Minha irmã, a professora gostosa

🤤Isso que vou contar é absolutamente verdadeiro e real, embora às vezes eu mesmo custe a acreditar.

Corria a década de noventa e minha irmã, quatro anos mais nova que eu, tinha se formado professora de literatura. Óbvio que teve festa em família e, no fim, tudo ficou em silêncio em casa. Ela solteira e com namorado (hoje o marido), e eu recém-separado, morando temporariamente na casa dos meus pais. Embora quando crianças tivéssemos brincado de "médico", a coisa foi se perdendo conforme crescíamos.

Naquela noite, depois que todo mundo foi dormir, fiquei conversando com minha irmã enquanto fumava um cigarro. Ela fez um mate e a conversa estava animada, longe de ter qualquer contexto sexual. Mas eu estava morto de cansaço e falei que ia deitar. Ela respondeu que era uma pena, porque há anos, por vários motivos, não conversávamos de irmão pra irmão. Não me ocorreu outra coisa senão dizer: "Traz o mate que a gente continua no meu quarto."

Me joguei na cama e ela sentou de lado, continuando a cevar. Umas boas horas se passaram quando começamos a relembrar juntos vivências da infância. Rimos de umas, ficamos em silêncio com outras. De repente, ela disse: "Lembra quando a gente brincava de médico?" Um arrepio leve percorreu minhas costas e respondi: "Lembro, como não ia lembrar? Você tinha uns treze anos, eu dezessete." Ela sorriu e falou: "Você era bem filho da puta, se aproveitou da minha inocência e da minha bunda." Não sabia o que responder. Era verdade. Eu tinha peso na consciência por ser minha irmã, então só acariciava a bunda dela, ela paradinha e entregue, e eu beijava e chupava, mas não passava daí. "Me perdoa, Ale, você tinha uma bunda linda e eu era um tarado viciado em punheta." Ela riu de verdade e soltou sem cerimônia: "Tarado e egoísta, porque eu queria ver sua pica e isso nunca passou pela sua cabeça." Nesse ponto da conversa, com a Cúmplice do silêncio da noite, confesso pra vocês que eu tinha começado a ficar de pau duro e tentava de todo jeito disfarçar. "Bom, acho que aos 26 anos você já conheceu o que é uma rola." "Claro", ela respondeu, "conheço desde os 16." "Mas isso não muda nada, você curtiu minha bunda sendo egoísta." Aí, meio brincando, meio sério, falei: "Tô com a memória falha ou você adorava minha língua na sua bunda?" "Claro que sim", ela respondeu, "era uma experiência nova, a gente tava explorando, ou melhor, você explorava sozinho." Hahahaha, eu ri. "Se eu fosse psicólogo, diria que a frustração da sua infância foi não ver o pau do seu irmão." Ela riu da minha piada e, sem avisar, soltei no tom de brincadeira: "Se quiser, a gente faz uma regressão. Deixa eu beijar sua bunda e juro que depois deixo você ver meu índio."

Ela se levantou na hora e eu pensei: "Fodeu, ela ficou puta." Mas ela foi até a porta, olhou pros dois lados do corredor, fechou a porta devagarzinho e voltou pra minha cama. "Tá bom, vou confiar em você. Minha bunda pela sua rola, e só um pouquinho, porque é uma dívida que você tem comigo", ela disse. Deitou de bruços e eu levantei o vestido dela, beijei a bunda dela por cima da calcinha fio dental, puxei pra baixo e tirei, jogando no tapete. Ali estava aquela bunda linda, só que a dona agora tinha 26 anos e eu 30, e era minha irmã!!!

Enquanto eu lambia, ela levantava o quadril e minha língua, por trás, já tinha passado gulosa também pela buceta dela, que tava toda lubrificada. Como ela não falava nada, fui aos poucos abandonando a bunda dela pra me concentrar naquela buceta molhada. Chupei o clitóris dela, enfiei bem fundo no buraquinho, mordisquei e continuei lambendo e chupando até minha irmã ter um orgasmo do caralho. Deitei do lado dela na cama e ela me olhou e perguntou: "Vai cumprir sua promessa?" Em menos tempo do que ela levou pra falar, minha calça e minha cueca já estavam no chão. Ela pegou meu pau com a mão e, como se estivesse falando com ele, Ela disse "finalmente nos conhecemos" e levou à boca, deixei ela chupar por uns minutos e enquanto minha irmã me mamava, fui virando ela até ficar num 69 espetacular. Ela gozou, eu gozei na boca dela, me levantei e tranquei a porta agora sim com chave. Ela se despiu toda e eu também, e nos metemos na cama pra nos acariciar e beijar. "Desde pequena que morria por isso", ela confessou, e eu disse "shhhhhhhh, cala a boca, eu também". Ela chegou no meu ouvido e sussurrou "me come, me come muito essa noite". E foi o que fiz: comi por frente, por trás, montei nela, ela montou em mim e quando clareava a madrugada, ela foi pro quarto dela.

Hoje, ela tem 39 anos e eu 43, ela é felizmente casada, tem uma filha e eu estou num relacionamento e tenho um filho de 18. Temos uma excelente relação de irmãos, mas desde aquela primeira vez, uma vez por semana ou no máximo a cada 15 dias, a gente arruma uma oportunidade, deixamos de lado os laços de sangue e transamos à vontade. Além disso, toda vez que dá chance e temos uns minutos de solidão, ela me dá um boquete furtivo e diz "quero tomar todo o gozo que você não me deu quando era criança" e isso me deixa louco.

🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 😛 😛 😛 😛

11 comentários - Minha irmã, a professora gostosa

ajajaja que hijo de puta podrias haber puesto una foto de tu hermana
Pone fotos de los encuentros que tienen genio, asi vemos si es verdad
Y viva Perón, carajo!!!!!!!! Los hermaqnos sean unidos... :buenpost:
elpitu_10 dijo:ajajaja que hijo de puta podrias haber puesto una foto de tu hermana

quiero una hermana asi
ChristianJed dijo:
elpitu_10 dijo:ajajaja que hijo de puta podrias haber puesto una foto de tu hermana

quiero una hermana asi

Yo tb hubiera querido una hermanita asi!!!!!!!!!