Na empresa onde eu trabalhava até alguns anos atrás, tinha um setor que cuidava de tudo relacionado à informática. Como todo mundo sabe, uma atividade essencialmente masculina. A equipe era formada por uns 10 caras na faixa dos vinte anos. Sete deles eram de aceitáveis pra cima, mas tinha dois que eram uma fraqueza especial. O que vou contar são as histórias com cada um deles.
Faz vários anos que não tenho relações com gays, só com "quase" héteros. Que curtem a palavra: buceta é uma condição indispensável, mas que a vida sexual deles seja quase sempre com mulheres, também.
Eduardo era um dos meus preferidos (acho que o que mais). Com uns 1,77m, de porte médio, moreno de pele branca e cabelo curto, ou seja, uma descrição perfeita. Um dia percebi que ele tinha uns veios marcados nos braços bem interessantes, então dava pra ver que ele malhava ou algo assim.
Eu tentava escutar todas as conversas entre eles sempre que podia cruzar minha atividade com a deles. Isso teve um preço: ficou óbvio que eles perceberam que eu sou gay. Quando me viam, eu notava que faziam comentários. Era um risco, mas foi assim que aconteceu.
Um dia escutei uma conversa entre ele, Cristian (meu outro preferido) e mais dois caras. Eu sabia que Eduardo tinha namorada porque já tinha ouvido ele falar dela várias vezes, e até o escutei conversando com ela no celular. Nessa conversa que mencionei, Eduardo contava que tinha brigado com a namorada há alguns dias e dava alguns detalhes que não entendi, mas que mostravam ele puto com ela. Naquele momento, estávamos em outra seção da empresa (nem a deles nem a minha) e Eduardo percebeu que eu estava ouvindo. Mas nada...
Um hétero que fica sem namorada se torna muito vulnerável. Então pensei que era uma oportunidade excelente pra tentar alguma coisa, mas era arriscado. Nunca tinha dado o menor sinal. Só sabia que eu era gay.
Decidi colocar toda a Carne no fogo" no dia seguinte. Tinha que cuidar até o menor detalhe.
Fui trabalhar vestido com uma calça daquelas que deixa transparecer bastante a roupa de baixo e coloquei uma tanga, das mais grossas, pra aparecer bem.
Causei um "defeito" no meu computador pra ele não funcionar e liguei pro ramal da seção de informática.
Eu: Oi, o Eduardo está?
Alguém: sim, vou passar
Eduardo: oi
Eu: oi Eduardo, sou o Hernán, da administração. O PC não tá funcionando. Posso levar aí ou você passa aqui?
Eduardo: passo aí daqui a pouco, ok?
Eu: beleza, te espero.
Uma hora e meia depois, o Eduardo chega. Nesse dia eu tava sozinho no escritório (claro que isso já tava calculado).
Eduardo: oi.
Ele tava de jeans azul, como sempre, e camiseta preta.
Eu: oi, é essa que não tá ligando.
Me aproximo da máquina e tento desconectar. O problema é que a tomada fica atrás da mesa e não é fácil mexer, então tenho que me inclinar sobre ela pra alcançar (óbvio, isso foi totalmente calculado por mim).
Quando me inclinei sobre a mesa pra pegar a tomada, minha bunda ficou virada pro alto e, se o Eduardo olhasse, minha tanga tinha que aparecer claramente (ensaei isso no espelho várias vezes antes).
Eu tinha arrumado os móveis de um jeito que alcançar a tomada não fosse fácil.
Fiquei uns 30 segundos tentando e torcendo pra ele olhar minha bunda.
Eu: não consigo, não alcanço.
Eduardo: deixa eu ver…
Ele para atrás de mim e, por não mais que uns dois segundos, encosta a rola na minha bunda. Depois, se desvia pro lado pra acessar por outro lugar. Mas foi muito claro que a encostada foi de propósito.
O Eduardo tentou desconectar o PC pelo lado da mesa. Ficou numa posição desconfortável, com uma perna entre a mesa e a estante e a outra pra fora, no ar. Tava quase do meu lado. Isso me deixou ver a rola dele a poucos centímetros. Fixei o olhar nela pra ele perceber. percebi.
Eu: cuidado, não cai.
Aproveitei pra segurar a perna dela que tava pra fora, como se fosse ajudar ela a se equilibrar. Primeiro peguei por fora, mas depois passei a mão por dentro. E aí, fui subindo até a virilha dela.
Eduardo conseguiu desligar o PC.
Eduardo: pronto. Foi difícil.
Eu: é, mas foi um bom exercício, haha.
Ele juntou todas as peças do computador e disse:
Eduardo: pronto, vou levar e te aviso quando estiver pronto.
