Naquela manhã de outubro, o sol apareceu "batendo" na janela mais cedo do que nunca. Minha mãe, com a pontualidade de sempre, nos acordou lembrando que tinha chegado o dia tão esperado. Mal terminou de falar, começou uma correria que deixou todo mundo na casa com os nervos à flor da pele, até o "Tarzan", nosso cachorro velho que normalmente cochilava do lado da porta, mas naquela manhã de céu azul, ao ser perturbado, saiu pra descontar no vizinho, deixando a gente ainda mais agitado.
Com aquele entusiasmo que acaba envolvendo todo mundo, conhecidos e estranhos, minha família se preparava pra comemorar o aniversário da nossa avó materna. Como dá pra imaginar, a agitação já rondava todos os cantos da casa. Quanto a mim, não consegui me livrar de "tamanha" manifestação e, sem alternativa, tive que seguir a maré. Não que eu tivesse perdido o interesse, só que, como sempre acontecia, imaginei os adultos mergulhados nas suas tarefas e farras, enquanto nós, os "menores", forçados a um longo dia de tédio, acabaríamos saindo da festa quando ela, sem dúvida, começava a ficar interessante — porque, quando a noite chegava, o clima esquentava com uma e outra besteira dos mais velhos bêbados. Enfim, chegou a hora e me vi cumprimentando minha avó, que, toda molhada de lágrimas de emoção, me apertou e encheu de beijos, me confundindo com sei lá quem. Fiquei meio sem graça, mas os oitenta e tantos anos dela, a multidão e a confusão do momento até justificavam o deslize. Eu mesmo, no meio do aperto, não sabia direito quem estava cumprimentando com apertos de mão; ia saudando por saudar, acelerando o passo pra acabar logo com aquele formalismo chato.
Ao contrário do que eu esperava, o clima estava acolhedor. Meus tios, os organizadores da festa, não paravam de se gabar da, segundo eles, organização perfeita. E, de fato, sobre isso... As oportunidades anteriores, qualquer melhora já se avistava, mas, acima de tudo, aquele espaço que inúmeras vezes brilhou pela ausência, dessa vez se tornou realidade, prometendo diversão pra todo mundo. De comer e beber, nem se fala; se abundância fosse pecado, promotores e convidados não iriam parar em outro lugar senão no purgatório.
Sem enrolação, já metido na bagunça, eu tava de boa com a galera da minha idade. Conforme a tarde avançava, a farra só aumentava, assim como os brindes dos "mais velhos", que entre risadas e tropeços começaram a dançar formando uma roda. No meio dela, minha avó se virava nos trinta pra acompanhar o ritmo dos parceiros eventuais, que se revezavam e não deixavam ela "nem respirar".
Depois das dez da noite, minha tia Dori (irmã mais nova da minha mãe) e o marido dela resolveram ir embora. Chegaram perto dos meus pais pra se despedir, e não sei por que, pedi pra ir com eles. Minha mãe não se opôs, virou pros dois e perguntou se dava. Minha tia respondeu que não tinha problema. Autorizada minha ideia, entramos no carro do marido da minha tia e partimos. No caminho, depois que os dois combinaram de continuar bebendo, paramos num autosserviço onde o marido da minha tia pegou várias garrafas de cerveja. Mal chegamos na casa deles, ele já encheu dois copos com a bebida e um terceiro com coquetel de frutas, me entregando este último. Nos convidou pra brindar à saúde de todo mundo. Depois de vários "chin-chins" com copos cheios de cerveja, entre eles, claro, quando a noite começou a "esticar" — falo por mim, que já tava cochilando no sofá —, minha tia se levantou e disse:
— Nossa, já é tarde... vai, vai deitar!
As palavras dela caíram como um balde de água fria. A verdade é que eu não tinha pensado nessa possibilidade. Ela, notando meu desconcerto, perguntou:
— O que foi? Não quer ir dormir?
— Nn... não — respondi, tímido.
— Por quê?
