Há pouco tempo eu estava na internet, meio entediado, sem nada pra fazer. Uma amiga tinha me convidado pro Facebook, entrei nessa rede social porque achei legal e porque nas fotos tinha umas minas muito gostosas. Naquele dia, comecei a olhar as amigas dos meus amigos e amigas, e de repente, fuçando, fuçando, encontrei uma menina super linda. Depois de ver todas as fotos que ela tinha postado, e também o perfil dela, mandei uma mensagem dizendo que adoraria conhecê-la, que ela me parecia uma mulher muito gostosa e que eu era amigo de fulano, que era amigo dela. Coloquei meu e-mail pra ela me escrever e, claro, mandei um pedido de amizade.
Uns 5 ou 6 dias depois, entrei de novo, e a primeira coisa que vi foi o pedido aceito. Pra ser sincero, nunca pensei que ela fosse me aceitar, muito menos responder minha mensagem.
Começamos a conversar e viramos amigos, isso depois de uma boa dose de piadas e de fazer ela rir. Ficamos trocando ideia por quase 6 meses e já tínhamos uma amizade bem próxima. A gente já tinha falado no celular, eu sabia onde ela morava, quem eram os pais dela, enfim, dava pra dizer que a gente se conhecia, só faltava o contato pessoal.
Ela é de Cartagena, na Colômbia. Pra ser sincero, me interessei pela beleza dela primeiro, e depois pela idade: 18 anos. Não imaginava que ia reviver esses caminhos da puberdade de novo. Que delícia!!!!!
Um dia, tive uma viagem de trabalho pra Cartagena. Comentei com ela que ia viajar e que gostaria que a gente se conhecesse, e ela topou. Quando cheguei em Cartagena, a primeira coisa que fiz foi ligar pra ela e dizer que ia trabalhar o dia todo, mas que à noite gostaria que a gente saísse. Lembro que era uma quarta-feira. Ela não pôde porque em quarta-feira as meninas não podem sair, ainda mais numa sociedade tão recatada como a da costa, então tivemos que esperar até sexta. Mas na quinta-feira fui conhecê-la na casa dela.
Quando cheguei, ela morava numa casa muito bonita num dos melhores bairros de Cartagena, o que já dava um Bom presságio. Quando ela saiu, que mulher, era um pouco mais baixa que eu, tipo uns 1,70, magra, pele morena, cabelo preto até a cintura, uma cinturinha divina e uma bundinha caída… caída do céu. Postura linda, olhos pretos e uma carinha perfeita.
A gente se cumprimentou, conversou um pouco, apresentei o amigo com quem eu tinha ido e combinamos de sair, como falei antes, no dia seguinte.
No outro dia, a gente conversou quase o dia inteiro no celular. Quando saí do trabalho, mais pro fim da tarde, fui pro hotel, me arrumei, meu amigo me pegou — ele tava com a namorada — e fomos buscar ela. Quando ela saiu, tava com um vestido branco, decote em V atrás e na frente. Tava linda demais. O cabelo dela balançava com a brisa, e o clima da costa deixava ela ainda mais gostosa.
Fomos comer num restaurante, a gente se divertiu pra caralho. Eu não conseguia parar de olhar pra ela. A feminilidade dela, a suavidade, a doçura e a beleza me deixaram besta. Era uma maciez impressionante, e ao mesmo tempo uma coquete excepcional.
Saímos do restaurante e fomos dançar na Carbonera. Pedimos uma garrafa de gim, quando ela me diz:
— Não, obrigada, eu não bebo.
Como assim???
Fiquei no seco, mas fazer o quê, por essa mulher eu faço qualquer coisa.
Começamos a dançar e, como boa costenha, ela se mexia espetacular, rebolava a cinturinha e a bundinha divina, com o cabelo dela e a música, com aquele sorriso, essa mulher é de enlouquecer. Nesse dia a gente se envolveu de vez. Saímos da Carbonera e pensei em levar ela pro hotel, mas achei que era cedo demais. Além disso, era uma menina de família boa e de bons costumes. Então levei ela em casa e fui dormir no hotel.
