grata surpresa confirmar que sim, ele fazia. Na real, meu cunhado tem um corpo atlético lindo, não tenho tendências homossexuais, mas sei reconhecer a beleza. Sara, ao ver que Stephan já estava se despindo, em parte pelo seu espírito competitivo, se viu obrigada a começar a mesma manobra. Eu disfarçava enquanto passava protetor solar na Paula, mas não tirava os olhos de Sara, escondido atrás dos meus óculos escuros. A camiseta de Sara caiu no chão de novo. Em seguida, ela juntou os braços atrás das costas e, com um movimento leve, soltou o fecho do sutiã. A peça caiu no chão, liberando dois peitos lindos, compactos e firmes, que apontavam insolentes com os mamilos pro céu. Um sorriso tomou conta do rosto dela, consciente da nova situação, enquanto dizia:
— Bom, agora somos família, não tem problema.
Ela dobrou a camiseta e o sutiã, e se preparou pra abaixar a calcinha. Enquanto fazia isso, eu espalhava protetor nas costas da Paula, que percebeu perfeitamente como meu pau, numa leve contração involuntária, acariciou a bunda dela, ou *tiny ass* como dizem nossos irmãos americanos. Ela não fez nenhum comentário, na verdade me cobriu pra não denunciar meu estado de excitação crescente, contra o qual eu lutava lembrando da escalação da seleção. Quando Sara terminou de abaixar a calcinha dela... biquíni, o mar e eu pudemos descobrir um pequeno e precioso pubis depilado. Aquele contraste que eu tinha imaginado agora se mostrava diante dos meus olhos: um corpo magro, sem curvas, de quase uma adolescente sem forma, defendido por um peito perfeito de mulher adulta, que qualquer cirurgião plástico teria invejado.
Stephan pediu então o frasco de protetor solar que eu tinha, mas antes que eu pudesse me aproximar, Paula pegou ele e disse:
— Vira aí, que você tá queimando — e começou a passar o creme nele.
Eu, por minha vez, escolhi aquele momento pra fugir pra água, talvez a mudança de temperatura diminuísse meu estado crescente. Poucos minutos depois, um pouco mais relaxado, voltei pra areia. Lá estavam as quatro toalhas estendidas, sem nenhum espaço entre elas. As irmãs, já confortáveis na nudez, retomaram os assuntos de conversa. Stephan lia uma revista sem interesse. Os corpos brilhavam por causa do protetor e do sol forte do meio-dia. Apesar da praia estar praticamente deserta, a distância entre nossos corpos era mínima. Assim que me deitei a poucos centímetros da minha cunhada, podia sentir o cheiro dela. Me acomodei de lado pra observá-la, com o falso pretexto de prestar atenção na conversa.
Paula começou a falar sobre estética e depilação. Foi quando ela se levantou e sentou na minha toalha, aos meus pés. Sentada de frente pra irmã, abriu as pernas pra mostrar o avanço do laser e, puxando suavemente o clitóris pra cima, mostrou até onde chegava. Stephan largou a revista na hora, o que provocou uma gargalhada geral, mas Paula, longe de se sentir envergonhada, abriu ainda mais as pernas pra mostrar pra ele em particular.
— Olha aqui, não seja bobo — Stephan se apoiou nos cotovelos e se aproximou, com o duplo objetivo de observar e não entregar a excitação. Sara sorriu timidamente, competitiva por natureza, também sentou na toalha na mesma posição que a irmã. Irmã, mas desta vez apontando pra mim, que continuava deitado de lado. Uns lábios vaginais lindos se abriam diante dos meus olhos, mostrando o interior da sua buceta ainda apertada, junto com a junção com o cuzinho pequeno. Ela fez o mesmo movimento que a irmã e separou o lábio vaginal direito enquanto dizia:
— Sim, mas até aqui não chega.
As duas irmãs gostosas estavam sentadas nas toalhas com as pernas abertas até o limite, só pra se mostrarem inteirinhas pros respectivos cunhados. Foi aí que o Stephan, num momento de sinceridade, falou:
— Pô, tô ficando excitado, não tô acostumado com isso.
Eu peguei a palavra e disse:
— Não é só você não.
