Colega da faculdade (experiência real)

Olá, pessoal, este é meu segundo relato. Hoje vim contar outra das minhas experiências, espero que gostem porque já começa:

7:35 da manhã, chegando atrasado, me apresso a subir as escadas do pavilhão dois de exatas e naturais, abro a porta da sala e, na mesma hora, quase 90 pessoas viram para ver quem entrou:

- Bom dia, desculpa - me limitei a dizer

A professora fez um gesto com a cabeça como quem diz "sem problemas", e eu fui me sentar num dos poucos lugares vagos que sobravam. Escolhi um dos mais perto do quadro pra ouvir melhor a aula.

- Com licença - pedi timidamente

- Claro - respondeu a mina que estava sentada com as pernas esticadas e dificultava minha passagem até o assento.

A voz dela e o sotaque estrangeiro despertaram um certo interesse em mim. Ela tinha a voz suave, os lábios carnudos e os olhos puxados, mas o que mais chamou minha atenção foi o bronzeado perfeito da pele dela.

Durante a aula, comecei a olhar ao redor, já que era a segunda vez que eu fazia aquela matéria.

À minha direita, tinha dois caras de óculos. Sem ser preconceituoso, quero deixar claro que eles pareciam meio nerds: a postura encurvada, as mãos trêmulas e o olhar ansioso pelas palavras da professora me passaram uma impressão bem Beta da parte deles.

- Bom, no caderno de atividades, página 4, vocês vão ver os exercícios que vamos fazer hoje. Se não tiverem o caderno, podem trabalhar com o colega do lado.

Os dois nerds se olharam rapidamente e balançaram a cabeça. Foi aí que minha lâmpada de urubu acendeu.

- Desculpa, esqueci meu caderno. Te incomoda se eu trabalhar com você?

- Imagina, cara, pra mim é "chevere" porque não tô entendendo esse assunto.

- Hmm, legal então. Como você se chama? - ataquei

- Abigail, mas me chamam de Abi. E você, como se chama? - respondeu com aquela vozinha que já começava a me agradar.

- Me chamo Pedro - falei

Na hora, entendi que ela era chilena, porque só eles usam essa expressão. Chévere" e que ela não era muito boa nesse tipo de exercício. Já eu, tinha tido essa matéria no meu último ano do ensino médio, o que facilitava pra caralho a compreensão do assunto.
Em 5 minutos a gente tinha terminado os exercícios dados, eu raciocinava e ela escrevia, porque minha letra, pra ser sincero, é uma bosta.
Na correção, deixei a Abi participar da discussão em grupo, e todos os exercícios estavam certos. Quando a professora perguntou, ela disse que a gente tinha feito juntos.

No fim da aula, fui pro corredor pra ir na cafeteria, eram 9h e eu tava livre até as 10h.
Entrei, fiz a fila e pedi meu café. Enquanto esperava, vejo a Abi vindo na minha direção.

— Você foi foda, valeu por me explicar — ela agradeceu.
— De nada, obrigado por me emprestar o caderno, senão não sei o que teria feito.
— Ah, não foi nada, eu que agradeço. Você tá cursando alguma outra matéria agora?
— Na real, tô livre até as 10h, vou tomar um café e depois matar tempo até começar a outra aula.
— Posso te acompanhar? Também tô livre até as 10h.
— Claro, bora. Arruma uma mesa enquanto eu compro algo.

Sentei na mesa, de frente pra Abi, e tinha trazido um café e dois croissants pra ela, a mesma coisa que eu ia comer.

— Muito obrigada, não precisava ter se incomodado.
— Imagina, não gosto de comer sozinho.

E foi assim que tudo começou. A gente ficou comendo e conversando por uma hora; ela me contou que era de Santiago do Chile e que os pais mandaram ela estudar na UBA desde que privatizaram a educação lá. Me falou também que tava morando temporariamente numa pensão de freiras e que mais pra frente planejava se mudar pra viver sozinha, assim que arrumasse um trampo.
Combinamos de nos encontrar pra almoçar às 13h no mesmo lugar, já que o menu estudantil era barato e ninguém tinha saco de cozinhar depois de chegar da faculdade (mesmo que ela ganhe café, almoço e janta na pensão, topou na mesma).

