E aí, porra, boys e girls? Essa é minha primeira história e espero que vocês gostem.
Sou um homem casado, de 37 anos, e meu trampo é pintar casas e fazer reformas. Em vários serviços que já fiz, os clientes curtem muito meu trabalho e, às vezes, me chamam de novo. Dessa vez, um cliente me ligou — eu já tinha pintado o escritório dele — e queria pintar umas áreas da casa dele.
No dia seguinte, de manhã, fui até a casa dele pra entrevista. Apertei a campainha, a porta abriu e quem me cumprimentou foi uma mulher de uns 40 anos, gordinha, mas com barriga chapada, pernas firmes e torneadas, uns peitos tipo 36C. De rosto não era muito bonita, mas se arrumava muito bem. Falei que era o pintor e que o marido dela me esperava. Como era cedo, ele ainda não tinha ido pro escritório. Entrei, cumprimentei ele também, e ele começou a me mostrar e indicar os lugares que queria pintar: a sala, a cozinha, o quarto da filha de dois anos e o quarto principal com o banheiro que ficava dentro. Acertamos o preço, ele me deu um cheque pra começar e foi trabalhar.
Fui comprar os materiais e umas duas horas depois voltei. Enquanto eu tava fora, a dona também saiu pra fazer umas compras. Chegou em casa, trocou de roupa: uma legging colada que parecia uma segunda pele, uma regata que apertava bem os peitos dela. Comecei a trabalhar na sala, e ela começou a fazer exercício ali. Ficava olhando como ela se agachava, pulava e se mexia, via aquele rabão que ela tinha. Meu pau começou a subir e ficar duro, nem conseguia mais trabalhar de tanto olhar pra aquela bunda e aqueles peitos balançando pra todo lado. Pra ver melhor, eu me virava em posições que dava pra enxergar mais. Depois de uma hora, ela terminou o exercício, e eu acabei de colocar plástico nos móveis da sala. Como a menina tava dormindo, fui pro quarto principal fazer a mesma coisa. Ela entrou no quarto, foi numa gaveta, pegou umas roupas e entrou no banheiro pra tomar banho, mas não fechou direito a porta. Porta, e ali começou tudo de bom.
Eu fui bem devagar até a porta pra ver o que ela tava fazendo e cheguei bem na hora que ela começou a se despir. Tirou a camisa e por baixo tinha um sutiã preto esportivo. Desabotoou ele e umas tetas tão gostosas, um mamilo grande e bem durinho. Depois a calça e, pra minha surpresa, ela não tava de calcinha. Caralho, dava pra ver a bunda tão redonda e gostosa.
Nesse ponto, minha pika já tava a todo vapor. Ela entrou no chuveiro e o chuveirinho era daqueles que tem *** pra poder passar pelo corpo todo. Eram umas imagens lindas e quentes, como a água descia por aquele corpo maravilhoso. Umas uns dez minutos, e ela começou a esfregar a buceta com o chuveirinho e a água. Dava pra ver que ela tava gostando porque a cabeça dela jogava pra trás e ela fechava os olhos. Eu abri um pouco mais a porta pra ver melhor e já tava tão excitado que tirei a pika da calça e comecei a bater uma. Tava tão entretido me masturbando que nem percebi que ela tinha me visto. Ela veio até onde eu tava, com a pika na mão, colocou a mão no meu ombro. Me deu um susto do caralho, pensei "puta merda, já era", até a pika encolheu de susto. Ela falou: "Não se assusta, vem comigo que eu te ajudo".