— Tô com medo — falei. É verdade, eu estava morrendo de medo porque meses antes a sogra dela tinha morrido nesta casa, aliás, justamente naquele quarto que eu imaginava que iam me dar. Minha resposta a deixou pensativa, ela cochichou com o marido e, acariciando meus ombros, disse: — Não se preocupa, por hoje você dorme com a gente, mas antes vai no banheiro, faz o que tem que fazer e vem pro meu quarto se deitar, ok? — Sim, sim — respondi aliviado. Fiz o que mandaram e, pulando de alegria, fui pro quarto deles. Quando entrei... peguei minha tia se despindo! Um choque elétrico percorreu meu corpo, me deixando paralisado na porta, bestificado, de boca aberta, só observando sem saber o que fazer. Minha tia, ao perceber minha presença: — Entra! Não fica aí parado! Falando isso com toda naturalidade, continuou o que estava fazendo, virou de costas e... meus olhos arregalados começaram a devorar a visão do corpo dela, cada parte brilhava com uma dose de loucura: o cabelão, os ombros delicados, a sutileza da cintura que se apoiava nos quadris largos, e principalmente a bunda imponente, com aqueles glúteos redondos que mal deixavam ver a calcinha rosa minúscula, que parecia prestes a sufocar, e as pernas perfeitamente torneadas completavam essa mistura de emoções que me deixava doidão. — Me ajuda a soltar o sutiã? — Hã?... Eu? Não... sim, sim, mas... não sei como faz! — Fácil, é só se esforçar. Sem poder recusar, me aproximei dela tremendo igual gelatina, enchi o peito de coragem e comecei a mexer nos minúsculos colchetes. Soltar eles não foi difícil. Aí, minha tia, depois de se livrar da peça, vestiu um roupão semitransparente e, quando se virou, — caralho! — os peitões exuberantes dela apareceram na minha frente, balançando gostoso, acompanhando o jeito dela andar. Os mamilos escuros dela furaram ousadamente aquela seda, deixando entrever dois botões em alto relevo, que mulher gostosa!! – pensei comigo, sem exagero, a mãe natureza tinha feito do corpo dela uma obra de arte, tava fascinado, bestificado ou sei lá que porra!! (desculpa a euforia), além do choque elétrico que tinha sacudido meu corpo, veio um arrepio forte, um monte de gotas de suor frio escorreram da minha testa. "Teria parado o tempo" (é um jeito de dizer) pra continuar me deliciando com a beleza radiante dela, a voz dela me tirou daquilo impossível. – O que cê tá esperando pra deitar? – Sssim, sim, já-vou – respondi gaguejando. Sem tirar os olhos dela, tirei devagar minha roupa e me enfiei na cama com eles. Tudo isso acontecia enquanto o marido da minha tia tava no banheiro, acho, o barulho da água vindo do quartinho, daí a pouco, minha tia saiu do quarto e eu deixei a safadeza rolar, lembrando das imagens que me deixaram besta, depois de um tempo, não sei quanto, dormi. Vale dizer que minha tia é alta, de corpo meio grosso, na época devia ter uns 27 anos, o marido dela, da mesma altura, bonitão, mais velho que ela por uns quinze (mais ou menos) e não tinham filhos. De repente, acordei atordoado, o quarto tava iluminado por um abajur pequeno e o reflexo da luz artificial que passava pela janelona, do outro lado da cama ouvi a voz insistente da minha tia. – Vamos!, me faz tua!. O marido dela tentava acalmar ela. – Espera mais um pouco, o menino ainda não dormiu!. Minha tia insistia, – Me dá logo!, não aguento!. Meu coração disparou de uma vez, deixando todos os meus sentidos em alerta, minha curiosidade crescia conforme o tempo passava, o marido da minha tia repetindo o pedido de calma deixou passar minutos intermináveis até que, depois de tanta insistência, ele levantou da cama e Furtivamente, ele se aproximou de mim com a clara intenção de ver se eu já tava dormindo ou não. Eu, me adiantando à ideia, fechei os olhos fingindo um sono profundo. "Verificada" a situação, o marido da minha tia disse animado: — Vamos nessa!... O menino tá dormindo! Rapidamente, tiraram a roupa de dormir e ficaram completamente pelados. Minha tia se deitou de barriga pra cima e começou a se insinuar, esfregando a barriga baixa: — Agora sim, satisfaz a sua puta ardente! O marido se acomodou por cima dela, beijou o pescoço dela sem parar e, levantando um pouco a traseira, começou a se mexer. Minha tia não demorou a soltar gemidos escandalosos. — Ah!... Aaah!... Aaaaah!... Sim!... Siiiim! — Imediatamente, o marido