Saudações pra essa comunidade foda de novo aqui com um contato quente
Fazendo um favor pra vizinha
Outro dia de manhã, quando voltava de deixar as crianças na escola, fiz algo que já precisei fazer algumas vezes, relacionado a mecânica. Notei o carro da minha vizinha estacionado no acostamento. Era óbvio que tinha quebrado, digo, enguiçado.
Eu sempre mantive meus carros em boas condições mecânicas, então não entendo como as pessoas podem ser tão idiotas e, por descuido, sempre terem perrengues assim. O caso é que essa vizinha valia a pena ajudar, merecia toda minha atenção porque uma mulher de uns 38 anos, 1,80m de altura, pernas longas e atléticas e uma bunda bem firme (já tinha visto muito quando ela nadava na piscina no verão) era alguém que valia a pena dar uma mão. Claro que acabei metendo a mão até tocar naquelas nádegas! Como vou contar agora.
Como o carro estava bloqueando o trânsito naquela hora tão cedo, me ofereci para rebocá-lo até a casa dela, que ficava só a duas quadras dali, na mesma rua. Minha vizinha aceitou e imediatamente comecei a trabalhar com minha caminhonete 4x4, sendo fácil puxar um Volkswagen tão pequeno. Quando chegamos, manobrei para colocar o carro dentro da garagem e fiquei observando minha vizinha. Ela parecia meio preocupada, como desnorteada com o que tinha acontecido com o carro. Não só reboquei, como também me ofereci para dar uma olhada rápida no veículo, já que o problema era bem óbvio e dava pra consertar rapidinho.
Falei pra ela sentar no volante e tentar ligar, enquanto eu desconectava a mangueira de combustível pra ver se a bomba de gasolina estava funcionando. O problema não era ali, porque imediatamente começou a espirrar gasolina por todo o compartimento do motor. Fiz sinal pra ela parar e a bomba não continuar cuspindo gasolina no motor.
A mulher desceu do carro e Ela caminou até onde eu estava. Tava com um cheirão de gasolina e, quando viu que tava vazando da mangueira desconectada, se assustou. Vi a chance de observar melhor aquela bunda quando mandei ela segurar a mangueira na vertical com o dedo tampando o buraco na ponta. Ela obedeceu minhas instruções, mas no processo teve que se inclinar pra frente o máximo que podia, porque a mangueira de gasolina tava bem colada na cabine, já que o motor era montado transversalmente. Foi assim que eu tive uma visão perfeita de uma raba quando a saia ficou esticada sobre as nádegas firmes dela, enquanto ela tentava se esticar meio deitada sobre o motor.
A costura da calcinha, uma fio dental nesse caso, aparecia demais. O pau subiu na hora diante daquela beleza. Algo que fez a rola subir ainda mais rápido foi perceber as pernas atléticas dela uns 20 centímetros acima da saia, que tava apertada e comprimida pela tensão de continuar inclinada sobre o carro daquele jeito.
Eu me coloquei do lado dela e comecei a soltar a tampa do distribuidor. No processo, descobri que o fio por onde passa a corrente da bobina de alta tensão tinha soltado, mas não contei pra dona aquela informação — não era nenhum otário!
Ali parado do lado dela, comecei a seguir o trajeto do sistema elétrico com meu dedo. Pra isso, teria que colocar a mão e o braço entre o corpo dela e a lataria. Ela ainda tava inclinada segurando a mangueira de gasolina. Acidentalmente, meu braço esfregou um lado do corpo dela, também a barriga e até o peito e os seios, e mais ainda, até os peitos de sutiã tamanho B, assim meio deitada que a dona tava. Isso não pareceu incomodar ela, não deu muita importância e, na real, eu continuei movendo a mão devagar procurando por onde passava o fio, e tenho certeza que a mulher respirava fundo, tentando pegar ar, por causa da... Posição desconfortável, a barriga dela pressionada contra meu braço.
Fazendo um esforço pra alcançar os fios do ar-condicionado (lembrem que eu só queria ver a fiação pra ter uma desculpa e aproveitar pra botar meu plano em prática), me coloquei atrás dela, me agachei e tive que enfiar a cara bem debaixo da bunda direita, depois até o quadril, com meu ombro esquerdo pressionando o rabo dela e me segurando no carro com a mão esquerda.
