A senadora Helen C. Taylor estava sentada em seu escritório, no parlamento estadual, revisando um dos vários documentos que se amontoavam sobre sua mesa de trabalho. Aos 45 anos, a senadora Taylor ainda era uma mulher gostosa e sua beleza era sem dúvida realçada por sua elegância refinada. Seu cabelo loiro, cortado na altura dos ombros com as pontas viradas para dentro, emoldurava um rosto maduro, mas atraente. Ela tinha olhos verdes e grandes e lábios carnudos, que naquele dia estavam cuidadosamente pintados de rosa claro. Seu corpo era de dar inveja, apesar dos quilinhos a mais acumulados na barriguinha e na bunda. E, claro, nos seus peitos generosos, que usavam um 105D. A senadora Taylor tinha escolhido para aquele dia um conjunto de paletó e saia bege, com blusa branca e meias de seda brancas, presas por uma cinta-liga da mesma cor. Umas sandálias pretas, de tiras e salto alto, completavam seu elegante visual.
Biiiiip, biiiiip, o interfone tocou. Era a Lisa, sua secretária.
— Fala, Lisa — respondeu.
— Senadora Taylor, tem uma moça aqui que diz conhecer sua filha Susan. Quer falar com a senhora.
— Estou muito ocupada. Pergunta o que ela quer.
Ouviram-se vozes do outro lado da linha.
— Senadora Taylor. A moça diz que é importante e que só vai falar com a senhora.
Helen C. Taylor suspirou, resignada. Bom, receberia a garota e tentaria se livrar dela o mais rápido possível.
— Tá bom, manda ela entrar.
Poucos segundos depois, a senadora ouviu batidas de nós dos dedos na porta do escritório.
— Pode entrar — disse com autoridade.
A porta se abriu e deu passagem a uma jovem alta, de cabelo preto e corpo atlético. Ela usava um top preto justo que destacava uns peitos de tamanho médio e uma calça preta de couro bem apertada. O clipe-clope das sandálias de salto agulha, também pretas, ecoou na sala até que a moça parou na frente da mesa da senadora.
— Bom dia, Helen. —disse a garota
A senadora se surpreendeu ao se ver chamada pelo primeiro nome.
Nós nos conhecemos? Você diz que é amiga da minha filha, mas acho que nunca te vi antes. Qual é o seu nome?
Não disse que sou amiga da sua filha. Disse que a conhecia. Quanto ao meu nome, você vai se dirigir a mim como "Mistress" ou "Mistress Patrizia".
Helen C. Taylor não conseguia acreditar no que seus ouvidos acabavam de ouvir. Seria possível? Quem essa lady pensava que era?
Dá o fora daqui agora mesmo ou chamo a Segurança – disse com um tom frio e autoritário, que não escondia sua raiva.
A jovem, no entanto, não fez menção de sair, mas, aproximando o rosto do da senadora, disse devagar, como se quisesse que Helen C. Taylor absorvesse cada palavra:
Me escuta bem, raposa. Nós sequestramos sua filha. Se quiser vê-la viva de novo, é melhor mudar esse tom de voz e mostrar outra atitude.
O coração da senadora deu um salto... mas não, não podia ser. Susan estava de férias numa ilha caribenha e ela tinha falado com ela naquela mesma manhã.
Não acredito em você. Falei com ela há menos de três horas e ela estava bem – disse, recuperando parte da compostura.
A jovem tirou um celular e discou um número. A resposta demorou só alguns segundos.
Oi, como é que tá? – disse uma voz do outro lado da linha.
Tudo conforme o planejado. Põe ela no telefone.
A mulher então passou o celular para uma atordoada Helen C. Taylor.
Mãe, mãe, é você?
Susan, filha. Como você está? O que eles fizeram com você?
Mãe, me sequestraram. Estou amarrada... e nua. Não consigo me mexer. A Rachel estava comigo. Também pegaram ela. Mãe, me ajuda!
Susan começou a chorar.
Sim, filha, sim. Vou tirar você daí. De qualquer jeito...
A ligação foi cortada do outro lado. O corpo da senadora tremia e as lágrimas escorriam pelo seu rosto. Sua pequena Susan... Meu Deus, ela tinha só 18 anos. Helen C. Taylor olhou assustada para a mulher que, com os braços cruzados sobre o Pecho, ele a observava com certa complacência.
— Por favor, não machuquem ela. É só uma garota — implorou.
— Tudo depende de você, Helen. Se você colaborar, sua filha vive. Se não fizer, então...
A jovem passou um dedo pelo pescoço num gesto explícito, e a senadora não conseguiu evitar um grito abafado.
— Farei o que você pedir. Me diga, quanto dinheiro vocês querem?
— Já teremos tempo de falar de dinheiro. Agora levante e venha aqui. Quero você no centro da sala.
A senadora Taylor se levantou da cadeira e foi até o lugar que a visitante havia indicado. A jovem ficou um tempo observando-a, sem dizer nada. A senadora começou a ficar impaciente. O que aquela mulher queria? Teve que esperar mais alguns minutos até que a jovem finalmente falasse de novo.
— Você tem um corpo muito gostoso, Helen — disse.
— Obrigada — respondeu a senadora, quase automaticamente.
