Tudo começou... quando eu tava começando o terceiro ano do ensino médio... eu sempre andava com minhas amigas.
A gente fazia tudo junto, éramos inseparáveis... Até que um dia a gente teve a ideia de ir acampar.
Todas nós topamos e partimos, arrumamos as malas e mais umas coisas...
— Lurdes, tenho uma coisa pra te dar de presente.
Elas me falaram.
— O quê???
Eu disse.
— Um vibrador... pra você também se divertir.
Elas gritaram pra mim.
Eu tava muito nervosa, porque nunca tinha me tocado nem muito menos usado um desses.
Quando chegamos, montamos a barraca de um jeito bem peculiar... todas de calcinha e sutiã branco.
Uma das minhas amigas, a mais velha, baixou a calcinha e começou a mijar atrás de uma árvore, e aí começou meu drama.
Ela tinha 20 anos e tinha uma buceta linda, nada a ver com a minha.
— Ei
Ela disse rindo.
— O que foi???
— NADA
Eu menti pra ela, hipnotizada pela buceta dela.
Tudo tranquilo até a noite. Fechamos a barraca, liguei pra minha mãe pra dar um oi e falar que tava tudo bem, e assim que desliguei... Todas de regata curta e sem calcinha.
Eu tava vermelha de vergonha... era a mais nova, elas tinham entre 18 e 21 anos.
Eu tinha 16 naquela época.
Elas pediram pra eu tirar a calcinha também, aí eu tirei...
Elas com as bucetas já experientes e eu com uma virgem. Elas viram minha situação e falaram...
— Desculpa, a gente não sabia que você era virgem... A gente não vai te forçar a nada, você faz o que quiser com sua buceta.
Eu comecei a ouvir música enquanto elas enfiavam os vibradores, se lambiam e até metiam os dedos.
Eu comecei a sentir uma sensação nova... não entendia o que era.
Me sentia estranha, louca e muito excitada.
Minhas amigas, ao me verem assim, largaram o que tavam fazendo e foram dormir.
Eu me senti um bicho estranho, parecia que tavam me deixando de lado só porque eu não tinha experiência.
No dia seguinte, elas acordaram de um jeito muito engraçado... enfiando o vibrador e ligando no máximo, mas comigo só Chamaram.
Enquanto a gente se vestia, uma comentou...
— Adorei, hoje a gente vai tentar pescar um cara.
Mas uma disse:
— Não, lembra da Mônica... e se ela não gostar??? Lembra que seria a primeira vez dela.
Já me sentia excluída. Saímos pra caminhar e depois voltamos pra tirar um cochilo. Eu fiquei acordada e tive uma ideia...
Peguei o vibrador que me deram de presente e comecei a esfregar devagar... O mínimo já bastava pra sentir aquele tesão de novo.
A ponta do brinquedo maravilhoso na entrada da minha buceta, devagar e um pouco mais pra dentro... cada vez mais fundo e mais... eu não aguentava mais, queria que ficasse lá dentro e nisso soltei um grito.
— Ai, que coisa mais linda!!!!!!!!
Claro que minhas amigas iam acordar, eu, no susto, abaixei pro mínimo e deixei ele lá dentro.
Elas saíram correndo e me perguntaram:
— O que foi?
E eu, vermelha de vergonha e tesão, respondi:
— Esse acampamento tá vibrante... quer dizer, único.
Elas viram que eu tinha alguma coisa entre as pernas, tentaram se aproximar pra olhar e eu cruzei as pernas com uma cara de tesão, e elas perceberam.
À noite, fomos a um baile que ficava a 4 quilômetros daqui e quase rolou.
Um cara começou a falar e a passar a mão numa das minhas amigas.
A gente dançou e convidou o moreno pra barraca... No caminho, minha amiga tava tão tarada que começou a fazer sexo oral nele no meio do caminho... Ela passava a língua devagar nas bolas dele e depois enfiava na boca, balançando pra trás e pra frente até que saiu porra e ele gozou na cara dela.