Assim tive a chance não só de dar uma olhada nela, inspecionar as pernas um pouco por aquele lado; de baixo como eu tava, dava pra ver tudo ao longo daquelas pernas macias e o começo de umas bundas duras, firmes e bronzeadas, também tive a oportunidade de esfregar meu peito e a parte de cima do meu braço contra a bunda dela, apertando bem.
Ela ainda segurava a mangueira de gasolina e já começava a ficar vermelha, o pescoço também, e as bochechas levemente rosadas. Eu já tava prestes a explodir, me posicionei exatamente atrás dela, desci minha mão esquerda até o cu dela. A mulher se endireitou, dando sinais de que queria reclamar, como qualquer mulher decente faria, mas não dei chance porque bruscamente pressionei ela com meu corpo contra o carro, aquela mão na bunda esquerda dela pra impedir a reclamação, porque ela já tinha começado a falar alguma coisa, e eu interrompi repetindo as instruções: “Segura a mangueira de gasolina, senhora, segura firme!!”
Ela não disse nada e continuou segurando a mangueira, ficando assim o tempo todo. Com minha mão esquerda continuei explorando a bunda dela através da saia, também as coxas por baixo da saia, enquanto com a direita segurava o braço dela, apalpava a parte direita do corpo dela, o tórax e passava de leve pelos peitos a cada passada, uma mão no cu dela, a outra nos peitos.
Já minha cara tava colada no pescoço dela e sussurrei no ouvido que era muito importante que ela continuasse segurando a mangueira.
"Segura, senhora, porque se sair uma faísca do cabo, isso explode com a gasolina derramada."
A mulher estava com o mesmo medo de antes, vendo que a gasolina derramada podia pegar fogo e o carro ficaria em chamas, e quando eu repeti isso, ela ficou ainda mais convencida do perigo. Isso a motivou, fez ela prestar mais atenção no assunto e continuar com a mangueirinha, só que agora a respiração dela estava mais rápida, igual à minha, e eu também percebia que o coração dela batia acelerado quando fiquei bem colado nela.
Usei essa mesma mão esquerda para acariciar a bunda dela e as coxas por trás da perna e na parte interna da coxa esquerda, cheguei bem lá em cima, com a mão enfiada por baixo da saia dela, o suficiente para meu dedo encontrar a junção entre a borda da calcinha e os lábios maiores da buceta. Isso fez ela tentar reclamar de novo, e eu adivinhei pela forma como ela mexia o corpo, como se estivesse recusando as carícias. Para impedir que ela dissesse alguma coisa, enfiei a mão direita dentro do peito do mesmo lado e apertei bem forte:
"Segura, senhora, segura a mangueira!!"
De novo ela não disse nada e começou a relaxar, ficando mais sensível às minhas carícias. Agora minha mão direita acariciava o peito do mesmo lado, a palma da mão debaixo da teta enquanto os dedos faziam desenhos, girando em círculos ao redor da teta e pelos lados, tomando cuidado para não tocar no bico... até que eles ficassem duros pela tensão provocada naquele lugar.
Por fim, quando apalpei o bico, a cada amasso e carícia, escapavam gemidos suaves dos lábios dela. Enquanto isso, com a mão esquerda, continuei explorando todo o comprimento dos lábios maiores através da calcinha fio dental, que formava uma concha no formato da buceta. Com dois dedos, percorria os lábios maiores para cima e para baixo, bem devagar, dois Dedos nas laterais e o dedo do meio no ponto central onde a calcinha estava molhada. Aquela buceta já estava ficando bem quente, a ponto de sentir as pulsações dela.
Eu sussurrava palavras no ouvido dela, dando força, dizendo que era necessário ela continuar segurando a mangueira de gasolina por causa do perigo de incêndio que existia.
“Assim, gatinha, bom trabalho o que você tá fazendo, você é uma boa ajudante. Não se preocupa, esse carro já vai pegar, já falta pouco.”
&&&&&&
Quando senti a buceta dela pulsando debaixo da mão esquerda, decidi que já era a hora. Meti a mão direita por baixo da blusa para acariciar a pele deliciosa da cintura dela, e a depressão entre os peitos enquanto de vez em quando acariciava um peito por cima da alça do sutiã.