— Obrigada, Mistress — corrigiu a jovem. — Me mostre o respeito devido ou você vai se arrepender.
Helen C. Taylor teve que engolir todo o seu orgulho e toda a sua raiva para responder.
— Sim, Mistress. Desculpe, Mistress.
— Muito bem, não esqueça de novo ou vou ter que te castigar. Agora tire o paletó e a blusa. Quero ver melhor esse par de peitos.
A senadora ficou vermelha como um pimentão.
— Desculpe, Mistress. Acho que isso não é apropriado. Alguém pode entrar e...
— Helen, alguma vez alguém entra no seu escritório sem sua permissão?
— Não, Mistress, mas...
— Então não me questione e obedeça.
— Sim, Mistress.
A senadora Taylor tirou o paletó bege e o deixou delicadamente no chão. Depois, com dedos nervosos, desabotoou um a um os botões da blusa e a tirou. Ela usava um lindo sutiã branco de renda, que deixava transparecer os mamilos rosados. Helen C. Taylor estava muito ciente disso, e um rubor intenso queimou suas bochechas. A Mistress Patrizia se aproximou dela e pegou os dois peitos com as mãos. A senadora não ousou protestar.
— Você tem uns peitões grandes e... firmes. E sem operar. Qual tamanho você usa? Um D?
Sim, Mistress. Um 105D.
Tenho certeza de que esse par de peitos te foi muito útil na sua carreira política.
Não, Mistress. Eu não sou desse tipo.
Enquanto falavam, a jovem esfregava os polegares sobre os mamilos da senadora, que, contra sua vontade, estavam ficando duros como pedras.
Você tem uns mamilos sensíveis, Helen. Olha como estão durinhos e mal toquei neles.
Por favor, Mistress. Não faça isso comigo. Eu te dou o dinheiro que pedir, mas não me humilhe desse jeito.
Você se sente humilhada, Helen? Te humilha outra mulher ver como seus mamilos ficam duros?
E com essas palavras, Mistress Patrizia agarrou a borda superior das taças do sutiã e puxou para baixo, deixando os dois lindos peitos de Helen C. Taylor à mostra.
Aaaah! — exclamou a senadora, se cobrindo com as mãos.
Tira as mãos! — ordenou a jovem.
Não, por favor, Mistress.
Lembra que basta eu fazer uma ligação e sua filha será executada. É isso que você quer? Seus peitos são mais importantes que sua filha?
Com lágrimas nos olhos e dizendo a si mesma que não tinha outra escolha, a senadora Taylor deixou os braços caírem ao lado do corpo e seus peitos impressionantes, com os mamilos eretos, ficaram expostos aos olhos da jovem Mistress.
Hummm, deliciosos — disse ela com um sorriso triunfante nos lábios.
E em seguida se inclinou e passou a língua áspera sobre os mamilos inchados da senadora. Helen C. Taylor fechou os olhos e deixou que aquela jovem, que mal conhecia, tomasse posse de seus seios sensíveis. Lentamente, sem pressa, a desconhecida começou a lamber seus mamilos e auréolas, beijando-os delicadamente. Ela fazia muito bem, com muito sensualidade, sem a pressa e urgência com que seu marido fazia. Contra sua vontade, a senadora percebeu que sua buceta estava ficando molhada.
Não, por favor. Meu Deus, não deixa isso acontecer comigo — suplicou para si mesma.
Mas à medida que Sua jovem Mistress lambia expertamente os biquinhos endurecidos dela, a indefesa senadora ficava mais e mais excitada. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante, a buceta dela cada vez mais molhada e a calcinha cada vez mais encharcada. A jovem então sugou um dos mamilos da senadora para dentro da boca, roçando ele suavemente entre os dentes. Helen C Taylor não conseguiu evitar um gemido de prazer. A jovem sorriu por dentro e começou a chupar lenta, mas intensamente, os peitinhos da senadora. Helen fechou os punhos com tensão, tentando resistir ao prazer que tomava conta do corpo dela. A racha dela estava ardendo e ela morria de vontade de se tocar. Mas não podia, não podia deixar aquela desconhecida saber o quanto ela estava excitada. Que ingênua! A Mistress Patrizia sabia perfeitamente em que estado a senadora se encontrava. Naquela excitação toda, Helen C Taylor não percebia que seus gemidos eram perfeitamente audíveis e que há vários minutos ela estava esfregando as coxas uma na outra. Apesar de ter apenas 22 anos, a Mistress Patrizia conhecia perfeitamente o fenótipo de "mulher de peitos sensíveis" e sabia que se continuasse um pouco mais, a senadora ia acabar gozando na calcinha. Mas não era isso que ela queria. Queria manter ela num alto nível de excitação. Sabia que nesse estado qualquer pessoa ficava muito mais submissa e maleável. Quando a jovem parou de chupar os peitos dela, Helen abriu os olhos. Uma mistura de alívio e frustração se desenhou no rosto dela, vermelho e suado de tesão. A Mistress Patrizia não deu muita chance pra ela pensar.
– A saia – disse ela – tira.
– Sim, Mistress.
