Por causa dos comentários que recebi, resolvi continuar contando essa história. Espero atender à sacanagem e à fantasia que vocês esperam desse relato.
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Quando tentei perguntar o nome delas, as duas ficaram em silêncio por um instante antes de responder, o que me fez entender que ninguém usaria nomes reais. A primeira a responder foi Vanesa, a mais nova. Já a mais velha escolheu usar o nome Marta.
Ao chegar na casa de Marta, ela abre a porta e nos convida a entrar. Embora por fora parecesse uma casa pequena, por dentro era bem grande e luxuosa. Vanesa pendura a bolsa num cabideiro e Marta se afasta de nós.
— Depois de uma viagem tão quente, talvez vocês queiram tomar um banho.
Senti meu sangue ferver nas veias ao ouvir as palavras dela e ver como ela se afastava deixando a blusa cair no chão. Eu e Vanesa trocamos olhares e imediatamente seguimos os passos de Marta. Ao chegar, encontramos um banheiro enorme. No fundo, um box de vidro separava o chuveiro do resto. Marta se aproximou de nós, que estávamos parados na porta do banheiro, e, agarrando com força minha virilha, me obrigou a entrar. Ao mesmo tempo, com a outra mão, pegou Vanesa pela cintura e enfiou a língua na boca dela. Vanesa, sem hesitar, recebeu a língua com gosto. Marta se apoiou na pia e, puxando Vanesa pela camisa, começou a despí-la. Em poucos segundos, as duas garotas estavam só de calcinha e sutiã, se beijando e se acariciando. Cada uma começou a desabotoar o sutiã da outra, liberando uns peitões lindos. Pude vê-las se esfregando, deslizando mamilo contra mamilo. Eu, parado de lado, senti minha calça prestes a estourar com a ereção que elas estavam me causando e comecei a tirar a calça. Me aproximei delas. mas sou rejeitado, forçado a ser apenas um simples espectador. Vejo as tetas serem acariciadas e beijadas alternadamente. De repente, Marta agarra Vanesa pelo cú, e dando um beijo selvagem na boca dela, aperta ela com força contra si. Com um giro rápido, deixa Vanesa contra a mesa e começa a chupar as tetas dela, rodeando os mamilos com a língua pra depois morder de leve. Quero me juntar a elas, mas deixaram claro que esse primeiro momento é só pras garotas brincarem. Marta começa a descer, passando a língua pelo umbigo dela até chegar na calcinha fio dental. Ajuda Vanesa a tirar a calcinha e, ajoelhada na frente da buceta dela, Marta começa a brincar com a língua. Depois de alguns beijos de Marta, Vanesa separa os lábios, ajudando ela a beijar toda a buceta. Marta não deixa nenhum canto sem beijar, lamber, chupar. Vanesa solta uma porrada de gemidos. E meu pau não aguenta mais. Marta de quatro não para de dar prazer pra Vanesa. E nessa posição, eu posso ver o cú dela. Apesar da idade, o cú dela parece firme, de bom tamanho, e não consigo evitar querer enfiar ali. Sem parar de chupar, Marta me olha e, como se adivinhasse meus pensamentos, puxa a calcinha dela pro lado. Sem conseguir resistir mais, termino de me despir e fico atrás dela, primeiro pra beijar o cú dela. Passo minha língua do buraco da buceta até o buraco do cú, sentindo o quanto ela tá molhada. Com a língua, levo essa umidade pro cú dela e, quando tá bem lubrificado, me ajoelho atrás dela, apoiando meu pau na entrada. Vanesa tá totalmente entregue ao prazer que a nossa anfitriã tá dando, e, ficando ainda mais excitada, me vê na posição pra penetrar ela. Agarro Marta pela cintura e começo a penetrar ela. A cabeça vai abrindo o cú dela enquanto ouço os gritos de Marta abafados pela buceta de Vanesa. É bem apertado. Sem parar, vou afundando mais e mais no cú dela. Quando metade do meu pau desaparece dentro dela, Marta dá um rápido Movimento pra trás, fazendo o