Era mais fácil usar os dedos da minha mão esquerda, então enfiei eles por baixo da tanga pelo lado esquerdo enquanto ela estava de costas, e por trás, subindo, consegui tocar a bunda daquela mulher. Com o dedo do meio, percorria a fenda da buceta já lubrificada, embora ainda estivesse fechada, mas, porra! Bem molhada! Para cima e para baixo, a mão até onde começava o clitóris, só tocando a parte interna dos lábios maiores e esfregando a parte saliente dos lábios menores. É de se notar que aquela vizinha era uma daquelas mulheres que têm os lábios menores apontando para frente, totalmente para fora daquela buceta. Sentia a umidade dela e passava para cima e para baixo para lubrificar aquele motor que tremia de tão quente, esperando ser ligado.
Ela já estava pronta, com vontade de foder igual a mim, mas o problema é que a tanga estava apertada demais. Arriscando que ela recusasse e não quisesse mais nada por eu deixar de mantê-la quente, tirei minha mão esquerda para, com ela mesma, remover o pedacinho de pano atrapalhando no meio e que me impedia de meter o pau. Com a mão direita, segurava a saia dela, e assim ficou mais fácil. fácil puxar a calcinha dela com a mão esquerda.
Quando levantei a saia dela completamente pra começar a foder, o corpo dela ficou mais rígido e achei que ela não ia deixar:
“Ei, mas o que você tá fazendo, tira a mão daí!!”
Eu já tava feito em pedaços de tanta chatice, e pra ela parar com a palhaçada, dei um tapa na bunda direita dela pra chamar a atenção:
“Segura a mangueira, gata, segura, calma que não vai te acontecer nada!!”
Minha mão ficou grudada na bunda linda dela com o último tapa, causando dor. O corpo dela endureceu quando a mulher sentiu aquele chicotada, mas começou a relaxar quando minha mão acariciou a área vermelha da bunda que tava doendo, dando um alívio.
Percebi que ela já tava colaborando e continuei tirando a calcinha dela, devagar de propósito. Desci até os tornozelos enquanto passava a língua na parte de trás da perna esquerda dela. Sem calcinha, finalmente pude ver aquela buceta deliciosa por trás. Ela tava sem depilar e os pelos eram loiros cereja, os lábios menores escuros, quase pretos, saindo pra fora, sobressaindo sobre os lábios maiores que estavam inchados, meio rosados, com a área da rachadura coberta por um suco viscoso e translúcido. Que coisa gostosa, meu Deus!!”
Puxei a calcinha pra sair dos tornozelos e tive que segurar o tornozelo esquerdo dela pra terminar o serviço, depois decidi que seria mais fácil chegar na buceta dela colocando a perna com os saltos altos em cima do para-choque, assim a xereca abriria bem.
Quando me levantei, consegui enfiar as mãos por dentro das pernas dela até a área onde tava meu objetivo. Afrouxei o cinto e abaixei a calça, que caiu no chão. Peguei o pau com a mão esquerda, esfreguei a ponta do pênis pra cima e pra baixo ao longo da rachadura, garantindo de tocar o clitóris dela quando a cabeça do ovo chegava em cima. A Quinta vez que acariciei ela desse jeito, os músculos da perna e da bunda dela se contraíram e ela começou a tremer: tava tendo um orgasminho.
Parei de acariciar e me aproximei o máximo que pude com minha pica dura encostada na bunda dela, beijei suavemente o pescoço dela, meus lábios acariciando o pescoço, e junto com isso falava uns elogios:
"Que corpo lindo você tem, gostosa, que divina!! Já teve um orgasmo divino e te prometo algo melhor, muito melhor que isso!!"
Me afastei um pouco pra trás e deslizei meu pau dentro dela com um movimento suave. O pau escorregou com uma rebolada bem leve quando vi ela toda exposta na minha frente naquela posição, esticada sobre o motor com um pé no para-choque.
Me afastei um pouco pra trás pra conferir a parada e deslizar meu pau dentro dela com um movimento rápido; a pica escorregava suave pelo jeito que ela tava toda aberta naquela posição. Devagar comecei, meticulosamente, com metidas longas, nossos corpos se tocando, minhas bolas balançando pra frente e pra trás batendo nas coxas dela.
Com a mão esquerda acariciava os peitos dela, enquanto com a direita brincava na barriga e mais pra baixo. Meu dedo do meio explorava os pelos da buceta que tinha uma espécie de botão até bem onde os lábios maiores se encontram na parte de cima da xota.
