Porra!
Este é o meu terceiro post, obrigado poringa por me deixar descarregar minha memória e colocar tudo aqui neste site.
Isso aconteceu há um tempão. Eu tinha um sócio de negócio, e quando a gente fechava as contas, ficávamos até tarde.
Raul, pai; Mônica, mãe; Maira, a filha mais velha; Priscila e Maka. Eles têm mais filhos, mas não dá pra comentar.
Aconteceu no verão, uns 5 ou 6 anos atrás, já nem lembro que ano foi.
Foi durante a semana, quando eu fiquei na casa do Raul à noite. Dormi num quarto com a Pri e a Maka.
Zoando, porque eu sempre tava por lá, apaguei a luz e comecei a perturbar a Pri pra ver qual era, já que ela me enchia o saco, mas nada.
Me aproximei da cama, que era bem alta, Pri em cima, Maka embaixo. Fazendo cócegas nela no escuro, ela começou a pegar no meu cabelo de um jeito que ninguém nunca pegou. Me apertava e puxava com força, e eu tinha que fazer alguma coisa com a pica dura pra caralho. Peguei na minha pica e comecei a me masturbar enquanto ela acariciava meu cabelo.
Jogando tudo no chão, eu peguei o rosto dela, e ela agarrou minha mão e empurrou pra baixo. Com a mão, comecei a tocar os peitos da Pri, enquanto a irmã embaixo, com certeza, nem percebia.
Enfiei os dedos por baixo da roupa dela. Ela começou a gostar, mas como ia me falar se tava em cima da cama?
Então ela pegou minha mão e começou a deslizar pela barriga dela até chegar na buceta dela. Lá, ela me deixou brincar com os lábios, enquanto não se mexia muito porque a irmã tava dormindo embaixo. Eu me masturbava forte pra caralho, muito forte.
Ela chupava meus dedos e colocava muita saliva, levando eles até a buceta dela. Pegou dois dedos da minha mão.
Era uma delícia, e eu enfiava na buceta dela, bem molhadinha. Ela gozou e tirou minha mão da buceta. Nessa hora, eu já tinha me masturbado duas vezes.
Bom, pensei: ela me deixou com tesão, nem tocou na minha pica, me deixou assim, duraço.
Um tempo depois, de noite, ela me acorda tocando na minha pica e diz: "Agora que a Maka tá dormindo completamente, é a minha vez."
Então, sem fazer muito barulho, ela começou a chupar minha pica, toda cheia de porra de um tempo atrás, e chupava com tanto entusiasmo. Dava vontade de passar a noite inteira macetando ela, mas sem fazer barulho. De vez em quando, eu chupava as bolas dela.
Até que terminei gozando na boca dela. Ela engoliu tudo, chupava pra ver se tinha mais.
Pri se preparou pra tomar banho e me disse: "toma banho comigo". É a primeira vez que tomo banho com alguém, foi gostoso ver ela pelada com o corpinho esculpido, e eu morria de vergonha. A gente se banhou e brincou um pouco sem fazer barulho. Eu passei a mão na buceta dela. E ela se cagava de rir enquanto eu fazia isso. Enfiei os dedos e chupei ela um pouco, acariciava com amor e muita tesão. Comecei a enfiar os dedos no cu dela, levantando ela com força, e parece que ela gostou porque me olhou, me abraçou, se virou e se inclinou um pouquinho, agachadinha, se segurando nas canelas. Comecei a comer o cu dela. Sem fazer muito barulho. Depois de um tempo, terminei gozando dentro daquele bumbum meio peladinho (vocês vão ver porque tenho fotos). Ela tinha uns peitos lindos e eu quase não aguentava mais. A gente se trocou e foi dormir.
Pena que não pude comer a buceta dela, mas foi lindo mesmo assim.
Ela me deixou com tesão, porque no outro dia, como se nada tivesse acontecido.
Ela tava usando uma camiseta branca e uma minissaia azul, com uma calcinha branca e vermelha.
Umas duas semanas depois, voltei lá, mas a Pri, a Maira e os irmãos foram pra casa da avó, então fiquei com a Maka.
Mas o pai baixou a cama beliche e ela ficou normal.
Fiquei brincando com a Maka quase a tarde inteira e quase de noite. A gente foi dormir.
Umas 2 horas depois, acordei puto porque a Pri me deixou na mão.
Quando acendi a luz do quarto, a Maka tava de pernas abertas com uma camiseta branca apertadinha que marcava os peitos, uma calça jeans curta com uma calcinha verde clara, e eu fiquei ali, olhei um pouco, toquei um pouco, fui ao banheiro e acordei a Maka.
"Maka, acorda, tenho algo pra te perguntar", e ela disse: "me deixa dormir". E eu falei: "não, eu não posso, e você também não". Ela se virou e eu comecei fazer cócegas nas costas, na barriga, nas pernas, e ela deixou.
Viro de lado pra deitar e ela belisca minha bunda, aí eu viro e pergunto: "que que cê tá fazendo?" Ela: "te beliscando..." Falei: "se fizer de novo, vou fazer em você."
Quando virei, ela enfiou a mão na minha bunda.
Aí belisquei a bunda dela e o peito, ela riu. Belisquei o outro lado da bunda e nada, então enfiei a mão na buceta dela, puxando o shortinho. Apertando e soltando meus dedos na buceta dela.
Meu pau ficou tão duro que jorrava porra, e ela com a mão no peito apertando com força. Desabotoei minha calça, peguei meu pau e saiu um jato de porra, que caiu na barriga e num peito — ela não gostou muito, mas continuamos mais um tempo. Quando ela já tava com tesão, comecei a puxar o shortinho jeans dela e olhei a buceta dela, que tinha pouco pelo embaixo, mas em cima tinha bastante. A buceta dela soltava um líquido branco, suco vaginal, tudo quentinho. E com muito tesão, comecei a chupar a buceta dela com a calcinha ainda. Um tempinho depois, comecei a tirar a calcinha, porque atrapalhava na hora de chupar.
Apaguei a luz, me aproximei da cama e comecei pelas pernas.
Me meti no meio das pernas dela quando ela se ajeitou de um jeito que me deu a bunda e a buceta bem aberta, e comecei a enfiar os dedos no cu dela com bastante cuspe, chupando o clitóris com força.
Ela agarrou meu cabelo e me puxou com força pra perto dela. Enfiei meu dedo e doeu quando coloquei na buceta. Encostei meu pau duro, escorrendo porra, e ela pegou meu pau e encaixou, enfiando um pouquinho na buceta, tentando enfiar de pouquinho em pouquinho sem ninguém acordar, sem fazer barulho. Ela começou a querer gemer, coloquei a calcinha dela na boca, mas a cama denunciava, então joguei o cobertor no chão e nós também.
Terminando de transar, ela chupou meu pau pra não Não sobrou nada de porra nela e eu, com minha camiseta, limpei ela. Nessa hora, o sol já ia começar a nascer.
A gente ficou mais um tempinho de conchinha, mas eu enfiando os dedos em tudo quanto é lugar, enquanto ela dormia ou parecia dormir.
Deitei na minha cama e, um tempinho depois, umas horas, o Raúl me acordou.
Mataram um cara na esquina.
Não tô nem aí, falei, me deixa dormir que tô moído, e dormi.
O foda é que, quando você vê, já passou ou fica alguma coisa rolando...
Muito obrigado por tirar um tempinho pra ler isso.
2 comentários - Filha do meu amigo 2