Memórias de um Jovem Indecente: Solidário

Trago hoje três relatos curtos, mas reais. O título se deve ao fato de que minha filosofia sexual vê o sexo como uma solidariedade. Desde os mais feios até os mais bonitos têm direito de gozar do sexo. É assim que eu vejo, por isso não tenho nojo de comer uma mina que não me atrai, muitas até me deram surpresas deliciosas no quesito prazer. Nem tudo é físico, podem acreditar. Deixo vocês com as 3 garotas mais curiosas que já comi.

**Racinguista**

Ela era amiga de uma mina com quem eu saía, depois que terminei com a garota, essa moça e eu continuamos nos falando por MSN, Facebook e toda essa merda. Ela sempre me ouvia nas minhas constantes mudanças de humor por causa da minha paixão por escrever e ler. Ela tinha sido muito boa comigo, me ouviu, foi doce, me apoiou quando eu estava mal e me divertiu quando eu estava feliz. Foi uma foda. Decidi recompensá-la quando comecei a notar uma certa atração dela por mim. Convidei ela para um bar em Temperley onde tocavam bandas enquanto a gente bebia algo, ela topou. Tomei uns copos de gim, ela umas cervejas. Logo estávamos os dois completamente desinibidos. Ela não era uma mulher que eu consideraria atraente. Não era gordinha, mas era ossuda, tinha peitos muito pequenos e uma bunda flácida. Além de uma pele cheia de espinhas e era vesga. Mas que merda? Eu me divertia muito com ela, além de que o álcool estava fazendo efeito em mim, e nela também.

Por causa dessa dose de álcool que tomei, não lembro exatamente como, mas estávamos nos lambendo as línguas sem fechar a boca, amassados na lateral do banco que rodeava a mesa. O pessoal do bar começou a achar, sei lá, mórbido, nojento ou algo assim, porque ficavam olhando para a gente como se estivéssemos transando ali mesmo. Saímos do bar um tempo depois, íamos rindo pela rua, um pouco pelo efeito do álcool, um pouco porque tínhamos um humor muito parecido. Chegamos a uma esquina e começamos a nos amassar. Nos beijávamos como se estivéssemos lambendo um picolé. sorvete, de boca aberta. Minha mão foi pro cu dela e ela tirou a língua de mim, pensei que tinha desagradado ela. Mas pelo visto foi o contrário, porque a cara de surpresa dela se abriu num sorriso e ela continuou me beijando. A mão dela acariciava minhas costas devagar e eu já tava começando a ferver de tesão pelo jeito dela beijar, pelo álcool e porque eu já tava quase enfiando a mão na calça dela.

Eu conhecia um hotel que ficava ali mesmo, em Temperley, na rua Avellaneda, a só uns passos daquela esquina onde a gente se apertava. Aqui vem outra parte borrada, porque não lembro nem como caralho a gente chegou no hotel, nem como a gente se despiu. Só lembro dela de sutiã e calcinha, eu por cima dela de cueca beijando o pescoço dela com lambidas e ela acariciando minha cabeça, bagunçando meu cabelo. Minha língua lambia o pescoço frio dela e os gemidos escapavam da boca dela, finalmente deixou a timidez de lado e a mão dela apertou meu pau com força. Gostei daquilo, nunca tinham feito isso comigo, ela baixou minha cueca e começou a me punhetar com força, ninguém tinha tido tanta paixão com meu pau. Dessa vez eu tirei minha cara de surpresa e olhei pra ela, ela corou e riu enquanto continuava me punhetando numa velocidade do caralho. UAU eu exclamei, não era pra menos. Foi tão boa a punheta dela que eu gozei na mão dela e o jato voou até os peitos dela. Beijei ela com força, minha língua encharcava a dela com minha saliva cheia de gim. Os sabores das bebidas explodiam nas nossas bocas. Praticamente arranquei o sutiã dela e os dois peitos caíram, meio murchinhos, mas lindos pra mim. Os bicos cor de chocolate pareciam terrivelmente apetitosos, lambi eles como se fosse um bebê mamando. Chupei eles, banhei eles de saliva com lambidas, chupei de novo, mordi e estiquei o peito dela. Ela começou a gemer e a acariciar minha cabeça e minhas costas. As unhas compridas dela eram gostosas do jeito que ela usava elas no meu torso fervendo.

