Memórias de um Jovem Indecente: Baudelariana

Que porra eu tô fazendo escrevendo nessa hora? Acabei de me divertir pra caralho, mas vou contar o que fiz hoje, outro dia. A parada é que nesse estado exato eu lembro da Maria, uma mina com nome de virgem e atitude de puta. Mas não tô falando isso pra criticar, eu adorava que ela fosse minha putinha, e eu ser o consolo humano dela. Com ela tive o melhor relacionamento da minha vida. Minha vida sempre se dividiu em poucas coisas: foder, ler, escrever, fumar, ouvir rock e ficar doidão. E com ela, exatamente, eu podia fazer tudo isso. A gente fazia um monte de coisa junto, tomava litros e litros de uísque, fumava 20 cigarros como se fosse nada em duas ou três horas, lia, escrevia, ouvia The Doors e transava pra caralho. Mas num nível que me impedia de pensar em outra mina pra passar o tempo, foi uma das companhias que mais curti, não precisava de mais ninguém além dela. Nosso relacionamento terminou bem, pelos mesmos motivos que todo relacionamento termina, tédio. Mas a gente era pessoa que realmente sabe se entender e parece que num futuro não tão distante a gente vai se juntar de novo pra escrever, fumar, ler, encher a cara, fazer loucura, muita loucura, tipo aquela vez que a gente quebrou uma televisão na porrada (tava na rua). Uma noite de verão quente, mas com clima perfeito, a umidade perfeita, vento suave, e tudo mais, a gente tava no telhado da casa dela, no terraço. Fumando uns baseados, lendo Baudelaire um pro outro, e olhando as estrelas, viajando na maionese. Começamos com uns beijos depois que eu recitei algum poema do livro pra ela. Mas com ela a gente era mais de lábios, nossos lábios se mordiam, se abriam, se fechavam, de vez em quando um mordia o lábio do outro, ou apertava alguma parte do corpo. Ela tinha as unhas cravadas nos meus braços, e eu tava mordendo o lábio dela. A mão dela deslizou por um dos buracos que minha calça tinha no joelho, devagar acariciou minha perna e chegou até meu pau. Ela acariciou ele delicadamente, parecia tudo tão... Romântico. Eu acariciava a púbis dela, mas meus dedos desviavam da buceta dela, acontece que ela adorava aquilo, a abstinência. Subia e descia minha mão da barriga dela até a púbis, e meus dedos continuavam desviando do anel dela. De vez em quando eu roçava os lábios dela, mas não, continuava subindo. Acariciei a barriga dela enquanto a mão dela continuava no meu pau já duro, acariciando por fora, dentro da minha cueca. Ela tirou a mão do meu pau num momento e eu tirei a mão da calcinha dela. Que porra aconteceu? Pensei, tava gostando. Ela pegou uma cadeira das que tinha pra sentar e usou pra travar a porta, pra ninguém entrar de surpresa. Não é que a gente não goste de adrenalina, a gente já tinha feito até numa rua deserta de madrugada. O problema era que o pai dela tava em casa, se ele visse a gente, ia cortar meu pau e jogar pro cachorro. Não teve jeito, tivemos que travar a porta. Ela chegou perto de mim e falou: "Espero que você não tenha esfriado, porque eu tô pegando fogo". Continuei com minha mania de não tocar nos lábios dela, e acariciar tudo ao redor, até cheguei a enfiar a mão e acariciar o espaço entre a buceta e o cu dela, sem tocar em nenhum buraco. A ansiedade tava matando ela, mas eu não ia entregar o doce ainda. Esquentei mais, comecei a acariciar os peitos dela por dentro (não do lado da axila) e meus dedos desviavam da área dos mamilos dela. Era tudo terrivelmente delicado, estranho vindo da gente, mas fazer o quê, a variedade é o que faz valer a pena foder. Ela enfiou a mão na minha cueca e acariciava meu pau devagar, tão devagar que era praticamente mórbido. Eu sentia algo dentro de mim gritando "mais rápido pelo amor de deus", mas continuava devagar, a gente tava jogando o mesmo jogo. Eu tinha ficado tão excitado que meu pau parecia um pedaço de concreto e caíam gotas de porra constantemente. Tava começando a doer minhas bolas, pra vocês terem uma ideia. Ela pegou a mão que eu tinha dentro da calcinha dela e tentou empurrar pra dentro, coisa que não consigo, eu disse "devagar". Ela sorriu e passou a língua da minha testa até meus lábios, segurou minha boca com uma das mãos para que meus lábios ficassem fazendo biquinho e os lambeu, lambeu muito com a língua dura.