Com o mesmo líquido lubrificante vindo do pau enfiando nela, comecei a esfregar o clitóris dela usando movimentos curtos pra cima e pra baixo. Ela teve dois orgasmos rápidos e seguidos. Dava pra sentir que aquela mulher já ia ter o último e mais importante orgasmo que tava chegando; eu também percebia que tava ficando mais e mais excitado.
O frenesi da minha vizinha só aumentava, então diminuí minhas metidas e acelerei o ritmo com um dedo no clitóris dela no mesmo ritmo das metidas. A lubrificação vinha do pau molhado com os fluidos dela, fazendo a parte onde uni os lábios menores se abrirem, tocando aquela parte. Puxei pra trás a capinha que cobre o clitóris. Continuei dando pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, de novo.
Veio um orgasmo violento nela: os músculos da buceta se contraíram e a mulher se contorcia sem controle, com as pernas tremendo quando chegou ao clímax. Enfiei a pica mais pra dentro e parei, deixando ela enfiada lá dentro: sentia umas pulsadinhas e batidinhas dentro da vagina dela quando a cabeça do meu pau ficou bem inchada, inflamada, e o sangue bombeava pra aquela região.
Quando o orgasmo finalmente sacudiu ela, enfiei um dedo dentro do clitóris e apertei forte na cabecinha daquele botão, tomando cuidado pra não estimular partes muito sensíveis. Ficamos assim uns 15 ou 20 SEGUNDOS: ela dominada, presa pelo orgasmo tão intenso, com os músculos das pernas e da bunda tremendo e os joelhos já dobrando, a mulher parecendo que ia desabar, sempre com meu pau enfiado, eu apertando mais o clitóris e curtindo cada detalhe dos prazeres que essa senhora tava sentindo. Notei que ela tinha soltado a mangueira e agora tava com as mãos apoiadas no motor, de costas.
Depois do que pareceu uma hora tremendo, se contorcendo, tudo acabou e a respiração dela ficou menos descontrolada. Tirei o machete, deixando só a cabeça pra dentro, e dei um tapa violento na bunda direita dela. Ela não percebeu o sorriso carinhoso e satisfeito na minha cara: aquela mulher era simplesmente mágica, um fenômeno.
Continuei esfregando o pau dentro do túnel do amor, mas meio apressado porque era claro que agora era minha vez de me satisfazer. Foram enfiadas longas, começando dos lábios, aplicando pressão pra cima de jeito que a cabeça roçasse o máximo possível na parte de cima da vagina. Umas 20, 30 enfiadas a mais, e eu me esvaziei, jorrando dentro dela, apertando bem forte. Fiquei surpreso porque minha vizinha gozou de novo. Quando eu tive meu último espasmo, melhor dizendo, minha última sacudida, nossos fluidos me banhando inteiro, do pau até as bolas.
Acariciei as costas e o pescoço dela ainda com ele enfiado. Sentia que o pau não descia; tava endurecendo de novo. O problema é que eu tinha um compromisso de negócios, ia me atrasar se deixasse levar pelo impulso animal; tirei meu pau e me afastei.
Ela ainda tava inclinada sobre o motor, de costas, e a bela bunda direita dela tava vermelha onde eu tinha imposto disciplina. Uma sócia, companheira tão boa e complacente, merecia um tratamento agradável, então cuidadosamente passei a mão na parte inflamada e dei beijinhos pra ela se sentir melhor. Olhando de um pouco mais longe, pude notar como saíam líquidos e escorriam pela parte de dentro da perna esquerda dela: uma mistura da minha semente e dos sucos do amor dela.
Atrasou e eu precisava tomar um bom banho, então puxei ela pra perto, abracei e dei um beijo bem carinhoso.
Ela foi uma pessoa tão linda, caridosa, generosa comigo... essa nova amizade com certeza ia durar, e a gente ia gozar muito transando no futuro. Enquanto ela tomava banho, eu fiquei terminando de consertar o carro. Ajudei ela a secar as costas depois de lavar as mãos. Notei que tinham duas coisas funcionando mal na casa dela: uma dobradiça quebrada, uma torneira pingando e a porta do armário. Quando me imaginei fodendo ela de novo, o pau começou a endurecer.
