Já saíamos há um tempo como amigos com ele, a gente se divertia pra caralho e compartilhava o melhor, íamos dançar, comer e de vez em quando em algum jogo de esporte ou show, isso era o social, claro, porque depois, na intimidade, também compartilhávamos tudo na cama, eu, meu marido e ele.
Sendo um casal que já teve muitas experiências, tanto eu com outras mulheres e homens quanto ele, era algo gostoso demais ter alguém que fosse quase igual à gente, que tivesse aquela disposição e energia sexual de um fim de semana inteiro.
Uma noite, já no apartamento, surgiu a conversa de convidar uma quarta pessoa com a gente, ou seja, uma mulher. Nosso amigo topou na hora, achou uma delícia. Meu marido não curtiu muito a ideia porque isso ia obrigar ele a ter que se virar sexualmente em dobro, mas nosso amigo adorou a ideia.
Entre drinks e brincadeiras, a gente falava meio por cima de como seria esse encontro, se rolasse, como seria essa mulher, que tipo de corpo ela teria, como a gente ia convidar ela pra vir com a gente e até o que faria nesse encontro.
O assunto tava uma delícia e o clima esquentou pra caramba. Eu acabei soltando que, da minha parte, não ia perder a chance de penetrar ela com meu strap-on ou prótese que eu tinha. Nosso amigo me olhou meio surpreso, porque ele não fazia ideia do que eu tava falando, ou melhor, não imaginava que eu também curtia essas coisas.
Ele deu risada e, brincando, falou que adoraria me ver com tudo aquilo pendurado na frente, que queria ver. Aí eu respondi que, pra ser sincera, não era por me gabar, mas ficava muito bom em mim, ainda mais quando eu colocava minha lingerie.
Ele parou um segundo, me olhou mais sério e perguntou: "E você sabe usar, pelo menos?" Eu respondi: "Claro que sei usar, e muito bem." Ele perguntou: "Faz quanto tempo que você não usa?" Respondi: "Faz uma semana! Uso com ele", apontando pro meu marido. Meu marido baixou o olhar, e eu falei: "Tá com vergonha?" Ele ficou em silêncio e não disse nada. Eu falei: "Não se faz de que não gosta!" Nosso amigo perguntou: "Ué, cê gosta de levar por trás?" Meu marido respondeu na real: "Sim, mas só se for minha esposa, não sinto atração por homens", e com um tom firme completou: "Não sou viado!"
"Calma, ninguém falou isso aqui", respondemos eu e meu amigo. Fui pegar mais uns drinks na cozinha e deixei os dois conversando sozinhos. Quando voltei com mais bebidas, tava de lingerie e, por baixo dela, pendia um pênis de látex de 6 polegadas com textura quase real.
Eles me olharam chocados. Entreguei os drinks e meu amigo disse: "Cê tá fenomenal." Perguntei: "Gostou?" Ele respondeu: "Sim." "Então que bom, porque acho que vai gostar mais ainda disso." Me aproximei do meu marido, que tava no sofá, peguei ele pela nuca com uma mão e com a outra levei a prótese até a boca dele e mandei: "Chupa."
Ele ficou parado por um segundo e perguntou: "Cê quer?" Respondi: "Não ouviu, não?" E caímos na risada todos. Aí meu marido começou a me fazer um oral, engolindo o pênis de látex inteiro. Meus olhos estavam fixos no nosso convidado, e os dele, em mim, enquanto a mão dele puxou a rola e começou a brincar com ela.
Minha buceta tava cada vez mais molhada de ver ele se tocando, e eu morrendo de vontade de ter aquilo dentro de mim. Entre nós, a rola dele era bem maior e mais grossa que a do meu marido.
Meu marido sentado no sofá, eu de pé. Ele puxava meus quadris pra perto, e eu rebolava ao mesmo tempo, ajudando ele a enfiar toda aquela rola na boca, sem tirar os olhos do meu amigo. Na hora que eu tava quase gozando, vi ele brincando com a própria rola e, com uma das mãos, fechou ela como um punho e enfiou um dos dedos dentro. Ele me olhou, balançou a cabeça e fez sinal de que queria que eu fodesse meu marido.
Eu, com a cabeça cheia de tesão, obedeci. Primeiro levantei meu marido e, quando ia fazer um oral nele, percebi que ele tinha gozado dentro da cueca. O pênis dele, cheio de porra e mole, não ia me servir de nada. Pensa, olha pro nosso amigo e ele me fez o mesmo sinal de novo com as mãos e a cabeça. Parei de me fazer de sonsa e naquela hora o tesão me consumiu por completo.