Depois de uma aula longa e chata de análise... matemático, fui pro comedor, eram 13:05 e a Abi ainda não tinha chegado, decidi ligar pra minha irmã pra ela não me esperar pra comer. Quando terminei a ligação, sinto um beijo na minha bochecha esquerda e ouço um "Oi" bem animado.

- Nossa, parece que foi bem em biofísica, né?
- Isso aí, finalmente um assunto que eu entendo! hahaha
- Melhor assim então.

Comemos e batemos papo por um tempão, saímos pra fumar um cigarro e deitamos no solzinho no campus, ela me convidou pra provar uns cigarros chilenos que tinha trazido de lá, verdade que eram meio suaves, mas tinham um corpo foda. E falando em corpo, foi a primeira vez que parei pra observar minha colega.

Ela tinha mais ou menos 1,65m, era gordinha de barriga, com umas pernas impressionantes, uns peitos que pareciam tentadores demais debaixo daquela blusa cinza que ela usava, tava com uma calça jeans justa daquelas sem bolso atrás, que me deixou admirar a bunda perfeita e bem empinada dela. Mas o que mais me chamou a atenção foi o arco que as pernas dela faziam ao chegar na buceta, era simplesmente perfeita. Ela tinha olhos castanhos claros, que ficavam verdes com o sol, e um piercing no nariz prateado que era um detalhe muito bem colocado.

- Bom, vou indo, tenho que pegar o ônibus - falei
- Tá bom, a gente se vê amanhã em pensamento?
- Sim, claro, me guarda um lugar se eu chegar atrasado?
- Claro que sim, pode deixar.
- Valeu, até mais.

Me despedi dela com um beijo que foi bem perto dos lábios, pensei em roubar um selinho, mas era cedo demais pra isso ainda, tava conhecendo ela agora e podia ficar mal.

6:50h do dia seguinte, entro na aula, tinha vestido uma das minhas melhores camisas, uma calça jeans clara desgastada que é uma das minhas favoritas e meus DC vermelhos que combinavam com a camisa xadrez branca e vermelha.

Procurei a Abi com o olhar e encontrei ela sentada no mesmo lugar do dia anterior, me aproximei e dei um beijo na bochecha esquerda dela, imitando o gesto dela. atitude passada.

– Oi! – exclamei ao me ver
– Oi, como você tá?
– Muito bem, obrigada. Senta aqui, guardei seu lugar
– Valeu, cê me deu ouvido, hein? hahahaha

Naquele dia, eu tinha ido decidido a dar um passo a mais com a Abi. De novo, fizemos os exercícios juntos e conversamos bastante durante a aula.

– Cê tá cursando mais alguma coisa agora? – falei enquanto saíamos da sala depois da aula.
– Não, já tô livre. Hoje eu só tinha aula até as 10.
– Legal, vamos dar uma volta? Ou cê precisa voltar já?
– De jeito nenhum, vamos. Mas não conheço muito, tenho que avisar.
– Sem problema, hoje vou ser seu guia. Mas antes, vamos em casa deixar as coisas, não dá pra ficar andando com as mochilas pra todo lado – sugeri.
– Parece uma boa ideia – ela concordou.

Pegamos o ônibus e descemos a duas quadras de casa. A Abi me disse que morava a umas oito quadras dali, bem perto.
Quando chegamos no meu prédio, pegamos o elevador. Enquanto subíamos, ficou um silêncio longo, que aproveitei pra jogar minha primeira carta.

– Cê é linda, Abi – admiti.
– Ah, obrigada. Você também é muito bonito.
– Sério? Valeu.

Me aproximei e dei um beijo na bochecha dela bem antes do elevador parar no sexto andar, onde eu moro.
Entramos e notei que minha irmã não estava. Ela tinha levado a bolsa, o que significava que não voltaria tão cedo. Dei meia volta na chave na porta, só por precaução, e fui pro meu quarto pendurar a mochila no cabideiro, com a Abi atrás fazendo o mesmo.

Depois que deixamos as mochilas e os casacos no cabideiro, percebi que a Abi tava usando uma regata preta lisa que deixava o decote à mostra, revelando a parte de cima dos peitos dela, que me pareceram muito mais tentadores naquele momento do que da outra vez.
A Abi percebeu que eu tava olhando e ficou levemente vermelha.