Ela, sem limpar o rosto, continuou andando, os cabelos grudados na cara por causa do sêmen espalhado.
Quando chegamos... fizemos a mesma coisa que ontem, só que dessa vez tínhamos o moreno... Todas se perguntavam: quem começa? E eu me ofereci.
Comecei com uma mão segurando o pau dele e a outra tocando minha buceta, até que o celular do moreno tocou e ele teve que ir.
Todas sozinhas, abriram as pernas. abertas pra fazer uma competição inusitada. Eu me juntei, mas todas me olhavam estranho... minha buceta não tinha pelo como a delas... a minha era peladinha e raspada.
Laura, a ruiva, tinha a buceta esticada e com uns pelos cacheados da cor do cabelo dela.
Camila tava com vergonha porque ela tinha pelo preto, tinha se tingido, e a buceta dela era de pelos loiros e ainda tava um pouquinho preta.
Stefany, Katerine, Milena e Lola tinham a buceta esticadinha e nada apertada com o pelo preto delas.
A competição era enfiar o vibrador desligado e tentar tirar o máximo que a gente pudesse sem usar as mãos.
Elas conseguiram em dois segundos, mas eu não.
Mas a putaria não termina aí, sentamos de pernas abertas uma do lado da outra e começar a mijar... o jato mais longo ganha... Eu, de tesão de ver as outras, soltei um jato muito potente e longo.
Elas se surpreenderam ao me ver ganhar e disseram:
— Você ganhou, escolhe algo que a gente tem que fazer...
— Chupem minha pussy.
Gritei. Elas se olharam entre si e começaram... Nunca vou esquecer aquela sensação de prazer, a língua da Laura na minha boca e a da Camila nos meus peitinhos.
Camila enfiou dois dedos na minha buceta enquanto Laura continuava me beijando.
Milena abriu a boca e começou a chupar minha buceta com força.
Depois abriu os lábios e enfiou a língua mexendo pra todo lado.
Já não aguentava mais e num momento, de tanto tesão, me molhei toda na Milena.
Ela não ligou, do jeito que tava começou a enfiar o dedo no meu cu enquanto com a outra mão se tocava na buceta e começava a mijar.
Assim passamos até altas horas da noite.
No outro dia, ninguém comentava nada, tudo era silêncio. Todas com cara de culpada enquanto eu com cara de satisfação.
Não entendia nada e aí comecei a chorar de mentira pra ver se era o que eu tava pensando.
— Desculpa a gente, não queríamos que sua primeira vez fosse sapatão, se quiser a gente nunca mais faz isso.
Falavam uma por uma.
Eu com cara de safada e com a língua na minha. Perguntei pra elas...
—É assim que é bom ficar com um homem? Gostei da noite passada e talvez faça de novo outro dia.
Elas olharam nos meus olhos, me abraçaram e pediram desculpas por terem me discriminado por ser virgem...
Sem falar nada do que rolou, curtimos o acampamento de boa até que... na última noite, o moreno voltou, e não hesitamos em meter ele na barraca.
Combinamos que iríamos uma de cada vez e que ele escolhia.
Começamos a nos despir, nos tocamos, excitamos ele... e ele se levantou e, com o pau, tocou a perna da primeira garota.
Ele me escolheu... começou a me penetrar na bunda... eu com os dentes apertados e os olhos fechados, sentindo ele cada vez mais fundo.
Isso era melhor que o vibrador, era quente. Depois de um tempo, ele tirou de dentro de mim, e eu, com os dentes, tirei a camisinha e coloquei a porra que estava dentro na minha buceta, depois cuspi nos meus peitinhos.
Abri a barraca e fui nua pro rio perto. Nem a água gelada tirava a excitação daquela noite.
Minhas outras amigas passaram e, no final daquela noite de sexo, o moreno ficou pra dormir. No dia seguinte, acordei primeiro e tirei umas vontades loucas.