As duas irmãs se olharam e, numa linguagem que só elas entendiam, com um gesto se deram sinal verde.
Foi quando a pequena Sara me olhou e, sorrindo sem largar a posição deliberadamente indecente, disse:
— Vem aqui que vou te falar uma coisa no ouvido.
Saí da minha posição e, apoiando o cotovelo no espaço entre as pernas abertas dela, me aproximei do ouvido dela. Quase sem saber como, ela mudou a direção e enfiou a língua na minha boca. Abri os olhos surpreso e também meio assustado, sem saber qual seria a reação do Stephan, mas quando semicerr os olhos, vi ele se arrastando até a Paula, que já esperava com as pernas abertas, apoiada nas mãos igual a irmã dela fazia comigo.
Não conseguia me desgrudar daquela língua que não parava de acariciar a minha. De olhos fechados, ouvia o Stephan beijando e lambendo a buceta da minha mulher. Enquanto me concentrava naqueles beijos doces, senti a umidade de uma boca escorrendo pelo meu pau enquanto beijava a Sara. Minha mulher tinha mudado de posição, tinha ficado de quatro pra lamber meu pau enquanto eu beijava a irmã dela. O Stephan se posicionou atrás da minha mulher Paula e perguntou:
— Posso por trás?
E a Paula respondeu:
— Devagarzinho, Stephan, sim.
Não parava de beijar a Sara enquanto o Stephan... Penetrava ternamente minha esposa, e eu agradecia, porque a cada movimento doce e suave ela se estremecia toda, e isso se refletia na boca dela. Foi quando a Sara largou a pose de sedução inicial, me deitou de barriga pra cima pra facilitar o trabalho pra irmã dela. Posicionou o clitóris pequenininho na altura da minha língua e se deitou sobre meu torso de cabeça pra baixo, buscando, igual a Paula, lamber meu pau. Quando estendi a língua, pude sentir que o gosto das duas irmãs era parecido, o que misturou em mim uma sensação de tesão com outra de bem-estar. Os peitos lindos delas, que eu mal tinha imaginado horas antes, roçavam na minha barriga, enquanto as duas dividiam saliva no meu pau, como se fosse uma guloseima da infância. Até as línguas delas se encontravam às vezes, esquecendo da minha anatomia. Minha língua percorria uma e outra vez a curta distância entre o cuzinho e a buceta da Sara, parando em cada um deles com cuidado. Quase que por mágica, o Stephan e eu gozamos ao mesmo tempo. Ele no cu da minha esposa, eu na boca das irmãs. Me esforcei pra não atrasar o prazer oral da Sara, já que a gente tinha terminado. Poucos segundos depois, minha boca recebeu uma enxurrada de gozo vaginal que mostrava a satisfação dela. Nenhum de nós se limpou na hora; pelo contrário, elas ficaram deitadas no sol até o esperma secar no pescoço e na boca delas, e a gente aproveitou mais um pouco, eu sentindo o gosto da Sara, me lambendo, e o Stephan curtindo a batalha anal com a minha Pauli. Depois daquele dia, voltamos a ir pra praias de nudismo, sempre em segredo pra os pais delas não saberem, mas nunca repetimos a experiência. Naquela mesma noite, a Paula me confessou que, quando eram jovens, faziam essas safadezas, mas que nunca tinham se atrevido já sendo mulheres casadas. Nosso relacionamento mudou, dá pra dizer que agora é de carinho sincero, não fica na nossa mente algo tipo... "tem que repetir", simplesmente fica como uma lembrança. Experiência fantástica. Os jantares de Natal não mudaram.
Só precisava contar isso…
Escrito por Pablo Madrid
Minha cunhada Sara é casada desde os 21, é uma mina pequena e meio prepotente, mas inteligente e bem proporcionada. É baixinha, quase parece uma menina se não tivesse peito. Ela tem traços muito parecidos com a minha mulher, o cabelo cacheado e castanho é a diferença mais visível, e a altura, claro. Casou com o Stephan, um alemão bonitão, loiro, olho azul, cabelo cortado à escovinha e um pseudo-profissional de tênis. Eles moram em Berlim.
