Caminhos da Submissão - Cap. 4

Peço desculpas pela demora na publicação, mas tive problemas com o PC e só agora consegui deixar ele funcionando de novo. Então agora vou atolar vocês. Saudações.

A senadora Helen C. Taylor olhava distraída para os jardins que se estendiam abaixo de seu gabinete oficial. Fazia apenas alguns minutos que o prefeito McCullan havia deixado a sala. A reunião tinha sido um teste difícil para Helen. Sua mente não parava de pensar no sequestro de sua filha e nas humilhações a que Mistress Patrizia a submetera, e o prefeito a pegou desprevenida várias vezes.

"Helen, pode me dizer o que está acontecendo? Parece que sua cabeça está em outro lugar."

"Me perdoe, John. Não é nada. Por favor, vamos continuar."

A senadora teve que usar toda sua força de vontade para conseguir se concentrar nas palavras do prefeito e usar toda sua habilidade para que a reunião não se prolongasse eternamente. Finalmente, após duas horas e meia, o prefeito McCullan deixou seu gabinete. Helen se levantou da poltrona e contemplou os jardins. Pensou em Mistress Patrizia. Quem seria ela na realidade? Onde estaria naquele momento? Deveria tê-la mandado seguir, pensou. Não, talvez não, a vida de sua filha estava em jogo. Não podia correr riscos.

Então pensou nas fotos. Não lembrava de todas que tinham tirado dela, mas sabia que eram suficientes e muito comprometedoras. Por que não tinha impedido? Que tipo de loucura tinha se apoderado dela? Deus, se até tinha colaborado!, pensou, lembrando como ela mesma havia afastado as nádegas para permitir que Mistress Patrizia fotografasse sua bunda. Helen preferia acreditar que tinha feito tudo para proteger sua filha, mas no fundo sabia que essa era apenas uma meia verdade. Talvez no início esse tivesse sido o motivo, mas depois... depois não, depois ela tinha obedecido porque tinha ficado excitada em obedecer aquela jovem, tinha ficado excitada por ser tratada da forma como foi.

A senadora Taylor desabotoou os botões da blusa e, abrindo-a, olhou para a palavra "vadia" escrita em seu abdômen. É isso que eu sou? Sou sua vadia, Mistress Patrizia?, perguntou a si mesma. Ela sentiu sua buceta ficar molhada, então passou a mão por baixo da saia e deixou os dedos acariciarem levemente seu clitóris. Suspirou. Percorreu a fenda com as pontas dos dedos. Estava muito molhada. Sentiu uma necessidade urgente de se masturbar. Não está certo, pensou, devo tentar me controlar. Mas, em vez disso, deslizou uma das mãos sob o sutiã e começou a massagear os peitos, puxando os mamilos.

¡Ooooooh! – suspirou.

Sentou-se novamente na poltrona e, tirando as sandálias, ergueu as pernas e as dobrou até apoiar as solas dos pés na beirada da mesa. A saia subiu até a cintura, deixando sua buceta totalmente exposta. Seus lábios vaginais estavam inchados e cobertos de lubrificação. Tinha a mão direita sobre o púbis, esfregando a fenda com todos os dedos. O polegar brincava com seu clitóris.

¡Uummmmmm! ¡mmmmmmmm! – gemeu.

Seu corpo se contorcia na poltrona. Tenho que parar, raciocinava, mas seus dedos se moviam cada vez mais rápido e sua respiração era ofegante e urgente. Arqueou o dedo mais longo, o do meio, e o enfiou dentro da vagina. Tudo, até a última falange. Em poucos segundos, estava se fodendo vigorosamente com ele. Então percebeu que não ia parar, que ia gozar como uma putinha no cio. Sua mente parou de lutar, de resistir. As imagens da Senhora Patrízia humilhando-a, esfregando seus peitos, obrigando-a a lamber seus pés, a mostrar a bunda, passaram por sua cabeça.

¡Ooh! ¡Ooh! ¡Ooh!