Levantei e falei pra eles: "venham pro quarto, tenho uma coisa pra vocês dois". Os dois me seguiram rápido, nunca tinha visto eles tão ligeiros.
Meu marido já não estava mais de calças e nosso convidado ainda estava com as dele. Entramos no quarto e eu disse pro meu marido: "sobe na cama e fica de quatro que hoje à noite vou te dar prazer na frente do nosso convidado."
Meu marido obedeceu minha ordem. Ao mesmo tempo, fui até nosso convidado, que já estava de pau duro, dei uma lambida naquela delícia dele e sussurrei umas instruções no ouvido dele sem meu marido ouvir. Assim que terminei de dar as instruções pro convidado, ele balançou a cabeça confirmando que sim.
Deixei ele e fui pegar lubrificante, passei no pau de borracha. Minha buceta pulsava e dava uns tremores de tão quente que eu tava, meus peitos mais duros do que nunca. Meu marido na cama de costas e eu atrás dele. Me ajoelhei atrás dele e comecei a chupar o cu dele e brincar com o pau dele por trás.
Minha mão massageava os ovos dele, mas o pau dele ainda não respondia como eu queria. Passei lubrificante nas primeiras polegadas do pau de borracha e comecei a enfiar devagar, enquanto ele resistia um pouco por causa da dor, segundo ele.
Continuei assim, enfiando e tirando, passei mais lubrificante e enfiei de novo, mais e mais fundo, até ele parar de reclamar tanto. Comecei a meter, mas só enfiava quase metade, e aí notei a desesperação dele. O tesão consumia o cu dele ao mesmo tempo que minha mente me consumia.
Olhei pro nosso amigo, o pau dele tava super duro, além de ser grande e grosso, acho que até aumentou de volume, pelo menos parecia da onde eu tava.
Enquanto eu metia no meu marido, nosso amigo se levantou atrás de mim e começou a Penetrar devagar primeiro, o ritmo de trenzinho foi meio confuso no começo, mas aos poucos fomos nos adaptando. Meu marido ficou mais excitado ao saber o que tava rolando, ele não conseguia ver, mas sentia cada estocada que o amigo me dava, porque eu ao mesmo tempo dava pra ele. Devia ter sido uma delícia, porque meu marido se jogava pra trás depois de cada estocada que a gente levava.
Depois de ter curtido aquele pau tão gostoso dentro de mim, tirei o pau do cu do meu marido, falei: "Deixa eu passar mais lubrificante", e ele respondeu: "Põe mais, põe mais..." Peguei o lubrificante.
Na hora que tirei, mandei nosso convidado tomar meu lugar atrás do meu marido. Confesso que um medo me invadiu naquele momento de que meu marido fosse reagir mal, mas o tesão falou mais alto. Joguei mais lubrificante no olho do cu do meu marido e o resto no nosso convidado.
Com minhas mãos apoiadas nas cadeiras do meu marido segurando ele, o cara começou a enfiar o pau devagarzinho. Meu marido, com a cabeça no travesseiro, só se jogava pra trás.
E enquanto eu tinha minhas mãos nas nádegas dele e meu amigo o penetrava, quebrei o silêncio perguntando: "Tá gostando?"
"SIM, adoro, meu amor."
"Você é tão gostosa, mulher..."
"Me dá assim... continua..."
"Enfia tudo", ele disse. Naquele momento, nosso amigo enfiou tudo, e meu marido só conseguiu se contorcer um pouco e soltar gemidos de "hmmmmmmmm!"
Era óbvio que ele tava curtindo ainda mais. Começou a pedir mais, e a velocidade aumentou. Soltei minhas mãos uma de cada vez e deixei nosso amigo assumir o controle com as mãos nas cadeiras do meu marido.
Ele, sem dúvida, mostrou habilidade na arte e abriu as nádegas dele, enquanto meu marido só sussurrou um "siiiiii", quase sem fôlego, se deixando cair de novo no travesseiro e entregando o cu pro ar.
Eu tava de pé olhando aquela cena tão erótica, minhas mãos iam a mil entre meu clitóris e, abrindo minhas pernas, enfiei uns dedos na minha buceta, que já era um mar de sucos naquele momento. Sabia que tudo terminaria rápido pela velocidade que as coisas estavam indo, a putaria aumentava tanto, meu marido se mexia mais, assim como nosso amigo. E com um pouco de tremor, quebrei o silêncio de novo, dizendo pra ele:
"Você gosta?" "Sim, adoro, não para..." Eu disse: "Quero gozar com você!" "Sim, love", ele respondeu.
