Serviço de Informática

Na empresa onde eu trabalhava até alguns anos atrás, tinha um departamento que cuidava de tudo relacionado à informática. Como se sabe, uma atividade essencialmente masculina. A equipe era formada por uns 10 caras na casa dos vinte anos. Sete deles estavam de aceitáveis pra cima, mas tinha dois que eram uma fraqueza especial. O que vou contar são as histórias com cada um deles.

Faz vários anos que não tenho relações com gays, só com "quase" héteros. Que gostem de buceta é uma condição imprescindível, mas que além disso sua vida sexual seja quase sempre com mulheres, também.

Eduardo era um dos meus preferidos (acho que o que mais). Tinha uns 1,77m, corpo médio, moreno de pele clara e cabelo curto, ou seja, uma descrição perfeita. Um dia percebi que ele tinha uns músculos marcados nos braços muito interessantes, dava pra ver que ele malhava ou algo assim.

Eu tentava escutar todas as conversas entre eles sempre que podia cruzar minha atividade com a deles. Isso teve um preço: ficou óbvio que eles perceberam que eu sou gay. Quando me viam, eu notava que faziam comentários. Era um risco, mas foi assim que aconteceu.

Um dia escutei uma conversa entre ele, Cristian (meu outro preferido) e mais dois caras. Eu sabia que Eduardo tinha namorada porque já tinha ouvido ele falar dela várias vezes e até escutei ele falando no celular com ela. Nessa conversa que mencionei, Eduardo contava que tinha brigado com a namorada fazia alguns dias e dava alguns detalhes que não entendi, mas que mostravam ele bravo com ela. Naquele momento estávamos em outra seção da empresa (nem a deles nem a minha) e Eduardo percebeu que eu estava escutando. Mas nada...

Um hétero que fica sem namorada fica muito vulnerável. Então pensei que era uma oportunidade excelente pra tentar alguma coisa, mas era arriscado. Ele nunca tinha me dado o mínimo sinal. Só sabia que eu era gay.