Eu: ok, valeu.
Tenho que admitir que fiquei decepcionada com aquela despedida. Pensei que ele fosse fazer alguma coisa. Mas não…
Não liguei. Paciência é a arma principal com um hétero. Já ficou claro que se ele quiser, ele me tem.
Passaram três dias intermináveis sem novidades. No quarto dia, ele ligou pro meu ramal.
Eduardo: oi, liguei pra avisar que a máquina tá pronta. Dá pra vir buscar?
Mais uma decepção. Por que ele não vinha trazer? Onde ele tá, tem muita gente. No meu escritório podia ter gente ou não. Será que não vai rolar nada? Bom, tinha que ir.
Os caras da assistência técnica ficam num escritório grande. Entrei e falei:
Eu: oi, vim buscar um PC que o Eduardo arrumou.
Um dos caras: é, o Eduardo tá ali (apontou pra uma das salinhas que tinha).
Entro lá (não tem porta).
Eduardo: oi, já tá pronto. Pode levar.
Eu: ah, beleza. Foi fácil?
Eduardo: mais ou menos, e não sei se ficou bom. Escuta, amanhã não vou estar aqui. Quer me passar seu celular pra eu ligar e ver se tá tudo certo?
Meus olhinhos brilharam. Não tinha como pensar em outra coisa. A tática era bem primitiva, típica de um inexperiente. E até meio ridícula, mas fazer o que, foi assim…
Por um momento, pensei em me fazer de difícil e falar: "Por que não liga pro meu ramal?" Mas não, era uma estratégia errada com um hétero inexperiente e meio indeciso.
Eu: sim, claro (anotei num papel)
Eduardo: ok, amanhã te ligo.
Me perguntei por que ele não falou algo na hora. Mas imaginei que a proximidade com os colegas Me amedrontaram. Não importava. Parecia que tudo estava no caminho certo. Só precisava esperar ele ligar.
Como não queria deixar nenhum detalhe de lado, pensei no diálogo que ia rolar. Se ele fosse direto, sem rodeios, beleza. E se não? Tinha que prever isso. Nesse caso, com certeza, ele ia me perguntar se a máquina tava funcionando. O que dizer? Se eu disser que sim, ele não vai saber como continuar a conversa. Se eu disser que não, sei lá o que ele vai falar. Mas tinha que dizer que não…
No dia seguinte, meu celular toca lá pelo meio-dia. A ligação não era de um número salvo. Tinha que ser o Eduardo.
Eu: Alô.
Eduardo: oi, sou o Eduardo.
Eu: ah! Beleza?
Eduardo: bem, e a máquina?
Pensei: uhhhhh, que situação complicada! Mas tinha que seguir…
Eu: não, tá ruim. Liga, mas não carrega o Windows.
Eduardo: ah!, eu já imaginava que podia não estar legal.
Confesso que não sabia como continuar isso. Não queria estragar tudo, então fiquei na minha, mas dando abertura pra ele avançar.
Eu: pois é. O que a gente faz então?
Eduardo: mmmmm, sei lá. Se você tiver pressa, leva pra sua casa e passo no fim do dia pra dar uma olhada.
Pensei: opa! que isso? Eu morava sozinho, mas ele não sabia. Será que ele deduziu que se eu topasse era porque morava só? Muito complicado, mas foda. Claro que tinha que dizer que sim.
Eu: fechou, parece bom. Passo meu endereço? Que horas você vem?
Eduardo: beleza, umas 7.
Eu: ok, anota aí (passo o endereço). Te espero. Tomara que você consiga arrumar.
Quando desliguei, uma sensação de bem-estar me tomou. Pensei: já era. Mas também entendi que não ia ser tão fácil assim, que eu tinha que me mexer bem quando ele estivesse aqui, porque talvez ele não se sentisse à vontade e fosse embora sem rolar nada.
De imediato, tive que carregar o pc no busão, na esperança de que o prêmio valesse a pena.
Fiquei na dúvida entre me vestir de menina quando ele chegasse, mas decidi que não. Parecia muito ousado. Me perguntei: e se ele arrumar o pc e não rolar nada? E se ele não der em cima?
Tava muito claro pra mim que Ele queria que rolasse algo, mas não tinha coragem total. Então a tática escolhida foi a seguinte:
Deixei à mão toda minha roupinha de menina pra me produzir rápido. Mas me vesti quase normal, com a mesma calça e a tanga da outra vez. E se ele não avançasse, apostei todas as fichas no diálogo que rolasse.
Quase meia hora depois, Eduardo chegou. Tocou a campainha e subiu.
Eduardo: oi
Eu: oi, valeu por ter vindo!