A senadora Taylor abaixou o zíper da saia bege e deixou ela deslizar até os tornozelos. Depois deu um passo pra trás, se abaixou pra pegar e dobrou ela em cima do paletó. A Mistress Patrizia observou com deleite o corpo daquela mulher: a cinta-liga branca, a barriguinha saliente, os peitos balançando pra fora do sutiã. Ela não conseguiu evitar Sorrir ao ver como sua calcinha branca de renda, combinando com o sutiã, mostrava uma mancha de umidade por cima da sua fenda. A jovem se aproximou da senadora e, pegando o elástico da frente da calcinha, afastou-o do púbis. Helen ficou vermelha de vergonha ao ver como aquela jovem, que tinha metade da sua idade, examinava sua buceta. A Mistress Patrizia pôde ver uma xota com bastante pelo loiro, sem aparar, e com os lábios inchados e molhados de tesão.
Opa, opa, isso não é próprio de uma senadora republicana que é contra o casamento gay, Helen. Sabe do que estou falando, né?
A senadora ficou ainda mais vermelha.
Não, Mistress.
Não minta pra mim ou vai pagar caro. Sabe, sim, né?
Sim, Mistress – disse Helen C. Taylor olhando pro chão.
Bom, tá esperando o quê? Me fala.
A senadora engoliu em seco.
Mi... minha buceta... tá molhada.
Sua o quê? Não, querida, isso não é uma buceta. O que é?
Helen sabia o que a Mistress Patrizia queria ouvir.
Uma xota – disse num sussurro quase inaudível.
Não te ouço. Fala mais alto.
Uma xota – disse a senadora, dessa vez num tom mais alto.
E como tá essa xota?
Minha xota tá molhada, Mistress.
E por que tá molhada, Helen?
...porque... porque eu tô excitada, Mistress – disse a senadora, totalmente humilhada.
Excitada por outra mulher chupar seus peitos?
Helen demorou uns segundos pra responder, como se as palavras não quisessem sair da boca dela. Finalmente, disse:
Sim, Mistress.
Mas Helen, isso só acontece com putas e sapatões. Você é sapatão, Helen?
Não, Mistress.
Então só nos resta uma opção. O que você é, Helen?
Nos seus 45 anos, a senadora nunca tinha estado nem metade do tesão que tava naquele momento. A xota dela não só tava molhada, tava literalmente escorrendo.
Eu sou... eu sou uma puta, Mistress.
Senadora Helen C. Taylor, puta. Fica bem – riu a Mistress Patrizia.
Então ela se dirigiu pra escrivaninha, acompanhada pelo Clique-claque das sandálias de salto agulha dela. Pegou um marcador vermelho de ponta grossa e voltou pra senadora indefesa. Sem mais delongas, tirou a tampa do marcador e escreveu com cuidado na barriga da Helen a palavra "slut", em letras maiúsculas.
Agora tá claro, não acha?
Sim, Mistress – disse a senadora sem reclamar.
Naquele momento, a Mistress Patrizia soube que a resistência daquela mulher arrogante já tinha quebrado. Agora ela tinha que agir com jeito pra dominar ela de vez. Sentiu a buceta ficar molhada. Não tinha nada que desse mais prazer do que dominar uma mulher madura e poderosa.
Muito bem, já tá na hora de você me mostrar o resto dos seus encantos. Tira a calcinha.
Sim, Mistress
A senadora soltou os prendedores da cinta-liga branca de renda e, enfiando os polegares no elástico da calcinha, puxou ela até os tornozelos e tirou.
Enfia na boca – ordenou a jovem
Enfiar na boca. Ah, não! – pensou a Helen. Tava encharcada.
Por favor, Mistress. Tá muito molhada.
Enfia na boca – repetiu a Mistress Patrizia, de braços na cintura e uma pose ameaçadora.
Sim, Mistress
A senadora enfiou a calcinha na boca devagar e, pela primeira vez, sentiu o gosto da própria buceta. Não era tão ruim quanto ela imaginava. A Mistress Patrizia foi até a escrivaninha onde tinha deixado a bolsa e voltou com uma fita métrica, daquelas que alfaiates usam. Mediu a cintura da Helen e várias outras distâncias na área púbica dela, anotando tudo num bloquinho. O que será que ela tá fazendo? – pensou a senadora. Depois, voltou pra escrivaninha enquanto mandava:
Abre os lábios da buceta e me mostra.
A senadora pegou os lábios maiores com o polegar e o indicador de cada mão e abriu eles de boa, deixando à mostra um interior rosado e todo coberto de umidade e fluido viscoso. A Mistress Patrizia se virou com uma câmera digital na mão e Rapidamente tirou uma foto da senadora naquela pose. Helen abriu a boca e deixou a calcinha cair no chão, enquanto dizia:
Por favor, Mistress. Não me tire fotos.
Mas não tentou se cobrir. Aliás, suas mãos continuavam mantendo a buceta exposta. Sem prestar atenção nos protestos dela, a jovem continuou tirando fotos por vários segundos até ordenar:
Curva-se sobre a mesa, quero tirar várias fotos da sua bunda.
Por favor, Mistress. Não.
Patrizia foi com determinação até a senadora e deu dois tapas nas bochechas dela e vários nos peitos.
Obedece, puta.
Com lágrimas nos olhos, mas surpreendentemente excitada, Helen foi até a mesa e se curvou sobre ela, deixando a bunda empinada. Mistress Patrizia tirou várias fotos.
