Bom pessoal, aqui vai o final demorado das minhas aventuras no Caribe, espero que gostem.
A viagem de volta foi uma tortura, entre o tempo que demorou e o fato de ter a mina sentada do lado e, no corredor, minha namorada dormindo, era como estar sentado em cima de uma mina terrestre que no primeiro movimento manda tudo pra pussy da mãe. Depois daquela trepada foda que a gente tinha dado, me bateram aqueles remorsos de sempre, e pra piorar, tava rolando uma boa vibe com todo mundo, principalmente com o Roberto, que já tava planejando a gente se juntar pra um churrasco assim que voltasse. Aproveitei parte da viagem pra conversar com a Vir, já que, como eu temia, ela ficou toda apaixonadinha e com um tesão do caralho por mim. Num momento ela solta:
"Tô com um tesão danado, tô me molhando enquanto a gente conversa."
Olhei pra ela com cara de bunda, pensando se tudo que eu tinha falado só serviu pra deixar ela ainda mais excitada.
"Não olha pra mim assim" – Ela disse, fazendo carinha.
"Assim como? Fala baixo, pelo amor de Deus?" – Falei num sussurro, morrendo de medo de alguém ouvir o que a gente tava falando.
"Assim com cara de bunda. Tô com vontade de arrebentar sua boca."
"Já falamos sobre isso, Vir."
"Então o que rolou não foi nada pra você?"
"Uff!!! Já te falei que adorei o que rolou, mas não pode acontecer de novo. E fala baixo, por favor" – Falei meio irritado com as reclamações dela, parecendo namorada mal cuidada.
"Me toca se não acredita em mim" – Ela disse, me olhando desafiadora.
A filha da puta se cobriu com aquela manta bosta que dão no avião, baixou a calça e a calcinha, e na sequência pegou minha mão e levou direto pra pussy dela. Não tava mentindo, tava bem molhada. A posição era bem desconfortável, mas procurei acariciar o clitóris dela. Ela, pra ajudar, baixou a calça até os joelhos e abriu as pernas o máximo que conseguiu. Meus dedos penetravam na buceta dela, enquanto ela mexia os quadris e levantava um pouco a bunda do assento pra facilitar o jogo. Era uma situação... Tremenda, ela se arqueando, se esquentando e se molhando cada vez mais, tentando abafar os gemidos de prazer, enquanto o cara do lado dormia que nem um anjo e minha mina na outra fileira de assentos fazia o mesmo. Os dedos da minha mão esquerda cutucavam a bucetinha dela à vontade enquanto, pra disfarçar, eu mantinha o olhar pra frente e parecia super concentrado no filme de desenho animado que tava passando no voo.
Depois de um tempo de carícias, ela colocou o travesseiro no meu ombro e enfiou a boca ali pra abafar os gemidos, e ainda aproveitava pra lamber minha orelha e falar umas putarias no meu ouvido.
Nem sei quanto tempo passou porque já tava era ocupado demais tentando disfarçar e segurar a onda do tesão que eu tava, mas a mina gozou na minha mão, relaxou total e dormiu até a gente chegar no lugar onde o voo fazia escala. Eu também dormi e acordei mais duro que uma mesa bem na hora que tavam dando as instruções pro pouso, um mico que disfarcei entre a mochila que tava carregando e a jaqueta. Depois de uma imigração bem chata, a gente conseguiu dar uma volta no free shop, mas por causa do horário, a maioria das barracas de comida tava fechada. A gente deu umas voltas e depois aproveitei pra ir no banheiro, depois de nos acomodarmos esperando anunciarem o voo que ia pra Rosário. Vir disse que também precisava ir, então a gente foi pros banheiros. Como tavam limpando, tivemos que dar a volta no aeroporto quase inteiro. Assim que sumimos da vista de olhares indiscretos, fui pra cima dela.
— Gata, me deixou durasso — falei, me aproximando dela.
— É? — ela disse, me olhando com uma inocência fingida, o que aumentava ainda mais meu tesão.
— É sim, gostosa, mais vale você dar um jeito, você que levantou, você que deita — falei, apontando pro amigo que fazia um volume considerável na calça.
Ela riu e me abraçou enquanto a gente se aproximava dos banheiros. A adrenalina corria no meu corpo porque a gente tava à vista de qualquer um. Assim que entrar no intervalo entre os banhos, a gente se comeu de boca, tudo muito quente. A pica não tinha nem baixado direito e já tava dura de novo, precisando desesperadamente de atenção. Nem preciso dizer que naquele momento eu não tava raciocinando porra nenhuma, não me importava com nada além daquela gostosa do caralho na minha frente, e a porra parecia prestes a ferver na minha vara.
Sem pensar duas vezes, meti ela no banheiro masculino e procurei um cubículo pra ninguém ver a gente. Vir entendeu perfeitamente o jogo e, abaixando a tampa, sentou no vaso, baixou meu jeans e cueca, deixando minha pica ao ar livre. Eu não aguentava mais de tanto tesão, dava até pra sentir a diferença do ar frio na pele do meu pau, e a putinha filha da puta tava tirando todo o tempo dela. Ela me olhou de baixo, fazendo biquinho pra minha rola, e, botando a língua pra fora, passou na minha cabeça que tava vermelha e brilhante, quase fazendo eu gozar na hora. Aos poucos, foi espalhando as carícias da língua por toda a minha vara de carne. Subia e descia pelo tronco, alternando a sucção dos lábios com os movimentos da língua, eu acariciava o cabelo dela, fechando os olhos de vez em quando, entregue às sensações daquele boquete foda que a Vir tava me dando. Ela controla o ritmo do jeito que quer, como se tivesse me provocando ainda mais, me deixando louco a ponto de sentir as veias da minha porra pulsarem no contato da língua dela e no calor das bochechas gulosas dela. Depois de um tempo, ela já tinha me deixado a ponto de gozar, tão excitado que mal conseguia suspirar sem engasgar. De repente, a porta abriu e deu pra ouvir uma voz conhecida cantarolando uma música. Por um momento, a gente ficou parado, mas o tesão do caralho do que tava rolando me deixou doidão e eu comecei a comer a boca da Vir como se tivesse possuído. Ela, depois do primeiro susto, também se esquentou e entrou no jogo. Era tanto tesão que eu não aguentei muito até sentir que a porra tava vindo, em vez de avisar, enfiei até o fundo. da garganta enquanto segurava sua nuca, forçando ela a engolir meu esperma pra não se afogar. Ela engoliu, mas não deu conta de tudo e, num engasgo, tossiu e cuspiu boa parte do conteúdo das minhas bolas. Por sorte, o barulho da torneira não deixou que Roberto (era ele) percebesse, ou se percebeu, não falou nada.