Eduardo: não, tranquilo. Preciso deixar tudo certinho.
Não sei se com isso ele quis dizer algo mais…
Ele sentou na mesa e começou a arrumar a máquina.
Enquanto arrumava, ofereci chimarrão (se ele recusasse, ia ser outra decepção). Ele aceitou.
Sentei do lado dele e comecei a cear o mate. Tentei ser o mais sensual possível ao tomar e puxar conversa.
Eu: acho que você tá roubando tempo da sua namorada vindo aqui, né?
Eduardo: não, você não sabe. Briguei com ela semana passada.
Eu: nossa, que merda. Bom, então agora é hora de se divertir, haha
Eduardo: é, haha
Dava pra ver que ele tava bem tenso, mas não desconfortável. Meio à vontade, mas numa situação estranha. Ria de vez em quando, meio nervoso.
De vez em quando, eu olhava pro volume dele (especialmente quando ele me olhava enquanto falava). Não dava pra ver ele duro.
A gente continuou conversando mais um pouco, agora sobre trabalho, até ele terminar de arrumar a máquina e testar. Tudo funcionando.
Eduardo: bom, agora sim! Tá funcionando direitinho
Eu: que sorte! Mas isso eu tenho que te pagar…
Eduardo: não, nem pensar. Como vou te cobrar?
Eu: bom, mas algum presente eu tenho que te dar.
Eduardo: haha, bom, isso pode ser.
Essa resposta podia ser interpretada do melhor jeito, mas com o medroso que ele era, preferi confirmar.
Eu: o presente tá no quarto. Quer que eu traga?
Eduardo: ué, então…
Por um momento, tive medo de passar vergonha. Me vestir de menina e ele não querer nada. Então fui um pouco mais além.
Eu: mas olha, o presente vou trazer vestido. Só que você vai ter que esperar uns minutos. Eduardo: ah, bom, eu gosto de surpresas, haha
Não tinha dúvidas. Finalmente ia ser o momento.
Me arrumei rápido com o maior capricho. A tanga branca que eu tava usando, saia cinza curtinha, meia arrastão, blusa, blush, lábios pintados, etc.
E saí. Confesso que me senti fazendo uma prova.
Quando saí o mais produzida possível, o Eduardo não se surpreendeu com a situação. Era um bom sinal.
Me aproximei dele, que continuava sentado, e coloquei a raba perto, paradinha na frente dele.
Ele levantou minha saia e olhou pra minha raba. Com a outra mão, começou a apalpar o volume.
Acariciou minha raba por vários segundos sem dizer nada.
Ele parou de bater uma, mas parecia interessado em continuar.
Passei a mão no volume dele. Ele afastou um pouco a cadeira da mesa e abriu as pernas. Continuei apalpando por fora da calça jeans. Dava pra ver que ele estava ficando duro.
Me ajoelhei na frente dele, abri o cinto e a calça jeans, e puxei o zíper pra baixo. Ele tava de cueca verde e o pau já durasso.
Tentei puxar a calça jeans dele, e ele colaborou. Ficou só de camiseta e cueca, com um volume enorme esperando minha boca.
Com a cueca ainda no lugar, passei minha boca por todo o volume, pau e bolas. Ele olhava pra cima, mas dava pra ver que tava com vontade.
Tirei a cueca dele com muito cuidado e fiquei uns segundos admirando o espetáculo.
O pau dele estava completamente ereto. Tinha uns 17 por 4, bem cheio de veias, muito branco e reto. Não era cabeçudo, porque a cabeça já tava pra fora e mantinha a mesma grossura do tronco. Um par lindo de bolas de bom tamanho, meio caídas, tudo envolto em muito pelo preto.
Demorei pra começar porque queria continuar olhando um dos aparelhos genitais mais estéticos que já vi. Naquele momento, tinha uma simetria perfeita: duas bolas bem peludas, grandes, idênticas, com um pau duro, cheio de veias e reto, exatamente no meio.
Desviei o olhar pro resto do corpo dele. As pernas dele eram peludas. Coloquei minhas mãos nelas e acariciei os pelos.
Outra trilha cheia de pelos subia dos genitais dele pra cima, mas não dava pra ver como continuava por causa da camiseta. Curioso pra saber, levantei a camiseta dele e tirei.
Como já dava pra imaginar, ele tinha um torso muito bonito, meio trabalhado e moderadamente peludo, mas com os pelos bem distribuídos de forma simétrica também.
Me afastei um pouco pra trás, sempre com as mãos nas pernas dele, pra admirar o espetáculo completo.
Minha sensação de prazer era imensa. Era muito gratificante ter aquele lindo exemplar masculino assim, nu, com as pernas abertas e o pau duro, sabendo que quase com certeza era a primeira experiência dele com um gay.