No outro dia, liguei pra ela antes do meio-dia. Convidei ela pra ir no hotel, pra gente entrar na piscina e tomar alguma coisa. Ela aceitou, e em meia hora a gente já tava na piscina curtindo o sol de Cartagena.
Ela já tava de biquíni e nem vou falar… só digo que era a inveja do hotel inteiro. Todo mundo queria saber de mim, até os garçons ficavam passando. Uma e outra vez onde a gente estava se bronzeando.
Beijo vai, beijo vem, as carícias e depois de conversar, de passar o bronzeador nela toda, tomar uns coquetéis, já meio altos lá pelas 4 da tarde, eu falei pra ela se a gente subia pro meu quarto.
Eu pensei que era cedo demais e que ela ia me mandar pastar na hora, mas ela se virou, me olhou de lado, com um sorrisinho safado e falou:
— Vamos subir.
Quêêê, não dava pra acreditar. Nessa hora eu tive que me segurar pra não mostrar minha felicidade. Sinceramente, não tava acreditando.
Subimos pro quarto, no elevador os beijos daquela mulher me deixavam louco, não nos soltamos até chegar na porta do quarto. Paramos um instante só pra abrir a porta. Nessa hora meu amigo já tava acordado com toda força, e eu a puxava pra perto, esfregando ele na bucetinha dela. Entramos no quarto e na hora tirei a parte de cima do biquíni, aqueles peitinhos perfeitos pro corpo dela, sem cirurgia, sem nada. Espetaculares, grandes, lindos. Depois beijei ela toda e tirei a parte de baixo, e ela já tava pelada, enquanto isso ela tirava minha bermuda.
O corpo daquela mulher era perfeito. A cintura fina, a barriga lisa, a redondeza da bunda e a perfeição dos peitos, o cabelo longo e ondulado com a carinha de deusa faziam daquilo um delírio estar junto dessa mulher.
Continuaram os beijos e eu desci até a bucetinha linda dela, era pequena mas com cada beijo ia ficando maiorzinha. Ela começou a gemer e bagunçava meu cabelo com a mão, apertando minha cara com a buceta. Fiquei ali uns 10 ou 15 minutos, não queria me soltar, ela tava linda demais. Aí ela tomou a iniciativa, pegou na minha pica, super grande, enquanto eu acariciava os bicos dos peitos dela e passava o dedo na boceta dela. Ela me chupava cada vez mais rápido, e eu aumentava o ritmo da minha mão na boceta dela. Senti ela molhadinha, quentinha, a xota dela... cheirava a mil delícias.
Ela não aguentou mais e me disse pra meter. Meti devagar, abrindo caminho, sentindo o calor dela abraçando meu pau, e ao mesmo tempo a cara de tesão dela, vendo ela apertar a boca ao sentir meu pau dentro dela. Começamos a nos mover.
Adorava ver a cara dela, ela apertava os dentes e a boca cada vez que eu metia e metia mais forte, queria que ela sentisse até o fundo. Depois os gemidos dela começaram a virar gritinhos e ela já não me olhava, pegou o travesseiro e só mordia, se agarrando na cama.
Eu tava tão excitado que metia mais forte, e ela gritava e gritava mais. Quase destruímos aquela cama. Virei ela de mil jeitos, troquei de posição um monte de vezes. Me excitava ainda mais sentir o suor dela na minha pele e o meu suor, saborear o corpinho salgadinho dela era um prazer delicioso.
Coloquei ela de quatro e peguei aquela bundinha redonda nas minhas mãos, com o cuzinho, enquanto os peitos dela balançavam no ritmo que eu metia, com o cabelo ondulado caído de um lado do rosto enquanto ela me olhava de soslaio. Depois no sofá do quarto, com as pernas dela bem abertas, mostrando toda a buceta, só pra mim, e ao fundo a vista do mar infinito.