Abre as pernas.
Sim, Mistress.
FLASH, FLASH.
Abre bem as nádegas.
Sim, Mistress.
FLASH, FLASH. Que humilhante! A senadora sabia que provavelmente estava exibindo o cu. Mesmo assim, não ousou desobedecer. De fato, o cuzinho virgem de Helen, o pelo loiro que percorria a racha da bunda dela e também a boceta peluda e aberta, visível entre as coxas, estavam sendo imortalizados pela câmera da jovem Mistress. É hora de dar o golpe final, pensou Mistress Patrizia, de subjugá-la totalmente.
Helen, fique de joelhos.
Sim, Mistress – disse a senadora sem entender muito bem.
Helen C. Taylor se ajoelhou diante da jovem e a olhou confusa. Mistress Patrizia sentou-se numa das poltronas.
Você gosta das minhas sandálias, Helen?
Sim, Mistress. São muito lindas.
Beija elas.
A senadora Taylor olhou para Mistress Patrizia. Os olhos da jovem sustentaram os dela, firmes, autoritários. Helen C. Taylor engatinhou até os pés da jovem e arqueou o corpo até que seus lábios alcançassem as lindas sandálias de couro preto. Então, começou a beijá-las. E as beijou por vários minutos até que Patrizia ordenou que beijasse os dedinhos dos pés dela. A senadora obedeceu sem reclamar, assim como quando os beijos passaram para as carícias com a língua e finalmente para a chupada dos dedos. A Mistress Patrizia sabia que Helen faria quase qualquer coisa que ela pedisse naquele momento. Ela estava totalmente submissa.
Helen, querida, tira minhas sandálias e massageia a sola dos meus pés com sua língua.
A senadora desabotoou lentamente os sapatos da jovem e, levantando os pés alternadamente, lambeu uma e outra vez as solas.
FLASH. FLASH. A Mistress Patrizia tirou várias fotos.
Helen C. Taylor estava ficando louca. Ela não entendia por que quanto mais humilhada, mais tesuda ficava. Por que ela se excitava obedecendo àquela jovem? Meu Deus, pensou, em que tipo de ser depravado estou me transformando. A Mistress Patrizia deixou a senadora lamber seus pés por mais de dez minutos.
Para agora, sua puta – disse então – já está ficando tarde. Coloca minhas sandálias de novo.
Helen C. Taylor parou e fez como foi ordenada. A Mistress Patrizia se levantou, pegou sua bolsa e caminhou até a porta.
Não quero que você diga nada sobre o sequestro da sua filha, entendeu? Pra ninguém. Nem pro seu marido. Tá claro?
Sim, Mistress.
Se eu descobrir que alguém sabe de algo, a Susan vai ser eliminada.
Não vou falar nada, Mistress. Mas talvez os pais da Rachel falem. Vocês também sequestraram ela, né?
Você cuida de manter sua boca fechada.
Tá certo, Mistress. E a minha Susan? Quando vão soltar ela?
Logo. Vou entrar em contato com você.
Com essas palavras, a Mistress Patrizia saiu do escritório da senadora. Ela continuava no chão, nua, exceto por suas meias e cinta-liga brancas, suas sandálias pretas e seu sutiã sobre o qual pendiam seus peitões. Assim que a porta se fechou, Helen C. Taylor levou a mão até a entreperna e começou a se masturbar vigorosamente. Com a mão livre, pegou sua calcinha suja e a enfiou de novo na boca. Ela sabia que O orgasmo ia ser brutal e ela não queria que ninguém ouvisse. Quase na mesma hora, começou a gozar. O corpo dela tremia no assoalho de parquete. Uma mão massageava o clitóris, enquanto a outra beliscava os mamilos com força e a buceta dela soltava líquido em verdadeiras ejaculações. A senadora não conseguia acreditar no prazer tão intenso que estava sentindo. Aquele orgasmo parecia não ter fim.
Biiip, biiip. A porcaria do interfone.
Helen não conseguia parar de se tocar na buceta.
Biiip, biiip.
Aaaaarg, outro orgasmo.
Toc, toc, toc, batidas na porta.
Senadora Taylor, a senhora está bem? – era a Lisa.
Helen tirou a calcinha da boca.
Um... um... mo... momento, Lisa. Não entra, por favor.
A senadora se levantou e colocou os peitos dentro do sutiã. Depois vestiu o resto da roupa, exceto a calcinha molhada, que guardou numa gaveta da mesa. Então sentou na cadeira.
Pode entrar, Lisa.
Lisa abriu a porta meio surpresa. Era uma jovem de 25 anos, loirinha de olhos azuis e pele clara. Não era muito alta, mas por ser magra, o corpo dela era bem proporcionado. Os peitos eram pequenos, um 80B, e a bunda carnuda e redondinha. A senadora Taylor deixou a secretária chegar até a mesa.
O que você quer? – perguntou, retomando a autoridade.
Só queria lembrar que daqui a meia hora a senhora tem encontro com o Prefeito. A senhora não respondia ao interfone, por isso...
Sim, sim, desculpa. Tava ocupada com uma coisa.
"Tava gozando que nem uma louca", pensou consigo mesma, e esse pensamento fez ela se excitar de novo.
Mais alguma coisa, Lisa?