Tudo isso deve ter... inverti um minuto. Pouco pra mim, que queria aproveitar aquele homem por inteiro, mas demais pra ele, que só queria meter uma foda.
Meu êxtase contemplativo foi cortado na hora.
Eduardo: vai, viado, chupa essa pica, que não aguento mais.
O comentário me desconcertou, porque não esperava essa reação.
Eu pensava em fazer um boquete caprichado, passar minha língua por todo o pau dele e pelas bolas com toda a suavidade, chupar o pau dele de pouquinho em pouquinho, seguir de acordo com as reações dele, mas isso me fez duvidar. Parecia que ele não queria algo assim, doce, delicado.
Tive que decidir num instante, com medo de que, se eu errasse, pudesse estragar tudo.
Decidi fazer do meu jeito. Estiquei a língua e passei pelo tronco, de baixo pra cima e de cima pra baixo.
No momento em que eu começava a lamber as bolas dele, ele apoiou a mão na minha cabeça, me afastando das bolas e disse:
Eduardo: chupa ela!
Me senti muito mal. Não podia acreditar que o que eu tava fazendo não era o que ele queria.
Depois de todas as dúvidas que ele tinha mostrado, agora ele tava bem certo e eu me senti o inexperiente, o aprendiz.
Mais coisas passaram pela minha cabeça. Eu tinha calculado tudo. Sabia que ia começar fazendo um boquete nele, mas tinha medo de que ele só quisesse ficar nisso e não me comesse. Então, pensava em ficar esperto: se visse ele perto de gozar, ia interromper o boquete e forçar ele a continuar com minha bunda.
Enquanto eu pensava nessas coisas, parece que passaram vários segundos, o que deixou Eduardo ainda mais incomodado.
Eduardo (abrindo as mãos com veemência): mas o que que tu tem? não gosta da minha pica?
Sem acreditar no que tava rolando, só consegui dizer:
Eu: sim, papai, ela é linda (enquanto acariciava ela).
Eduardo: então, chupa ela, viado de merda!
Só reagi e enfiei na boca. Comecei a chupar. Não posso dizer que tava desconfortável, mas minha autoestima tava no chão.
Quando comecei a chupar, consegui acalmar a situação. Ele tava gostando. Mas aproveitei esses instantes pra pensar em como continuar, de modo a satisfazer ele ao máximo, que era a única coisa que importava. Não dava pra ter esse macho com as pernas abertas e o pau duro e não satisfazer ele.
Eduardo tava muito excitado. De vez em quando passava a mão na cabeça, ofegante. Resignado de que não tinha mais chance nenhuma de eu ser comido, pensei: tenho que fazer um boquete bem sem limites.
Comecei a devorar o pau dele com desespero, engolindo inteiro e subindo até fazer barulho ao tirar da boca. Ele me ajudava com a mão na minha cabeça. Batia uma e enfiava na minha boca.
Num momento, com meio pau na boca, paro e olho bem fixo nos olhos dele, embora ele não me olhasse.
Eduardo: aí, sim, fica assim que vou foder sua boca
Ele colocou as mãos na nuca e começou a bombear minha boca com rapidez.
Eu adotei uma atitude completamente passiva, imóvel, com o olhar grudado no dele.
Já tava claro. Ia ser assim até ele soltar o leite na minha boca.
Eduardo: que boquinha linda, parece uma buceta.
Eu fiz um gesto de concordância.
O espetáculo era sublime. Dava pra ver quase o corpo inteiro dele, até as axilas peludas, deixando a virilidade solta.
A partir daí ele começou a me olhar. A excitação dele crescia. Ele começou a ofegar cada vez mais forte.
Não tirei o olho do rosto dele nem um segundo pra contemplar em toda a dimensão o momento em que aquele macho ia gozar na minha boca.
No instante anterior, as ofegadas ficaram mais espaçadas, mas mais intensas, até que ele soltou várias ofegadas brutais junto com a entrada do esperma grosso na minha boca. Senti uns seis ou sete jatos quentes na minha boca.
http://subirfoto.es/images/coiD.jpg[/img]Fiquei paralisada por vários segundos com a rola na boca, enquanto Eduardo fazia gestos de prazer pós-gozo. Ele tirou o pau da minha boca.
Levantei, mostrei a porra na minha boca e fui ao banheiro cuspir e me lavar.
Quando voltei do banheiro, ele foi.
Ao sair, pegou as coisas dele enquanto dizia que tinha sido bom, mas que aquilo terminava ali.
Eu: "Tá bom, mas, papai... você gostou?"
Eduardo: "Sim, meti um puta tesão."
Ele me cumprimentou e foi embora.