Decidi botar "toda a carne no espeto" no dia seguinte. Tinha que cuidar até o mínimo detalhe.
Fui trabalhar vestindo uma daquelas calças que deixam a roupa íntima bastante transparente e coloquei um fio dental, dos mais grossos, para que chamasse atenção.
Provoquei um "defeito" no meu computador, de modo que ele não funcionasse, e liguei para o ramal do setor de informática.
Eu: Oi, o Eduardo está?
Alguém: sim, vou passar.
Eduardo: oi
Eu: oi Eduardo, sou o Hernán, da administração. O PC não está funcionando. Posso levar aí ou você passa por aqui?
Eduardo: passo aí daqui a pouco, tá?
Eu: beleza, te espero.
Uma hora e meia depois, o Eduardo aparece. Naquele dia, eu estava sozinho no escritório (claro que isso já estava planejado).
Eduardo: oi.
Ele estava vestindo jeans azul, como sempre, e uma camiseta preta.
Eu: oi, é esse aqui que não está funcionando.
Me aproximo do computador e tento desligá-lo da tomada. O problema é que a tomada fica atrás da mesa e não é fácil movê-la, então é preciso se inclinar sobre ela para alcançar a tomada (óbvio, isso foi totalmente calculado por mim).
Ao me inclinar sobre a mesa para alcançar a tomada, minha bunda ficou apontada para o céu e, se o Eduardo olhasse, meu fio dental tinha que ficar claramente visível (ensai isso várias vezes antes na frente do espelho).
Eu tinha arrumado os móveis de modo que alcançar a tomada não fosse imediato.
Fiquei uns 30 segundos tentando e rezando para que o Eduardo olhasse minha bunda.
Eu: não consigo, não alcanço.
Eduardo: deixa eu ver…
Ele fica atrás de mim e, por não mais que alguns segundos, apoia o volume dele na minha bunda. Depois, se move para o lado para tentar por outro lugar. Mas ficou muito claro que o apoio foi intencional.
O Eduardo tentou desligar o computador pelo lado da mesa. Ele ficou em uma posição desconfortável, com uma perna enfiada entre a mesa e a estante e a outra para fora, no ar. Ele estava quase ao meu lado. Isso me permitiu ver o volume dele a poucos centímetros. Fixei o olhar nele para que ele deu conta.
Eu: cuidado, não cai.
Aproveitei para pegar a perna dela que estava pra fora, como se fosse ajudá-la a segurar. Primeiro peguei por fora, mas depois passei a mão por dentro. E então, subi o máximo possível até a virilha.
Eduardo conseguiu desligar o PC.
Eduardo: pronto. Foi difícil.
Eu: sim, mas foi um bom exercício, haha.
Ele juntou todos os componentes do PC e disse:
Eduardo: pronto, vou levar e te aviso quando estiver pronto.
Eu: ok, obrigado.
Devo dizer que fiquei decepcionado com essa despedida. Pensei que ele ia fazer alguma coisa. Mas não...
Não liguei. Paciência é a principal arma com um hétero. Já ficou claro que se ele quiser, me tem.
Passaram-se três dias intermináveis sem notícias. No quarto dia, ele ligou para meu ramal.
Eduardo: oi, tô ligando pra avisar que o computador está pronto. Pode vir buscar?
Mais uma decepção. Por que ele não vinha trazer? Onde ele fica tem muita gente. Na minha sala podia ter gente ou não. Não vai rolar nada? Bom, tinha que ir.
Os caras do suporte técnico ficam num escritório grande. Entrei e disse:
Eu: oi, vim buscar um PC que o Eduardo consertou.
Um dos caras: sim, o Eduardo tá ali (apontou pra uma das salinhas que tinha).
Entro lá (não tinha porta).
Eduardo: oi, já tá pronto. Pode levar.
Eu: ah, bom. Foi fácil?
Eduardo: mais ou menos, e não sei se ficou bom. Olha, amanhã eu não tô aqui. Não quer me deixar seu telefone pra eu ligar e ver se tá tudo certo?
Meus olhinhos brilharam. Não tinha como pensar outra coisa. A tática era bem primitiva, típica de um inexperiente. E até meio ridícula, mas enfim, foi assim...
Por um instante, pensei em fazer charme e dizer: Por que não me liga na sala, melhor? Mas não, seria uma estratégia errada com um hétero inexperiente e meio inseguro.
Eu: sim, claro (anotei num papel)
Eduardo: ok, amanhã te ligo.
Me perguntei por que ele não falou algo direto. Mas imaginei que a proximidade com os colegas o... Amedrontaram. Não importava. Parecia estar tudo bem encaminhado. Só tinha que esperar ele ligar.
Como não queria deixar nenhum detalhe sem atenção, pensei no diálogo que ia rolar. Se ele fosse direto ao ponto, pronto. E se não fosse? Tinha que prever. Nesse caso, com certeza, ele ia me perguntar se o computador tava funcionando. O que dizer? Se eu disser que sim, ele não vai saber como continuar a conversa. Se eu disser que não, sei lá o que ele vai falar. Mas tinha que dizer que não…
No dia seguinte, meu celular toca por volta do meio-dia. A ligação não era de um número salvo. Tinha que ser o Eduardo.
Eu: Alô.
Eduardo: Oi, sou o Eduardo.
Eu: Ah! Tudo bem?
Eduardo: Tudo, e o computador?
Pensei: uhhhhh, que difícil tá a coisa! Mas tinha que continuar…
Eu: Não, tá com defeito. Liga mas não carrega o Windows.
Eduardo: Ah! Imaginei que podia estar com problema.
Confesso que não sabia como continuar isso. Não queria estragar tudo, então mantive um perfil baixo, mas dando abertura pra ele avançar.
Eu: É. E aí, o que a gente faz?
Eduardo: Mmmmm, não sei. Se você tá com pressa, leva pra sua casa e eu passo lá no final do dia pra dar uma olhada.
Pensei: opa! O que é isso? Eu morava sozinho, mas ele não sabia. Será que ele presumiu que, se eu dissesse que sim, era porque morava sozinho? Muito complicado, mas ótimo. Claro que eu tinha que dizer que sim.
Eu: Beleza, me parece bom. Te passo meu endereço? Que horas você passa?
Eduardo: Pode passar, às 7.
Eu: Ok, anota aí (passei o endereço). Te espero. Espero que você consiga consertar.
Ao desligar, me invadiu uma sensação de bem-estar. Falei: já ganhei. Mas também entendi que não ia ser tão simples assim, que eu tinha que me mover bem quando estivesse com ele, porque talvez ele não se sentisse à vontade e fosse embora sem acontecer nada.
Por enquanto, tive que carregar o PC no ônibus, na esperança de que a recompensa fosse boa.
Fiquei na dúvida se me vestia de menininha pra quando ele chegasse, mas decidi que não. Me parecia muito ousado. Me perguntei: e se ele consertar o PC e não acontecer nada? Se ele não avançar?
Pra mim era muito claro que ele queria que acontecesse algo, mas não estava totalmente decidido. Então a tática que escolhi foi a seguinte:
Decidi deixar toda a minha roupinha de menininha à mão para me trocar rápido. Mas me vesti quase normal, com a mesma calça e a calcinha fio-dental como da outra vez. E se ele não avançasse, apostei todas as fichas no diálogo que surgisse.

Quase meia hora depois, Eduardo chegou. Tocou a campainha e subiu.