Naquele momento em que eu estava sendo fodido pelo cu, sem piedade, por aquele cara, andei até o lado da cama e olhei pra ele. Ele só me olhou de cima a baixo em êxtase, talvez na mente dele tenha se confundido por uns segundos. Nisso, ele fechou os olhos e voltou a si.
Só me olhou nos olhos e disse: "Nãooooh, nãooooh". Nos olhos e no rosto dele, eu podia ler vergonha, mas no corpo dele, podia ler prazer. Apesar do que ele dizia, o corpo dele fazia o contrário, buscava a rola do cara.
O pau dele, que tinha estado mole, agora que ele tinha percebido que não era eu que estava fodendo ele, tinha se transformado numa rola de aço, dura e escorrendo. Eu, ao ver aquilo balançando, disse: "Quero gozar com você". Aí ele falou: "Sim, love, sim, vamos gozar".
Eles pararam por um segundo, e eu me deitei debaixo do meu marido, fazendo um lindo 69, com o pau dele na minha boca, minha mão acariciando o cu do convidado e a rola do convidado no cu do meu marido, e meu marido chupando minha buceta. O que mais eu podia pedir nesse mundo?
Se o mundo acabasse ali, não teria me importado. A trepada acelerou, e eu antecipei a chegada do clímax do meu marido. Podia sentir o pau dele pulsando na minha boca, ao mesmo tempo que ele me chupava. Tudo ia igual quando, entre gemidos, ouvi a voz do meu marido gritar: "Vou gozar!"
Essa foi a voz que todos esperávamos. Naquele momento, enfiei meu dedo no cu do grande macho que estava fodendo meu marido. Ele começou a despejar o leite dele dentro do meu marido, e meu marido, ao sentir o gozo quente dele, devorou meu clitóris, me levando a um estado de loucura em que eu tirei até a última gota de gozo do pau dele.
Foi a melhor foda da nossa vida. Acabamos quase mortos de cansaço, mas mais vivos do que nunca. que nada, continuamos com nossos encontros e nos divertimos pra caralho.
Muito obrigado por ler meu relato e espero que tenham gostado, galera.
Sendo um casal que já teve muitas experiências, tanto eu com outras mulheres e homens quanto ele, era algo gostoso demais ter alguém que fosse quase igual à gente, que tivesse aquela disposição e energia sexual de um fim de semana inteiro.
Uma noite, já no apartamento, surgiu a conversa de convidar uma quarta pessoa com a gente, ou seja, uma mulher. Nosso amigo topou na hora, achou uma delícia. Meu marido não curtiu muito a ideia porque isso ia obrigar ele a ter que se virar sexualmente em dobro, mas nosso amigo adorou a ideia.
Entre drinks e brincadeiras, a gente falava meio por cima de como seria esse encontro, se rolasse, como seria essa mulher, que tipo de corpo ela teria, como a gente ia convidar ela pra vir com a gente e até o que faria nesse encontro.
O assunto tava uma delícia e o clima esquentou pra caramba. Eu acabei soltando que, da minha parte, não ia perder a chance de penetrar ela com meu strap-on ou prótese que eu tinha. Nosso amigo me olhou meio surpreso, porque ele não fazia ideia do que eu tava falando, ou melhor, não imaginava que eu também curtia essas coisas.
Ele deu risada e, brincando, falou que adoraria me ver com tudo aquilo pendurado na frente, que queria ver. Aí eu respondi que, pra ser sincera, não era por me gabar, mas ficava muito bom em mim, ainda mais quando eu colocava minha lingerie.
Ele parou um segundo, me olhou mais sério e perguntou: "E você sabe usar, pelo menos?" Eu respondi: "Claro que sei usar, e muito bem." Ele perguntou: "Faz quanto tempo que você não usa?" Respondi: "Faz uma semana! Uso com ele", apontando pro meu marido. Meu marido baixou o olhar, e eu falei: "Tá com vergonha?" Ele ficou em silêncio e não disse nada. Eu falei: "Não se faz de que não gosta!" Nosso amigo perguntou: "Ué, cê gosta de levar por trás?" Meu marido respondeu na real: "Sim, mas só se for minha esposa, não sinto atração por homens", e com um tom firme completou: "Não sou viado!"