Tudo saiu diferente do que eu tinha imaginado, mas as palavras finais dele me fizeram sentir bem, mesmo tendo que lidar com as reclamações da minha buceta abandonada.
Faz vários anos que não tenho relações com gays, só com "quase" héteros. Que curtem a palavra: buceta é uma condição indispensável, mas que a vida sexual deles seja quase sempre com mulheres, também.
Eduardo era um dos meus preferidos (acho que o que mais). Com uns 1,77m, de porte médio, moreno de pele branca e cabelo curto, ou seja, uma descrição perfeita. Um dia percebi que ele tinha uns veios marcados nos braços bem interessantes, então dava pra ver que ele malhava ou algo assim.
Eu tentava escutar todas as conversas entre eles sempre que podia cruzar minha atividade com a deles. Isso teve um preço: ficou óbvio que eles perceberam que eu sou gay. Quando me viam, eu notava que faziam comentários. Era um risco, mas foi assim que aconteceu.
Um dia escutei uma conversa entre ele, Cristian (meu outro preferido) e mais dois caras. Eu sabia que Eduardo tinha namorada porque já tinha ouvido ele falar dela várias vezes, e até o escutei conversando com ela no celular. Nessa conversa que mencionei, Eduardo contava que tinha brigado com a namorada há alguns dias e dava alguns detalhes que não entendi, mas que mostravam ele puto com ela. Naquele momento, estávamos em outra seção da empresa (nem a deles nem a minha) e Eduardo percebeu que eu estava ouvindo. Mas nada...
Um hétero que fica sem namorada se torna muito vulnerável. Então pensei que era uma oportunidade excelente pra tentar alguma coisa, mas era arriscado. Nunca tinha dado o menor sinal. Só sabia que eu era gay.
Decidi colocar toda a Carne no fogo" no dia seguinte. Tinha que cuidar até o menor detalhe.
Fui trabalhar vestido com uma calça daquelas que deixa transparecer bastante a roupa de baixo e coloquei uma tanga, das mais grossas, pra aparecer bem.
Causei um "defeito" no meu computador pra ele não funcionar e liguei pro ramal da seção de informática.
Eu: Oi, o Eduardo está?
Alguém: sim, vou passar
Eduardo: oi
Eu: oi Eduardo, sou o Hernán, da administração. O PC não tá funcionando. Posso levar aí ou você passa aqui?
Eduardo: passo aí daqui a pouco, ok?
Eu: beleza, te espero.
Uma hora e meia depois, o Eduardo chega. Nesse dia eu tava sozinho no escritório (claro que isso já tava calculado).
Eduardo: oi.
Ele tava de jeans azul, como sempre, e camiseta preta.
Eu: oi, é essa que não tá ligando.
Me aproximo da máquina e tento desconectar. O problema é que a tomada fica atrás da mesa e não é fácil mexer, então tenho que me inclinar sobre ela pra alcançar (óbvio, isso foi totalmente calculado por mim).
Quando me inclinei sobre a mesa pra pegar a tomada, minha bunda ficou virada pro alto e, se o Eduardo olhasse, minha tanga tinha que aparecer claramente (ensaei isso no espelho várias vezes antes).
Eu tinha arrumado os móveis de um jeito que alcançar a tomada não fosse fácil.
Fiquei uns 30 segundos tentando e torcendo pra ele olhar minha bunda.
Eu: não consigo, não alcanço.
Eduardo: deixa eu ver…
Ele para atrás de mim e, por não mais que uns dois segundos, encosta a rola na minha bunda. Depois, se desvia pro lado pra acessar por outro lugar. Mas foi muito claro que a encostada foi de propósito.
O Eduardo tentou desconectar o PC pelo lado da mesa. Ficou numa posição desconfortável, com uma perna entre a mesa e a estante e a outra pra fora, no ar. Tava quase do meu lado. Isso me deixou ver a rola dele a poucos centímetros. Fixei o olhar nela pra ele perceber. percebi.
Eu: cuidado, não cai.
Aproveitei pra segurar a perna dela que tava pra fora, como se fosse ajudar ela a se equilibrar. Primeiro peguei por fora, mas depois passei a mão por dentro. E aí, fui subindo até a virilha dela.
Eduardo conseguiu desligar o PC.
Eduardo: pronto. Foi difícil.
Eu: é, mas foi um bom exercício, haha.
Ele juntou todas as peças do computador e disse:
Eduardo: pronto, vou levar e te aviso quando estiver pronto.
Eu: ok, valeu.
Tenho que admitir que fiquei decepcionada com aquela despedida. Pensei que ele fosse fazer alguma coisa. Mas não…
Não liguei. Paciência é a arma principal com um hétero. Já ficou claro que se ele quiser, ele me tem.