Acordei cada uma com uma boa lambida na buceta, e o moreno acordei masturbando ele até sair sêmen pra meter o pau dele na minha boca...
O moreno se vestiu, me xingou e foi embora.
—Lembro quando era virgem, também perdi a virgindade com uma amiga. Provei o pau e adorei mais, mas tem que saber se controlar, os paus também são perigosos.
Disse Lurdez depois de terminar de se vestir.
Acendemos uma fogueira, tomamos café da manhã, zoamos, almoçamos peixe e apagamos o fogo mijando em cima. Quando subimos no ônibus, estavam todos que estavam acampando ao nosso redor... Nos olhavam de jeitos diferentes... Algumas mulheres olhavam nossas saias e a bunda, outras faziam caras sexuais, e outras caras de indiferença.
Os homens olhavam nossos peitos, alguns tentaram levantar nossas saias, outros nos tacavam a bunda, os do fundo estavam se masturbando e todos estavam de pau duro.
Eu tive que dividir o banco com uma mulher muito sociável.
Começamos a falar sobre coisas da vida, família, amigos, o tempo.
E eu perguntei sobre a primeira vez dela, ela me contou que foi no estádio, enquanto todo mundo olhava o jogo, eles no topo das arquibancadas começaram a foder.
Ela me perguntou sobre a minha primeira vez e eu contei toda essa semana.
Ela pediu meu moletom, colocou na saia escondendo minha mão que ela levou até a buceta dela. Com dois dedos abrindo os lábios da buceta dela e quando olhei, enfiei todos os dedos da minha mão e ela disse:
— Deixa eu tocar na sua rola
Fiz igualzinho ela, só que... minha buceta era muito apertada e ela apalpou, usei a palavra: pussy e tirou minha mão da buceta dela e a dela da minha e disse:
— Desculpa, com amador eu não me meto...
Ela desceu e foi embora, e desde esses dias eu me tornei uma puta... só pelo fato de ninguém mais rir da minha BUCCETA
Tchau... Até a próxima!!!!!!
A gente fazia tudo junto, éramos inseparáveis... Até que um dia a gente teve a ideia de ir acampar.
Todas nós topamos e partimos, arrumamos as malas e mais umas coisas...
— Lurdes, tenho uma coisa pra te dar de presente.
Elas me falaram.
— O quê???
Eu disse.
— Um vibrador... pra você também se divertir.
Elas gritaram pra mim.
Eu tava muito nervosa, porque nunca tinha me tocado nem muito menos usado um desses.
Quando chegamos, montamos a barraca de um jeito bem peculiar... todas de calcinha e sutiã branco.
Uma das minhas amigas, a mais velha, baixou a calcinha e começou a mijar atrás de uma árvore, e aí começou meu drama.
Ela tinha 20 anos e tinha uma buceta linda, nada a ver com a minha.
— Ei
Ela disse rindo.
— O que foi???
— NADA
Eu menti pra ela, hipnotizada pela buceta dela.
Tudo tranquilo até a noite. Fechamos a barraca, liguei pra minha mãe pra dar um oi e falar que tava tudo bem, e assim que desliguei... Todas de regata curta e sem calcinha.
Eu tava vermelha de vergonha... era a mais nova, elas tinham entre 18 e 21 anos.
Eu tinha 16 naquela época.
Elas pediram pra eu tirar a calcinha também, aí eu tirei...
Elas com as bucetas já experientes e eu com uma virgem. Elas viram minha situação e falaram...
— Desculpa, a gente não sabia que você era virgem... A gente não vai te forçar a nada, você faz o que quiser com sua buceta.
Eu comecei a ouvir música enquanto elas enfiavam os vibradores, se lambiam e até metiam os dedos.
Eu comecei a sentir uma sensação nova... não entendia o que era.
Me sentia estranha, louca e muito excitada.
Minhas amigas, ao me verem assim, largaram o que tavam fazendo e foram dormir.