Não, senadora. Bem, sim... acho que a senhora devia abrir um pouco a janela.
Helen C. Taylor ficou vermelha até as orelhas. Ela não conseguia sentir, mas suspeitava que o cheiro de sexo tomava conta do quarto.
Obrigada pelo conselho, Lisa.
De nada. – respondeu a secretária, virando-se e saindo do quarto.
Espero que vocês tenham gostado desse primeiro capítulo. Agradeço comentários e opiniões sobre ele.
Biiiiip, biiiiip, o interfone tocou. Era a Lisa, sua secretária.
— Fala, Lisa — respondeu.
— Senadora Taylor, tem uma moça aqui que diz conhecer sua filha Susan. Quer falar com a senhora.
— Estou muito ocupada. Pergunta o que ela quer.
Ouviram-se vozes do outro lado da linha.
— Senadora Taylor. A moça diz que é importante e que só vai falar com a senhora.
Helen C. Taylor suspirou, resignada. Bom, receberia a garota e tentaria se livrar dela o mais rápido possível.
— Tá bom, manda ela entrar.
Poucos segundos depois, a senadora ouviu batidas de nós dos dedos na porta do escritório.
— Pode entrar — disse com autoridade.
A porta se abriu e deu passagem a uma jovem alta, de cabelo preto e corpo atlético. Ela usava um top preto justo que destacava uns peitos de tamanho médio e uma calça preta de couro bem apertada. O clipe-clope das sandálias de salto agulha, também pretas, ecoou na sala até que a moça parou na frente da mesa da senadora.
— Bom dia, Helen. —disse a garota
A senadora se surpreendeu ao se ver chamada pelo primeiro nome.
Nós nos conhecemos? Você diz que é amiga da minha filha, mas acho que nunca te vi antes. Qual é o seu nome?
Não disse que sou amiga da sua filha. Disse que a conhecia. Quanto ao meu nome, você vai se dirigir a mim como "Mistress" ou "Mistress Patrizia".
Helen C. Taylor não conseguia acreditar no que seus ouvidos acabavam de ouvir. Seria possível? Quem essa lady pensava que era?
Dá o fora daqui agora mesmo ou chamo a Segurança – disse com um tom frio e autoritário, que não escondia sua raiva.
A jovem, no entanto, não fez menção de sair, mas, aproximando o rosto do da senadora, disse devagar, como se quisesse que Helen C. Taylor absorvesse cada palavra:
Me escuta bem, raposa. Nós sequestramos sua filha. Se quiser vê-la viva de novo, é melhor mudar esse tom de voz e mostrar outra atitude.
O coração da senadora deu um salto... mas não, não podia ser. Susan estava de férias numa ilha caribenha e ela tinha falado com ela naquela mesma manhã.
Não acredito em você. Falei com ela há menos de três horas e ela estava bem – disse, recuperando parte da compostura.
A jovem tirou um celular e discou um número. A resposta demorou só alguns segundos.
Oi, como é que tá? – disse uma voz do outro lado da linha.
Tudo conforme o planejado. Põe ela no telefone.
A mulher então passou o celular para uma atordoada Helen C. Taylor.
Mãe, mãe, é você?
Susan, filha. Como você está? O que eles fizeram com você?
Mãe, me sequestraram. Estou amarrada... e nua. Não consigo me mexer. A Rachel estava comigo. Também pegaram ela. Mãe, me ajuda!
Susan começou a chorar.
Sim, filha, sim. Vou tirar você daí. De qualquer jeito...
A ligação foi cortada do outro lado. O corpo da senadora tremia e as lágrimas escorriam pelo seu rosto. Sua pequena Susan... Meu Deus, ela tinha só 18 anos. Helen C. Taylor olhou assustada para a mulher que, com os braços cruzados sobre o Pecho, ele a observava com certa complacência.
— Por favor, não machuquem ela. É só uma garota — implorou.
— Tudo depende de você, Helen. Se você colaborar, sua filha vive. Se não fizer, então...
A jovem passou um dedo pelo pescoço num gesto explícito, e a senadora não conseguiu evitar um grito abafado.
— Farei o que você pedir. Me diga, quanto dinheiro vocês querem?
— Já teremos tempo de falar de dinheiro. Agora levante e venha aqui. Quero você no centro da sala.
A senadora Taylor se levantou da cadeira e foi até o lugar que a visitante havia indicado. A jovem ficou um tempo observando-a, sem dizer nada. A senadora começou a ficar impaciente. O que aquela mulher queria? Teve que esperar mais alguns minutos até que a jovem finalmente falasse de novo.
— Você tem um corpo muito gostoso, Helen — disse.
— Obrigada — respondeu a senadora, quase automaticamente.
— Obrigada, Mistress — corrigiu a jovem. — Me mostre o respeito devido ou você vai se arrepender.
Helen C. Taylor teve que engolir todo o seu orgulho e toda a sua raiva para responder.
— Sim, Mistress. Desculpe, Mistress.
— Muito bem, não esqueça de novo ou vou ter que te castigar. Agora tire o paletó e a blusa. Quero ver melhor esse par de peitos.
A senadora ficou vermelha como um pimentão.
— Desculpe, Mistress. Acho que isso não é apropriado. Alguém pode entrar e...