Passaram três dias intermináveis sem novidades. No quarto dia, ele ligou pro meu ramal.
Eduardo: oi, liguei pra avisar que a máquina tá pronta. Dá pra vir buscar?
Mais uma decepção. Por que ele não vinha trazer? Onde ele tá, tem muita gente. No meu escritório podia ter gente ou não. Será que não vai rolar nada? Bom, tinha que ir.
Os caras da assistência técnica ficam num escritório grande. Entrei e falei:
Eu: oi, vim buscar um PC que o Eduardo arrumou.
Um dos caras: é, o Eduardo tá ali (apontou pra uma das salinhas que tinha).
Entro lá (não tem porta).
Eduardo: oi, já tá pronto. Pode levar.
Eu: ah, beleza. Foi fácil?
Eduardo: mais ou menos, e não sei se ficou bom. Escuta, amanhã não vou estar aqui. Quer me passar seu celular pra eu ligar e ver se tá tudo certo?
Meus olhinhos brilharam. Não tinha como pensar em outra coisa. A tática era bem primitiva, típica de um inexperiente. E até meio ridícula, mas fazer o que, foi assim…
Por um momento, pensei em me fazer de difícil e falar: "Por que não liga pro meu ramal?" Mas não, era uma estratégia errada com um hétero inexperiente e meio indeciso.
Eu: sim, claro (anotei num papel)
Eduardo: ok, amanhã te ligo.
Me perguntei por que ele não falou algo na hora. Mas imaginei que a proximidade com os colegas Me amedrontaram. Não importava. Parecia que tudo estava no caminho certo. Só precisava esperar ele ligar.
Como não queria deixar nenhum detalhe de lado, pensei no diálogo que ia rolar. Se ele fosse direto, sem rodeios, beleza. E se não? Tinha que prever isso. Nesse caso, com certeza, ele ia me perguntar se a máquina tava funcionando. O que dizer? Se eu disser que sim, ele não vai saber como continuar a conversa. Se eu disser que não, sei lá o que ele vai falar. Mas tinha que dizer que não…
No dia seguinte, meu celular toca lá pelo meio-dia. A ligação não era de um número salvo. Tinha que ser o Eduardo.
Eu: Alô.
Eduardo: oi, sou o Eduardo.
Eu: ah! Beleza?
Eduardo: bem, e a máquina?
Pensei: uhhhhh, que situação complicada! Mas tinha que seguir…
Eu: não, tá ruim. Liga, mas não carrega o Windows.
Eduardo: ah!, eu já imaginava que podia não estar legal.
Confesso que não sabia como continuar isso. Não queria estragar tudo, então fiquei na minha, mas dando abertura pra ele avançar.
Eu: pois é. O que a gente faz então?
Eduardo: mmmmm, sei lá. Se você tiver pressa, leva pra sua casa e passo no fim do dia pra dar uma olhada.
Pensei: opa! que isso? Eu morava sozinho, mas ele não sabia. Será que ele deduziu que se eu topasse era porque morava só? Muito complicado, mas foda. Claro que tinha que dizer que sim.
Eu: fechou, parece bom. Passo meu endereço? Que horas você vem?
Eduardo: beleza, umas 7.
Eu: ok, anota aí (passo o endereço). Te espero. Tomara que você consiga arrumar.
Quando desliguei, uma sensação de bem-estar me tomou. Pensei: já era. Mas também entendi que não ia ser tão fácil assim, que eu tinha que me mexer bem quando ele estivesse aqui, porque talvez ele não se sentisse à vontade e fosse embora sem rolar nada.
De imediato, tive que carregar o pc no busão, na esperança de que o prêmio valesse a pena.
Fiquei na dúvida entre me vestir de menina quando ele chegasse, mas decidi que não. Parecia muito ousado. Me perguntei: e se ele arrumar o pc e não rolar nada? E se ele não der em cima?
Tava muito claro pra mim que Ele queria que rolasse algo, mas não tinha coragem total. Então a tática escolhida foi a seguinte:
Deixei à mão toda minha roupinha de menina pra me produzir rápido. Mas me vesti quase normal, com a mesma calça e a tanga da outra vez. E se ele não avançasse, apostei todas as fichas no diálogo que rolasse.
Quase meia hora depois, Eduardo chegou. Tocou a campainha e subiu.
Eduardo: oi
Eu: oi, valeu por ter vindo!
Eduardo: não, tranquilo. Preciso deixar tudo certinho.
Não sei se com isso ele quis dizer algo mais…
Ele sentou na mesa e começou a arrumar a máquina.