Vou gozar, siiiim, vou gozar. Sentia chegando. Era forte, potente. Ia se esvaziar. O coração batia tão rápido que parecia sair do peito. A primeira onda de prazer fez com que um jato de lubrificação saísse de sua vagina e derramasse sobre a palma da mão. Usando-o como lubrificante, a senadora enfiou mais dois dedos em sua buceta. Segundos depois, seu corpo se contorcia na poltrona e sua xota jorrava fluidos, enquanto Helen C. Taylor se fodia. vigorosamente com três dedos, massageava seu clitóris com o polegar e puxava com força seus mamilos.

¡Oooooooh! Meu Deeeeeus! Porrrrrrra, que gostoso!

A senadora estava acostumada a se masturbar. Apesar de suas ideias conservadoras, a necessidade a havia obrigado. O sexo com seu marido era escasso e, por que não admitir, pouco gratificante. Apesar disso, nunca havia sido infiel. Mas sim, ela se masturbava com frequência e ali, em suas fantasias, sim, se entregava a outros homens. Os orgasmos que ela produzia eram mais intensos do que os que o sexo com seu marido lhe proporcionava, nas raras ocasiões em que conseguia chegar ao clímax com ele. No entanto, o prazer que estava se proporcionando hoje estava em outro nível, que lhe era desconhecido até então. Todo seu corpo vibrava de excitação, e sua buceta parecia um chafariz, ejaculando grandes quantidades de líquido que escorriam por suas coxas e molhavam a pele da poltrona. Mas Helen não estava nem aí naquele momento. A única coisa que desejava era que aquele prazer nunca acabasse. De olhos fechados, se estimulava com paixão sem parar de pensar na Mistress Patrizia. Era como se estivesse se masturbando para ela. E por alguma razão, aquilo a deixava a mil.

¡Oh, sim! ¡Oooooohh, sim! Vou gozar de novo, siiiiiiiiiiiiii – gemeu a senadora, entrando em um novo orgasmo.

Por vários minutos, seu corpo se contorceu e estremeceu sobre a poltrona de seu escritório, depois, pouco a pouco foi se relaxando até ficar exausta. Helen abriu os olhos e a realidade a atingiu com crueza. Ela tinha gozado pensando na Mistress Patrizia. Como tinha podido cair tão baixo? Era óbvio que aquela mulher, ou o que ela havia feito, a excitavam, mas ela devia se conter. Ter esses sentimentos era perigoso. Ela devia controlá-los. Levantou-se contrariada. Então viu a enorme mancha úmida na poltrona. Meu Deus! Pegou um lenço de papel e tentou absorvê-la, sem conseguir. Pegou outro e se limpou os coxas, que ainda estavam úmidas, a buceta e o cuzinho. Então abriu a gaveta inferior da escrivaninha e pegou sua calcinha. Já estava seca, então vestiu. Decidira ir para casa. Precisava sair do escritório.

O carro atravessou o portão e seguiu até parar diante da entrada da mansão. A senadora Taylor esperou que um de seus guarda-costas abrisse a porta e então desceu do veículo. Sua secretária desceu atrás dela e ambas seguiram em direção à casa.

"Boa tarde, senadora Taylor. Boa tarde, senhorita Johnson", cumprimentou um mordomo grisalho e de porte aristocrático.

"Boa tarde, George", saudaram as duas mulheres em uníssono.

"Senadora Taylor, seu marido está tomando banho de piscina."

"Obrigada, George", respondeu Helen, passando à frente de Lisa pela porta de entrada.

"Ah, a propósito, senadora. Cerca de meia hora atrás, uma mulher trouxe um envelope para a senhora. Os rapazes já descartaram que contenha algo perigoso. Está sobre a escrivaninha de seu escritório."

A senadora se agitou, inquieta.

"Uma mulher, você diz? Que aparência tinha? Deixou algum nome?"

"Era uma jovem, senadora. Morena, atraente e elegante. Disse que era amiga de sua filha, embora eu tenha certeza de que nunca a vi por aqui antes. Eu lembraria. Ela me deu seu nome: M. Patrizia, disse."