Depois de ouvir a porta, saímos do nosso esconderijo.
— Você é um idiota, podia ter me avisado que ia gozar — disse ela, indo em direção aos lavatórios com os olhos lacrimejando de tanto se afogar.
— Desculpa, gostosa, não consegui me segurar — falei, indo pra porta pra evitar que alguém entrasse.
— Que malvado você é!!! E ainda por cima meu pai estava ali!!! Seu degenerado!!!
Fui até ela e abracei, dando um chupão bem sonoro.
— É que você me deixa louco e me tira do sério, linda — falei pra acalmá-la.
Ela me abraçou, suspirando, se relaxando, e saímos do banheiro, não sem antes Vir enxaguar a boca e se ajeitar.
— Agora quem ficou com vontade sou eu. A gente se vê no fim de semana? — disse ela enquanto voltávamos pra onde estavam os outros.
— É, claro — respondi, ciente de que tinha me metido em outra enrascada por cair na tentação.
Os dias seguintes passaram entre o duro processo de cair na real da volta e as bagunças típicas de se reacostumar com a rotina (sempre parece que as tretas no trampo tão esperando a gente voltar de férias pra explodir na cara). Na quinta, combinei de encontrar um amigo pra tomar umas e, de quebra, falar um monte de besteira, então no fim da tarde saí do trampo e fui pro ponto de encontro. O bar é de outro brother e costuma ser o point da galera toda. Cheguei e o dono, vamos chamar de Ariel, obviamente não estava. Uma das garçonetes com quem tenho intimidade me cumprimentou enquanto eu me sentava numa mesa pra esperar meu amigo Gastão, o Tongas pros íntimos, que, como sempre, chegava atrasado.
Enquanto esperava, o celular tocou com um mensagem
A gente se encontra amanhã ou sábado? Me avisa. Beijos – o número era desconhecido
Depois do primeiro momento de confusão pensando quem caralhos poderia ser (às vezes minha memória dá um reset kkk) e enquanto analisava as consequências das possíveis respostas, respondi um seco
não tenho seu número salvo
Nisso chegou o Tongas, a gente começou a conversar e meio que esqueci do celular. Ele começou a me atualizar das últimas merdas sem deixar nenhum dos dois assuntos de lado (cuties e futebol). Enquanto eu ouvia, o celular vibrou, iluminando a mesa de repente.
"Acabou de chegar e já tão te cobrando, negão?" – falou o Tongas morrendo de rir
"Nada, já era, atendo depois" – falei pegando o celular pra ele parar de vibrar, com toda intenção de desligar (não sei se deixei claro, mas não curto fazer reality show, além de ser muito perigoso)
"Se for a Ale, atende" – falou o outro filho da puta adivinhando onde a conversa ia dar e pra me forçar a contar
A chegada da garçonete nos interrompeu, depois de discutir um segundo pedimos uma cerveja e enquanto o Tongas aproveitou pra olhar a tela do celular que tinha ficado na mesa
"Sou eu, bobinho, Virr" – ele leu soltando uma gargalhada
"Conta logo o que você tá aprontando" – falou e se acomodou na cadeira como se estivesse na poltrona do cinema prestes a ver um filme
"Não é nada, mano, só uma cutie que eu comi" – falei tentando minimizar
"E te chama de bobinho? Tem 15 anos ou é retardada mental?"
"Ahhh não, que isso, é apelido carinhoso" – falei tentando me livrar
"Carinho o caralho, sua anta, conta e para de enrolar"
Contei tentando pular detalhes, mas ele insistiu e no final contei tudo tudo. Quando tava terminando de contar, o celular vibrou de novo com outra mensagem dela.
"Porra, negão, a mina tá no fogo! Responde, senão ela vai continuar enchendo o saco até você atender"
Dito e feito, em 2 segundos... segundos depois, o celular tocou de novo. Dessa vez era chamada, e não tive escolha a não ser atender. O Tongas fazia caretas enquanto ouvia minhas respostas; despachei ela o mais rápido possível com um "depois te ligo", mas o outro filho da puta não parava de se cagar de rir, e se tem uma coisa que me deixa desconfortável é atender telefone nesse tipo de situação.
— E aí, como tá a gostosa? É bonita pelo menos?
— Sim, sim, é bem bonita — falei tentando manter a seriedade.
— Mostra foto, cabeção.
— Para de encher o saco, mano. Cê acha que vou ter foto da mina no celular??
— No celular não, mas com certeza a gata tem Facebook ou e-mail ou algo assim — falou o outro punheteiro todo animado.
Geralmente, acho até de mau gosto ficar mostrando foto da mina que você come, além de ser um perigo potencial porque nunca se sabe quem pode descobrir. O máximo que fiz foi contar como é a Vir (pra quem não leu os relatos anteriores, ela tem um ar de Cintia Fernandez, mas é um pouco mais alta e menos puta). Depois disso, começamos a falar do time de futebol que no sábado jogava uma final; Gaston, que também joga no time, já adivinhou minha jogada.
— Negão, esse sábado você não pode faltar, puta que pariu!!!
— Não, já sei, mano. Mas não sei o que fazer com a gata.
— Como não sabe, idiota?? Leva ela pra um motel e pronto.
— Nada, mano, não rola, quero ir com calma.
— Filho da puta que você é — falou o Tongas caindo na risada.
— E é, sexta tenho um jantar e sábado quero dedicar tempo pra ela, vale a pena!!!
— Serviço completo pra gostosa?. Olha que tem que ver se você aguenta, porque as novinhas tão vindo braba hein.
— Ei, mano, claro que vou aguentar, o problema é que os horários tão complicados, não consigo escapar da Ale à noite, temos não sei que festa de merda.
— Não sei, resolve isso, mano — ele falou, ficando sério (ele é meio fanático, igual o da propaganda da Tooper).
Depois de um tempo discutindo, tentando dar um jeito e explicar pra ela que até o carro pra ir e voltar tava complicado, o Tongas resolveu.