Enquanto arrumava, ofereci chimarrão (se ele recusasse, ia ser outra decepção). Ele aceitou.
Sentei do lado dele e comecei a cear o mate. Tentei ser o mais sensual possível ao tomar e puxar conversa.
Eu: acho que você tá roubando tempo da sua namorada vindo aqui, né?
Eduardo: não, você não sabe. Briguei com ela semana passada.
Eu: nossa, que merda. Bom, então agora é hora de se divertir, haha
Eduardo: é, haha
Dava pra ver que ele tava bem tenso, mas não desconfortável. Meio à vontade, mas numa situação estranha. Ria de vez em quando, meio nervoso.
De vez em quando, eu olhava pro volume dele (especialmente quando ele me olhava enquanto falava). Não dava pra ver ele duro.
A gente continuou conversando mais um pouco, agora sobre trabalho, até ele terminar de arrumar a máquina e testar. Tudo funcionando.
Eduardo: bom, agora sim! Tá funcionando direitinho
Eu: que sorte! Mas isso eu tenho que te pagar…
Eduardo: não, nem pensar. Como vou te cobrar?
Eu: bom, mas algum presente eu tenho que te dar.
Eduardo: haha, bom, isso pode ser.
Essa resposta podia ser interpretada do melhor jeito, mas com o medroso que ele era, preferi confirmar.
Eu: o presente tá no quarto. Quer que eu traga?
Eduardo: ué, então…
Por um momento, tive medo de passar vergonha. Me vestir de menina e ele não querer nada. Então fui um pouco mais além.
Eu: mas olha, o presente vou trazer vestido. Só que você vai ter que esperar uns minutos. Eduardo: ah, bom, eu gosto de surpresas, haha
Não tinha dúvidas. Finalmente ia ser o momento.
Me arrumei rápido com o maior capricho. A tanga branca que eu tava usando, saia cinza curtinha, meia arrastão, blusa, blush, lábios pintados, etc.
E saí. Confesso que me senti fazendo uma prova.
Quando saí o mais produzida possível, o Eduardo não se surpreendeu com a situação. Era um bom sinal.
Me aproximei dele, que continuava sentado, e coloquei a raba perto, paradinha na frente dele.
Ele levantou minha saia e olhou pra minha raba. Com a outra mão, começou a apalpar o volume.
Acariciou minha raba por vários segundos sem dizer nada.
Ele parou de bater uma, mas parecia interessado em continuar. Passei a mão no volume dele. Ele afastou um pouco a cadeira da mesa e abriu as pernas. Continuei apalpando por fora da calça jeans. Dava pra ver que ele estava ficando duro.
Me ajoelhei na frente dele, abri o cinto e a calça jeans, e puxei o zíper pra baixo. Ele tava de cueca verde e o pau já durasso.
Tentei puxar a calça jeans dele, e ele colaborou. Ficou só de camiseta e cueca, com um volume enorme esperando minha boca.
Com a cueca ainda no lugar, passei minha boca por todo o volume, pau e bolas. Ele olhava pra cima, mas dava pra ver que tava com vontade.
Tirei a cueca dele com muito cuidado e fiquei uns segundos admirando o espetáculo.
O pau dele estava completamente ereto. Tinha uns 17 por 4, bem cheio de veias, muito branco e reto. Não era cabeçudo, porque a cabeça já tava pra fora e mantinha a mesma grossura do tronco. Um par lindo de bolas de bom tamanho, meio caídas, tudo envolto em muito pelo preto.
Demorei pra começar porque queria continuar olhando um dos aparelhos genitais mais estéticos que já vi. Naquele momento, tinha uma simetria perfeita: duas bolas bem peludas, grandes, idênticas, com um pau duro, cheio de veias e reto, exatamente no meio.
Desviei o olhar pro resto do corpo dele. As pernas dele eram peludas. Coloquei minhas mãos nelas e acariciei os pelos.
Outra trilha cheia de pelos subia dos genitais dele pra cima, mas não dava pra ver como continuava por causa da camiseta. Curioso pra saber, levantei a camiseta dele e tirei.
Como já dava pra imaginar, ele tinha um torso muito bonito, meio trabalhado e moderadamente peludo, mas com os pelos bem distribuídos de forma simétrica também.
Me afastei um pouco pra trás, sempre com as mãos nas pernas dele, pra admirar o espetáculo completo.
Minha sensação de prazer era imensa. Era muito gratificante ter aquele lindo exemplar masculino assim, nu, com as pernas abertas e o pau duro, sabendo que quase com certeza era a primeira experiência dele com um gay.
Tudo isso deve ter... inverti um minuto. Pouco pra mim, que queria aproveitar aquele homem por inteiro, mas demais pra ele, que só queria meter uma foda.