O corpo de Helen estremeceu. Mistress Patrizia estivera ali, em sua casa. A mulher compôs a expressão como pôde e disse:

"Obrigada, George. Sim, é amiga da Susan."

E seguiu adiante, seguida por sua secretária, que não perdera de vista a perturbação de sua chefe. Quando chegaram ao patamar da escada, Helen se despediu de Lisa e dirigiu-se ao seu escritório. A jovem secretária subiu para seu quarto refletindo sobre o comportamento estranho da senadora. Quem seria essa tal M. Patrizia? Talvez a jovem da manhã? A descrição coincidia. Por que ela tinha tal efeito em sua chefe? Por que o escritório da sua chefe cheirava a sexo? Lisa estava confusa.

A senadora fechou a porta do escritório atrás de si e se dirigiu apressadamente para a mesa. Lá estava, sobre a mesa. Um envelope cor bege, grande. Ela o rasgou nervosa e, virando-o, despejou o conteúdo sobre a mesa. As fotos foram a primeira coisa que viu.

Meu Deus! – exclamou, passando uma após outra as provas visuais de sua submissão à Mistress Patrizia.

Não faltava nada e a qualidade era excelente. As pernas tremiam e ela teve que se apoiar firmemente na mesa. Então notou o resto dos objetos: uma venda, um cartão de papelão com um "S" maiúsculo desenhado em caracteres góticos e uma carta. Pegou esta última e começou a ler:

"Querida Helen,

Espero que tenha gostado das fotos. Ficaram muito boas, não é? Que tal nos encontrarmos esta noite para celebrar? Há um pequeno restaurante na esquina da Jefferson com a Trinta e Dois, chama-se 'O Laço Negro'. Você se apresentará lá às sete. Uma vez dentro, mostre o cartão de papelão ao responsável, ele a levará até uma área reservada onde estará esperando alguém de minha confiança. Ordene aos seus seguranças que vigiem do lado de fora e que não a interrompam sob nenhuma circunstância. Não esqueça a venda, nem considere a opção de não comparecer. Lembre-se que ainda tenho sua filha e um punhado de fotos que você não gostaria que se tornassem públicas. Ah! Uma última coisa. Quero que você apare o púbis e também o rego e ao redor do ânus. Esta manhã pude observar que você tem muitos pelos e, pessoalmente, gosto que minhas putas tenham os genitais depilados. Não me decepcione."