— Helen, alguma vez alguém entra no seu escritório sem sua permissão?
— Não, Mistress, mas...
— Então não me questione e obedeça.
— Sim, Mistress.
A senadora Taylor tirou o paletó bege e o deixou delicadamente no chão. Depois, com dedos nervosos, desabotoou um a um os botões da blusa e a tirou. Ela usava um lindo sutiã branco de renda, que deixava transparecer os mamilos rosados. Helen C. Taylor estava muito ciente disso, e um rubor intenso queimou suas bochechas. A Mistress Patrizia se aproximou dela e pegou os dois peitos com as mãos. A senadora não ousou protestar.
— Você tem uns peitões grandes e... firmes. E sem operar. Qual tamanho você usa? Um D?
Sim, Mistress. Um 105D.
Tenho certeza de que esse par de peitos te foi muito útil na sua carreira política.
Não, Mistress. Eu não sou desse tipo.
Enquanto falavam, a jovem esfregava os polegares sobre os mamilos da senadora, que, contra sua vontade, estavam ficando duros como pedras.
Você tem uns mamilos sensíveis, Helen. Olha como estão durinhos e mal toquei neles.
Por favor, Mistress. Não faça isso comigo. Eu te dou o dinheiro que pedir, mas não me humilhe desse jeito.
Você se sente humilhada, Helen? Te humilha outra mulher ver como seus mamilos ficam duros?
E com essas palavras, Mistress Patrizia agarrou a borda superior das taças do sutiã e puxou para baixo, deixando os dois lindos peitos de Helen C. Taylor à mostra.
Aaaah! — exclamou a senadora, se cobrindo com as mãos.
Tira as mãos! — ordenou a jovem.
Não, por favor, Mistress.
Lembra que basta eu fazer uma ligação e sua filha será executada. É isso que você quer? Seus peitos são mais importantes que sua filha?
Com lágrimas nos olhos e dizendo a si mesma que não tinha outra escolha, a senadora Taylor deixou os braços caírem ao lado do corpo e seus peitos impressionantes, com os mamilos eretos, ficaram expostos aos olhos da jovem Mistress.
Hummm, deliciosos — disse ela com um sorriso triunfante nos lábios.
E em seguida se inclinou e passou a língua áspera sobre os mamilos inchados da senadora. Helen C. Taylor fechou os olhos e deixou que aquela jovem, que mal conhecia, tomasse posse de seus seios sensíveis. Lentamente, sem pressa, a desconhecida começou a lamber seus mamilos e auréolas, beijando-os delicadamente. Ela fazia muito bem, com muito sensualidade, sem a pressa e urgência com que seu marido fazia. Contra sua vontade, a senadora percebeu que sua buceta estava ficando molhada.
Não, por favor. Meu Deus, não deixa isso acontecer comigo — suplicou para si mesma.
Mas à medida que Sua jovem Mistress lambia expertamente os biquinhos endurecidos dela, a indefesa senadora ficava mais e mais excitada. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante, a buceta dela cada vez mais molhada e a calcinha cada vez mais encharcada. A jovem então sugou um dos mamilos da senadora para dentro da boca, roçando ele suavemente entre os dentes. Helen C Taylor não conseguiu evitar um gemido de prazer. A jovem sorriu por dentro e começou a chupar lenta, mas intensamente, os peitinhos da senadora. Helen fechou os punhos com tensão, tentando resistir ao prazer que tomava conta do corpo dela. A racha dela estava ardendo e ela morria de vontade de se tocar. Mas não podia, não podia deixar aquela desconhecida saber o quanto ela estava excitada. Que ingênua! A Mistress Patrizia sabia perfeitamente em que estado a senadora se encontrava. Naquela excitação toda, Helen C Taylor não percebia que seus gemidos eram perfeitamente audíveis e que há vários minutos ela estava esfregando as coxas uma na outra. Apesar de ter apenas 22 anos, a Mistress Patrizia conhecia perfeitamente o fenótipo de "mulher de peitos sensíveis" e sabia que se continuasse um pouco mais, a senadora ia acabar gozando na calcinha. Mas não era isso que ela queria. Queria manter ela num alto nível de excitação. Sabia que nesse estado qualquer pessoa ficava muito mais submissa e maleável. Quando a jovem parou de chupar os peitos dela, Helen abriu os olhos. Uma mistura de alívio e frustração se desenhou no rosto dela, vermelho e suado de tesão. A Mistress Patrizia não deu muita chance pra ela pensar.
– A saia – disse ela – tira.
– Sim, Mistress.
A senadora Taylor abaixou o zíper da saia bege e deixou ela deslizar até os tornozelos. Depois deu um passo pra trás, se abaixou pra pegar e dobrou ela em cima do paletó. A Mistress Patrizia observou com deleite o corpo daquela mulher: a cinta-liga branca, a barriguinha saliente, os peitos balançando pra fora do sutiã. Ela não conseguiu evitar Sorrir ao ver como sua calcinha branca de renda, combinando com o sutiã, mostrava uma mancha de umidade por cima da sua fenda. A jovem se aproximou da senadora e, pegando o elástico da frente da calcinha, afastou-o do púbis. Helen ficou vermelha de vergonha ao ver como aquela jovem, que tinha metade da sua idade, examinava sua buceta. A Mistress Patrizia pôde ver uma xota com bastante pelo loiro, sem aparar, e com os lábios inchados e molhados de tesão.