Eu me senti um bicho estranho, parecia que tavam me deixando de lado só porque eu não tinha experiência.
No dia seguinte, elas acordaram de um jeito muito engraçado... enfiando o vibrador e ligando no máximo, mas comigo só Chamaram.
Enquanto a gente se vestia, uma comentou...
— Adorei, hoje a gente vai tentar pescar um cara.
Mas uma disse:
— Não, lembra da Mônica... e se ela não gostar??? Lembra que seria a primeira vez dela.
Já me sentia excluída. Saímos pra caminhar e depois voltamos pra tirar um cochilo. Eu fiquei acordada e tive uma ideia...
Peguei o vibrador que me deram de presente e comecei a esfregar devagar... O mínimo já bastava pra sentir aquele tesão de novo.
A ponta do brinquedo maravilhoso na entrada da minha buceta, devagar e um pouco mais pra dentro... cada vez mais fundo e mais... eu não aguentava mais, queria que ficasse lá dentro e nisso soltei um grito.
— Ai, que coisa mais linda!!!!!!!!
Claro que minhas amigas iam acordar, eu, no susto, abaixei pro mínimo e deixei ele lá dentro.
Elas saíram correndo e me perguntaram:
— O que foi?
E eu, vermelha de vergonha e tesão, respondi:
— Esse acampamento tá vibrante... quer dizer, único.
Elas viram que eu tinha alguma coisa entre as pernas, tentaram se aproximar pra olhar e eu cruzei as pernas com uma cara de tesão, e elas perceberam.
À noite, fomos a um baile que ficava a 4 quilômetros daqui e quase rolou.
Um cara começou a falar e a passar a mão numa das minhas amigas.
A gente dançou e convidou o moreno pra barraca... No caminho, minha amiga tava tão tarada que começou a fazer sexo oral nele no meio do caminho... Ela passava a língua devagar nas bolas dele e depois enfiava na boca, balançando pra trás e pra frente até que saiu porra e ele gozou na cara dela.
Ela, sem limpar o rosto, continuou andando, os cabelos grudados na cara por causa do sêmen espalhado.
Quando chegamos... fizemos a mesma coisa que ontem, só que dessa vez tínhamos o moreno... Todas se perguntavam: quem começa? E eu me ofereci.
Comecei com uma mão segurando o pau dele e a outra tocando minha buceta, até que o celular do moreno tocou e ele teve que ir.
Todas sozinhas, abriram as pernas. abertas pra fazer uma competição inusitada. Eu me juntei, mas todas me olhavam estranho... minha buceta não tinha pelo como a delas... a minha era peladinha e raspada.
Laura, a ruiva, tinha a buceta esticada e com uns pelos cacheados da cor do cabelo dela.
Camila tava com vergonha porque ela tinha pelo preto, tinha se tingido, e a buceta dela era de pelos loiros e ainda tava um pouquinho preta.
Stefany, Katerine, Milena e Lola tinham a buceta esticadinha e nada apertada com o pelo preto delas.
A competição era enfiar o vibrador desligado e tentar tirar o máximo que a gente pudesse sem usar as mãos.
Elas conseguiram em dois segundos, mas eu não.
Mas a putaria não termina aí, sentamos de pernas abertas uma do lado da outra e começar a mijar... o jato mais longo ganha... Eu, de tesão de ver as outras, soltei um jato muito potente e longo.
Elas se surpreenderam ao me ver ganhar e disseram:
— Você ganhou, escolhe algo que a gente tem que fazer...
— Chupem minha pussy.
Gritei. Elas se olharam entre si e começaram... Nunca vou esquecer aquela sensação de prazer, a língua da Laura na minha boca e a da Camila nos meus peitinhos.
Camila enfiou dois dedos na minha buceta enquanto Laura continuava me beijando.
Milena abriu a boca e começou a chupar minha buceta com força.
Depois abriu os lábios e enfiou a língua mexendo pra todo lado.