– Desculpa, não vai acontecer de novo – falei, me fazendo de bonzinho.
– Tá tudo bem, já tô acostumada.
– Pois é, com esse par aí, não devo ser o único que olha.
– hahahaha, que bobo.
– Quer alguma coisa pra beber? Antes de ir embora? — perguntei, mudando de assunto.
— Sim, por favor — respondeu na hora.

Enquanto estava na cozinha, notei que a Abi se aproximava do meu PlayStation que estava na sala.

— Esse PlayStation funciona?
— Claro que funciona, quer jogar? — arrematei na hora.
— Não, obrigada, eu sempre ganho e os caras ficam putos — se gabou.
— Ah é? Vamos apostar alguma coisa que eu te ganho.
— Valeu, o que a gente aposta?
— Aposto um beijo que consigo te vencer em qualquer jogo.
— Beleza, mas eu escolho — concordou depois de um breve silêncio.
— Fechou, os jogos estão embaixo da TV.

Pra minha surpresa, quando voltei, a Abi tinha colocado o PES 2011 e estava montando uma partida 1 contra 1, não acreditei.
— Com que time você joga? — me perguntou.
— Com o Barcelona, até morrer.
— Massa, então o Chelsea pra mim.

Não acreditei, uma mina falando de futebol e videogame ao mesmo tempo, largada no meu sofá como se fosse a coisa mais normal, era o sonho de qualquer cara.
Os resultados da partida foram os seguintes:
Chelsea 2 — 2 Barcelona
E a decisão foi nos pênaltis, tenho que admitir que ela jogava muito bem, mas não ia perder na minha casa, no meu jogo, então me esforcei um pouco e acabei ganhando na sorte, confesso.

— Parece que você ganhou.
— Isso mesmo, vem cá, me dá meu prêmio.

A Abi levantou do sofá, sentou em cima de mim, colocou as mãos no meu pescoço e me deu um beijo que durou uma eternidade, isso começou a me excitar. Comecei a acariciar as costas dela devagar. Percebi que ela gostou, então continuei, levantando a regata dela até acima do umbigo, passei a mão pelas costas dela, da parte de baixo até a nuca, acariciando lentamente. Peguei o ganchinho do sutiã dela e desabotoei num movimento só. Como ela não falou nada e continuou me beijando com mais vontade, pensei que já estava tudo dito.

Comecei a descer com meus lábios, passando pelo pescoço dela, beijando a orelha, ela soltava suspiros de prazer e tremia em cima de mim. Me afastei um pouco e comecei a tirar a regata dela, ela levantou os braços e tirou. Sutiã, ela me pegou pela nuca e afundou minha cabeça nas tetonas dela. Senti o cheiro da pele dela, cheirava a perfume, peguei os peitos dela com as mãos e comecei a lamber os bicos. Eram perfeitos, rosadinhos, meio bronzeados como o resto do corpo dela e já estavam durinhos pra caralho. Vi ela inclinar a cabeça pra trás e morder os lábios com uma cara de prazer indescritível.

Quando ela se levantou, tirou minha camiseta e começou a beijar meu pescoço, desceu até meu peito e mordiscou meus bicos, não dá pra descrever o prazer que isso me dava.

Ela desceu do sofá e começou a esfregar minha pica por cima da calça jeans, que já tava dura pra caralho. Desabotoou e tirou a calça e a cueca tudo de uma vez. Antes que ela fizesse qualquer coisa, eu fiz o mesmo com ela, ficando os dois pelados. Vi a buceta dela depiladinha, com um triângulo de pelos na parte de cima, detalhe que amei.

Um minuto depois, a gente tava enroscado num 69 foda, eu separava os lábios dela com os dedos e enfiava a língua toda na buceta molhada dela, o cheiro era incrível e isso deixou minha pica dura pra caralho, mais do que antes. Ela engolia meu pedaço inteiro, fazendo aquele barulho que fazem nos pornôs que me deixa louco.

Comecei a lamber o clitóris dela feito um louco, e ela aumentou o ritmo do boquete também. Notei que ela começou a apertar minha cabeça com as pernas e a se mexer pra cima e pra baixo, deixando eu lamber a buceta toda dela. Uns minutos depois, ela gozou na minha cara, mas o mais foda foi que ela jorrou um jato de líquido, nunca tinha visto uma mina fazer isso fora dos vídeos, isso me deixou com muito tesão. Levantei e sentei no sofá com a pica babada de saliva e dura igual uma pedra, apontando pro teto. Ela sentou em cima de mim de uma vez e começou a rebolar de um jeito fenomenal. Enquanto ela subia e descia, molhando mais minha pica com os sucos dela, eu beijava e mordiscava os bicos dos peitos dela.