Opa, opa, isso não é próprio de uma senadora republicana que é contra o casamento gay, Helen. Sabe do que estou falando, né?
A senadora ficou ainda mais vermelha.
Não, Mistress.
Não minta pra mim ou vai pagar caro. Sabe, sim, né?
Sim, Mistress – disse Helen C. Taylor olhando pro chão.
Bom, tá esperando o quê? Me fala.
A senadora engoliu em seco.
Mi... minha buceta... tá molhada.
Sua o quê? Não, querida, isso não é uma buceta. O que é?
Helen sabia o que a Mistress Patrizia queria ouvir.
Uma xota – disse num sussurro quase inaudível.
Não te ouço. Fala mais alto.
Uma xota – disse a senadora, dessa vez num tom mais alto.
E como tá essa xota?
Minha xota tá molhada, Mistress.
E por que tá molhada, Helen?
...porque... porque eu tô excitada, Mistress – disse a senadora, totalmente humilhada.
Excitada por outra mulher chupar seus peitos?
Helen demorou uns segundos pra responder, como se as palavras não quisessem sair da boca dela. Finalmente, disse:
Sim, Mistress.
Mas Helen, isso só acontece com putas e sapatões. Você é sapatão, Helen?
Não, Mistress.
Então só nos resta uma opção. O que você é, Helen?
Nos seus 45 anos, a senadora nunca tinha estado nem metade do tesão que tava naquele momento. A xota dela não só tava molhada, tava literalmente escorrendo.
Eu sou... eu sou uma puta, Mistress.
Senadora Helen C. Taylor, puta. Fica bem – riu a Mistress Patrizia.
Então ela se dirigiu pra escrivaninha, acompanhada pelo Clique-claque das sandálias de salto agulha dela. Pegou um marcador vermelho de ponta grossa e voltou pra senadora indefesa. Sem mais delongas, tirou a tampa do marcador e escreveu com cuidado na barriga da Helen a palavra "slut", em letras maiúsculas.
Agora tá claro, não acha?
Sim, Mistress – disse a senadora sem reclamar.
Naquele momento, a Mistress Patrizia soube que a resistência daquela mulher arrogante já tinha quebrado. Agora ela tinha que agir com jeito pra dominar ela de vez. Sentiu a buceta ficar molhada. Não tinha nada que desse mais prazer do que dominar uma mulher madura e poderosa.
Muito bem, já tá na hora de você me mostrar o resto dos seus encantos. Tira a calcinha.
Sim, Mistress
A senadora soltou os prendedores da cinta-liga branca de renda e, enfiando os polegares no elástico da calcinha, puxou ela até os tornozelos e tirou.
Enfia na boca – ordenou a jovem
Enfiar na boca. Ah, não! – pensou a Helen. Tava encharcada.
Por favor, Mistress. Tá muito molhada.
Enfia na boca – repetiu a Mistress Patrizia, de braços na cintura e uma pose ameaçadora.
Sim, Mistress
A senadora enfiou a calcinha na boca devagar e, pela primeira vez, sentiu o gosto da própria buceta. Não era tão ruim quanto ela imaginava. A Mistress Patrizia foi até a escrivaninha onde tinha deixado a bolsa e voltou com uma fita métrica, daquelas que alfaiates usam. Mediu a cintura da Helen e várias outras distâncias na área púbica dela, anotando tudo num bloquinho. O que será que ela tá fazendo? – pensou a senadora. Depois, voltou pra escrivaninha enquanto mandava:
Abre os lábios da buceta e me mostra.
A senadora pegou os lábios maiores com o polegar e o indicador de cada mão e abriu eles de boa, deixando à mostra um interior rosado e todo coberto de umidade e fluido viscoso. A Mistress Patrizia se virou com uma câmera digital na mão e Rapidamente tirou uma foto da senadora naquela pose. Helen abriu a boca e deixou a calcinha cair no chão, enquanto dizia:
Por favor, Mistress. Não me tire fotos.
Mas não tentou se cobrir. Aliás, suas mãos continuavam mantendo a buceta exposta. Sem prestar atenção nos protestos dela, a jovem continuou tirando fotos por vários segundos até ordenar:
Curva-se sobre a mesa, quero tirar várias fotos da sua bunda.
Por favor, Mistress. Não.
Patrizia foi com determinação até a senadora e deu dois tapas nas bochechas dela e vários nos peitos.
Obedece, puta.
Com lágrimas nos olhos, mas surpreendentemente excitada, Helen foi até a mesa e se curvou sobre ela, deixando a bunda empinada. Mistress Patrizia tirou várias fotos.
Abre as pernas.
Sim, Mistress.
FLASH, FLASH.
Abre bem as nádegas.
Sim, Mistress.
FLASH, FLASH. Que humilhante! A senadora sabia que provavelmente estava exibindo o cu. Mesmo assim, não ousou desobedecer. De fato, o cuzinho virgem de Helen, o pelo loiro que percorria a racha da bunda dela e também a boceta peluda e aberta, visível entre as coxas, estavam sendo imortalizados pela câmera da jovem Mistress. É hora de dar o golpe final, pensou Mistress Patrizia, de subjugá-la totalmente.