Eduardo: oi
Eu: oi, obrigada por vir!
Eduardo: não, tudo bem. Tenho que deixar as coisas bem feitas.
Não sei se com isso ele quis dizer algo mais…

Ele começou a consertar a máquina sentado à mesa.
Enquanto consertava a máquina, ofereci mate (se ele dissesse não, ia ser outra decepção). Ele disse que sim.

Sentei ao lado dele e comecei a preparar o mate. Tentei ser o mais sensual possível ao tomar e avançar no diálogo.

Eu: imagino que você esteja tirando tempo da sua namorada vindo aqui.
Eduardo: não, você não sabe. Brigamos há uma semana.
Eu: nossa, que pena. Bom, então agora é hora de se divertir, haha
Eduardo: é, haha

Dava pra ver que ele estava bem tenso, mas não desconfortável. Como se estivesse à vontade, mas numa situação estranha. Ele ria de vez em quando, meio nervoso.

De vez em quando, olhava o volume dele (especialmente quando ele me olhava ao falar). Não dava pra ver duro.

Continuamos conversando um pouco mais, agora sobre trabalho, até que ele terminou de consertar a máquina e testar. Tudo funcionando bem.

Eduardo: bom, agora sim! Já tá funcionando
Eu: que sorte! Mas isso eu tenho que te pagar…
Eduardo: não, de jeito nenhum. Como vou te cobrar?
Eu: bom, mas algum presente eu tenho que te dar.
Eduardo: haha, bom, isso pode ser.

Essa resposta poderia ser entendida da melhor maneira, mas com ele sendo tão tímido, preferi confirmar.

Eu: o presente tá no quarto. Quer que eu traga?
Eduardo: e bom…

Por um momento, temi fazer papel de boba. Me vestir de menininha e ele não querer nada. Então avancei um pouco mais.

Eu: mas olha que o presente eu vou trazer vestido em mim. Só que você vai ter que esperar alguns minutos. Eduardo: ah, bom, eu gosto de surpresas, haha
Não havia dúvidas. Finalmente ia ser o momento.
Me arrumei rápido com o maior esforço. A calcinha fio dental branca que eu estava usando, saia cinza curtíssima, meia arrastão, blusa, blush, batom, etc.
E saí. Confesso que me senti fazendo uma prova.
Quando saí o mais arrumada possível, Eduardo não se surpreendeu com a situação. Era um bom indicador.
Me aproximei dele, que continuava sentado, e coloquei a bunda perto, paradinha na frente dele.
Ele levantou minha saia e olhou minha bunda. Com a outra mão começou a tocar o volume.
Acariciou minha bunda por vários segundos sem dizer nada.Serviço de InformáticaEle parou de me tocar, mas parecia interessado em continuar.
Agarrei o volume dele. Ele afastou um pouco a cadeira da mesa e abriu as pernas. Continuei apalpando por cima do jeans. Dava pra ver que ele estava ficando duro.

Me ajoelhei na frente dele, abri o cinto e o jeans e desci o zíper. Ele usava uma cueca verde e o pau já estava duro.

Tentei puxar o jeans pra baixo e ele colaborou. Ficou só de camiseta e cueca, com um volume enorme marcado, esperando meu amor.

Com a cueca ainda posta, passei minha boca por todo o volume, pau e bolas. Ele olhava pra cima, mas dava pra ver que estava com vontade.

Tirei a cueca dele com muito cuidado e fiquei alguns segundos contemplando o espetáculo.

A pica dele estava completamente ereta. Media 17x4, bem veiuda, muito branca e reta. Não era muito cabeçuda, já que a glande estava exposta e mantinha a mesma largura do tronco. Um lindo par de bolas de bom tamanho, bem caídas, tudo envolto em muito pelo preto.

Foi difícil começar porque eu queria continuar admirando um dos aparatos genitais mais estéticos que já vi. Naquele momento, havia uma simetria perfeita: duas bolas bem peludas, meio grandes, idênticas, com um pau duro, veiudo e reto exatamente no meio.

Desviei o olhar para o resto do corpo dele. As pernas eram peludas. Coloquei minhas mãos sobre elas e acariciei seus pelos.

Outra coluna densa de pelos saía dos genitais dele em direção ao abdômen, mas não dava pra ver como continuava por causa da camiseta. Interessado em saber, levantei a camiseta e a tirei.

Como sugeria, ele tinha um torso muito bonito, meio malhado e moderadamente peludo, mas com os pelos distribuídos de forma bem simétrica também.

Recuei um pouco, sempre com as mãos nas pernas dele, para contemplar o espetáculo por completo.

Minha sensação de prazer era imensa. Era muito gratificante ter aquele belo exemplar masculino assim, nu, com as pernas abertas e o pau duro, sabendo que quase certamente era sua primeira experiência com um gay.

Tudo isso deve ter Invertido por um minuto. Pouco para mim, que queria aproveitar aquele homem por completo, mas demais para ele que só queria meter e pronto.