Já tinha visto minha cunhada um monte de vezes, mas foi só no ano passado, na casa dos meus sogros, que a vi pela primeira vez em... biquíni. Nunca tinha reparado nela, talvez por causa da altura ou da personalidade, mas tenho que admitir que o corpo infantil dela, coroado com um peito de mulher adulta como era de se esperar, chamou minha atenção. Disfarçadamente e sem querer dar importância, ela se enrolou na toalha, amarrando-a debaixo das axilas, para satisfazer a timidez. Os movimentos seguintes mostravam o orgulho que ela tinha dos peitos, levantando os braços sem parar, ora para arejar o cabelo, ora para prendê-lo, sem nunca parar de falar… Eu desejava a todo instante que aquela toalha caísse, mesmo sabendo que, apesar da falta das alças visíveis, o sutiã transbordante do biquíni estava por baixo.
Foi então que, durante o almoço em família no jardim, as duas irmãs combinaram de ir à praia na mesma data. Era lógico, elas sentiam muita saudade por causa da distância, e Stephan tinha férias na mesma época, era o momento ideal.
De volta ao carro, a Paula me disse que nessas férias não ia ter nudismo, meus cunhados não pensavam igual a gente, e ela não estava disposta a deixar a irmã dela desconfortável. Então, teríamos as férias em família típicas. Tenho que admitir que concordei sem reclamar, mas por dentro não pude evitar amaldiçoar aquele momento. Os dias foram ficando mais longos e o calor chegando, até que finalmente chegou o dia em que meus cunhados vieram para a Espanha. Combinamos de nos encontrar no aeroporto para ir direto para o apartamento. Desde a chegada, as irmãs não pararam de falar no carro sobre tudo que se possa imaginar, enquanto eu debatia futebol com o Stephan. O calor estava sufocante, então, depois de nos acomodarmos e tomar uma cerveja, decidimos ir para a praia. As praias no verão na Espanha estão lotadas, é praticamente impossível achar um lugar vago, mas depois de um pouco de aperto, conseguimos sentar num espacinho minúsculo, longe da beira. Enquanto tirávamos a roupa, pude ver como Paula se fixava no torso nu do Stephan e fazia um comentário sobre os abdominais dele. Não demorei muito pra desviar minha atenção, já que minha cunhada Sara sorria, cheia de orgulho enquanto largava a camiseta na areia. Foi então que aquela visão que eu tentava moldar na minha imaginação apareceu de repente. Um lindo sutiã de biquíni preto sem alças que mal conseguia segurar a voluptuosidade do peito daquela garota já crescida. Acomodadas na areia, as irmãs não paravam de reclamar da multidão e do calor. Quase sem pensar, me atrevi a mencionar a existência da nossa praia "secreta". Paula, depois de alguns segundos, apoiou meu discurso e começou a listar as vantagens. A aposta estava feita; após alguns segundos de reflexão por parte do Stephan e da Sara, que se olharam buscando aprovação, ambos aceitaram. Não podia acreditar, minhas férias até então condenadas ao turismo de bar de praia e multidão na areia se transformavam num paraíso no céu, onde eu poderia curtir a beleza das irmãs peladas. Meu sangue, enquanto eu recolhia com o Stephan o guarda-sol, a toalha e o resto, começava a galopar nas veias. No caminho de carro até nossa praia secreta, Paula e Sara não paravam de falar, tirando a importância que eu dava praquilo. Depois de estacionar o carro e percorrer uma trilha sinuosa, encontramos a praia. Praticamente não tinha ninguém, como costuma acontecer em praias de nudismo. Só ao longe vimos alguns casais de homossexuais se bronzeando ao sol. Assim que as toalhas foram estendidas, chegou aquele momento difícil… o de… bom, agora é… Paula, sabendo que era a primeira vez da irmã, se despiu rapidinho, quase por instinto, como quem vai tomar um banho; em dois movimentos, já tinha mostrado o corpo inteiro, o sol beijando os mamilos dela e a brisa do mar acariciando a entreperna. Um olhar pra mim foi suficiente pra entender… eu tinha que fazer o mesmo. Uma sensação de leve vergonha veio, tanta fantasia tinha deixado meu pau meio duro. Mas que merda, eu era o culpado