Fazendo um favor pra vizinha
Outro dia de manhã, quando voltava de deixar as crianças na escola, fiz algo que já precisei fazer algumas vezes, relacionado a mecânica. Notei o carro da minha vizinha estacionado no acostamento. Era óbvio que tinha quebrado, digo, enguiçado.
Eu sempre mantive meus carros em boas condições mecânicas, então não entendo como as pessoas podem ser tão idiotas e, por descuido, sempre terem perrengues assim. O caso é que essa vizinha valia a pena ajudar, merecia toda minha atenção porque uma mulher de uns 38 anos, 1,80m de altura, pernas longas e atléticas e uma bunda bem firme (já tinha visto muito quando ela nadava na piscina no verão) era alguém que valia a pena dar uma mão. Claro que acabei metendo a mão até tocar naquelas nádegas! Como vou contar agora.
Como o carro estava bloqueando o trânsito naquela hora tão cedo, me ofereci para rebocá-lo até a casa dela, que ficava só a duas quadras dali, na mesma rua. Minha vizinha aceitou e imediatamente comecei a trabalhar com minha caminhonete 4x4, sendo fácil puxar um Volkswagen tão pequeno. Quando chegamos, manobrei para colocar o carro dentro da garagem e fiquei observando minha vizinha. Ela parecia meio preocupada, como desnorteada com o que tinha acontecido com o carro. Não só reboquei, como também me ofereci para dar uma olhada rápida no veículo, já que o problema era bem óbvio e dava pra consertar rapidinho.
Falei pra ela sentar no volante e tentar ligar, enquanto eu desconectava a mangueira de combustível pra ver se a bomba de gasolina estava funcionando. O problema não era ali, porque imediatamente começou a espirrar gasolina por todo o compartimento do motor. Fiz sinal pra ela parar e a bomba não continuar cuspindo gasolina no motor.
A mulher desceu do carro e Ela caminou até onde eu estava. Tava com um cheirão de gasolina e, quando viu que tava vazando da mangueira desconectada, se assustou. Vi a chance de observar melhor aquela bunda quando mandei ela segurar a mangueira na vertical com o dedo tampando o buraco na ponta. Ela obedeceu minhas instruções, mas no processo teve que se inclinar pra frente o máximo que podia, porque a mangueira de gasolina tava bem colada na cabine, já que o motor era montado transversalmente. Foi assim que eu tive uma visão perfeita de uma raba quando a saia ficou esticada sobre as nádegas firmes dela, enquanto ela tentava se esticar meio deitada sobre o motor.
A costura da calcinha, uma fio dental nesse caso, aparecia demais. O pau subiu na hora diante daquela beleza. Algo que fez a rola subir ainda mais rápido foi perceber as pernas atléticas dela uns 20 centímetros acima da saia, que tava apertada e comprimida pela tensão de continuar inclinada sobre o carro daquele jeito.
Eu me coloquei do lado dela e comecei a soltar a tampa do distribuidor. No processo, descobri que o fio por onde passa a corrente da bobina de alta tensão tinha soltado, mas não contei pra dona aquela informação — não era nenhum otário!
Ali parado do lado dela, comecei a seguir o trajeto do sistema elétrico com meu dedo. Pra isso, teria que colocar a mão e o braço entre o corpo dela e a lataria. Ela ainda tava inclinada segurando a mangueira de gasolina. Acidentalmente, meu braço esfregou um lado do corpo dela, também a barriga e até o peito e os seios, e mais ainda, até os peitos de sutiã tamanho B, assim meio deitada que a dona tava. Isso não pareceu incomodar ela, não deu muita importância e, na real, eu continuei movendo a mão devagar procurando por onde passava o fio, e tenho certeza que a mulher respirava fundo, tentando pegar ar, por causa da... Posição desconfortável, a barriga dela pressionada contra meu braço.
Fazendo um esforço pra alcançar os fios do ar-condicionado (lembrem que eu só queria ver a fiação pra ter uma desculpa e aproveitar pra botar meu plano em prática), me coloquei atrás dela, me agachei e tive que enfiar a cara bem debaixo da bunda direita, depois até o quadril, com meu ombro esquerdo pressionando o rabo dela e me segurando no carro com a mão esquerda.