Já fazia vários minutos que estávamos brincando de não nos dar o doce, era tão excitante que ela se molhou toda, praticamente fez uma auréola de sucos na calça dela. E eu não ficava atrás, meu pau gotejava tanto e ao mesmo tempo sentia que pulsava violentamente, como se implorasse para que a velocidade aumentasse. Desabotoei o botão do short dela e puxei para baixo. Podia ver aquele líquido precioso escorrendo entre as pernas dela. Sentei ela na borda da varanda e comecei a passar minha língua sobre a calcinha fio dental. A mão dela tinha saído do meu pau para puxar meus cabelos, enquanto eu esfregava minha língua na buceta dela ainda coberta. Ela tirou as sandálias que estava usando e os pés dela passeavam sobre minha calça em círculos. Eu gostava. Meus dedos acariciavam as dobras que se transparentavam na calcinha molhada dela. Abaixei minha calça e a cueca porque honestamente estava fervendo. Nunca tinha sentido algo assim. O instinto era tão forte que me dobrava sobre mim mesmo, contendo minha vontade de fazer a punheta mais selvagem da minha vida. Os pés dela pousaram no meu pau (algo novo para mim) e começaram a acariciá-lo devagar, como as mãos dela ao me masturbar. Minhas mãos estavam sobre os peitos dela, ela ainda estava com a camiseta e o sutiã para baixo. Ela puxou o decote de uma vez, e os dois peitos dela apareceram por cima. Eu desenhava círculos com os dedos ao redor dos mamilos. Via que a calcinha dela ficava cada vez mais transparente, escorria como nunca tinha visto. Afastei os pés dela e aproximei meu pau da buceta dela, esfreguei meu pau na calcinha toda molhada, fiquei terrivelmente excitado e saíram mais algumas gotas. Ela continuava escorrendo e gemendo. Gemia com uma vontade alucinante, dava bocadas de ar. ar para tirá-las num só gemido, o peito dela inflava, a barriga tremia sem parar, o clitóris que eu sentia por baixo do pano se mexia, soltava sucos, se mexia mais. Finalmente puxei a calcinha dela pra baixo. Nós dois estávamos segurando uma fera. No fim, não aguentamos mais. Meti rápido e meu pau deslizou até o fundo, ela gritou sem se importar se o pai dela ouvia e me berrou "Me come, sua puta que te pariu!" (era assim que a gente se falava carinhosamente), olhei nos olhos dela com meu pau dentro e falei "devagar", mal me mexendo. Ela gritou de novo "Me come, sua puta que te pariu, me come!" Eu falei "devagar", nem eu acreditei. Mal me mexia e de repente comecei a me mover como se a gente fosse gozar junto. Me mexi rápido e violentamente em cima dela, meu pau deslizava e tudo ficava muito mais rápido. A gente se mexia muito rápido, ela gritava, nunca tinha feito aquilo. Gritava como uma desesperada e berrava mais alto "Assim rápido, por favor, mais rápido, assim, assim!" com a voz rasgada de puta que se destacava por cima dos gemidos fortes dela, até a boca dela escorria saliva. Me mexi o mais rápido que pude, meu pau continuava deslizando muito rápido dentro da buceta super lubrificada dela, e ela se mexia com minhas estocadas, empurrava rápido e com muita força, cada estocada ia até o fundo, sentia que ia deslocar o quadril. Ela rebolava a buceta como se tivesse um ataque epilético e o rosto todo vermelho, apertava os dentes e respirava com força e ofegante entre eles. Mordia os lábios com força enquanto a buceta dela escorria