Baixei a calcinha dela e não sei Ela tinha depilado. Sempre gostei mais de mulher natural, particularmente nesse sentido. Abri os lábios dela com meus dedos e comecei a passar a língua por todos os lados. Minhas lambidas escorregavam sem controle, como se fosse um redemoinho, e até me ajudava com o pescoço pra mover minha cabeça de um lado pro outro, pra que as lambidas ficassem mais descontroladas. Ela começou a gemer cada vez mais alto. Outra parte meio borrada aqui (eu poderia preencher esses espaços com minha imaginação, mas a verdade é que não quero mentir pra vocês), lembro que as pernas dela enrolavam meu pescoço como um garfo e me apertavam com força enquanto ela se molhava toda e gritava. Ela gozou e praticamente se mijou inteira. Deixou uma poça enorme no colchão. Caguei pra isso. Meu pau já tava duro de novo de tanto ouvir os gemidos dela e de beber aquele fluido divino, mistura do mijo dela com o fluxo. Ela colocou a camisinha com a boca (nunca tinham feito isso) e ficou de quatro. Meti meu pau na buceta dela, e ela começou a gemer desde que eu só roçava com a cabeça. Ela se mexia enquanto eu segurava ela pela cintura. A gente tava terrivelmente excitado, bêbado e todo molhado, banhado naquela poça divina de prazer. Ela sabia rebolar muito bem a bunda pra que a buceta dela me masturbasse gostoso. O orgasmo tava chegando, faltava pouco, ela começou a gritar como se eu tivesse estuprando ela. Me deu tanto tesão que não aguentei e gozei. Ela continuava sem ter gozado. Por sorte, a sangue me deu pra continuar me mexendo mesmo depois de gozar, e finalmente consegui: ela gozou de novo, dessa vez foi menor, só escorreu uns fluidos entre as pernas. A gente tava tão cheio de álcool e sem grana que teve que ficar por ali mesmo; quando acabamos, não deu tempo de eu colocar outra camisinha e ela mudar de posição, porque já estavam nos expulsando. Voltamos caminhando até uma remiseria, nos despedimos com um beijo no rosto e combinamos de nos ver em breve. Até hoje não vi ela de novo, mas continuo dando like nas fotos dela. Comentários sobre corrida no Facebook.

Estudiosa.

Ela era a Marina, uma garota estudiosa que eu conhecia por um amigo em comum. A gente conversava muito, e um dia eu tava numa situação meio crítica. Tinha que passar de qualquer jeito na prova de matemática. Eu pra exatas sou um verdadeiro zero, pedi ajuda pra ela. Fui na casa dela, um pouco pra fugir dos meus pais loucos e um pouco pra estudar. A mãe dela tinha ido pra casa de uma das putas das amigas fofocar, o pai dela trabalhava até tarde e o irmão tava na balada. Era umas 12 da noite, eu tinha aprendido os exercícios, a gente tinha comido uma pizza e tava vendo algum filme na TV. Ela não era uma gostosa, tinha um corpo bonito, mas a cara dela era uma combinação ruim. Nariz grande e adunco, dentes tortos que saíam pra fora da boca e espinhas pra todo lado. Não me dava tesão, só tava de boa. Ela chegou perto e me deu um beijo na boca. Eu não sou um filho da puta e entrei na onda. Minha mão acariciava as costas dela, a outra mão tava nas pernas finas e macias que apareciam de um short bem curto. Minha língua entrou na boca dela e eu senti o fio dos dentes, fiquei gelado. Mas mesmo assim continuei enfiando minha língua devagar na boca dela, até encontrar a dela. Custou pra achar a língua dela, mas pelo menos o hálito era agradável, ela se mexia tímida.

