Tinha uns 2 meses que eu tava saindo com a tal da Dani, de vingança porque o namorado dela, meu ex-melhor amigo, tentou pegar minha ex, por quem eu ainda sentia algo. Me senti tão traído que tirei minha vingança: gozar na cara da namorada dele, e depois dar uma lapada com o pau na testa dela pra marcar a lembrança valiosa.
A namoradinha dele era virgem, e ele não tinha conseguido comer ela porque era broxa até o talo. Foi assim que, dois meses depois de sair escondido (nas costas do meu amigo), chegou meu aniversário e ela foi meu presentinho.
A gente tava todo mundo bebendo cerveja, gin e vinho tinto de caixa, e ela bateu um sono, eu fiquei com um tesão danado e meus amigos com criatividade: a gente tava no meu quarto cantando com violão e fumando como se fosse chaminé humana. Aí vi que ela tava deitada na minha cama, respirando e soltando um ar doce pelo nariz, os lábios dela estavam terrivelmente apetitosos. Mandei todo mundo pra sala continuar tocando violão e bebendo porque a Dani queria dormir... Fomos todos pra sala e eu já tava explodindo de vontade de me masturbar. Pedi pra eles ficarem lá... e voltei pro meu quarto, me deitei do lado dela. Era inverno, tava um frio do caralho, a gente se cobriu e ficou abraçado um tempão. Não lembro por que motivo comecei a beijar ela, comecei a acariciar os lábios dela com os meus, depois a língua, nossas línguas dançavam, se enrolavam, se lambiam, a gente tomava a saliva um do outro.
Comecei acariciando a cintura dela, meti a mão por baixo da camiseta e acariciava a barriga dela, ela acariciava minha cabeça, enquanto nossas línguas continuavam se enrolando. Tirei a camiseta roxinha que ela tava usando e surgiu um cheiro doce, gostoso pra caralho, me excitava sentir aquele cheiro. Tentei abaixar a calça dela depois de passar a língua no pescoço e nos peitos dela. Mas ela não quis, então tirei o sutiã dela. Os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, puros, branquinhos e o mamilo era tipo uma semente de granada rosada. Minha língua subversiva rodeou o mamilo, lambeu, circulou, desenhou formas estranhas ao redor dele. Comecei a ouvir os primeiros gemidos e respirações ofegantes dela. O sangue se acumulava no meu pau quando ela o acariciava por cima da minha calça. Tirei a calça, joguei pra lá. Depois puxei a dela pra baixo, de novo aquele cheiro doce. Tava morrendo, tava morto, era como respirar a buceta dela, me deixava fervendo. Continuei beijando a barriga dela, até chegar na calcinha.
Tentei tirar, mas ela não queria, não entendia, ela tava praticamente pelada, lambi a buceta dela por cima da maldita fio dental, e ela começou a mudar a respiração de novo, gemendo. Aí tirei a calcinha e comecei a fazer oral nela como nunca tinha feito. Minha língua acariciava as paredes da buceta virgem dela e procurava o ponto G, até que finalmente encontrei o jato de prazer dela que se esvaziou na minha boca e eu tomei tudo. Era tão gostoso quanto eu imaginava.
Tirei a cueca, coloquei a mão dela no meu pau meio duro, apertava como se fosse uma esponja, mas ela não batia uma pra mim, isso me excitava pra caralho, mas não parecia fazer meu pau funcionar direito, talvez me desse mais tesão do que outra coisa. Finalmente coloquei meu pau na boca dela e ela chupou timidamente como se fosse um pirulito: só a ponta. Fiquei muito excitado com a inocência dela, me deu tanto tesão que meti bruscamente e ela gritou. Ouvi meus amigos na sala fazendo algum comentário baixinho e se aproximando da porta. Não liguei. Com meu pau dentro, começamos a dançar e dançar, não tinha colocado camisinha, que idiota. Mas ela era virgem, gozaria fora. Comecei a meter forte, e ela começou a gemer como um cachorro machucado, isso não sabem como me excitava. Nessa altura, meus amigos já estavam tipo umas 2 horas na cozinha e era hora deles irem embora. Umas 6 da manhã, tive que largar a Dani por um segundo e passar as chaves por uma fresta da porta, falei pra eles deixarem no buzão. Voltei com a Dani, que tava fervendo e passou a mão no meu pau um pouco pra me esquentar, porque com essa história de procurar as chaves, eu tinha broxado. Meti de novo nela e ouvia as risadas dos meus amigos e amigas passando pela minha janela (com certeza espiaram alguma coisa). Comecei a meter com força e rápido, sentia os sucos dela abraçando meu pau e a buceta dela, já não mais virgem, se mexendo, ela gemendo sem parar. O jato de prazer foi tão forte que o cuzinho dela, pequeno e quase intacto, transbordou e molhamos meu colchão, foda-se, não liguei pra porra nenhuma.
Deixei ela deitada e enfiei minha língua na boca dela toda. Tirei ela e me deitei do lado pra fumar um cigarro.
Nos abraçamos sem roupa, por causa do frio, e começamos a falar um monte de besteira.