Negão, sábado tu joga, se não tiver onde levar a mina, foda-se, pega a chave do apê e te busco, mas tu joga e ponto final. Senão conto pro Sebas e pro Cristian e a gente dá um jeito nela junto se precisar.
Diante de uma amostra de amizade dessas, não pude recusar, então só pedi pra ele ser discreto. Combinei com a Vir e marcamos pras 5 da tarde (horário bem bizarro, mas fazer o quê, a mina tava mais tarada que recém-nascido, então não reclamou).
Chegou sábado e, pra não quebrar a rotina, saí cedo pro trampo com minha mochila de futebol nas costas. O jogo demorou, mas como ninguém liga pra essa parte, não vou contar. Só sei que terminei moído, quase com cãibra, e o Tongas, cumprindo o papel de bom amigo, me levou a toda velocidade pra chegar no meu "encontro". Chegamos e a Vir tava parada na porta. O Gastão quase caiu de bunda quando viu ela.
— Caralho, negão, essa mina é uma gostosa pra caralho! É um tesão! — Falou doido.
Eu me caguei de rir e, deixando ele com inveja, desci do carro.
— Ei, olho, não quebra nada que tenha conserto — completou o Gastão, com toda a intenção do mundo, me dando a chave do apê.
Ele me deixou a chave e arrancou buzinando. A Vir, assim que me viu, veio andando na minha direção.
— Ufa, faz meia hora que cheguei! — Disse ela.
— É, me atrasei, e não vem com chilique — falei seco.
— Tá bom, não fica bravo — disse ela, submissa, enquanto andava do meu lado.
Eu gostava da sensação de que ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Essa sensação de poder às vezes me excita pra caralho. Entramos no apê do Tongas e a Vir olhava pra todo lado, meio intimidada ou travada pela situação. Até que era compreensível, já que o apê dava toda a impressão de ser um puteiro daqueles de filme. Eu fui direto pra geladeira e ela sentou num sofá que tinha na sala. Peguei 2 porroncitos e passei um pra ela enquanto me sentava ao lado. Ela tava completamente travada, então dei um abraço nela pra soltar um pouco, acariciando o ombro dela meio indeciso se beijava ou não, esperando ela reagir. Finalmente veio o beijo libertador e dali pra ficar pelados passaram 2 segundos no máximo.
Enquanto eu chupava os peitos dela como um desesperado, ela acariciava minha cock e abria as pernas me convidando pra comer a bucetinha dela. Ela suspirou entrecortado quando finalmente nossos lábios se tocaram e eu coloquei toda minha atenção na pussy dela, percorrendo, chupando, fazendo ela gemer e ofegar.
- Ahh, assim assim que eu gosto, assim - Ela disse entre gemidos enquanto esfregava a pussy no meu rosto.
Continuei arrancando mais gemidos dela, enquanto me divertia com o clitóris dela que tava apetitoso e inchado. Me concentrei em fazer um vai e vem com a língua enquanto ela acompanhava mexendo a bacia como se quisesse que minha língua fosse o mais fundo possível. Os gemidos dela aumentavam, mas de repente ela se afastou e se mexeu, me fazendo cair do sofá pra depois se colocar por cima de mim num 69. Ela realmente adorava chupar e fazia muito bem, me deixando super excitado. Minha língua voltou pra bucetinha dela e me entretive com os lábios dela enquanto ela me fazia um boquete foda, daqueles com muita saliva que quando tira da boca faz um barulho de ventosa. Ela parecia saber o tempo certo de cada coisa, demorava com os lábios no freio enquanto a língua dava lambidas rápidas na cabecinha, pra de repente quando eu tava quase gozando descia pelo tronco me fazendo sentir o carinho dos lábios dela. Não duramos muito e os dois gozamos entre espasmos. Ela recebeu meu esperma na boca e engoliu com gosto, eu por minha parte engoli todo o fluxo dela com a mesma sede que alguém beberia água no deserto. Depois de um primeiro momento de relax, a gente se beijou ainda com nossos sabores íntimos na boca.
Você é um depravado, sabia? – Vir me disse enquanto passava a mão no meu peito.
Eu sou depravado ou você é bem viciada? – Falei fazendo cara de Olmedo.
Você me deixa louca, me tira do sério! – Ela disse com carinha de dengo e olhar de gata.
E se aninhou em mim, e a gente se abraçou ali mesmo no chão.
Mas não pensa que já me satisfiz! – Ela completou com voz de putinha, enquanto passava a mão na minha pica que já começava a endurecer de novo.
Ah, não? Quer mais?
Quero que você me faça amor? – Disse de repente, ficando romântica.
Se quiser, te levo pra cama e te como toda, gata. De amor não sei, mas que você vai gostar, pode ficar tranquila – Falei pra provocar ela um pouco.
Sem dizer mais nada, saiu rebolando a bunda em direção ao quarto, parando bem na porta pra me olhar por cima do ombro. Eu peguei uma camisinha e fui atrás. Com um empurrão, joguei ela na cama, chupando os peitos dela; ela ronronava que nem uma putinha enquanto acariciava minha nuca.
Com um movimento de quadril, aproximei minha pica da buceta dela até quase roçar nos lábios. Assim, na posição de missionário, comecei a bombar bem devagar, aproveitando a apertura e o calor dela. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais profundas, chegando no clássico mete e tira, mas sem acelerar o ritmo, deixando ela sentir cada milímetro da minha pica. Num momento, trocamos de posição pra ela poder me cavalgar. Era espetacular a carinha de menina dela, toda suada, com as bochechas vermelhas e os olhos semi-cerrados enquanto subia e descia na minha pica. Às vezes ela gemia, outras vezes só se ouvia no quarto o batucada rítmica da bunda dela contra minha anatomia. Eu acompanhava os movimentos dela com leves empurrões de quadril que faziam ela tremer.
Tudo, mete tudo! – Ela disse entre gemidos.
Eu mudei de posição, ficando os dois sentados na cama, mas sem tirar a pica dela em nenhum momento. Enquanto continuávamos nos nossos choques de corpos. Pélvis, me agarrei nos bicos dos peitos dela. Ela começou a gemer e a fazer movimentos de quadril que faziam eu sentir que tinha a pica dentro de uma coqueteleira.
- Cê gosta assim? - perguntei idiota no calor do momento.
Assim, me come, me mata, faz o que quiser comigo - Ela falou enquanto mordia minha orelha.
