Uns dias antes do Natal, fui visitar meus pais, já que tava há um tempão sem ir vê-los, e por isso mesmo tava com vontade. Eu tenho um carro que, por ficar pegando engarrafamento, sempre dá problema, e aquele dia não foi exceção, porque meus pais moram do outro lado da cidade, lado oposto ao que eu moro.
Na hora que o carro começou a falhar, percebi que tava perto do trabalho da minha amiga, Marilu. Do jeito que deu, cheguei com o carro na porta do serviço dela. Ela atende um monte de gente, tipo caixa, mas só cobra ornatos e outras coisas. Nesse dia que cheguei, era um sábado, se não me engano, quase sábado, 17 de dezembro, uma semana depois do que tinha rolado no cinema.
Quando cheguei, a gente se cumprimentou, bateu um papo, relembrando aqueles momentos em que a gente se divertia quando era moleque, o que me lembrou o quanto eu gostava do tom da pele dela na época do colégio. Ela tava usando uma calça de lona que ficava meio apertada, deixando ver a bunda linda dela, bem cuidada, e uma camiseta que cobria até os bolsos da calça, o que, quando ela sentava, deixava ver a calcinha dela com borda rosada. Dava pra ver que ela gostava de usar uma roupa íntima confortável, intermediária, nem muito grande nem muito pequena.
Na hora que cheguei, não reparei nisso. Ela me convidou pra entrar na salinha dela, que ficava nos fundos. Quando entrei, ela me sentou atrás dela, e foi aí que notei o que tô contando. Minha excitação subiu de um jeito que vocês não imaginam. Ao ver parte do tornozelo dela, me aproximei pra olhar o tom da pele. Ela, quando viu que eu peguei no pé dela, se assustou e me deu a entender que eu tinha assustado ela, mas não falou mais nada e só deixou eu ver os sapatos dela.
Depois, conversando sobre tudo um pouco, a gente tocou no assunto da forma física. Eu falei que tava meio gordinho, o que não era verdade, porque tenho o abdômen bem definido, embora não seja igual ao de um fisiculturista, mas não tenho aquela barriga que o povo chama de pança. Aí ela disse que se eu tava afim, era a hora de conhecer a Barriguinha, ela levantou a camiseta na surdina e me mostrou, aí eu respondi tocando na barriguinha dela, que não era muito grande, na verdade quase não tinha. Ela abaixou a camiseta rapidinho quando viu que eu toquei e ficou vermelha.
Depois, sem querer querendo, falei que sempre gostei muito da cor da pele dela desde a época do colégio, e ela respondeu com um sorrisinho e ficou corada. Aí veio um silêncio gostoso. Depois disso, chamamos a melhor amiga dela, conversamos um pouco, e ela foi fazer o fechamento do caixa pra ir embora.
A DESPEDIDA
Quando terminou de fechar o escritório, ela veio me chamar pra sair. Já na porta, do lado de fora do escritório mas ainda dentro do local, a gente se despediu. Nessa hora, ela me puxou e me abraçou com tanta força que me deu uma vontade enorme de abraçar ela do mesmo jeito. Mas quando abracei, acabei tocando um pouco na bunda dela e dei um beijo na bochecha. Aí ela se virou, o que me assustou — pensei que ela tinha ficado brava. Ela virou o rosto e falou: "Me abraça, porra!" E eu não abracei, mas percebi que o que ela queria era que eu apertasse ela com meu corpo por trás.
Depois disso, na manha, ela levou minhas mãos pros peitos dela, o que me deixou a mil por hora. Mas o problema é que tinha um segurança atrás de mim. Aí ela sorriu, deu pra ver que os biquinhos ficaram durinhos, mas disfarçou e cobriu bem. Depois a gente se despediu, e até agora não nos vimos.
No próximo dia 11 de março de 2012 a gente vai se encontrar, e eu conto se rolar o que eu quero. Vou deixar vocês por dentro dessa história que tá ficando cada vez mais interessante.
Na hora que o carro começou a falhar, percebi que tava perto do trabalho da minha amiga, Marilu. Do jeito que deu, cheguei com o carro na porta do serviço dela. Ela atende um monte de gente, tipo caixa, mas só cobra ornatos e outras coisas. Nesse dia que cheguei, era um sábado, se não me engano, quase sábado, 17 de dezembro, uma semana depois do que tinha rolado no cinema.
Quando cheguei, a gente se cumprimentou, bateu um papo, relembrando aqueles momentos em que a gente se divertia quando era moleque, o que me lembrou o quanto eu gostava do tom da pele dela na época do colégio. Ela tava usando uma calça de lona que ficava meio apertada, deixando ver a bunda linda dela, bem cuidada, e uma camiseta que cobria até os bolsos da calça, o que, quando ela sentava, deixava ver a calcinha dela com borda rosada. Dava pra ver que ela gostava de usar uma roupa íntima confortável, intermediária, nem muito grande nem muito pequena.
Na hora que cheguei, não reparei nisso. Ela me convidou pra entrar na salinha dela, que ficava nos fundos. Quando entrei, ela me sentou atrás dela, e foi aí que notei o que tô contando. Minha excitação subiu de um jeito que vocês não imaginam. Ao ver parte do tornozelo dela, me aproximei pra olhar o tom da pele. Ela, quando viu que eu peguei no pé dela, se assustou e me deu a entender que eu tinha assustado ela, mas não falou mais nada e só deixou eu ver os sapatos dela.
Depois, conversando sobre tudo um pouco, a gente tocou no assunto da forma física. Eu falei que tava meio gordinho, o que não era verdade, porque tenho o abdômen bem definido, embora não seja igual ao de um fisiculturista, mas não tenho aquela barriga que o povo chama de pança. Aí ela disse que se eu tava afim, era a hora de conhecer a Barriguinha, ela levantou a camiseta na surdina e me mostrou, aí eu respondi tocando na barriguinha dela, que não era muito grande, na verdade quase não tinha. Ela abaixou a camiseta rapidinho quando viu que eu toquei e ficou vermelha.
Depois, sem querer querendo, falei que sempre gostei muito da cor da pele dela desde a época do colégio, e ela respondeu com um sorrisinho e ficou corada. Aí veio um silêncio gostoso. Depois disso, chamamos a melhor amiga dela, conversamos um pouco, e ela foi fazer o fechamento do caixa pra ir embora.
A DESPEDIDA
Quando terminou de fechar o escritório, ela veio me chamar pra sair. Já na porta, do lado de fora do escritório mas ainda dentro do local, a gente se despediu. Nessa hora, ela me puxou e me abraçou com tanta força que me deu uma vontade enorme de abraçar ela do mesmo jeito. Mas quando abracei, acabei tocando um pouco na bunda dela e dei um beijo na bochecha. Aí ela se virou, o que me assustou — pensei que ela tinha ficado brava. Ela virou o rosto e falou: "Me abraça, porra!" E eu não abracei, mas percebi que o que ela queria era que eu apertasse ela com meu corpo por trás.
Depois disso, na manha, ela levou minhas mãos pros peitos dela, o que me deixou a mil por hora. Mas o problema é que tinha um segurança atrás de mim. Aí ela sorriu, deu pra ver que os biquinhos ficaram durinhos, mas disfarçou e cobriu bem. Depois a gente se despediu, e até agora não nos vimos.
No próximo dia 11 de março de 2012 a gente vai se encontrar, e eu conto se rolar o que eu quero. Vou deixar vocês por dentro dessa história que tá ficando cada vez mais interessante.
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