Assim tive a chance não só de dar uma olhada nela, inspecionar as pernas um pouco por aquele lado; de baixo como eu tava, dava pra ver tudo ao longo daquelas pernas macias e o começo de umas bundas duras, firmes e bronzeadas, também tive a oportunidade de esfregar meu peito e a parte de cima do meu braço contra a bunda dela, apertando bem.
Ela ainda segurava a mangueira de gasolina e já começava a ficar vermelha, o pescoço também, e as bochechas levemente rosadas. Eu já tava prestes a explodir, me posicionei exatamente atrás dela, desci minha mão esquerda até o cu dela. A mulher se endireitou, dando sinais de que queria reclamar, como qualquer mulher decente faria, mas não dei chance porque bruscamente pressionei ela com meu corpo contra o carro, aquela mão na bunda esquerda dela pra impedir a reclamação, porque ela já tinha começado a falar alguma coisa, e eu interrompi repetindo as instruções: “Segura a mangueira de gasolina, senhora, segura firme!!”
Ela não disse nada e continuou segurando a mangueira, ficando assim o tempo todo. Com minha mão esquerda continuei explorando a bunda dela através da saia, também as coxas por baixo da saia, enquanto com a direita segurava o braço dela, apalpava a parte direita do corpo dela, o tórax e passava de leve pelos peitos a cada passada, uma mão no cu dela, a outra nos peitos.
Já minha cara tava colada no pescoço dela e sussurrei no ouvido que era muito importante que ela continuasse segurando a mangueira.
"Segura, senhora, porque se sair uma faísca do cabo, isso explode com a gasolina derramada."
A mulher estava com o mesmo medo de antes, vendo que a gasolina derramada podia pegar fogo e o carro ficaria em chamas, e quando eu repeti isso, ela ficou ainda mais convencida do perigo. Isso a motivou, fez ela prestar mais atenção no assunto e continuar com a mangueirinha, só que agora a respiração dela estava mais rápida, igual à minha, e eu também percebia que o coração dela batia acelerado quando fiquei bem colado nela.
Usei essa mesma mão esquerda para acariciar a bunda dela e as coxas por trás da perna e na parte interna da coxa esquerda, cheguei bem lá em cima, com a mão enfiada por baixo da saia dela, o suficiente para meu dedo encontrar a junção entre a borda da calcinha e os lábios maiores da buceta. Isso fez ela tentar reclamar de novo, e eu adivinhei pela forma como ela mexia o corpo, como se estivesse recusando as carícias. Para impedir que ela dissesse alguma coisa, enfiei a mão direita dentro do peito do mesmo lado e apertei bem forte:
"Segura, senhora, segura a mangueira!!"
De novo ela não disse nada e começou a relaxar, ficando mais sensível às minhas carícias. Agora minha mão direita acariciava o peito do mesmo lado, a palma da mão debaixo da teta enquanto os dedos faziam desenhos, girando em círculos ao redor da teta e pelos lados, tomando cuidado para não tocar no bico... até que eles ficassem duros pela tensão provocada naquele lugar.
Por fim, quando apalpei o bico, a cada amasso e carícia, escapavam gemidos suaves dos lábios dela. Enquanto isso, com a mão esquerda, continuei explorando todo o comprimento dos lábios maiores através da calcinha fio dental, que formava uma concha no formato da buceta. Com dois dedos, percorria os lábios maiores para cima e para baixo, bem devagar, dois Dedos nas laterais e o dedo do meio no ponto central onde a calcinha estava molhada. Aquela buceta já estava ficando bem quente, a ponto de sentir as pulsações dela.
Eu sussurrava palavras no ouvido dela, dando força, dizendo que era necessário ela continuar segurando a mangueira de gasolina por causa do perigo de incêndio que existia.
“Assim, gatinha, bom trabalho o que você tá fazendo, você é uma boa ajudante. Não se preocupa, esse carro já vai pegar, já falta pouco.”
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Quando senti a buceta dela pulsando debaixo da mão esquerda, decidi que já era a hora. Meti a mão direita por baixo da blusa para acariciar a pele deliciosa da cintura dela, e a depressão entre os peitos enquanto de vez em quando acariciava um peito por cima da alça do sutiã.