Não aguentei muito mais e enquanto ela gozava entre gemidos e suspiros, entre bufadas, me esvaziei na camisinha deixando tudo naquela porra.
Caímos na cama completamente exaustos, recuperando o fôlego aos poucos. Sentia uma sensação de cansaço incrível, difícil de explicar, tipo uma euforia. Comecei a rir.
Do que cê tá rindo? - Perguntou a Vir, já um pouco mais recuperada.
Eu não conseguia parar de rir, era a coisa mais idiota porque a situação não tinha nada de engraçada. Vir me olhou com cara de cu.
Me matou, realmente me deixou seco, garota - Falei me recompondo um pouco.
Pelo visto cê gostou muito - Disse com um sorriso enquanto me acariciava.
Sabe que cê é uma puta gostosa pra comer inteira - Falei doido.
E aí, o que cê tá esperando? - Disse provocadora.
Eu sentia que não tinha mais nada no tanque, mas era uma questão até de amor próprio. Mesmo assim ela se virou e entre carícias e beijos, acho que revivia qualquer morto. Aos poucos começou a subir de novo, ela continuava com a boquinha como pra garantir que tava em condições. De repente me virei no colchão como se fosse chupar a buceta dela, ela percebendo abriu as pernas facilitando meu acesso à vulva. Comecei com uns beijos suaves nos lábios dela fazendo ela molhar aos poucos, enquanto meus dedos tomavam conta do clitóris e brincavam com ele à vontade. Ela ainda com a pica na boca intensificou o ritmo do boquete (como não podia gritar, chupava que nem bezerro). Quando já tava durinha, desviei minha língua pro meu verdadeiro alvo. Na primeira lambida ela contraiu a bunda instintivamente, já na segunda, não sei se por curiosidade ou por tesão, relaxou e deixou. que minha língua acariciasse as dobras do anel de couro dela, aos poucos foi esquentando cada vez mais com aquele vai e vem da minha língua de um buraquinho pro outro, a ponto de mexer o corpo como se estivesse acompanhando. O orgasmo bateu tão forte que a Vir, tirando meu pau da boca, soltou um gritinho, enquanto sentia com o gozo dela um gosto azedo da mijada que escapou.
Fiquei de cara por um momento, mas nem lerdo nem preguiçoso, dediquei toda minha atenção à bunda dela que tinha ficado à minha mercê. Aos poucos, usando muita saliva, consegui enfiar a ponta da língua. Já acomodado atrás dela, pude ver a cara dela, meio resignada com o que ia rolar. Por minha indicação, ela colocou um travesseiro embaixo pra deixar a bunda bem empinada.
— Que cuzão lindo que você tem, Virchu — falei, olhando com admiração (a verdade é que era um monumento de rabo o que a mina tinha).
— Não vai ser bruto, né? — ela disse com um tom de insegurança na voz, que só fez me deixar mais louco ainda.
Continuei com minha tarefa de dilatar aquela bunda preciosa pra poder comer ela direito, mas ela não relaxava de todo, então pra trabalhar melhor com os dedos, enfiei o pau até o fundo do jeito que tava e fiz uma metida e sacada lenta, garantindo que ela sentisse o mais fundo possível. Meu pau tava durasso de tanta tesão que eu tava, e ela começou a gozar igual uma louca, esquecendo do desconforto de ter um dedo na bunda. Depois de um tempo, me atrevi a colocar dois, mas ela já tava perdida no vício do pau, se mexendo pra trás e pra frente no ritmo das minhas estocadas — acho que dava até pra enfiar um poste nela e ela não ia ligar. Esperei mais uns momentos até passar o orgasmo dela e finalmente ela se jogou, oferecendo toda a boceta dela e tirando ela de lá. Apoiei a ponta e empurrei. Não tava preparado pra aquela sensação — era super apertadinho e quente. Por um tempinho só me atrevi a ficar cutucando, até que finalmente enfiei a cabeça inchada e deixei ela lá dentro, como se fosse. que se acostumbrasse
Como esse rabo me deixa com tesão, desde que nos conhecemos que eu quero meter em você - falei completamente extasiado
Ela reclamou um pouquinho, mas aos poucos fui fazendo pressão até que meu pau sumiu completamente no cu dela. Tentei tirar até a metade, mas quando quis colocar de novo quase que ela tritura meu pau de como contraiu o esfíncter.
Relaxa, meu amor, o pior já passou - falei enquanto procurava com uma mão acariciar a barriguinha dela e tocar um peito
Recomecei e ela, bem gostosa, se deixou levar, daí a pouco tava bombando com facilidade, o que me animou a aumentar aos poucos o ritmo, me segurando nas cadeiras dela, até produzir aquele barulho único da batida dos ovos contra uma bunda gostosa. Ela não dizia nada, mas dava pra ver que tava concentrada em aguentar como uma rainha as investidas da minha pica. A imagem era sublime, era felina, a carinha de anjo dela, transfigurada pela dor, a bunda linda oferecida e meu pau talhando sem pressa mas sem pausa. No tato, procurei com minhas mãos a buceta dela, tentando relaxá-la. Aos poucos, o semblante dela mudou, a dor dava lugar ao prazer, e agora ela gozava como uma puta da foda que eu tava dando. Devagar, ela deixou escapar uma mistura estranha de gemido e lamento, o que me deixou completamente louco. Já não aguentava mais de tesão e tinha chegado ao limite da minha resistência física, até sentir as panturrilhas travarem, mas nada podia parar a metida. Um pouco depois, cheguei ao clímax, enchendo de porra os intestinos da Vir. Aos poucos, recuperei a compostura e olhei pra ela ainda com o pau enfiado dentro.
Ela tava acabada, toda suada e com cara de puta relaxada, aos poucos tirei o pau do cu dela e notei que meu pau tava doendo e meio amarronzado. Ela desabou, ficando de bunda pra cima na cama, e eu curti aquele cenário digno de um quadro, com o cu aberto dela que aos poucos deixava vazar a porra que tinha dentro.
Depois disso, nós Tomamos banho e pegamos mais uma cerveja. Pedi um táxi pra ela e desci junto, enquanto a gente se despedia ela falou pra gente se ver de novo. Falei que não, mas no fundo sabia que não ia resistir à tentação por muito tempo.