"Calma, ninguém falou isso aqui", respondemos eu e meu amigo. Fui pegar mais uns drinks na cozinha e deixei os dois conversando sozinhos. Quando voltei com mais bebidas, tava de lingerie e, por baixo dela, pendia um pênis de látex de 6 polegadas com textura quase real.
Eles me olharam chocados. Entreguei os drinks e meu amigo disse: "Cê tá fenomenal." Perguntei: "Gostou?" Ele respondeu: "Sim." "Então que bom, porque acho que vai gostar mais ainda disso." Me aproximei do meu marido, que tava no sofá, peguei ele pela nuca com uma mão e com a outra levei a prótese até a boca dele e mandei: "Chupa."
Ele ficou parado por um segundo e perguntou: "Cê quer?" Respondi: "Não ouviu, não?" E caímos na risada todos. Aí meu marido começou a me fazer um oral, engolindo o pênis de látex inteiro. Meus olhos estavam fixos no nosso convidado, e os dele, em mim, enquanto a mão dele puxou a rola e começou a brincar com ela.
Minha buceta tava cada vez mais molhada de ver ele se tocando, e eu morrendo de vontade de ter aquilo dentro de mim. Entre nós, a rola dele era bem maior e mais grossa que a do meu marido.
Meu marido sentado no sofá, eu de pé. Ele puxava meus quadris pra perto, e eu rebolava ao mesmo tempo, ajudando ele a enfiar toda aquela rola na boca, sem tirar os olhos do meu amigo. Na hora que eu tava quase gozando, vi ele brincando com a própria rola e, com uma das mãos, fechou ela como um punho e enfiou um dos dedos dentro. Ele me olhou, balançou a cabeça e fez sinal de que queria que eu fodesse meu marido.
Eu, com a cabeça cheia de tesão, obedeci. Primeiro levantei meu marido e, quando ia fazer um oral nele, percebi que ele tinha gozado dentro da cueca. O pênis dele, cheio de porra e mole, não ia me servir de nada. Pensa, olha pro nosso amigo e ele me fez o mesmo sinal de novo com as mãos e a cabeça. Parei de me fazer de sonsa e naquela hora o tesão me consumiu por completo.
Levantei e falei pra eles: "venham pro quarto, tenho uma coisa pra vocês dois". Os dois me seguiram rápido, nunca tinha visto eles tão ligeiros.
Meu marido já não estava mais de calças e nosso convidado ainda estava com as dele. Entramos no quarto e eu disse pro meu marido: "sobe na cama e fica de quatro que hoje à noite vou te dar prazer na frente do nosso convidado."
Meu marido obedeceu minha ordem. Ao mesmo tempo, fui até nosso convidado, que já estava de pau duro, dei uma lambida naquela delícia dele e sussurrei umas instruções no ouvido dele sem meu marido ouvir. Assim que terminei de dar as instruções pro convidado, ele balançou a cabeça confirmando que sim.
Deixei ele e fui pegar lubrificante, passei no pau de borracha. Minha buceta pulsava e dava uns tremores de tão quente que eu tava, meus peitos mais duros do que nunca. Meu marido na cama de costas e eu atrás dele. Me ajoelhei atrás dele e comecei a chupar o cu dele e brincar com o pau dele por trás.
Minha mão massageava os ovos dele, mas o pau dele ainda não respondia como eu queria. Passei lubrificante nas primeiras polegadas do pau de borracha e comecei a enfiar devagar, enquanto ele resistia um pouco por causa da dor, segundo ele.
Continuei assim, enfiando e tirando, passei mais lubrificante e enfiei de novo, mais e mais fundo, até ele parar de reclamar tanto. Comecei a meter, mas só enfiava quase metade, e aí notei a desesperação dele. O tesão consumia o cu dele ao mesmo tempo que minha mente me consumia.
Olhei pro nosso amigo, o pau dele tava super duro, além de ser grande e grosso, acho que até aumentou de volume, pelo menos parecia da onde eu tava.
Enquanto eu metia no meu marido, nosso amigo se levantou atrás de mim e começou a Penetrar devagar primeiro, o ritmo de trenzinho foi meio confuso no começo, mas aos poucos fomos nos adaptando. Meu marido ficou mais excitado ao saber o que tava rolando, ele não conseguia ver, mas sentia cada estocada que o amigo me dava, porque eu ao mesmo tempo dava pra ele. Devia ter sido uma delícia, porque meu marido se jogava pra trás depois de cada estocada que a gente levava.