daquilo, talvez algum desejo exibicionista dentro de mim me fizesse sentir bem com minha cunhada me vendo naquele estado. Meus cunhados disfarçavam como se nada tivesse acontecendo, mas o vermelho que tomou seus rostos os denunciava. Os dois começaram a se despir, não era muita roupa que a gente tava usando, então não foi uma manobra difícil. Stephan baixou primeiro o shorts dele e liberou um pau rosado e proporcionado, de tamanho médio. Não pensei que alguém que não fazia nudismo se depilasse, mas foi uma grata surpresa confirmar que sim, ele fazia. Na real, meu cunhado tem um corpo atlético lindo, não tenho tendências homossexuais, mas sei reconhecer a beleza. Sara, ao ver que Stephan já estava se despindo, em parte pelo seu espírito competitivo, se viu obrigada a começar a mesma manobra. Eu disfarçava enquanto passava protetor solar na Paula, mas não tirava os olhos de Sara, escondido atrás dos meus óculos escuros. A camiseta de Sara caiu no chão de novo. Em seguida, ela juntou os braços atrás das costas e, com um movimento leve, soltou o fecho do sutiã. A peça caiu no chão, liberando dois peitos lindos, compactos e firmes, que apontavam insolentes com os mamilos pro céu. Um sorriso tomou conta do rosto dela, consciente da nova situação, enquanto dizia:
— Bom, agora somos família, não tem problema.
Ela dobrou a camiseta e o sutiã, e se preparou pra abaixar a calcinha. Enquanto fazia isso, eu espalhava protetor nas costas da Paula, que percebeu perfeitamente como meu pau, numa leve contração involuntária, acariciou a bunda dela, ou *tiny ass* como dizem nossos irmãos americanos. Ela não fez nenhum comentário, na verdade me cobriu pra não denunciar meu estado de excitação crescente, contra o qual eu lutava lembrando da escalação da seleção. Quando Sara terminou de abaixar a calcinha dela... biquíni, o mar e eu pudemos descobrir um pequeno e precioso pubis depilado. Aquele contraste que eu tinha imaginado agora se mostrava diante dos meus olhos: um corpo magro, sem curvas, de quase uma adolescente sem forma, defendido por um peito perfeito de mulher adulta, que qualquer cirurgião plástico teria invejado.
Stephan pediu então o frasco de protetor solar que eu tinha, mas antes que eu pudesse me aproximar, Paula pegou ele e disse:
— Vira aí, que você tá queimando — e começou a passar o creme nele.
Eu, por minha vez, escolhi aquele momento pra fugir pra água, talvez a mudança de temperatura diminuísse meu estado crescente. Poucos minutos depois, um pouco mais relaxado, voltei pra areia. Lá estavam as quatro toalhas estendidas, sem nenhum espaço entre elas. As irmãs, já confortáveis na nudez, retomaram os assuntos de conversa. Stephan lia uma revista sem interesse. Os corpos brilhavam por causa do protetor e do sol forte do meio-dia. Apesar da praia estar praticamente deserta, a distância entre nossos corpos era mínima. Assim que me deitei a poucos centímetros da minha cunhada, podia sentir o cheiro dela. Me acomodei de lado pra observá-la, com o falso pretexto de prestar atenção na conversa.
Paula começou a falar sobre estética e depilação. Foi quando ela se levantou e sentou na minha toalha, aos meus pés. Sentada de frente pra irmã, abriu as pernas pra mostrar o avanço do laser e, puxando suavemente o clitóris pra cima, mostrou até onde chegava. Stephan largou a revista na hora, o que provocou uma gargalhada geral, mas Paula, longe de se sentir envergonhada, abriu ainda mais as pernas pra mostrar pra ele em particular.
— Olha aqui, não seja bobo — Stephan se apoiou nos cotovelos e se aproximou, com o duplo objetivo de observar e não entregar a excitação. Sara sorriu timidamente, competitiva por natureza, também sentou na toalha na mesma posição que a irmã. Irmã, mas desta vez apontando pra mim, que continuava deitado de lado. Uns lábios vaginais lindos se abriam diante dos meus olhos, mostrando o interior da sua buceta ainda apertada, junto com a junção com o cuzinho pequeno. Ela fez o mesmo movimento que a irmã e separou o lábio vaginal direito enquanto dizia:
— Sim, mas até aqui não chega.