A viagem de volta foi uma tortura, entre o tempo que demorou e o fato de ter a mina sentada do lado e, no corredor, minha namorada dormindo, era como estar sentado em cima de uma mina terrestre que no primeiro movimento manda tudo pra pussy da mãe. Depois daquela trepada foda que a gente tinha dado, me bateram aqueles remorsos de sempre, e pra piorar, tava rolando uma boa vibe com todo mundo, principalmente com o Roberto, que já tava planejando a gente se juntar pra um churrasco assim que voltasse. Aproveitei parte da viagem pra conversar com a Vir, já que, como eu temia, ela ficou toda apaixonadinha e com um tesão do caralho por mim. Num momento ela solta:
"Tô com um tesão danado, tô me molhando enquanto a gente conversa."
Olhei pra ela com cara de bunda, pensando se tudo que eu tinha falado só serviu pra deixar ela ainda mais excitada.
"Não olha pra mim assim" – Ela disse, fazendo carinha.
"Assim como? Fala baixo, pelo amor de Deus?" – Falei num sussurro, morrendo de medo de alguém ouvir o que a gente tava falando.
"Assim com cara de bunda. Tô com vontade de arrebentar sua boca."
"Já falamos sobre isso, Vir."
"Então o que rolou não foi nada pra você?"
"Uff!!! Já te falei que adorei o que rolou, mas não pode acontecer de novo. E fala baixo, por favor" – Falei meio irritado com as reclamações dela, parecendo namorada mal cuidada.
"Me toca se não acredita em mim" – Ela disse, me olhando desafiadora.
A filha da puta se cobriu com aquela manta bosta que dão no avião, baixou a calça e a calcinha, e na sequência pegou minha mão e levou direto pra pussy dela. Não tava mentindo, tava bem molhada. A posição era bem desconfortável, mas procurei acariciar o clitóris dela. Ela, pra ajudar, baixou a calça até os joelhos e abriu as pernas o máximo que conseguiu. Meus dedos penetravam na buceta dela, enquanto ela mexia os quadris e levantava um pouco a bunda do assento pra facilitar o jogo. Era uma situação... Tremenda, ela se arqueando, se esquentando e se molhando cada vez mais, tentando abafar os gemidos de prazer, enquanto o cara do lado dormia que nem um anjo e minha mina na outra fileira de assentos fazia o mesmo. Os dedos da minha mão esquerda cutucavam a bucetinha dela à vontade enquanto, pra disfarçar, eu mantinha o olhar pra frente e parecia super concentrado no filme de desenho animado que tava passando no voo.
Depois de um tempo de carícias, ela colocou o travesseiro no meu ombro e enfiou a boca ali pra abafar os gemidos, e ainda aproveitava pra lamber minha orelha e falar umas putarias no meu ouvido.
Nem sei quanto tempo passou porque já tava era ocupado demais tentando disfarçar e segurar a onda do tesão que eu tava, mas a mina gozou na minha mão, relaxou total e dormiu até a gente chegar no lugar onde o voo fazia escala. Eu também dormi e acordei mais duro que uma mesa bem na hora que tavam dando as instruções pro pouso, um mico que disfarcei entre a mochila que tava carregando e a jaqueta. Depois de uma imigração bem chata, a gente conseguiu dar uma volta no free shop, mas por causa do horário, a maioria das barracas de comida tava fechada. A gente deu umas voltas e depois aproveitei pra ir no banheiro, depois de nos acomodarmos esperando anunciarem o voo que ia pra Rosário. Vir disse que também precisava ir, então a gente foi pros banheiros. Como tavam limpando, tivemos que dar a volta no aeroporto quase inteiro. Assim que sumimos da vista de olhares indiscretos, fui pra cima dela.
— Gata, me deixou durasso — falei, me aproximando dela.
— É? — ela disse, me olhando com uma inocência fingida, o que aumentava ainda mais meu tesão.
— É sim, gostosa, mais vale você dar um jeito, você que levantou, você que deita — falei, apontando pro amigo que fazia um volume considerável na calça.
Ela riu e me abraçou enquanto a gente se aproximava dos banheiros. A adrenalina corria no meu corpo porque a gente tava à vista de qualquer um. Assim que entrar no intervalo entre os banhos, a gente se comeu de boca, tudo muito quente. A pica não tinha nem baixado direito e já tava dura de novo, precisando desesperadamente de atenção. Nem preciso dizer que naquele momento eu não tava raciocinando porra nenhuma, não me importava com nada além daquela gostosa do caralho na minha frente, e a porra parecia prestes a ferver na minha vara.
Sem pensar duas vezes, meti ela no banheiro masculino e procurei um cubículo pra ninguém ver a gente. Vir entendeu perfeitamente o jogo e, abaixando a tampa, sentou no vaso, baixou meu jeans e cueca, deixando minha pica ao ar livre. Eu não aguentava mais de tanto tesão, dava até pra sentir a diferença do ar frio na pele do meu pau, e a putinha filha da puta tava tirando todo o tempo dela. Ela me olhou de baixo, fazendo biquinho pra minha rola, e, botando a língua pra fora, passou na minha cabeça que tava vermelha e brilhante, quase fazendo eu gozar na hora. Aos poucos, foi espalhando as carícias da língua por toda a minha vara de carne. Subia e descia pelo tronco, alternando a sucção dos lábios com os movimentos da língua, eu acariciava o cabelo dela, fechando os olhos de vez em quando, entregue às sensações daquele boquete foda que a Vir tava me dando. Ela controla o ritmo do jeito que quer, como se tivesse me provocando ainda mais, me deixando louco a ponto de sentir as veias da minha porra pulsarem no contato da língua dela e no calor das bochechas gulosas dela. Depois de um tempo, ela já tinha me deixado a ponto de gozar, tão excitado que mal conseguia suspirar sem engasgar. De repente, a porta abriu e deu pra ouvir uma voz conhecida cantarolando uma música. Por um momento, a gente ficou parado, mas o tesão do caralho do que tava rolando me deixou doidão e eu comecei a comer a boca da Vir como se tivesse possuído. Ela, depois do primeiro susto, também se esquentou e entrou no jogo. Era tanto tesão que eu não aguentei muito até sentir que a porra tava vindo, em vez de avisar, enfiei até o fundo. da garganta enquanto segurava sua nuca, forçando ela a engolir meu esperma pra não se afogar. Ela engoliu, mas não deu conta de tudo e, num engasgo, tossiu e cuspiu boa parte do conteúdo das minhas bolas. Por sorte, o barulho da torneira não deixou que Roberto (era ele) percebesse, ou se percebeu, não falou nada.