e escorria, e eu continuava me mexendo. Imagino que derramar tanto sêmen com as punhetas lentas dela me fazia demorar como se fosse a quarta vez que eu tava metendo. Os dentes dela apertavam contra os lábios, já tava há mais de meia hora empurrando ela e sentindo que ia deslocar o quadril, ela escorria tanto que minhas bolas e minha pélvis estavam tão molhados quanto ela. Finalmente gozei, depois de tirar ela. O sêmen continuava saindo da minha pica, que continuava duríssima. Ela fez a mesma coisa que tinha feito antes, continuou me masturbando com os pés, era genial. Minha pica pulsava entre os pés dela, a gente ria, era cômico, mas ao mesmo tempo eu sentia um prazer do caralho. Afastei os pés dela de novo, levantei uma perna dela no meu ombro, e ela ficou totalmente aberta, penetrei ela de novo. Não aguentei mais e mal tinha enfiado na buceta, tirei e enfiei no cu dela. O cu dela estava todo lubrificado pelos fluidos que escorreram, aliás, estava bem dilatado, como se tivesse sido lambido e massageado por meia hora. Os olhos dela se arregalaram e brilharam na minha frente, sabia pelo olhar que ela adorou o que fiz. A boca dela se abriu naquele gesto de surpresa e aproveitei pra meter minha língua na boca dela. Enquanto nossas línguas ficavam paralelas e se lambiam com cuidado, minha pica dilatava ainda mais no cu dela. Ouvimos uma buzina, um cara com um renault 12 branco estava nos olhando da calçada do outro lado e nos cumprimentou, a gente cumprimentou ele de volta, morremos de rir enquanto minha pica continuava dilatando e se contraindo no cu dela. Devo ter excitado ela pra caralho porque na mesma hora ela se virou, ficou na pose como se fosse levar uma revista e o cu dela estava terrivelmente dilatado, escorria fluidos vaginais por todo o cu, as nádegas e as pernas dela. Não resisti e comecei a lamber ela toda, chupava o buraco do cu enfiando a língua entre as nádegas dela. O ânus dela dilatava em pulsos, igualzinho a buceta. Minha língua se movia dura em círculos dentro dela, e ela balançava a bunda de um lado pro outro enquanto com as mãos empurrava minha cabeça pra dentro das nádegas. Ela gritou de novo "que gostoso", minha pica não aguentava mais, decidi penetrar ela de novo. Ela respirou fundo de novo enquanto eu metia bruscamente, já me sentia um animal. Metia forte e rápido, tão forte e tão rápido que quando gozei dentro dela, e depois que ficamos presos um no outro como dois cachorros que tinham acabado de dar uma trepada, quando tirei minha pica notei uma espécie de bolha estourada, ou um arranhão, sei lá. Tava ardendo e eu tinha me machucado de tão bruto que fui. Ela me deu um beijo pra sarar. O cara do renault 12 continuava olhando pra gente, acenamos pra ele pela última vez e ele piscou os faróis. Destravamos a porta e fomos pro quarto dela ouvir bowie, do jeito que estávamos, sujos. Mais tarde veio um banho individual (repito, amo demais minha pica pra deixar um velho superprotetor cortar ela fora). Parece que os gritos dela não foram ouvidos lá dentro, descobrimos mais tarde que os pais dela estavam fazendo a mesma coisa que a gente.

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4 comentários - Memórias de um Jovem Indecente: Baudelariana

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Gracias! Si, posta. A veces es necesario.