Ela pegou na minha pika e começou a bater uma. Eu acariciava com uma mão os peitos dela e com a outra a bundona. Depois ela se ajoelhou e me fez um boquete que fez minhas bolas se revirarem. Depois eu retribuí o favor com uma lambida e chupada de buceta. Pude provar o sabor tão gostoso da periquita dela e sentia a maciez da pele bem depilada, o clitóris bem inchado de tesão, e ouvia ela gemer e falar pra eu meter logo. Eu não hesitei, coloquei ela de quatro e enfiei de uma vez. Porra, tava bem molhada, escorregadia e quentinha, pensei que ia gozar rápido. Comecei a meter e tirar, e ela pedia pra eu meter rápido e forte. Fiz isso por uns dez minutos. Ela começou a se mexer mais, jogava a bunda pra trás pra entrar mais fundo. toda a pica e ela gemia aos berros, eu pensei que ia acordar a filha dela. Sentia mais quente e como escorria líquido pelas minhas pernas. Ela me disse: aiiii seu caaaabraaaão, já me matou. Eu falei: não, puta, ainda não, agora é a minha vez, quero arrebentar teu cu. Ela disse que nunca tinha dado o cu pra ninguém, nem pro marido. Mas eu falei: então essa vai ser sua primeira vez. E assim, como ela tava de quatro, peguei o óleo de bebê, passei no cu dela, me lambuzei na pica e comecei a estimular o cu dela por uns cinco minutos, até que vi que já entravam três dedos e os gemidos dela eram mais baixos. Aí, bem devagar, meto a pica. Ela disse: aaaaiiiii devagar, cabrão, que sou virgem do cu. Continuei metendo até que tava tudo dentro, deixei lá parado um momento, depois comecei o vai e vem bem suave, depois mais rápido, até que ela já gritou: mete forte, cabrão, que me mata! Aiiii sim, assim, me dá tudoooo, hmmmm. Eu, louco e bem quente, tava metendo bem forte e rápido, que comecei a suar pra caralho, até que comecei a sentir que já tava quase gozando. Falei: vou gozar. Ela gritou: aiiii sim, papai, enche meu cu de porra. E assim que ela falou isso, gozei tudo dentro dela. Sentia como ela apertava a bunda. Tirei a pica e mandei ela limpar com a língua, e ela fez. Depois, nós dois fomos tomar banho juntos. Depois disso, continuei trabalhando.
Amigos, espero que tenham gostado e aguardo seus comentários, porque tenho muitas outras histórias.
Sou um homem casado, de 37 anos, e meu trampo é pintar casas e fazer reformas. Em vários serviços que já fiz, os clientes curtem muito meu trabalho e, às vezes, me chamam de novo. Dessa vez, um cliente me ligou — eu já tinha pintado o escritório dele — e queria pintar umas áreas da casa dele.
No dia seguinte, de manhã, fui até a casa dele pra entrevista. Apertei a campainha, a porta abriu e quem me cumprimentou foi uma mulher de uns 40 anos, gordinha, mas com barriga chapada, pernas firmes e torneadas, uns peitos tipo 36C. De rosto não era muito bonita, mas se arrumava muito bem. Falei que era o pintor e que o marido dela me esperava. Como era cedo, ele ainda não tinha ido pro escritório. Entrei, cumprimentei ele também, e ele começou a me mostrar e indicar os lugares que queria pintar: a sala, a cozinha, o quarto da filha de dois anos e o quarto principal com o banheiro que ficava dentro. Acertamos o preço, ele me deu um cheque pra começar e foi trabalhar.
Fui comprar os materiais e umas duas horas depois voltei. Enquanto eu tava fora, a dona também saiu pra fazer umas compras. Chegou em casa, trocou de roupa: uma legging colada que parecia uma segunda pele, uma regata que apertava bem os peitos dela. Comecei a trabalhar na sala, e ela começou a fazer exercício ali. Ficava olhando como ela se agachava, pulava e se mexia, via aquele rabão que ela tinha. Meu pau começou a subir e ficar duro, nem conseguia mais trabalhar de tanto olhar pra aquela bunda e aqueles peitos balançando pra todo lado. Pra ver melhor, eu me virava em posições que dava pra enxergar mais. Depois de uma hora, ela terminou o exercício, e eu acabei de colocar plástico nos móveis da sala. Como a menina tava dormindo, fui pro quarto principal fazer a mesma coisa. Ela entrou no quarto, foi numa gaveta, pegou umas roupas e entrou no banheiro pra tomar banho, mas não fechou direito a porta. Porta, e ali começou tudo de bom.