Depois de ouvir a porta, saímos do nosso esconderijo.
— Você é um idiota, podia ter me avisado que ia gozar — disse ela, indo em direção aos lavatórios com os olhos lacrimejando de tanto se afogar.
— Desculpa, gostosa, não consegui me segurar — falei, indo pra porta pra evitar que alguém entrasse.
— Que malvado você é!!! E ainda por cima meu pai estava ali!!! Seu degenerado!!!
Fui até ela e abracei, dando um chupão bem sonoro.
— É que você me deixa louco e me tira do sério, linda — falei pra acalmá-la.
Ela me abraçou, suspirando, se relaxando, e saímos do banheiro, não sem antes Vir enxaguar a boca e se ajeitar.
— Agora quem ficou com vontade sou eu. A gente se vê no fim de semana? — disse ela enquanto voltávamos pra onde estavam os outros.
— É, claro — respondi, ciente de que tinha me metido em outra enrascada por cair na tentação.
Os dias seguintes passaram entre o duro processo de cair na real da volta e as bagunças típicas de se reacostumar com a rotina (sempre parece que as tretas no trampo tão esperando a gente voltar de férias pra explodir na cara). Na quinta, combinei de encontrar um amigo pra tomar umas e, de quebra, falar um monte de besteira, então no fim da tarde saí do trampo e fui pro ponto de encontro. O bar é de outro brother e costuma ser o point da galera toda. Cheguei e o dono, vamos chamar de Ariel, obviamente não estava. Uma das garçonetes com quem tenho intimidade me cumprimentou enquanto eu me sentava numa mesa pra esperar meu amigo Gastão, o Tongas pros íntimos, que, como sempre, chegava atrasado.
Enquanto esperava, o celular tocou com um mensagem
A gente se encontra amanhã ou sábado? Me avisa. Beijos – o número era desconhecido
Depois do primeiro momento de confusão pensando quem caralhos poderia ser (às vezes minha memória dá um reset kkk) e enquanto analisava as consequências das possíveis respostas, respondi um seco
não tenho seu número salvo
Nisso chegou o Tongas, a gente começou a conversar e meio que esqueci do celular. Ele começou a me atualizar das últimas merdas sem deixar nenhum dos dois assuntos de lado (cuties e futebol). Enquanto eu ouvia, o celular vibrou, iluminando a mesa de repente.
"Acabou de chegar e já tão te cobrando, negão?" – falou o Tongas morrendo de rir
"Nada, já era, atendo depois" – falei pegando o celular pra ele parar de vibrar, com toda intenção de desligar (não sei se deixei claro, mas não curto fazer reality show, além de ser muito perigoso)
"Se for a Ale, atende" – falou o outro filho da puta adivinhando onde a conversa ia dar e pra me forçar a contar
A chegada da garçonete nos interrompeu, depois de discutir um segundo pedimos uma cerveja e enquanto o Tongas aproveitou pra olhar a tela do celular que tinha ficado na mesa
"Sou eu, bobinho, Virr" – ele leu soltando uma gargalhada
"Conta logo o que você tá aprontando" – falou e se acomodou na cadeira como se estivesse na poltrona do cinema prestes a ver um filme
"Não é nada, mano, só uma cutie que eu comi" – falei tentando minimizar
"E te chama de bobinho? Tem 15 anos ou é retardada mental?"
"Ahhh não, que isso, é apelido carinhoso" – falei tentando me livrar
"Carinho o caralho, sua anta, conta e para de enrolar"
Contei tentando pular detalhes, mas ele insistiu e no final contei tudo tudo. Quando tava terminando de contar, o celular vibrou de novo com outra mensagem dela.
"Porra, negão, a mina tá no fogo! Responde, senão ela vai continuar enchendo o saco até você atender"
Dito e feito, em 2 segundos... segundos depois, o celular tocou de novo. Dessa vez era chamada, e não tive escolha a não ser atender. O Tongas fazia caretas enquanto ouvia minhas respostas; despachei ela o mais rápido possível com um "depois te ligo", mas o outro filho da puta não parava de se cagar de rir, e se tem uma coisa que me deixa desconfortável é atender telefone nesse tipo de situação.
— E aí, como tá a gostosa? É bonita pelo menos?
— Sim, sim, é bem bonita — falei tentando manter a seriedade.
— Mostra foto, cabeção.
— Para de encher o saco, mano. Cê acha que vou ter foto da mina no celular??
— No celular não, mas com certeza a gata tem Facebook ou e-mail ou algo assim — falou o outro punheteiro todo animado.
Geralmente, acho até de mau gosto ficar mostrando foto da mina que você come, além de ser um perigo potencial porque nunca se sabe quem pode descobrir. O máximo que fiz foi contar como é a Vir (pra quem não leu os relatos anteriores, ela tem um ar de Cintia Fernandez, mas é um pouco mais alta e menos puta). Depois disso, começamos a falar do time de futebol que no sábado jogava uma final; Gaston, que também joga no time, já adivinhou minha jogada.
— Negão, esse sábado você não pode faltar, puta que pariu!!!
— Não, já sei, mano. Mas não sei o que fazer com a gata.
— Como não sabe, idiota?? Leva ela pra um motel e pronto.
— Nada, mano, não rola, quero ir com calma.
— Filho da puta que você é — falou o Tongas caindo na risada.
— E é, sexta tenho um jantar e sábado quero dedicar tempo pra ela, vale a pena!!!
— Serviço completo pra gostosa?. Olha que tem que ver se você aguenta, porque as novinhas tão vindo braba hein.
— Ei, mano, claro que vou aguentar, o problema é que os horários tão complicados, não consigo escapar da Ale à noite, temos não sei que festa de merda.
— Não sei, resolve isso, mano — ele falou, ficando sério (ele é meio fanático, igual o da propaganda da Tooper).
Depois de um tempo discutindo, tentando dar um jeito e explicar pra ela que até o carro pra ir e voltar tava complicado, o Tongas resolveu.
Negão, sábado tu joga, se não tiver onde levar a mina, foda-se, pega a chave do apê e te busco, mas tu joga e ponto final. Senão conto pro Sebas e pro Cristian e a gente dá um jeito nela junto se precisar.