que resta da minha pica afundar também. Ficamos parados uns segundos e então começo a me mexer. Devagar no começo, mas cada vez mais rápido. Consigo ver minha pica saindo quase toda antes de afundar de novo. Enfundo tão fundo que parece que minhas bolas também vão entrar naquele cu gostoso. Minha mão esquerda segura firme a cintura da Marta, e estico a mão direita pra pegar os peitos da Vanesa. Ela se aproxima o máximo que pode pra deixar eu brincar com eles. Acaricio, aperto, brinco com os bicos dos peitos dela, enquanto ela recebe uma chupada muito boa na buceta da Marta. Dá pra ver a Vanesa começando a ficar tensa, a cara dela fica vermelha, e depois de uns segundos os gritos dela ecoam no banheiro enquanto goza. Isso me deixa ainda mais excitado e agora, segurando a Marta pela cintura com as duas mãos, meto bem forte, afundando a pica até o talo. A Vanesa se aproxima de mim e apoia os peitos na minha cara, deixando eu chupar os bicos enquanto arrebento o cu da Marta. Vejo como, enquanto meto cada vez mais forte, a Marta acaricia o clitóris dela pra ajudar a gozar. E no mesmo instante que os gritos dela começam a soar ainda mais altos que os da Vanesa, minha pica começa a jorrar grandes golfadas de porra dentro do cu dela. Quando sai o último jato de porra, tiro minha pica do cu dela e vejo o sêmen escorrendo do cu dilatado, molhando as pernas dela e sujando o chão. A Marta se levanta, pega a Vanesa pelo cu e me pega pela pica, nos guiando até o chuveiro. Lá dentro, a gente se lava e, ao ensaboar, aproveitamos pra acariciar nossos corpos. A única coisa que falta contar desse dia é que no chuveiro a gente chupou e comeu tanto que, quando chegamos na cama, só deu pra dormir, nós três juntos, abraçados e cada um com a mão na buceta do outro. Se quiser saber como conheci a Marta e a Vanesa:http://www.poringa.net/posts/relatos/2139391/Volviendo-a-casa-en-tren.html#comid-63727
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Quando tentei perguntar o nome delas, as duas ficaram em silêncio por um instante antes de responder, o que me fez entender que ninguém usaria nomes reais. A primeira a responder foi Vanesa, a mais nova. Já a mais velha escolheu usar o nome Marta.
Ao chegar na casa de Marta, ela abre a porta e nos convida a entrar. Embora por fora parecesse uma casa pequena, por dentro era bem grande e luxuosa. Vanesa pendura a bolsa num cabideiro e Marta se afasta de nós.
— Depois de uma viagem tão quente, talvez vocês queiram tomar um banho.
Senti meu sangue ferver nas veias ao ouvir as palavras dela e ver como ela se afastava deixando a blusa cair no chão. Eu e Vanesa trocamos olhares e imediatamente seguimos os passos de Marta. Ao chegar, encontramos um banheiro enorme. No fundo, um box de vidro separava o chuveiro do resto. Marta se aproximou de nós, que estávamos parados na porta do banheiro, e, agarrando com força minha virilha, me obrigou a entrar. Ao mesmo tempo, com a outra mão, pegou Vanesa pela cintura e enfiou a língua na boca dela. Vanesa, sem hesitar, recebeu a língua com gosto. Marta se apoiou na pia e, puxando Vanesa pela camisa, começou a despí-la. Em poucos segundos, as duas garotas estavam só de calcinha e sutiã, se beijando e se acariciando. Cada uma começou a desabotoar o sutiã da outra, liberando uns peitões lindos. Pude vê-las se esfregando, deslizando mamilo contra mamilo. Eu, parado de lado, senti minha calça prestes a estourar com a ereção que elas estavam me causando e comecei a tirar a calça. Me aproximei delas. mas sou rejeitado, forçado a ser apenas um simples espectador. Vejo as tetas serem acariciadas e beijadas alternadamente. De repente, Marta agarra Vanesa pelo cú, e dando um beijo selvagem na boca