A senadora jogou a carta com fúria sobre a mesa e apertou os punhos com raiva. Essa vadia, pensou, quem ela pensa que é. Sou uma senadora, tenho uma agenda apertada, ela não pode pretender dirigir minha vida ao seu bel-prazer. Claro, sabia que não tinha outra opção senão comparecer ao encontro. Enfurecida, recolheu todos os conteúdos do envelope e os guardou trancados em uma gaveta da escrivaninha. Então, subiu para seu quarto e, depois de tirar a roupa, entrou na banheira. A água morna molhava seu corpo, enquanto seu olhar deslizava até a abundante pelos loiros que cobriam sua genitália. Ela nunca tinha raspado, embora o marido tivesse pedido mais de uma vez. Ironias do destino, agora ia fazer isso por uma estranha. Uma onda de excitação percorreu seu corpo. Ah, não, não pode ser, pensou, você está doente, Helen. Tentou não pensar nisso enquanto ensaboava o corpo, mas as carícias de suas mãos sobre os seios, as coxas e as nádegas se prolongaram mais do que o necessário. Quando fechou a torneira, seu estado de excitação era evidente. Saiu da banheira e secou o corpo. Depois, sentou-se no bidê e, pegando uma tesoura de manicure, começou a aparar cuidadosamente seus pelinhos vaginais até julgar que os havia deixado suficientemente curtos. Pegou então a espuma de barbear do marido e, com a ajuda da mão direita, aplicou-a sobre o púbis. A sensação da espuma sobre sua vulva a fez estremecer, mas, demonstrando grande força de vontade, pegou a máquina de barbear do marido e começou a se barbear com extremo cuidado. Uma e outra vez passou a lâmina sobre a pele, removendo a espuma misturada com abundantes pelinhos loiros, até que, alguns minutos depois, não restava nem espuma nem pelos. Então, Helen se levantou, limpou-se com uma toalha, aplicou uma loção e olhou-se no espelho. Sua buceta lisinha ficou exposta diante de seus olhos, os lábios abertos, a fenda rosada e úmida. É assim que as putas devem usar, pensou enquanto acariciava a vulva e lutava para não se masturbar de novo. Sua mão direita percorreu então a fenda de sua bunda. Lá também havia pelos, e a Mistress Patrizia queria que ela os removesse. Não via como fazer isso sozinha, sem ajuda. Mas a quem poderia pedir? Ao marido? Não, ele poderia suspeitar que tinha algo a ver com O jantar de hoje à noite. Com a Lisa? Por que não. No fim das contas, sua secretária já suspeitava de algo. Decidida, vestiu um roupão e, saindo do banheiro, deixou o quarto em direção ao da sua secretária. Justo quando estava prestes a bater na porta com os nós dos dedos, percebeu um detalhe importante. Embora tivesse esfregado vigorosamente com sabão, a palavra *slut* ainda era claramente visível na sua barriga. A Lisa não podia ver aquilo. Deu meia-volta e voltou para o seu quarto. Vou sem depilar, pensou, no fim das contas, raspei o pubis. Isso deve ser suficiente para satisfazer a Senhora Patrizia. Olhou as horas. Eram quase seis, tinha que se apressar. Arrumou o cabelo e passou maquiagem. Depois foi até a cômoda e escolheu uma calcinha preta de renda, que combinou com meias de seda e liga da mesma cor. O sutiã combinava com a calcinha. Teve certas dúvidas para escolher o resto da roupa, mas no final decidiu por uma blusa rosa e uma saia preta ligeiramente acima do joelho. De calçado, umas sandálias pretas de salto alto.

Desceu ao térreo e avisou suas guarda-costas que sairia em seguida. Então se dirigiu à piscina. Richard lia numa rede.

— Oi, querido — cumprimentou.

O homem levantou os olhos do livro e sorriu para a esposa.

— Oi, amor. Já voltou? — perguntou, sentando-se e dando-lhe um beijo suave nos lábios. — Você está maravilhosa.

— Na verdade, vou sair de novo. Tenho um jantar de negócios hoje à noite.

— Nossa, não sabia de nada — disse contrariado.

— Bom, surgiu de repente. Não pude te avisar. Sinto muito.

— E com quem é? — interessou-se Richard.

— Com uma empresária local, não muito conhecida, mas nunca se sabe... — mentiu Helen. Foi a primeira coisa que lhe veio à cabeça.

— Divirta-se.

— Obrigada, querido — respondeu a senadora, ao mesmo tempo que dava um beijo de despedida no marido.

Apressou-se até o escritório e pegou o cartão de papelão com a A "S" e a máscara, que ela guardou na bolsa. Depois, dirigiu-se à saída da casa. Dois guarda-costas a esperavam na soleira da porta. Acompanharam-na até o carro e os três entraram.

— Jefferson com a trinta e dois — disse ela na direção do motorista.

— Sim, senhora.

O veículo atravessou o portão e entrou na estrada. Quinze minutos depois, estacionavam em frente ao "Laço Negro". Um guarda-costas abriu a porta e a senadora desceu. Acompanhada pelos dois seguranças, Helen avançou para o interior do restaurante enquanto o motorista estacionava o veículo. Um homem jovem, vestido impecavelmente, veio ao seu encontro.

— Boa tarde, sou o responsável, em que posso ajudá-los? — perguntou, aparentemente sem reconhecer a senadora.

— Boa tarde — respondeu ela — tenho um encontro marcado para as sete.

E, tirando o cartão de papelão, entregou-o ao homem. Ele olhou-o atentamente e, após alguns segundos, disse:

— Acompanhem-me, por favor.