Diante de uma amostra de amizade dessas, não pude recusar, então só pedi pra ele ser discreto. Combinei com a Vir e marcamos pras 5 da tarde (horário bem bizarro, mas fazer o quê, a mina tava mais tarada que recém-nascido, então não reclamou).
Chegou sábado e, pra não quebrar a rotina, saí cedo pro trampo com minha mochila de futebol nas costas. O jogo demorou, mas como ninguém liga pra essa parte, não vou contar. Só sei que terminei moído, quase com cãibra, e o Tongas, cumprindo o papel de bom amigo, me levou a toda velocidade pra chegar no meu "encontro". Chegamos e a Vir tava parada na porta. O Gastão quase caiu de bunda quando viu ela.
— Caralho, negão, essa mina é uma gostosa pra caralho! É um tesão! — Falou doido.
Eu me caguei de rir e, deixando ele com inveja, desci do carro.
— Ei, olho, não quebra nada que tenha conserto — completou o Gastão, com toda a intenção do mundo, me dando a chave do apê.
Ele me deixou a chave e arrancou buzinando. A Vir, assim que me viu, veio andando na minha direção.
— Ufa, faz meia hora que cheguei! — Disse ela.
— É, me atrasei, e não vem com chilique — falei seco.
— Tá bom, não fica bravo — disse ela, submissa, enquanto andava do meu lado.
Eu gostava da sensação de que ela faria qualquer coisa que eu quisesse. Essa sensação de poder às vezes me excita pra caralho. Entramos no apê do Tongas e a Vir olhava pra todo lado, meio intimidada ou travada pela situação. Até que era compreensível, já que o apê dava toda a impressão de ser um puteiro daqueles de filme. Eu fui direto pra geladeira e ela sentou num sofá que tinha na sala. Peguei 2 porroncitos e passei um pra ela enquanto me sentava ao lado. Ela tava completamente travada, então dei um abraço nela pra soltar um pouco, acariciando o ombro dela meio indeciso se beijava ou não, esperando ela reagir. Finalmente veio o beijo libertador e dali pra ficar pelados passaram 2 segundos no máximo.
Enquanto eu chupava os peitos dela como um desesperado, ela acariciava minha cock e abria as pernas me convidando pra comer a bucetinha dela. Ela suspirou entrecortado quando finalmente nossos lábios se tocaram e eu coloquei toda minha atenção na pussy dela, percorrendo, chupando, fazendo ela gemer e ofegar.
- Ahh, assim assim que eu gosto, assim - Ela disse entre gemidos enquanto esfregava a pussy no meu rosto.
Continuei arrancando mais gemidos dela, enquanto me divertia com o clitóris dela que tava apetitoso e inchado. Me concentrei em fazer um vai e vem com a língua enquanto ela acompanhava mexendo a bacia como se quisesse que minha língua fosse o mais fundo possível. Os gemidos dela aumentavam, mas de repente ela se afastou e se mexeu, me fazendo cair do sofá pra depois se colocar por cima de mim num 69. Ela realmente adorava chupar e fazia muito bem, me deixando super excitado. Minha língua voltou pra bucetinha dela e me entretive com os lábios dela enquanto ela me fazia um boquete foda, daqueles com muita saliva que quando tira da boca faz um barulho de ventosa. Ela parecia saber o tempo certo de cada coisa, demorava com os lábios no freio enquanto a língua dava lambidas rápidas na cabecinha, pra de repente quando eu tava quase gozando descia pelo tronco me fazendo sentir o carinho dos lábios dela. Não duramos muito e os dois gozamos entre espasmos. Ela recebeu meu esperma na boca e engoliu com gosto, eu por minha parte engoli todo o fluxo dela com a mesma sede que alguém beberia água no deserto. Depois de um primeiro momento de relax, a gente se beijou ainda com nossos sabores íntimos na boca.
Você é um depravado, sabia? – Vir me disse enquanto passava a mão no meu peito.
Eu sou depravado ou você é bem viciada? – Falei fazendo cara de Olmedo.
Você me deixa louca, me tira do sério! – Ela disse com carinha de dengo e olhar de gata.
E se aninhou em mim, e a gente se abraçou ali mesmo no chão.
Mas não pensa que já me satisfiz! – Ela completou com voz de putinha, enquanto passava a mão na minha pica que já começava a endurecer de novo.
Ah, não? Quer mais?
Quero que você me faça amor? – Disse de repente, ficando romântica.
Se quiser, te levo pra cama e te como toda, gata. De amor não sei, mas que você vai gostar, pode ficar tranquila – Falei pra provocar ela um pouco.
Sem dizer mais nada, saiu rebolando a bunda em direção ao quarto, parando bem na porta pra me olhar por cima do ombro. Eu peguei uma camisinha e fui atrás. Com um empurrão, joguei ela na cama, chupando os peitos dela; ela ronronava que nem uma putinha enquanto acariciava minha nuca.
Com um movimento de quadril, aproximei minha pica da buceta dela até quase roçar nos lábios. Assim, na posição de missionário, comecei a bombar bem devagar, aproveitando a apertura e o calor dela. Aos poucos, as estocadas foram ficando mais profundas, chegando no clássico mete e tira, mas sem acelerar o ritmo, deixando ela sentir cada milímetro da minha pica. Num momento, trocamos de posição pra ela poder me cavalgar. Era espetacular a carinha de menina dela, toda suada, com as bochechas vermelhas e os olhos semi-cerrados enquanto subia e descia na minha pica. Às vezes ela gemia, outras vezes só se ouvia no quarto o batucada rítmica da bunda dela contra minha anatomia. Eu acompanhava os movimentos dela com leves empurrões de quadril que faziam ela tremer.
Tudo, mete tudo! – Ela disse entre gemidos.
Eu mudei de posição, ficando os dois sentados na cama, mas sem tirar a pica dela em nenhum momento. Enquanto continuávamos nos nossos choques de corpos. Pélvis, me agarrei nos bicos dos peitos dela. Ela começou a gemer e a fazer movimentos de quadril que faziam eu sentir que tinha a pica dentro de uma coqueteleira.
- Cê gosta assim? - perguntei idiota no calor do momento.
Assim, me come, me mata, faz o que quiser comigo - Ela falou enquanto mordia minha orelha.