Helen, fique de joelhos.
Sim, Mistress – disse a senadora sem entender muito bem.
Helen C. Taylor se ajoelhou diante da jovem e a olhou confusa. Mistress Patrizia sentou-se numa das poltronas.
Você gosta das minhas sandálias, Helen?
Sim, Mistress. São muito lindas.
Beija elas.
A senadora Taylor olhou para Mistress Patrizia. Os olhos da jovem sustentaram os dela, firmes, autoritários. Helen C. Taylor engatinhou até os pés da jovem e arqueou o corpo até que seus lábios alcançassem as lindas sandálias de couro preto. Então, começou a beijá-las. E as beijou por vários minutos até que Patrizia ordenou que beijasse os dedinhos dos pés dela. A senadora obedeceu sem reclamar, assim como quando os beijos passaram para as carícias com a língua e finalmente para a chupada dos dedos. A Mistress Patrizia sabia que Helen faria quase qualquer coisa que ela pedisse naquele momento. Ela estava totalmente submissa.
Helen, querida, tira minhas sandálias e massageia a sola dos meus pés com sua língua.
A senadora desabotoou lentamente os sapatos da jovem e, levantando os pés alternadamente, lambeu uma e outra vez as solas.
FLASH. FLASH. A Mistress Patrizia tirou várias fotos.
Helen C. Taylor estava ficando louca. Ela não entendia por que quanto mais humilhada, mais tesuda ficava. Por que ela se excitava obedecendo àquela jovem? Meu Deus, pensou, em que tipo de ser depravado estou me transformando. A Mistress Patrizia deixou a senadora lamber seus pés por mais de dez minutos.
Para agora, sua puta – disse então – já está ficando tarde. Coloca minhas sandálias de novo.
Helen C. Taylor parou e fez como foi ordenada. A Mistress Patrizia se levantou, pegou sua bolsa e caminhou até a porta.
Não quero que você diga nada sobre o sequestro da sua filha, entendeu? Pra ninguém. Nem pro seu marido. Tá claro?
Sim, Mistress.
Se eu descobrir que alguém sabe de algo, a Susan vai ser eliminada.
Não vou falar nada, Mistress. Mas talvez os pais da Rachel falem. Vocês também sequestraram ela, né?
Você cuida de manter sua boca fechada.
Tá certo, Mistress. E a minha Susan? Quando vão soltar ela?
Logo. Vou entrar em contato com você.
Com essas palavras, a Mistress Patrizia saiu do escritório da senadora. Ela continuava no chão, nua, exceto por suas meias e cinta-liga brancas, suas sandálias pretas e seu sutiã sobre o qual pendiam seus peitões. Assim que a porta se fechou, Helen C. Taylor levou a mão até a entreperna e começou a se masturbar vigorosamente. Com a mão livre, pegou sua calcinha suja e a enfiou de novo na boca. Ela sabia que O orgasmo ia ser brutal e ela não queria que ninguém ouvisse. Quase na mesma hora, começou a gozar. O corpo dela tremia no assoalho de parquete. Uma mão massageava o clitóris, enquanto a outra beliscava os mamilos com força e a buceta dela soltava líquido em verdadeiras ejaculações. A senadora não conseguia acreditar no prazer tão intenso que estava sentindo. Aquele orgasmo parecia não ter fim.
Biiip, biiip. A porcaria do interfone.
Helen não conseguia parar de se tocar na buceta.
Biiip, biiip.
Aaaaarg, outro orgasmo.
Toc, toc, toc, batidas na porta.
Senadora Taylor, a senhora está bem? – era a Lisa.
Helen tirou a calcinha da boca.
Um... um... mo... momento, Lisa. Não entra, por favor.
A senadora se levantou e colocou os peitos dentro do sutiã. Depois vestiu o resto da roupa, exceto a calcinha molhada, que guardou numa gaveta da mesa. Então sentou na cadeira.
Pode entrar, Lisa.
Lisa abriu a porta meio surpresa. Era uma jovem de 25 anos, loirinha de olhos azuis e pele clara. Não era muito alta, mas por ser magra, o corpo dela era bem proporcionado. Os peitos eram pequenos, um 80B, e a bunda carnuda e redondinha. A senadora Taylor deixou a secretária chegar até a mesa.
O que você quer? – perguntou, retomando a autoridade.
Só queria lembrar que daqui a meia hora a senhora tem encontro com o Prefeito. A senhora não respondia ao interfone, por isso...
Sim, sim, desculpa. Tava ocupada com uma coisa.
"Tava gozando que nem uma louca", pensou consigo mesma, e esse pensamento fez ela se excitar de novo.
Mais alguma coisa, Lisa?
Não, senadora. Bem, sim... acho que a senhora devia abrir um pouco a janela.
Helen C. Taylor ficou vermelha até as orelhas. Ela não conseguia sentir, mas suspeitava que o cheiro de sexo tomava conta do quarto.
Obrigada pelo conselho, Lisa.
De nada. – respondeu a secretária, virando-se e saindo do quarto.
Espero que vocês tenham gostado desse primeiro capítulo. Agradeço comentários e opiniões sobre ele.
2 comentários - Trilhas da Submissão - Cap. 1