Passaram por um ambiente elegantemente decorado e cheio de mesas, algumas delas ocupadas por clientes. No fundo do restaurante, uma fileira de escadas dava acesso a uma área reservada.

— Seus guarda-costas podem ficar aqui — disse o jovem, apontando para uma mesa ao pé das escadas.

— Gostaríamos de dar uma olhada lá em cima — disse o mais velho.

— Bom, não sei, senhora — respondeu o homem, olhando para a senadora — já tem alguém na área reservada e talvez a presença desses cavalheiros incomode.

— Senhora, nosso dever é protegê-la — insistiu o guarda-costas, dirigindo-se à senadora.

— Por favor, poderia perguntar à pessoa que me espera se tem algum problema em que os rapazes deem uma olhada? — perguntou Helen ao responsável.

— Um momento, senhora — respondeu e, em seguida, subiu as escadas.

Voltou poucos segundos depois.

— Está bem — disse — subam.

A área reservada era pequena, com uma mesa oval e várias cadeiras. Estava decorada com bom gosto, mas sem ostentação. Uma mulher jovem e... Atraente, de cabelo preto longo, estava sentada à cabeceira da mesa. Tinha olhos escuros e lábios vermelhos e carnudos. Sua pele morena não deixava dúvidas sobre sua ascendência latina. Quando o grupo entrou, ela se levantou e, dirigindo-se a Helen, disse:

Boa tarde, senadora. Meu nome é Carla e estou a serviço da Mistress Patrizia.

Boa tarde – respondeu Helen cortesmente, apertando sua mão – meus guarda-costas insistiram em dar uma olhada.

Sem problema, podem entrar.

Os dois homens entraram e, por vários minutos, examinaram cuidadosamente o reservado enquanto as mulheres permaneciam em silêncio. Depois, aparentemente satisfeitos, se prepararam para deixar a sala.

Senhores, pedimos que não nos interrompam novamente – disse Carla – sua patroa estará bem e descerá quando terminarmos nossa reunião.

Os dois seguranças olharam para a senadora, esperando sua confirmação.

Sim, sim, esperem lá embaixo e não nos interrompam – disse Helen C. Taylor.

Como a senhora mandar – responderam.

Uma vez a sós, Carla se levantou e se dirigiu a uma das paredes. Ela vestia um top preto justo que marcava seus seios fartos e uma calça de lycra, também preta, que destacava sua figura esbelta. A mulher girou uma alavanca oculta e Helen observou atônita enquanto dois dos painéis da parede deslizavam silenciosamente, revelando um corredor iluminado.

Siga-me, senadora – disse a jovem.

Para onde estamos indo? – perguntou Helen, insegura.

Não faça perguntas e obedeça – respondeu a mulher com seriedade.

Helen seguiu a jovem pelo corredor e logo chegaram a uma sala ampla. Nas paredes, a senadora pôde ver prateleiras marcadas com números, e em algumas delas, roupas empilhadas. Carla se dirigiu à de número 16 e parou diante dela.

Tire a roupa e coloque-a nesta prateleira.

Helen arregalou os olhos, incrédula.

Você não pode falar isso a Sério" – ela disse.

Muito sério, senadora.

Não vou me despir.

Nesse caso, pode ir embora. Mistress Patrizia tomará as medidas necessárias.

Que medidas?

Você sabe perfeitamente.

A senadora suspirou. Sabia que não tinha outra opção.

Está bem, vou fazer – disse resignada.

A jovem não fez nenhum comentário. Helen tirou os sapatos e os colocou na prateleira. Depois desabotoou a blusa e a tirou. Dobrou-a com cuidado e a deixou sobre as sandálias.

Sutiã bonito – comentou a mulher.

Obrigada.

Tire-o.

A senadora levou as mãos às costas, encontrou o fecho e o abriu. Depois deslizou as alças do sutiã pelos braços e o deixou sobre a prateleira. Seus peitos ficaram expostos aos olhos da jovem. Helen não podia acreditar. Seus mamilos estavam inchados e apontavam obscenamente para cima.