Era mais fácil usar os dedos da minha mão esquerda, então enfiei eles por baixo da tanga pelo lado esquerdo enquanto ela estava de costas, e por trás, subindo, consegui tocar a bunda daquela mulher. Com o dedo do meio, percorria a fenda da buceta já lubrificada, embora ainda estivesse fechada, mas, porra! Bem molhada! Para cima e para baixo, a mão até onde começava o clitóris, só tocando a parte interna dos lábios maiores e esfregando a parte saliente dos lábios menores. É de se notar que aquela vizinha era uma daquelas mulheres que têm os lábios menores apontando para frente, totalmente para fora daquela buceta. Sentia a umidade dela e passava para cima e para baixo para lubrificar aquele motor que tremia de tão quente, esperando ser ligado.
Ela já estava pronta, com vontade de foder igual a mim, mas o problema é que a tanga estava apertada demais. Arriscando que ela recusasse e não quisesse mais nada por eu deixar de mantê-la quente, tirei minha mão esquerda para, com ela mesma, remover o pedacinho de pano atrapalhando no meio e que me impedia de meter o pau. Com a mão direita, segurava a saia dela, e assim ficou mais fácil. fácil puxar a calcinha dela com a mão esquerda.
Quando levantei a saia dela completamente pra começar a foder, o corpo dela ficou mais rígido e achei que ela não ia deixar:
“Ei, mas o que você tá fazendo, tira a mão daí!!”
Eu já tava feito em pedaços de tanta chatice, e pra ela parar com a palhaçada, dei um tapa na bunda direita dela pra chamar a atenção:
“Segura a mangueira, gata, segura, calma que não vai te acontecer nada!!”
Minha mão ficou grudada na bunda linda dela com o último tapa, causando dor. O corpo dela endureceu quando a mulher sentiu aquele chicotada, mas começou a relaxar quando minha mão acariciou a área vermelha da bunda que tava doendo, dando um alívio.
Percebi que ela já tava colaborando e continuei tirando a calcinha dela, devagar de propósito. Desci até os tornozelos enquanto passava a língua na parte de trás da perna esquerda dela. Sem calcinha, finalmente pude ver aquela buceta deliciosa por trás. Ela tava sem depilar e os pelos eram loiros cereja, os lábios menores escuros, quase pretos, saindo pra fora, sobressaindo sobre os lábios maiores que estavam inchados, meio rosados, com a área da rachadura coberta por um suco viscoso e translúcido. Que coisa gostosa, meu Deus!!”
Puxei a calcinha pra sair dos tornozelos e tive que segurar o tornozelo esquerdo dela pra terminar o serviço, depois decidi que seria mais fácil chegar na buceta dela colocando a perna com os saltos altos em cima do para-choque, assim a xereca abriria bem.
Quando me levantei, consegui enfiar as mãos por dentro das pernas dela até a área onde tava meu objetivo. Afrouxei o cinto e abaixei a calça, que caiu no chão. Peguei o pau com a mão esquerda, esfreguei a ponta do pênis pra cima e pra baixo ao longo da rachadura, garantindo de tocar o clitóris dela quando a cabeça do ovo chegava em cima. A Quinta vez que acariciei ela desse jeito, os músculos da perna e da bunda dela se contraíram e ela começou a tremer: tava tendo um orgasminho.
Parei de acariciar e me aproximei o máximo que pude com minha pica dura encostada na bunda dela, beijei suavemente o pescoço dela, meus lábios acariciando o pescoço, e junto com isso falava uns elogios:
"Que corpo lindo você tem, gostosa, que divina!! Já teve um orgasmo divino e te prometo algo melhor, muito melhor que isso!!"
Me afastei um pouco pra trás e deslizei meu pau dentro dela com um movimento suave. O pau escorregou com uma rebolada bem leve quando vi ela toda exposta na minha frente naquela posição, esticada sobre o motor com um pé no para-choque.
Me afastei um pouco pra trás pra conferir a parada e deslizar meu pau dentro dela com um movimento rápido; a pica escorregava suave pelo jeito que ela tava toda aberta naquela posição. Devagar comecei, meticulosamente, com metidas longas, nossos corpos se tocando, minhas bolas balançando pra frente e pra trás batendo nas coxas dela.
Com a mão esquerda acariciava os peitos dela, enquanto com a direita brincava na barriga e mais pra baixo. Meu dedo do meio explorava os pelos da buceta que tinha uma espécie de botão até bem onde os lábios maiores se encontram na parte de cima da xota.