Meu êxtase contemplativo foi cortado pela raiz.

Eduardo: vai, puto, chupa essa rola, que eu não aguento mais.

O comentário me desconcertou, já que não esperava essa reação.

Eu pensava em fazer um boquete caprichado, passar minha língua por todo o pau e nas bolas dele com toda suavidade, chupar seu pau devagarinho, seguir de acordo com os gestos dele, mas isso me fez duvidar. Parecia que ele não queria algo assim, doce, delicado.

Tive que decidir num instante, com medo de que, se errasse, poderia estragar tudo.

Decidi fazer do meu jeito. Coloquei a língua para fora e passei pelo tronco, de baixo para cima e de cima para baixo.pauNo momento em que eu começava a lamber as bolas dele, ele apoiou uma mão na minha cabeça, me afastando das bolas e disse:

Eduardo: Chupa ela!

Me senti muito mal. Não conseguia acreditar que o que eu estava fazendo não era o que ele queria.

Depois de todas as dúvidas que ele tinha mostrado, agora ele estava bem decidido e eu me senti o inexperiente, o aprendiz.

Mais coisas passaram pela minha cabeça. Eu tinha calculado tudo. Sabia que ia começar chupando ele, mas tinha medo de que ele só quisesse ficar nisso e não me comesse. Então, pensei em ficar atento para, se visse que ele estava quase gozando, interromper o boquete e obrigá-lo a seguir com minha bunda.

Enquanto eu pensava nessas coisas, aparentemente se passaram vários segundos, o que deixou o Eduardo mais incomodado.

Eduardo (abrindo as mãos veementemente): Mas qual é a sua? Não gosta do meu pau?

Sem conseguir acreditar no que estava acontecendo, só consegui dizer:

Eu: Sim, papi, ele é lindo (enquanto acariciava ele).

Eduardo: Então chupa, viado do caralho!travaSó reagi e enfiei na boca. Comecei a chupar. Não posso dizer que estava desconfortável, mas minha autoestima estava lá embaixo.

Quando comecei a chupar, consegui acalmar a situação. Ele estava gostando. Mas aproveitei esses momentos para pensar em como continuar, de um jeito que satisfizesse ele ao máximo, que era a única coisa que importava. Não podia ter esse machão de pernas abertas com o pau duro e não satisfazer ele.

Eduardo estava muito excitado. De vez em quando passava a mão pela cabeça, ofegava. Resignado que não havia mais chance alguma de ele me comer, pensei: tenho que fazer um boquete bem desenfreado.

Comecei a comer o pau dele com desespero, engolindo tudo e subindo até fazer barulho ao tirar da boca. Ele me ajudava com a mão na minha cabeça. Batia uma e enfiava na minha boca.

Em um momento, com metade do pau na boca, parei e olhei bem fixo nos olhos dele, mesmo que ele não estivesse me olhando.

Eduardo: Ah, isso, fica assim que eu fodo sua boca

Ele colocou as mãos na nuca e começou a bombear minha boca rapidamente.

Eu adotei uma atitude completamente passiva, imóvel, com o olhar fixo no dele.

Já estava claro. Era assim que ia continuar até ele gozar na minha boca.

Eduardo: Que boquinha linda, parece uma buceta.

Eu fiz um gesto de concordância.

O espetáculo era sublime. Podia ver quase todo o corpo dele, até as axilas peludas, dando vazão à virilidade.

A partir daí ele começou a me olhar. A excitação dele aumentava. Começou a ofegar com mais e mais intensidade.

Não tirei o olhar do rosto dele nem por um segundo, para contemplar em toda sua dimensão o momento em que aquele macho descarregaria na minha boca.

No momento anterior, os gemidos ficaram mais espaçados mas mais intensos, até que ele soltou vários gemidos brutais junto com a entrada do sêmen grosso na minha boca. Senti seis ou sete jatos quentes na minha boca.Puta
heterohttp://subirfoto.es/images/coiD.jpg[/img]Fiquei imóvel por vários segundos com o pau na minha boca, enquanto Eduardo fazia caretas de prazer pós-gozada. Ele tirou da minha boca.

Me levantei, mostrei a porra na boca e fui ao banheiro cuspir e me lavar.

Quando voltei do banheiro, foi a vez dele.

Ao sair, ele pegou suas coisas enquanto me dizia que tinha sido bom, mas que aquilo acabava ali.

Eu: Tá bom, mas papi... gostou?

Eduardo: Sim, dei uma boa foda.

Ele me cumprimentou e foi embora.

Tudo saiu diferente do que eu tinha imaginado, mas as palavras finais dele me fizeram sentir bem, mesmo tendo que investir um tempo com as reclamações da minha bucetinha negligenciada.

5 comentários - Serviço de Informática

swan28 -1
Muy bueno en realidad...sigue asi amor
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