Não aguentei muito mais e enquanto ela gozava entre gemidos e suspiros, entre bufadas, me esvaziei na camisinha deixando tudo naquela porra.
Caímos na cama completamente exaustos, recuperando o fôlego aos poucos. Sentia uma sensação de cansaço incrível, difícil de explicar, tipo uma euforia. Comecei a rir.
Do que cê tá rindo? - Perguntou a Vir, já um pouco mais recuperada.
Eu não conseguia parar de rir, era a coisa mais idiota porque a situação não tinha nada de engraçada. Vir me olhou com cara de cu.
Me matou, realmente me deixou seco, garota - Falei me recompondo um pouco.
Pelo visto cê gostou muito - Disse com um sorriso enquanto me acariciava.
Sabe que cê é uma puta gostosa pra comer inteira - Falei doido.
E aí, o que cê tá esperando? - Disse provocadora.
Eu sentia que não tinha mais nada no tanque, mas era uma questão até de amor próprio. Mesmo assim ela se virou e entre carícias e beijos, acho que revivia qualquer morto. Aos poucos começou a subir de novo, ela continuava com a boquinha como pra garantir que tava em condições. De repente me virei no colchão como se fosse chupar a buceta dela, ela percebendo abriu as pernas facilitando meu acesso à vulva. Comecei com uns beijos suaves nos lábios dela fazendo ela molhar aos poucos, enquanto meus dedos tomavam conta do clitóris e brincavam com ele à vontade. Ela ainda com a pica na boca intensificou o ritmo do boquete (como não podia gritar, chupava que nem bezerro). Quando já tava durinha, desviei minha língua pro meu verdadeiro alvo. Na primeira lambida ela contraiu a bunda instintivamente, já na segunda, não sei se por curiosidade ou por tesão, relaxou e deixou. que minha língua acariciasse as dobras do anel de couro dela, aos poucos foi esquentando cada vez mais com aquele vai e vem da minha língua de um buraquinho pro outro, a ponto de mexer o corpo como se estivesse acompanhando. O orgasmo bateu tão forte que a Vir, tirando meu pau da boca, soltou um gritinho, enquanto sentia com o gozo dela um gosto azedo da mijada que escapou.
Fiquei de cara por um momento, mas nem lerdo nem preguiçoso, dediquei toda minha atenção à bunda dela que tinha ficado à minha mercê. Aos poucos, usando muita saliva, consegui enfiar a ponta da língua. Já acomodado atrás dela, pude ver a cara dela, meio resignada com o que ia rolar. Por minha indicação, ela colocou um travesseiro embaixo pra deixar a bunda bem empinada.
— Que cuzão lindo que você tem, Virchu — falei, olhando com admiração (a verdade é que era um monumento de rabo o que a mina tinha).
— Não vai ser bruto, né? — ela disse com um tom de insegurança na voz, que só fez me deixar mais louco ainda.
Continuei com minha tarefa de dilatar aquela bunda preciosa pra poder comer ela direito, mas ela não relaxava de todo, então pra trabalhar melhor com os dedos, enfiei o pau até o fundo do jeito que tava e fiz uma metida e sacada lenta, garantindo que ela sentisse o mais fundo possível. Meu pau tava durasso de tanta tesão que eu tava, e ela começou a gozar igual uma louca, esquecendo do desconforto de ter um dedo na bunda. Depois de um tempo, me atrevi a colocar dois, mas ela já tava perdida no vício do pau, se mexendo pra trás e pra frente no ritmo das minhas estocadas — acho que dava até pra enfiar um poste nela e ela não ia ligar. Esperei mais uns momentos até passar o orgasmo dela e finalmente ela se jogou, oferecendo toda a boceta dela e tirando ela de lá. Apoiei a ponta e empurrei. Não tava preparado pra aquela sensação — era super apertadinho e quente. Por um tempinho só me atrevi a ficar cutucando, até que finalmente enfiei a cabeça inchada e deixei ela lá dentro, como se fosse. que se acostumbrasse
Como esse rabo me deixa com tesão, desde que nos conhecemos que eu quero meter em você - falei completamente extasiado
Ela reclamou um pouquinho, mas aos poucos fui fazendo pressão até que meu pau sumiu completamente no cu dela. Tentei tirar até a metade, mas quando quis colocar de novo quase que ela tritura meu pau de como contraiu o esfíncter.
Relaxa, meu amor, o pior já passou - falei enquanto procurava com uma mão acariciar a barriguinha dela e tocar um peito
Recomecei e ela, bem gostosa, se deixou levar, daí a pouco tava bombando com facilidade, o que me animou a aumentar aos poucos o ritmo, me segurando nas cadeiras dela, até produzir aquele barulho único da batida dos ovos contra uma bunda gostosa. Ela não dizia nada, mas dava pra ver que tava concentrada em aguentar como uma rainha as investidas da minha pica. A imagem era sublime, era felina, a carinha de anjo dela, transfigurada pela dor, a bunda linda oferecida e meu pau talhando sem pressa mas sem pausa. No tato, procurei com minhas mãos a buceta dela, tentando relaxá-la. Aos poucos, o semblante dela mudou, a dor dava lugar ao prazer, e agora ela gozava como uma puta da foda que eu tava dando. Devagar, ela deixou escapar uma mistura estranha de gemido e lamento, o que me deixou completamente louco. Já não aguentava mais de tesão e tinha chegado ao limite da minha resistência física, até sentir as panturrilhas travarem, mas nada podia parar a metida. Um pouco depois, cheguei ao clímax, enchendo de porra os intestinos da Vir. Aos poucos, recuperei a compostura e olhei pra ela ainda com o pau enfiado dentro.
Ela tava acabada, toda suada e com cara de puta relaxada, aos poucos tirei o pau do cu dela e notei que meu pau tava doendo e meio amarronzado. Ela desabou, ficando de bunda pra cima na cama, e eu curti aquele cenário digno de um quadro, com o cu aberto dela que aos poucos deixava vazar a porra que tinha dentro.
Depois disso, nós Tomamos banho e pegamos mais uma cerveja. Pedi um táxi pra ela e desci junto, enquanto a gente se despedia ela falou pra gente se ver de novo. Falei que não, mas no fundo sabia que não ia resistir à tentação por muito tempo.
7 comentários - A gostosa no Caribe (volta e final)
PD: yo te sigo y P! no me notifica... ¿cuándo andará bien P!?
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!