Meu êxtase contemplativo foi cortado na hora.
Eduardo: vai, viado, chupa essa pica, que não aguento mais.
O comentário me desconcertou, porque não esperava essa reação.
Eu pensava em fazer um boquete caprichado, passar minha língua por todo o pau dele e pelas bolas com toda a suavidade, chupar o pau dele de pouquinho em pouquinho, seguir de acordo com as reações dele, mas isso me fez duvidar. Parecia que ele não queria algo assim, doce, delicado.
Tive que decidir num instante, com medo de que, se eu errasse, pudesse estragar tudo.
Decidi fazer do meu jeito. Estiquei a língua e passei pelo tronco, de baixo pra cima e de cima pra baixo.
No momento em que eu começava a lamber as bolas dele, ele apoiou a mão na minha cabeça, me afastando das bolas e disse: Eduardo: chupa ela!
Me senti muito mal. Não podia acreditar que o que eu tava fazendo não era o que ele queria.
Depois de todas as dúvidas que ele tinha mostrado, agora ele tava bem certo e eu me senti o inexperiente, o aprendiz.
Mais coisas passaram pela minha cabeça. Eu tinha calculado tudo. Sabia que ia começar fazendo um boquete nele, mas tinha medo de que ele só quisesse ficar nisso e não me comesse. Então, pensava em ficar esperto: se visse ele perto de gozar, ia interromper o boquete e forçar ele a continuar com minha bunda.
Enquanto eu pensava nessas coisas, parece que passaram vários segundos, o que deixou Eduardo ainda mais incomodado.
Eduardo (abrindo as mãos com veemência): mas o que que tu tem? não gosta da minha pica?
Sem acreditar no que tava rolando, só consegui dizer:
Eu: sim, papai, ela é linda (enquanto acariciava ela).
Eduardo: então, chupa ela, viado de merda!
Só reagi e enfiei na boca. Comecei a chupar. Não posso dizer que tava desconfortável, mas minha autoestima tava no chão. Quando comecei a chupar, consegui acalmar a situação. Ele tava gostando. Mas aproveitei esses instantes pra pensar em como continuar, de modo a satisfazer ele ao máximo, que era a única coisa que importava. Não dava pra ter esse macho com as pernas abertas e o pau duro e não satisfazer ele.
Eduardo tava muito excitado. De vez em quando passava a mão na cabeça, ofegante. Resignado de que não tinha mais chance nenhuma de eu ser comido, pensei: tenho que fazer um boquete bem sem limites.
Comecei a devorar o pau dele com desespero, engolindo inteiro e subindo até fazer barulho ao tirar da boca. Ele me ajudava com a mão na minha cabeça. Batia uma e enfiava na minha boca.
Num momento, com meio pau na boca, paro e olho bem fixo nos olhos dele, embora ele não me olhasse.
Eduardo: aí, sim, fica assim que vou foder sua boca
Ele colocou as mãos na nuca e começou a bombear minha boca com rapidez.
Eu adotei uma atitude completamente passiva, imóvel, com o olhar grudado no dele.
Já tava claro. Ia ser assim até ele soltar o leite na minha boca.
Eduardo: que boquinha linda, parece uma buceta.
Eu fiz um gesto de concordância.
O espetáculo era sublime. Dava pra ver quase o corpo inteiro dele, até as axilas peludas, deixando a virilidade solta.
A partir daí ele começou a me olhar. A excitação dele crescia. Ele começou a ofegar cada vez mais forte.
Não tirei o olho do rosto dele nem um segundo pra contemplar em toda a dimensão o momento em que aquele macho ia gozar na minha boca.
No instante anterior, as ofegadas ficaram mais espaçadas, mas mais intensas, até que ele soltou várias ofegadas brutais junto com a entrada do esperma grosso na minha boca. Senti uns seis ou sete jatos quentes na minha boca.

http://subirfoto.es/images/coiD.jpg[/img]Fiquei paralisada por vários segundos com a rola na boca, enquanto Eduardo fazia gestos de prazer pós-gozo. Ele tirou o pau da minha boca. Levantei, mostrei a porra na minha boca e fui ao banheiro cuspir e me lavar.
Quando voltei do banheiro, ele foi.
Ao sair, pegou as coisas dele enquanto dizia que tinha sido bom, mas que aquilo terminava ali.
Eu: "Tá bom, mas, papai... você gostou?"
Eduardo: "Sim, meti um puta tesão."
Ele me cumprimentou e foi embora.
Tudo saiu diferente do que eu tinha imaginado, mas as palavras finais dele me fizeram sentir bem, mesmo tendo que lidar com as reclamações da minha buceta abandonada.
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