Eu fui bem devagar até a porta pra ver o que ela tava fazendo e cheguei bem na hora que ela começou a se despir. Tirou a camisa e por baixo tinha um sutiã preto esportivo. Desabotoou ele e umas tetas tão gostosas, um mamilo grande e bem durinho. Depois a calça e, pra minha surpresa, ela não tava de calcinha. Caralho, dava pra ver a bunda tão redonda e gostosa.
Nesse ponto, minha pika já tava a todo vapor. Ela entrou no chuveiro e o chuveirinho era daqueles que tem *** pra poder passar pelo corpo todo. Eram umas imagens lindas e quentes, como a água descia por aquele corpo maravilhoso. Umas uns dez minutos, e ela começou a esfregar a buceta com o chuveirinho e a água. Dava pra ver que ela tava gostando porque a cabeça dela jogava pra trás e ela fechava os olhos. Eu abri um pouco mais a porta pra ver melhor e já tava tão excitado que tirei a pika da calça e comecei a bater uma. Tava tão entretido me masturbando que nem percebi que ela tinha me visto. Ela veio até onde eu tava, com a pika na mão, colocou a mão no meu ombro. Me deu um susto do caralho, pensei "puta merda, já era", até a pika encolheu de susto. Ela falou: "Não se assusta, vem comigo que eu te ajudo".
Ela pegou na minha pika e começou a bater uma. Eu acariciava com uma mão os peitos dela e com a outra a bundona. Depois ela se ajoelhou e me fez um boquete que fez minhas bolas se revirarem. Depois eu retribuí o favor com uma lambida e chupada de buceta. Pude provar o sabor tão gostoso da periquita dela e sentia a maciez da pele bem depilada, o clitóris bem inchado de tesão, e ouvia ela gemer e falar pra eu meter logo. Eu não hesitei, coloquei ela de quatro e enfiei de uma vez. Porra, tava bem molhada, escorregadia e quentinha, pensei que ia gozar rápido. Comecei a meter e tirar, e ela pedia pra eu meter rápido e forte. Fiz isso por uns dez minutos. Ela começou a se mexer mais, jogava a bunda pra trás pra entrar mais fundo. toda a pica e ela gemia aos berros, eu pensei que ia acordar a filha dela. Sentia mais quente e como escorria líquido pelas minhas pernas. Ela me disse: aiiii seu caaaabraaaão, já me matou. Eu falei: não, puta, ainda não, agora é a minha vez, quero arrebentar teu cu. Ela disse que nunca tinha dado o cu pra ninguém, nem pro marido. Mas eu falei: então essa vai ser sua primeira vez. E assim, como ela tava de quatro, peguei o óleo de bebê, passei no cu dela, me lambuzei na pica e comecei a estimular o cu dela por uns cinco minutos, até que vi que já entravam três dedos e os gemidos dela eram mais baixos. Aí, bem devagar, meto a pica. Ela disse: aaaaiiiii devagar, cabrão, que sou virgem do cu. Continuei metendo até que tava tudo dentro, deixei lá parado um momento, depois comecei o vai e vem bem suave, depois mais rápido, até que ela já gritou: mete forte, cabrão, que me mata! Aiiii sim, assim, me dá tudoooo, hmmmm. Eu, louco e bem quente, tava metendo bem forte e rápido, que comecei a suar pra caralho, até que comecei a sentir que já tava quase gozando. Falei: vou gozar. Ela gritou: aiiii sim, papai, enche meu cu de porra. E assim que ela falou isso, gozei tudo dentro dela. Sentia como ela apertava a bunda. Tirei a pica e mandei ela limpar com a língua, e ela fez. Depois, nós dois fomos tomar banho juntos. Depois disso, continuei trabalhando.
Amigos, espero que tenham gostado e aguardo seus comentários, porque tenho muitas outras histórias.
3 comentários - Trabalho e prazer
Te sigo para que me sigas y para leer más historias tuyas amigo...
Te dejo tus primeros puntos y te doy la bienvenida oficial a P!
Te felicito por el laburito completo que hiciste. Saludos