Já não aguentava mais e num momento, de tanto tesão, me molhei toda na Milena.
Ela não ligou, do jeito que tava começou a enfiar o dedo no meu cu enquanto com a outra mão se tocava na buceta e começava a mijar.
Assim passamos até altas horas da noite.
No outro dia, ninguém comentava nada, tudo era silêncio. Todas com cara de culpada enquanto eu com cara de satisfação.
Não entendia nada e aí comecei a chorar de mentira pra ver se era o que eu tava pensando.
— Desculpa a gente, não queríamos que sua primeira vez fosse sapatão, se quiser a gente nunca mais faz isso.
Falavam uma por uma.
Eu com cara de safada e com a língua na minha. Perguntei pra elas...
—É assim que é bom ficar com um homem? Gostei da noite passada e talvez faça de novo outro dia.
Elas olharam nos meus olhos, me abraçaram e pediram desculpas por terem me discriminado por ser virgem...
Sem falar nada do que rolou, curtimos o acampamento de boa até que... na última noite, o moreno voltou, e não hesitamos em meter ele na barraca.
Combinamos que iríamos uma de cada vez e que ele escolhia.
Começamos a nos despir, nos tocamos, excitamos ele... e ele se levantou e, com o pau, tocou a perna da primeira garota.
Ele me escolheu... começou a me penetrar na bunda... eu com os dentes apertados e os olhos fechados, sentindo ele cada vez mais fundo.
Isso era melhor que o vibrador, era quente. Depois de um tempo, ele tirou de dentro de mim, e eu, com os dentes, tirei a camisinha e coloquei a porra que estava dentro na minha buceta, depois cuspi nos meus peitinhos.
Abri a barraca e fui nua pro rio perto. Nem a água gelada tirava a excitação daquela noite.
Minhas outras amigas passaram e, no final daquela noite de sexo, o moreno ficou pra dormir. No dia seguinte, acordei primeiro e tirei umas vontades loucas.
Acordei cada uma com uma boa lambida na buceta, e o moreno acordei masturbando ele até sair sêmen pra meter o pau dele na minha boca...
O moreno se vestiu, me xingou e foi embora.
—Lembro quando era virgem, também perdi a virgindade com uma amiga. Provei o pau e adorei mais, mas tem que saber se controlar, os paus também são perigosos.
Disse Lurdez depois de terminar de se vestir.
Acendemos uma fogueira, tomamos café da manhã, zoamos, almoçamos peixe e apagamos o fogo mijando em cima. Quando subimos no ônibus, estavam todos que estavam acampando ao nosso redor... Nos olhavam de jeitos diferentes... Algumas mulheres olhavam nossas saias e a bunda, outras faziam caras sexuais, e outras caras de indiferença.
Os homens olhavam nossos peitos, alguns tentaram levantar nossas saias, outros nos tacavam a bunda, os do fundo estavam se masturbando e todos estavam de pau duro.
Eu tive que dividir o banco com uma mulher muito sociável.
Começamos a falar sobre coisas da vida, família, amigos, o tempo.
E eu perguntei sobre a primeira vez dela, ela me contou que foi no estádio, enquanto todo mundo olhava o jogo, eles no topo das arquibancadas começaram a foder.
Ela me perguntou sobre a minha primeira vez e eu contei toda essa semana.
Ela pediu meu moletom, colocou na saia escondendo minha mão que ela levou até a buceta dela. Com dois dedos abrindo os lábios da buceta dela e quando olhei, enfiei todos os dedos da minha mão e ela disse:
— Deixa eu tocar na sua rola
Fiz igualzinho ela, só que... minha buceta era muito apertada e ela apalpou, usei a palavra: pussy e tirou minha mão da buceta dela e a dela da minha e disse:
— Desculpa, com amador eu não me meto...
Ela desceu e foi embora, e desde esses dias eu me tornei uma puta... só pelo fato de ninguém mais rir da minha BUCCETA
Tchau... Até a próxima!!!!!!
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