Com o mesmo líquido lubrificante vindo do pau enfiando nela, comecei a esfregar o clitóris dela usando movimentos curtos pra cima e pra baixo. Ela teve dois orgasmos rápidos e seguidos. Dava pra sentir que aquela mulher já ia ter o último e mais importante orgasmo que tava chegando; eu também percebia que tava ficando mais e mais excitado.
O frenesi da minha vizinha só aumentava, então diminuí minhas metidas e acelerei o ritmo com um dedo no clitóris dela no mesmo ritmo das metidas. A lubrificação vinha do pau molhado com os fluidos dela, fazendo a parte onde uni os lábios menores se abrirem, tocando aquela parte. Puxei pra trás a capinha que cobre o clitóris. Continuei dando pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, de novo.
Veio um orgasmo violento nela: os músculos da buceta se contraíram e a mulher se contorcia sem controle, com as pernas tremendo quando chegou ao clímax. Enfiei a pica mais pra dentro e parei, deixando ela enfiada lá dentro: sentia umas pulsadinhas e batidinhas dentro da vagina dela quando a cabeça do meu pau ficou bem inchada, inflamada, e o sangue bombeava pra aquela região.
Quando o orgasmo finalmente sacudiu ela, enfiei um dedo dentro do clitóris e apertei forte na cabecinha daquele botão, tomando cuidado pra não estimular partes muito sensíveis. Ficamos assim uns 15 ou 20 SEGUNDOS: ela dominada, presa pelo orgasmo tão intenso, com os músculos das pernas e da bunda tremendo e os joelhos já dobrando, a mulher parecendo que ia desabar, sempre com meu pau enfiado, eu apertando mais o clitóris e curtindo cada detalhe dos prazeres que essa senhora tava sentindo. Notei que ela tinha soltado a mangueira e agora tava com as mãos apoiadas no motor, de costas.
Depois do que pareceu uma hora tremendo, se contorcendo, tudo acabou e a respiração dela ficou menos descontrolada. Tirei o machete, deixando só a cabeça pra dentro, e dei um tapa violento na bunda direita dela. Ela não percebeu o sorriso carinhoso e satisfeito na minha cara: aquela mulher era simplesmente mágica, um fenômeno.
Continuei esfregando o pau dentro do túnel do amor, mas meio apressado porque era claro que agora era minha vez de me satisfazer. Foram enfiadas longas, começando dos lábios, aplicando pressão pra cima de jeito que a cabeça roçasse o máximo possível na parte de cima da vagina. Umas 20, 30 enfiadas a mais, e eu me esvaziei, jorrando dentro dela, apertando bem forte. Fiquei surpreso porque minha vizinha gozou de novo. Quando eu tive meu último espasmo, melhor dizendo, minha última sacudida, nossos fluidos me banhando inteiro, do pau até as bolas.
Acariciei as costas e o pescoço dela ainda com ele enfiado. Sentia que o pau não descia; tava endurecendo de novo. O problema é que eu tinha um compromisso de negócios, ia me atrasar se deixasse levar pelo impulso animal; tirei meu pau e me afastei.
Ela ainda tava inclinada sobre o motor, de costas, e a bela bunda direita dela tava vermelha onde eu tinha imposto disciplina. Uma sócia, companheira tão boa e complacente, merecia um tratamento agradável, então cuidadosamente passei a mão na parte inflamada e dei beijinhos pra ela se sentir melhor. Olhando de um pouco mais longe, pude notar como saíam líquidos e escorriam pela parte de dentro da perna esquerda dela: uma mistura da minha semente e dos sucos do amor dela.
Atrasou e eu precisava tomar um bom banho, então puxei ela pra perto, abracei e dei um beijo bem carinhoso.
Ela foi uma pessoa tão linda, caridosa, generosa comigo... essa nova amizade com certeza ia durar, e a gente ia gozar muito transando no futuro. Enquanto ela tomava banho, eu fiquei terminando de consertar o carro. Ajudei ela a secar as costas depois de lavar as mãos. Notei que tinham duas coisas funcionando mal na casa dela: uma dobradiça quebrada, uma torneira pingando e a porta do armário. Quando me imaginei fodendo ela de novo, o pau começou a endurecer.
3 comentários - Fazendo um favor pra vizinha gostosa
jajaja me hiciste reir un monton