Depois de uns 30 ou 40 minutos, terminamos nossa foda. Foi incrível o momento em que meu pau jorrou porra na boca dela, ver ela chupando meu pau é uma imagem que nunca vou esquecer, aqueles lábios lindos beijando meu pau e a porra escorrendo da boca dela até os peitos. Sinceramente, não queria que acabasse, por mim teria continuado por mais quatro horas. Repetimos mais duas vezes, mas nunca vai ser igual à primeira, e espero que logo a gente repita na cidade heroica da Colômbia.
Uns 5 ou 6 dias depois, entrei de novo, e a primeira coisa que vi foi o pedido aceito. Pra ser sincero, nunca pensei que ela fosse me aceitar, muito menos responder minha mensagem.
Começamos a conversar e viramos amigos, isso depois de uma boa dose de piadas e de fazer ela rir. Ficamos trocando ideia por quase 6 meses e já tínhamos uma amizade bem próxima. A gente já tinha falado no celular, eu sabia onde ela morava, quem eram os pais dela, enfim, dava pra dizer que a gente se conhecia, só faltava o contato pessoal.
Ela é de Cartagena, na Colômbia. Pra ser sincero, me interessei pela beleza dela primeiro, e depois pela idade: 18 anos. Não imaginava que ia reviver esses caminhos da puberdade de novo. Que delícia!!!!!
Um dia, tive uma viagem de trabalho pra Cartagena. Comentei com ela que ia viajar e que gostaria que a gente se conhecesse, e ela topou. Quando cheguei em Cartagena, a primeira coisa que fiz foi ligar pra ela e dizer que ia trabalhar o dia todo, mas que à noite gostaria que a gente saísse. Lembro que era uma quarta-feira. Ela não pôde porque em quarta-feira as meninas não podem sair, ainda mais numa sociedade tão recatada como a da costa, então tivemos que esperar até sexta. Mas na quinta-feira fui conhecê-la na casa dela.
Quando cheguei, ela morava numa casa muito bonita num dos melhores bairros de Cartagena, o que já dava um Bom presságio. Quando ela saiu, que mulher, era um pouco mais baixa que eu, tipo uns 1,70, magra, pele morena, cabelo preto até a cintura, uma cinturinha divina e uma bundinha caída… caída do céu. Postura linda, olhos pretos e uma carinha perfeita.
A gente se cumprimentou, conversou um pouco, apresentei o amigo com quem eu tinha ido e combinamos de sair, como falei antes, no dia seguinte.
No outro dia, a gente conversou quase o dia inteiro no celular. Quando saí do trabalho, mais pro fim da tarde, fui pro hotel, me arrumei, meu amigo me pegou — ele tava com a namorada — e fomos buscar ela. Quando ela saiu, tava com um vestido branco, decote em V atrás e na frente. Tava linda demais. O cabelo dela balançava com a brisa, e o clima da costa deixava ela ainda mais gostosa.
Fomos comer num restaurante, a gente se divertiu pra caralho. Eu não conseguia parar de olhar pra ela. A feminilidade dela, a suavidade, a doçura e a beleza me deixaram besta. Era uma maciez impressionante, e ao mesmo tempo uma coquete excepcional.
Saímos do restaurante e fomos dançar na Carbonera. Pedimos uma garrafa de gim, quando ela me diz:
— Não, obrigada, eu não bebo.
Como assim???
Fiquei no seco, mas fazer o quê, por essa mulher eu faço qualquer coisa.
Começamos a dançar e, como boa costenha, ela se mexia espetacular, rebolava a cinturinha e a bundinha divina, com o cabelo dela e a música, com aquele sorriso, essa mulher é de enlouquecer. Nesse dia a gente se envolveu de vez. Saímos da Carbonera e pensei em levar ela pro hotel, mas achei que era cedo demais. Além disso, era uma menina de família boa e de bons costumes. Então levei ela em casa e fui dormir no hotel.
No outro dia, liguei pra ela antes do meio-dia. Convidei ela pra ir no hotel, pra gente entrar na piscina e tomar alguma coisa. Ela aceitou, e em meia hora a gente já tava na piscina curtindo o sol de Cartagena.