Os gemidos dela ouviam em toda a casa e isso me excitava pra caralho, levantei e mandei ela ficar de quatro.

- Assim que você gosta? ela perguntou rebolando a bundinha dela de um jeito brincalhão
- Adoro, você fode como os deuses, Abigail.
- Mm então sou sua deusa?
- Sim, você é minha deusa - eu dizia enquanto enfiava a cabeça do meu pau na buceta encharcada dela.
- Você gosta? perguntei
- Adoro, mete tudo
- Beleza, mas me chama de guy, me fode guy, me chama - ordenei enquanto puxava ela pelos cabelos, exercendo meu domínio sobre a situação.
- AI AI SIM, ADORO, ATÉ O FUNDO POR FAVOR, ATÉ O FUNDO! - ela implorava com meu pau durasso na buceta dela.
- Se quer tudo, tem que falar as palavras mágicas - lembrei
- Me fode guy, me fode toda, vai que eu tô gozando - ela falou num sotaque chileno

Isso foi o suficiente pra mim, enfiei tudo de uma vez e ela soltou um grito de prazer que deve ter sido ouvido no prédio inteiro. Comecei a bombar cada vez mais forte, tava no auge e não queria parar, mas a Abi gozou de novo, me empurrando pra trás pra soltar um jorro potente de fluidos, que molhou meu pau e encharcou o chão todo.

- Aii sim, adoro quando você goza assim - falei
- Vai, mete que eu vou gozar de novo, guy! - ela gritou

E foi o que fiz, enfiei tudo de novo e comecei a bombar, minhas estocadas eram cada vez mais fortes, ouvia o som das minhas bolas batendo na buceta molhada dela e não consegui mais me segurar. Dei mais umas estocadas e senti a porra subindo pelo tronco do pau, tirei e comecei a gozar nas costas dela toda, o jorro foi tão forte que chegou até os ombros. A Abi se contorcia de prazer e gemia igual uma louca. Depois de gozar, peguei meu pau ainda durasso e enfiei de novo, começando a bombar num ritmo frenético, dei uns tapas na bunda dela deixando o rabo vermelho.

- SIM SIM SIM NÃO PARA, NÃO PARA -

Foram as últimas palavras dela antes de me empurrar pra banhar o chão com um jorro de fluidos super potente, enquanto ela tremia toda prazer e gemia igual uma louca.
Logo procurei algo pra limpar a gente, e trouxe algo pra beber.
Depois que tudo ficou em ordem, a gente se deitou no sofá.

— Foi incrível, Abi, adoro quando você goza assim — confessei pra ela
— Fazia muito tempo que não transava tão bem — ela foi sincera comigo
— Valeu, eu também amei —
— Vamos jogar mais uma partida?

E foi assim que a gente ficou pelado, jogando videogame. No fim, nunca fomos dar uma volta, mas aquela sessão de sexo compensava qualquer rolê. Umas horas depois, acompanhei ela até a pensão e me despedi com um beijo na bochecha, como sempre.
Agora, de vez em quando, a gente tem uns encontros selvagens no meu sofá e continuamos sendo bons colegas na faculdade.

Espero que tenham gostado do meu relato, vou continuar contando sobre meus encontros com a Abi e vou ver se consigo tirar umas fotos dela pra vocês verem como ela é gostosa.

Abraços e se gostaram, comentem. Graças aos comentários de vocês, resolvi trazer esse novo relato.
cara AlfaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

10 comentários - Colega da faculdade (experiência real)

hola muy bueno el relato, pero una sola correcion. soy chileno y los chilenos no decimos chevere ( critica constructiva )
jajaja no sabia que las chilenas decian chevere pero buenisimo el relato, y pone fotos de esta y la otra que te agarras
muy bueno... la situacion me hizo calentar y encima toy en el laburo jajaja
la palabra chevere ahora lo usa casi en todos los paises, aqui tmb en peru se usa.
los chilenos en si, creo q hablan mas rapido...

pd.
el relato estuvo genial eh!... a sperar las fotos! xD!
muy buen relato, me encantó el preámbulo de la situación, lo hizo muy interesante. 😉