Passei da boca dela pro pescoço e devagar deitei ela, foi difícil, parecia que eu tava fazendo força pra abaixar o capô de um carro. Ela deitou, mas ficou indignada quando uma das minhas mãos acariciou um dos peitos dela. Aquilo me deu tesão... foi tipo um "não quer que eu te coma, vou te foder", me deu essa pira, além de que, claro, essa mina era virgem. Comecei por outro lado, acariciava a barriga dela devagar, enquanto a boca dela se esforçava pra me beijar. As carícias foram subindo cada vez mais até que finalmente tirei a camiseta dela e ela cobriu com os braços. Acariciei o rosto dela e sorri "tá tudo bem, fica tranquila, gostosa". Parece que isso a relaxou, porque ela abaixou os braços e deixou eu beijar aqueles peitos tão puros que ela tinha, que, aliás, eram lindos. Tirei o sutiã depois de beijar por cima aqueles peitos brancos e imaculados; quando tirei, apareceram enormes. Era como se o sutiã os diminuísse. Comecei a lamber os mamilos rosados, ela não sabia nem o que fazer, coitada. Mas, de certa forma, eu gostava, era como um demônio corrompendo um anjo. Meu pau começou a endurecer quando ela se animou a me tocar. Ela fazia isso bem demais pra ser virgem, talvez sentisse alguma paixão por isso. Enfim, chegou a hora de abaixar as calças dela, e ela não deixava, mas finalmente consegui. Ela abriu as pernas como se fosse uma bailarina enquanto eu tirava meu pau pela braguilha e esfregava contra a pussy dela, tão pequena e delicada. Tirei a calcinha dela e dei umas chupadas. Amo chupar bucetas e booties, me dá tesão. Essa pussy eu adorei chupar, era a primeira língua que sentia! Me deu mais tesão ainda. Ela estava muito nervosa, só soltava uns "uf" de vez em quando e ficava toda tensa deitada no sofá. Não sei como consegui, mas depois de um tempo ela relaxou e começou a se deixar levar; ela esfregava a pussy dela contra meu pau com a cara toda de prazer. Era uma sensação gostosa. Apoiei só a ponta na pussy dela e vi que dava pra penetrar sem problema. Ela me parou com a mão na minha barriga: "Vai doer?" Eu disse que não sabia, é que ela estava muito molhada e contraída pra doer. Embora a pussy dela fosse pequena porque nunca tinha sido penetrada, estava ideal. Empurrei devagar e ela respirou fundo, bem fundo. Quando entrou toda, eu falei "já foi" e ela disse "não doeu tanto quanto pensei". Comecei a me mover bem devagar e devo admitir que me dava muito prazer aquela pussy tão apertadinha, e todo o fluxo que ela segregava lubrificava meu caminho, a tal ponto O que me excitava ainda mais era o roçar das paredes da buceta na cabeça do meu pau.

Meu pau se sentia estranho, simplesmente estranho, mas gostoso, e comecei a me mover mais rápido. Ela continuava meio nervosa e soltava uns "uff", e eu comecei a me mover mais rápido, muito mais rápido. "Nossa, que gostoso isso", ela disse ou algo do tipo, não ouvi direito, porque eu tentava imaginar os gemidos dela em vez daqueles "uff" tão nervosos, mas as paredes da buceta dela me agradavam, me agradavam pra caralho. Comecei a sentir aquele ardor infernal se aproximando da cabecinha do meu pau, e me movi ainda mais rápido. Ela não gozou, mas eu sim. A puta, mãe! Estava muito tensa. Quando tirei, falei pra ela relaxar. Ela tentou, e eu a masturbei. Coloquei minha mão na buceta dela e fiquei movendo minha mão como se tivesse Parkinson. A buceta dela começou a se abrir de novo, e a jorrar mais do que da outra vez. Decidi enfiar um dedo. Ela tinha o ponto G num lugar nada convencional, bem no fundo e à direita. Tive que enfiar quase o dedo inteiro pra chegar lá. Ela começou a trocar os "uff" por "aaaah", e a coisa melhorou. Bastou raspar o ponto G dela por uns minutos pra o corpo dela tremer todo e, de repente, paralisar. Ela tinha tido o primeiro orgasmo dela. Decidi que tudo terminaria depois que ela gozou, porque eu precisava descansar. Tinha estudado 4 horas e comido alguém de quem não gostava. Me senti exausto de tanto me esforçar. A gente se higienizou, se vestiu e tomou uma coca enquanto terminava de ver o filme. Depois fui pra minha casa. Passei na prova e nunca mais comi ela. Mas admito que a buceta dela foi uma delícia pro meu pau, na real me deu muito prazer. Não esqueçam que ela era virgem e nem tinha tido um namorado. Já fez demais pra ser tão tímida. Um dia, se ela der em cima de novo, vou fazer com mais confiança.

Gordinha:

Natalia era uma garota obesa, com muitos problemas na vida, passando Além do fato de que as proporções dela eram terríveis, tinha também que os pais dela desprezavam ela, e isso me toca fundo pra caralho porque eu sofro dessa tortura parental também, que é seus pais falarem coisas tipo "ninguém te quer", "você vai morrer de fome", "você é um inútil, não sei pra que te tive" e por aí vai. Então, pra animar ela, convidei ela pra dançar numa balada que eu conhecia, com um clima muito bom.