As duas irmãs gostosas estavam sentadas nas toalhas com as pernas abertas até o limite, só pra se mostrarem inteirinhas pros respectivos cunhados. Foi aí que o Stephan, num momento de sinceridade, falou:
— Pô, tô ficando excitado, não tô acostumado com isso.
Eu peguei a palavra e disse:
— Não é só você não.
As duas irmãs se olharam e, numa linguagem que só elas entendiam, com um gesto se deram sinal verde.
Foi quando a pequena Sara me olhou e, sorrindo sem largar a posição deliberadamente indecente, disse:
— Vem aqui que vou te falar uma coisa no ouvido.
Saí da minha posição e, apoiando o cotovelo no espaço entre as pernas abertas dela, me aproximei do ouvido dela. Quase sem saber como, ela mudou a direção e enfiou a língua na minha boca. Abri os olhos surpreso e também meio assustado, sem saber qual seria a reação do Stephan, mas quando semicerr os olhos, vi ele se arrastando até a Paula, que já esperava com as pernas abertas, apoiada nas mãos igual a irmã dela fazia comigo.
Não conseguia me desgrudar daquela língua que não parava de acariciar a minha. De olhos fechados, ouvia o Stephan beijando e lambendo a buceta da minha mulher. Enquanto me concentrava naqueles beijos doces, senti a umidade de uma boca escorrendo pelo meu pau enquanto beijava a Sara. Minha mulher tinha mudado de posição, tinha ficado de quatro pra lamber meu pau enquanto eu beijava a irmã dela. O Stephan se posicionou atrás da minha mulher Paula e perguntou:
— Posso por trás?
E a Paula respondeu:
— Devagarzinho, Stephan, sim.
Não parava de beijar a Sara enquanto o Stephan... Penetrava ternamente minha esposa, e eu agradecia, porque a cada movimento doce e suave ela se estremecia toda, e isso se refletia na boca dela. Foi quando a Sara largou a pose de sedução inicial, me deitou de barriga pra cima pra facilitar o trabalho pra irmã dela. Posicionou o clitóris pequenininho na altura da minha língua e se deitou sobre meu torso de cabeça pra baixo, buscando, igual a Paula, lamber meu pau. Quando estendi a língua, pude sentir que o gosto das duas irmãs era parecido, o que misturou em mim uma sensação de tesão com outra de bem-estar. Os peitos lindos delas, que eu mal tinha imaginado horas antes, roçavam na minha barriga, enquanto as duas dividiam saliva no meu pau, como se fosse uma guloseima da infância. Até as línguas delas se encontravam às vezes, esquecendo da minha anatomia. Minha língua percorria uma e outra vez a curta distância entre o cuzinho e a buceta da Sara, parando em cada um deles com cuidado. Quase que por mágica, o Stephan e eu gozamos ao mesmo tempo. Ele no cu da minha esposa, eu na boca das irmãs. Me esforcei pra não atrasar o prazer oral da Sara, já que a gente tinha terminado. Poucos segundos depois, minha boca recebeu uma enxurrada de gozo vaginal que mostrava a satisfação dela. Nenhum de nós se limpou na hora; pelo contrário, elas ficaram deitadas no sol até o esperma secar no pescoço e na boca delas, e a gente aproveitou mais um pouco, eu sentindo o gosto da Sara, me lambendo, e o Stephan curtindo a batalha anal com a minha Pauli. Depois daquele dia, voltamos a ir pra praias de nudismo, sempre em segredo pra os pais delas não saberem, mas nunca repetimos a experiência. Naquela mesma noite, a Paula me confessou que, quando eram jovens, faziam essas safadezas, mas que nunca tinham se atrevido já sendo mulheres casadas. Nosso relacionamento mudou, dá pra dizer que agora é de carinho sincero, não fica na nossa mente algo tipo... "tem que repetir", simplesmente fica como uma lembrança. Experiência fantástica. Os jantares de Natal não mudaram.
Só precisava contar isso…
Escrito por Pablo Madrid
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