Agora a saia – disse a jovem.

Helen levou a mão direita ao lado da saia e baixou o zíper. Então, contornou os quadris e puxou a peça até que ela caiu aos seus tornozelos. Agachou-se para pegá-la e a deixou junto ao resto da roupa.

Sua roupa íntima é linda, senadora – disse Carla, admirando a calcinha e a liga de Helen – pena que as ordens da Mistress Patrizia sejam tão precisas. Por favor, tire-os.

A honorável Helen C. Taylor soltou as meias da liga e lentamente as deslizou, primeiro por uma e depois pela outra perna. Depois, tirou a liga e finalmente, com certo rubor, baixou a calcinha preta e ficou totalmente nua diante daquela desconhecida. Teria pago para que fosse diferente, mas a verdade é que seu corpo tremia de excitação. Sim, ali nua, seu corpo exposto diante de uma bela jovem totalmente vestida, a senadora Helen C. Taylor estava excitada.

Muito bem, senadora. Agora entrelace suas mãos atrás da cabeça e separe as pernas.

Helen obedeceu. A jovem se aproximou dela e passou a palma da mão dela pelo abdômen da mulher. A senadora estremeceu.

"Apagou um pouco", disse Carla, e tirando uma caneta da bolsa, marcou novamente a palavra "slut" na sua barriga. "Assim está melhor."

Então os olhos da jovem pousaram sobre o púbis da senadora. Estendeu a mão e o acariciou.

"Vejo que cumpriu as ordens da Ama", disse diante da ausência de pelos vaginais, e em seguida começou a apalpar a buceta de Helen sem cerimônia, esfregando sua vulva molhada e acariciando seu clitóris sensível.

A senadora não ousou detê-la. Deixou-se tocar e tentou aproveitar. Afinal, que outra coisa poderia fazer, pensou. Mas Carla parou logo em seguida.

"É uma pena que não possa brincar um pouco mais com você, mas a Mistress Patrizia está esperando. Junte as pernas e agache-se sem dobrá-las até segurar os tornozelos."

Helen não entendia o que a jovem pretendia, mas obedeceu. Não estava muito em forma e teve que dobrar levemente os joelhos para alcançar a posição. Sentiu Carla se posicionar atrás dela e suas mãos pousarem sobre suas nádegas, abrindo-as.

"Seu ânus e seu rabo estão sem depilar", repreendeu.

"Não podia fazer sozinha."

"A Ama não aceita essas desculpas. Quando ela ordena algo, quer feito. O problema de como fazer é seu."

"Mas..."

"Guarde as explicações para a Ama. Você vai precisar delas. Agora levante-se. É hora de irmos encontrá-la."

A senadora obedeceu. Carla abriu sua bolsa e tirou uma coleira preta de couro, com o número 16 gravado, que ajustou ao redor do pescoço de Helen. Era larga, com argolas ao redor. A jovem passou uma corda por uma das argolas da frente e puxou seu pescoço.

"Vamos", disse. "A Mistress Patrizia nos espera."

Helen C. Taylor avançou guiada por Carla. Sentia-se como uma escrava prestes a ser vendida. Carla olhou para trás e contemplou a mulher que a seguia submissamente. Tinha os mamilos eretos e a buceta aberta e molhada. Sua admiração pela Ama se tornou mais intensa. Carla tinha visto a senadora Taylor na televisão. Era uma mulher segura de si, decidida, com personalidade. A Ama estava conseguindo transformá-la numa putinha. Será que estava nos planos dela escravizá-la?, se perguntou.

"Coloque a venda", disse.

"Deixei na bolsa, na prateleira."

Carla foi buscá-la e a colocou sobre os olhos. Agora ninguém poderia reconhecê-la. A jovem puxou a coleira e levou Helen até o extremo oposto do quarto, onde havia uma porta fechada. Carla a abriu e guiou a senadora através dela.

0 comentários - Caminhos da Submissão - Cap. 4