Ela já tava de biquíni e nem vou falar… só digo que era a inveja do hotel inteiro. Todo mundo queria saber de mim, até os garçons ficavam passando. Uma e outra vez onde a gente estava se bronzeando.
Beijo vai, beijo vem, as carícias e depois de conversar, de passar o bronzeador nela toda, tomar uns coquetéis, já meio altos lá pelas 4 da tarde, eu falei pra ela se a gente subia pro meu quarto.
Eu pensei que era cedo demais e que ela ia me mandar pastar na hora, mas ela se virou, me olhou de lado, com um sorrisinho safado e falou:
— Vamos subir.
Quêêê, não dava pra acreditar. Nessa hora eu tive que me segurar pra não mostrar minha felicidade. Sinceramente, não tava acreditando.
Subimos pro quarto, no elevador os beijos daquela mulher me deixavam louco, não nos soltamos até chegar na porta do quarto. Paramos um instante só pra abrir a porta. Nessa hora meu amigo já tava acordado com toda força, e eu a puxava pra perto, esfregando ele na bucetinha dela. Entramos no quarto e na hora tirei a parte de cima do biquíni, aqueles peitinhos perfeitos pro corpo dela, sem cirurgia, sem nada. Espetaculares, grandes, lindos. Depois beijei ela toda e tirei a parte de baixo, e ela já tava pelada, enquanto isso ela tirava minha bermuda.
O corpo daquela mulher era perfeito. A cintura fina, a barriga lisa, a redondeza da bunda e a perfeição dos peitos, o cabelo longo e ondulado com a carinha de deusa faziam daquilo um delírio estar junto dessa mulher.
Continuaram os beijos e eu desci até a bucetinha linda dela, era pequena mas com cada beijo ia ficando maiorzinha. Ela começou a gemer e bagunçava meu cabelo com a mão, apertando minha cara com a buceta. Fiquei ali uns 10 ou 15 minutos, não queria me soltar, ela tava linda demais. Aí ela tomou a iniciativa, pegou na minha pica, super grande, enquanto eu acariciava os bicos dos peitos dela e passava o dedo na boceta dela. Ela me chupava cada vez mais rápido, e eu aumentava o ritmo da minha mão na boceta dela. Senti ela molhadinha, quentinha, a xota dela... cheirava a mil delícias.
Ela não aguentou mais e me disse pra meter. Meti devagar, abrindo caminho, sentindo o calor dela abraçando meu pau, e ao mesmo tempo a cara de tesão dela, vendo ela apertar a boca ao sentir meu pau dentro dela. Começamos a nos mover.
Adorava ver a cara dela, ela apertava os dentes e a boca cada vez que eu metia e metia mais forte, queria que ela sentisse até o fundo. Depois os gemidos dela começaram a virar gritinhos e ela já não me olhava, pegou o travesseiro e só mordia, se agarrando na cama.
Eu tava tão excitado que metia mais forte, e ela gritava e gritava mais. Quase destruímos aquela cama. Virei ela de mil jeitos, troquei de posição um monte de vezes. Me excitava ainda mais sentir o suor dela na minha pele e o meu suor, saborear o corpinho salgadinho dela era um prazer delicioso.
Coloquei ela de quatro e peguei aquela bundinha redonda nas minhas mãos, com o cuzinho, enquanto os peitos dela balançavam no ritmo que eu metia, com o cabelo ondulado caído de um lado do rosto enquanto ela me olhava de soslaio. Depois no sofá do quarto, com as pernas dela bem abertas, mostrando toda a buceta, só pra mim, e ao fundo a vista do mar infinito.
Depois de uns 30 ou 40 minutos, terminamos nossa foda. Foi incrível o momento em que meu pau jorrou porra na boca dela, ver ela chupando meu pau é uma imagem que nunca vou esquecer, aqueles lábios lindos beijando meu pau e a porra escorrendo da boca dela até os peitos. Sinceramente, não queria que acabasse, por mim teria continuado por mais quatro horas. Repetimos mais duas vezes, mas nunca vai ser igual à primeira, e espero que logo a gente repita na cidade heroica da Colômbia.
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