dela, aperta ela com força contra si. Com um giro rápido, deixa Vanesa contra a mesa e começa a chupar as tetas dela, rodeando os mamilos com a língua pra depois morder de leve. Quero me juntar a elas, mas deixaram claro que esse primeiro momento é só pras garotas brincarem. Marta começa a descer, passando a língua pelo umbigo dela até chegar na calcinha fio dental. Ajuda Vanesa a tirar a calcinha e, ajoelhada na frente da buceta dela, Marta começa a brincar com a língua. Depois de alguns beijos de Marta, Vanesa separa os lábios, ajudando ela a beijar toda a buceta. Marta não deixa nenhum canto sem beijar, lamber, chupar. Vanesa solta uma porrada de gemidos. E meu pau não aguenta mais. Marta de quatro não para de dar prazer pra Vanesa. E nessa posição, eu posso ver o cú dela. Apesar da idade, o cú dela parece firme, de bom tamanho, e não consigo evitar querer enfiar ali. Sem parar de chupar, Marta me olha e, como se adivinhasse meus pensamentos, puxa a calcinha dela pro lado. Sem conseguir resistir mais, termino de me despir e fico atrás dela, primeiro pra beijar o cú dela. Passo minha língua do buraco da buceta até o buraco do cú, sentindo o quanto ela tá molhada. Com a língua, levo essa umidade pro cú dela e, quando tá bem lubrificado, me ajoelho atrás dela, apoiando meu pau na entrada. Vanesa tá totalmente entregue ao prazer que a nossa anfitriã tá dando, e, ficando ainda mais excitada, me vê na posição pra penetrar ela. Agarro Marta pela cintura e começo a penetrar ela. A cabeça vai abrindo o cú dela enquanto ouço os gritos de Marta abafados pela buceta de Vanesa. É bem apertado. Sem parar, vou afundando mais e mais no cú dela. Quando metade do meu pau desaparece dentro dela, Marta dá um rápido Movimento pra trás, fazendo o que resta da minha pica afundar também. Ficamos parados uns segundos e então começo a me mexer. Devagar no começo, mas cada vez mais rápido. Consigo ver minha pica saindo quase toda antes de afundar de novo. Enfundo tão fundo que parece que minhas bolas também vão entrar naquele cu gostoso. Minha mão esquerda segura firme a cintura da Marta, e estico a mão direita pra pegar os peitos da Vanesa. Ela se aproxima o máximo que pode pra deixar eu brincar com eles. Acaricio, aperto, brinco com os bicos dos peitos dela, enquanto ela recebe uma chupada muito boa na buceta da Marta. Dá pra ver a Vanesa começando a ficar tensa, a cara dela fica vermelha, e depois de uns segundos os gritos dela ecoam no banheiro enquanto goza. Isso me deixa ainda mais excitado e agora, segurando a Marta pela cintura com as duas mãos, meto bem forte, afundando a pica até o talo. A Vanesa se aproxima de mim e apoia os peitos na minha cara, deixando eu chupar os bicos enquanto arrebento o cu da Marta. Vejo como, enquanto meto cada vez mais forte, a Marta acaricia o clitóris dela pra ajudar a gozar. E no mesmo instante que os gritos dela começam a soar ainda mais altos que os da Vanesa, minha pica começa a jorrar grandes golfadas de porra dentro do cu dela. Quando sai o último jato de porra, tiro minha pica do cu dela e vejo o sêmen escorrendo do cu dilatado, molhando as pernas dela e sujando o chão. A Marta se levanta, pega a Vanesa pelo cu e me pega pela pica, nos guiando até o chuveiro. Lá dentro, a gente se lava e, ao ensaboar, aproveitamos pra acariciar nossos corpos. A única coisa que falta contar desse dia é que no chuveiro a gente chupou e comeu tanto que, quando chegamos na cama, só deu pra dormir, nós três juntos, abraçados e cada um com a mão na buceta do outro. Se quiser saber como conheci a Marta e a Vanesa:http://www.poringa.net/posts/relatos/2139391/Volviendo-a-casa-en-tren.html#comid-63727
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