Já na balada, percebi que ela tava meio perdida. Fiz uma das maldades que sempre faço com ela e dei um tapa nela. Ela riu um pouco, aí dei outro mais leve (com mais intenção de pegar na bunda dela) porque ela tinha uma bunda gostosa! E ela gostou, porque beliscou minha bunda como se tivesse espremendo um limão. "Que bruta", falei. Ela sorriu e meio que levantou minha bunda com as duas mãos. Aproveitei a lei do olho por olho e enfiei as mãos na bunda dela, a ponto do short dela sumir. Encostei ela numa parede e começamos a nos beijar. Minha língua passeava pelo rosto todo dela, e a língua dela me lambia. Não foi um beijo, foram lambidas, na real. Começamos a nos beijar com mais intensidade, mas percebemos que estávamos na balada, então demos uma segurada e fomos dançar umas músicas.

Num momento, falei que ia no banheiro e ela disse "vou com você". As mulheres NÃO podiam entrar no banheiro masculino, várias vezes vi os seguranças tirando elas de lá. Entrei no banheiro e fui mijar de boa, não sei como caralhos ela deu um jeito de entrar sem ser vista. Porque sério, a segurança é braba. Sinto alguém tocar meu ombro enquanto lavo as mãos — ELA TINHA ENTRADO! Falei, bem na moral: "vamos pra fora, os seguranças são uns cuzões". Imaginem que sempre via os seguranças arrastando os casais que tentavam transar no banheiro da balada.

Mas enfim, ela me chamou de "covarde", "cagão", "murchou", "otário". Cansei e peguei ela pela mão. enquanto discutíamos no banheiro da balada. Meti ela dentro de um dos dois cubículos onde ficam os vasos, mandei ela subir em cima do vaso pra não perceberem que tinha mais alguém. Enfiei a língua na boca dela o mais fundo que pude e ela acariciou minha língua com a dela. Em pé em cima do vaso, na ponta dos pés e apoiada na parede, ela abriu as pernas. Não tava excitado, tava bem apagado naquele dia. Mas ela precisava de ânimo e eu não era quem pra baixar ainda mais. Ela colocou uma mão no meu pau e eu coloquei as duas mãos nos peitos dela e comecei a fazer força. Fazer força pra bombear sangue pro meu pau que tava em estado de coma. Finalmente funcionou e ele ficou duro. Meu pau duro na mão dela pulsava no ritmo das punhetas dela. Passei a mão na buceta dela por cima da calcinha, enfiando meus dedos entre as dobras do vestido. Com o dedo anelar, acariciei o buraquinho até que penetrei ela de leve pela calcinha com o mesmo dedo. Ela tava ficando cada vez mais molhada. Puxei a calcinha dela pro lado e ela só soltou um gemido quando enfiei ele dentro. A gente tentava não fazer muito barulho porque os seguranças são muito chatos e mal-humorados. Mas pelo visto ela curtia essa adrenalina de ser pega. Comecei a me mexer devagar e ela gemia com a boca colada no meu ouvido enquanto nossos corpos se abraçavam. Ela começou a gritar baixinho e de repente me falou "mais rápido". Ok, fiz mais rápido, ela falou de novo "mais rápido". Me senti um consolo humano, meti o mais rápido que minha cintura aguentava e ela começou a balançar a cabeça como quem diz NÃO, mas mais rápido. Os gemidos dela estavam muito altos, tentei calar ela de um jeito carinhoso, enfiei minha língua na boca dela e ela parou de gemer e gritar. Meu pau na buceta dela sentia cada vez mais os sucos constantes, mas minha gozada tava vindo e pelo visto ela também ia gozar. Ela começou a mexer o quadril e os gritos não saíam, mas se calavam na minha boca. Ela queria gritar a todo custo. Gozei e ela se esguichou toda. Toda, imaginem só que o vestido branco dela ficou com uma auréola de líquido embaixo da bunda. A gente se ajeitou voando e saiu correndo pra pista de dança. Dois caras piscaram o olho pra ela, eu fiz o gesto de "essa é pra você".

COMENTEM!!!!!!!!!!!!

2 comentários - Memórias de um Jovem Indecente: Solidário

DoGKa
Chabón, te aprecio. Realmente me agrada que haya gente que, aunque no le guste la otra persona, pueda tener relaciones.

Realmente sos un groso. Seguro sos una joya para esas minas jajaja.


Suerte loco, espero más relatos.