Depois de ter curtido aquele pau tão gostoso dentro de mim, tirei o pau do cu do meu marido, falei: "Deixa eu passar mais lubrificante", e ele respondeu: "Põe mais, põe mais..." Peguei o lubrificante.
Na hora que tirei, mandei nosso convidado tomar meu lugar atrás do meu marido. Confesso que um medo me invadiu naquele momento de que meu marido fosse reagir mal, mas o tesão falou mais alto. Joguei mais lubrificante no olho do cu do meu marido e o resto no nosso convidado.
Com minhas mãos apoiadas nas cadeiras do meu marido segurando ele, o cara começou a enfiar o pau devagarzinho. Meu marido, com a cabeça no travesseiro, só se jogava pra trás.
E enquanto eu tinha minhas mãos nas nádegas dele e meu amigo o penetrava, quebrei o silêncio perguntando: "Tá gostando?"
"SIM, adoro, meu amor."
"Você é tão gostosa, mulher..."
"Me dá assim... continua..."
"Enfia tudo", ele disse. Naquele momento, nosso amigo enfiou tudo, e meu marido só conseguiu se contorcer um pouco e soltar gemidos de "hmmmmmmmm!"
Era óbvio que ele tava curtindo ainda mais. Começou a pedir mais, e a velocidade aumentou. Soltei minhas mãos uma de cada vez e deixei nosso amigo assumir o controle com as mãos nas cadeiras do meu marido.
Ele, sem dúvida, mostrou habilidade na arte e abriu as nádegas dele, enquanto meu marido só sussurrou um "siiiiii", quase sem fôlego, se deixando cair de novo no travesseiro e entregando o cu pro ar.
Eu tava de pé olhando aquela cena tão erótica, minhas mãos iam a mil entre meu clitóris e, abrindo minhas pernas, enfiei uns dedos na minha buceta, que já era um mar de sucos naquele momento. Sabia que tudo terminaria rápido pela velocidade que as coisas estavam indo, a putaria aumentava tanto, meu marido se mexia mais, assim como nosso amigo. E com um pouco de tremor, quebrei o silêncio de novo, dizendo pra ele:
"Você gosta?" "Sim, adoro, não para..." Eu disse: "Quero gozar com você!" "Sim, love", ele respondeu.
Naquele momento em que eu estava sendo fodido pelo cu, sem piedade, por aquele cara, andei até o lado da cama e olhei pra ele. Ele só me olhou de cima a baixo em êxtase, talvez na mente dele tenha se confundido por uns segundos. Nisso, ele fechou os olhos e voltou a si.
Só me olhou nos olhos e disse: "Nãooooh, nãooooh". Nos olhos e no rosto dele, eu podia ler vergonha, mas no corpo dele, podia ler prazer. Apesar do que ele dizia, o corpo dele fazia o contrário, buscava a rola do cara.
O pau dele, que tinha estado mole, agora que ele tinha percebido que não era eu que estava fodendo ele, tinha se transformado numa rola de aço, dura e escorrendo. Eu, ao ver aquilo balançando, disse: "Quero gozar com você". Aí ele falou: "Sim, love, sim, vamos gozar".
Eles pararam por um segundo, e eu me deitei debaixo do meu marido, fazendo um lindo 69, com o pau dele na minha boca, minha mão acariciando o cu do convidado e a rola do convidado no cu do meu marido, e meu marido chupando minha buceta. O que mais eu podia pedir nesse mundo?
Se o mundo acabasse ali, não teria me importado. A trepada acelerou, e eu antecipei a chegada do clímax do meu marido. Podia sentir o pau dele pulsando na minha boca, ao mesmo tempo que ele me chupava. Tudo ia igual quando, entre gemidos, ouvi a voz do meu marido gritar: "Vou gozar!"
Essa foi a voz que todos esperávamos. Naquele momento, enfiei meu dedo no cu do grande macho que estava fodendo meu marido. Ele começou a despejar o leite dele dentro do meu marido, e meu marido, ao sentir o gozo quente dele, devorou meu clitóris, me levando a um estado de loucura em que eu tirei até a última gota de gozo do pau dele.
Foi a melhor foda da nossa vida. Acabamos quase mortos de cansaço, mas mais vivos do que nunca. que nada, continuamos com nossos encontros e nos divertimos pra caralho.
Muito obrigado por ler meu relato e espero que tenham gostado, galera.
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