O celular dela tocou, o pai dela tava vindo buscá-la. Depois da odisseia pra achar a roupa dela, saí pra abrir o portão com as chaves do buzão, só de calça e uma jaqueta de couro. Tava descalço, sem cueca e sem camisa. Depois tomei café da manhã e dormi. Acordei com uma puta ressaca do caralho.
A namoradinha dele era virgem, e ele não tinha conseguido comer ela porque era broxa até o talo. Foi assim que, dois meses depois de sair escondido (nas costas do meu amigo), chegou meu aniversário e ela foi meu presentinho.
A gente tava todo mundo bebendo cerveja, gin e vinho tinto de caixa, e ela bateu um sono, eu fiquei com um tesão danado e meus amigos com criatividade: a gente tava no meu quarto cantando com violão e fumando como se fosse chaminé humana. Aí vi que ela tava deitada na minha cama, respirando e soltando um ar doce pelo nariz, os lábios dela estavam terrivelmente apetitosos. Mandei todo mundo pra sala continuar tocando violão e bebendo porque a Dani queria dormir... Fomos todos pra sala e eu já tava explodindo de vontade de me masturbar. Pedi pra eles ficarem lá... e voltei pro meu quarto, me deitei do lado dela. Era inverno, tava um frio do caralho, a gente se cobriu e ficou abraçado um tempão. Não lembro por que motivo comecei a beijar ela, comecei a acariciar os lábios dela com os meus, depois a língua, nossas línguas dançavam, se enrolavam, se lambiam, a gente tomava a saliva um do outro.
Comecei acariciando a cintura dela, meti a mão por baixo da camiseta e acariciava a barriga dela, ela acariciava minha cabeça, enquanto nossas línguas continuavam se enrolando. Tirei a camiseta roxinha que ela tava usando e surgiu um cheiro doce, gostoso pra caralho, me excitava sentir aquele cheiro. Tentei abaixar a calça dela depois de passar a língua no pescoço e nos peitos dela. Mas ela não quis, então tirei o sutiã dela. Os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, puros, branquinhos e o mamilo era tipo uma semente de granada rosada. Minha língua subversiva rodeou o mamilo, lambeu, circulou, desenhou formas estranhas ao redor dele. Comecei a ouvir os primeiros gemidos e respirações ofegantes dela. O sangue se acumulava no meu pau quando ela o acariciava por cima da minha calça. Tirei a calça, joguei pra lá. Depois puxei a dela pra baixo, de novo aquele cheiro doce. Tava morrendo, tava morto, era como respirar a buceta dela, me deixava fervendo. Continuei beijando a barriga dela, até chegar na calcinha.
Tentei tirar, mas ela não queria, não entendia, ela tava praticamente pelada, lambi a buceta dela por cima da maldita fio dental, e ela começou a mudar a respiração de novo, gemendo. Aí tirei a calcinha e comecei a fazer oral nela como nunca tinha feito. Minha língua acariciava as paredes da buceta virgem dela e procurava o ponto G, até que finalmente encontrei o jato de prazer dela que se esvaziou na minha boca e eu tomei tudo. Era tão gostoso quanto eu imaginava.
Tirei a cueca, coloquei a mão dela no meu pau meio duro, apertava como se fosse uma esponja, mas ela não batia uma pra mim, isso me excitava pra caralho, mas não parecia fazer meu pau funcionar direito, talvez me desse mais tesão do que outra coisa. Finalmente coloquei meu pau na boca dela e ela chupou timidamente como se fosse um pirulito: só a ponta. Fiquei muito excitado com a inocência dela, me deu tanto tesão que meti bruscamente e ela gritou. Ouvi meus amigos na sala fazendo algum comentário baixinho e se aproximando da porta. Não liguei. Com meu pau dentro, começamos a dançar e dançar, não tinha colocado camisinha, que idiota. Mas ela era virgem, gozaria fora. Comecei a meter forte, e ela começou a gemer como um cachorro machucado, isso não sabem como me excitava. Nessa altura, meus amigos já estavam tipo umas 2 horas na cozinha e era hora deles irem embora. Umas 6 da manhã, tive que largar a Dani por um segundo e passar as chaves por uma fresta da porta, falei pra eles deixarem no buzão. Voltei com a Dani, que tava fervendo e passou a mão no meu pau um pouco pra me esquentar, porque com essa história de procurar as chaves, eu tinha broxado. Meti de novo nela e ouvia as risadas dos meus amigos e amigas passando pela minha janela (com certeza espiaram alguma coisa). Comecei a meter com força e rápido, sentia os sucos dela abraçando meu pau e a buceta dela, já não mais virgem, se mexendo, ela gemendo sem parar. O jato de prazer foi tão forte que o cuzinho dela, pequeno e quase intacto, transbordou e molhamos meu colchão, foda-se, não liguei pra porra nenhuma.
Deixei ela deitada e enfiei minha língua na boca dela toda. Tirei ela e me deitei do lado pra fumar um cigarro.
Nos abraçamos sem roupa, por causa do frio, e começamos a falar um monte de besteira.
O celular dela tocou, o pai dela tava vindo buscá-la. Depois da odisseia pra achar a roupa dela, saí pra abrir o portão com as chaves do buzão, só de calça e uma jaqueta de couro. Tava descalço, sem cueca e sem camisa. Depois tomei café da manhã e dormi. Acordei com uma puta ressaca do caralho.
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