tapou a boca dela: — Cala a boca, o menino vai acordar! — Ela continuou balbuciando frases incompreensíveis enquanto ele a repreendia, retomando a regularidade dos movimentos. Mal ele tirava a mão: — Sim!... Assim!... Me dá!... Aí!... Aíííí! — gritava minha tia, contorcendo o corpo de um jeito estranho. — Tá gostando? Tá gostando? — perguntava o marido. — Sim, papai!... Gostoso!... Continua!... Continua assim!... Ah!... Aaah! Minha tia Dori tinha passado por uma transformação inexplicável. Eu, que sempre a via como uma mulher séria, estritamente reservada, agora, ouvindo e vendo aquela situação inusitada, custava a acreditar que era ela. As investidas do marido tinham alcançado um ritmo impressionante; ele soprava e resfolegava sem parar, quando, de repente, minha tia, tentando se soltar, se virou de lado: — Cuidado, vai gozar! Vamos trocar de posição! — O marido, meio descontrolado, sugeriu colocar as pernas dela no ombro. Ela, gesticulando uma inicial discordância, aceitou, reforçando que ele fosse devagar. Depois de uma pausa bem longa, o marido apoiou as pernas torneadas da minha tia nos ombros dele, pegou a protuberância carnuda que aparecia entre as pernas dela (a visibilidade não era boa) e, com um movimento repentino, deu lugar a um encontro pélvico, o... - Ai!! – da minha tia ecoou pelas quatro paredes, acho que a dor tinha atingido as entranhas dela, o marido, minimizando o fato, a investia afobadamente enquanto ela aumentava os lamentos, - Ai!, aiiii!, devagar por favor!, devagar! O marido parecia curtir a situação, já que continuava imperturbável, aos gemidos, choramingos e sopros se juntou um barulho igual ou parecido com o que os cachorros fazem quando bebem água, "chop", "chop", "chop" se misturou no ar. Enquanto isso, - Ai!, aiiii!, devagar por favor!, devagaaaar... – minha tia gritava, o marido, num tom sarcástico, respondeu, - Queria pica?!, Queria pica, não?!... isso é pica!, isso é pica! – ele enfatizou. - Papai, dói!, dói muuuuito! – implorava minha tia, o marido ignorando continuou com um ímpeto surpreendente, quando... - Au!, chega!, já chega!, você não entende? – disse minha tia empurrando ele. - Você tá me machucando! – protestou irritada. - Sssh, tá bom, se acalma! – ele se desculpou, explicando que era aquela posição que o deixava fora de controle, enquanto minha tia massageava a barriga e continuava mostrando o desconforto, - Sem consideração!, não te aguento!, dói até a boca do estômago!. O silêncio fez uma pausa breve, interrompida depois pelo suspiro fundo do marido da minha tia e o beijo barulhento dela, que, superando o impasse, o provocou enquanto assumia uma postura es-pe-ta-cu-lar! - Vamos de quatro! O marido, nem lento nem preguiçoso, se ajeitou atrás dela, momento que aproveitei pra me mexer, tentando achar uma posição melhor, e que posição!, de primeira!!, incrível!!, "tudo" na minha frente, a poucos centímetros do meu nariz... tinha conseguido um panorama esplêndido!!. Em primeiro plano, tinha a bunda peluda e grotesca do marido da minha tia, cujo "brutal" pedaço de carne balançava desafiador, era enorme, não tinha Já tinha visto uma “coisa” parecida antes, isso, pensei, podia ser uma das respostas pra por que minha tia se lamentava tanto. Por outro lado, ela, pra satisfação do marido (suponho) e minha, claro, feliz da vida rebolava aquele rabão monumental, exibindo à vontade seus grossos lábios vaginais cobertos de pelos, tava “molhadinha”. A luz fraca do abajur e aquela amarelada da rua davam um brilho especial, exalava um cheiro forte de “mar aberto”. Umas baforadas seguidas disso não foram suficientes pra acalmar a ansiedade que vinha me atormentando por dentro, a tal ponto que, completamente excitado, quase sem perceber, minhas mãos apalpavam meus genitais, tinha molhado a parte da frente da cueca. Não consegui entender como aconteceu, nem quando. Enquanto isso, o marido da minha tia esfregava a carne túrgida dele entre os lábios vaginais dela, que, mexendo a bunda, exigia: — Méhotel! Méhotel já! O marido não fez questão de esperar, posicionou o grosso “instrumento” na entrada da cavidade carnuda da minha tia e, com uma estocada violenta, empurrou ela pra frente. Ela, batendo a cabeça no encosto, soltou um gemido seco: — Ufff! — e em seguida: — Não! Tudo não! Tudo nãooo! Aaah! Aaah! Dessa vez, o marido não fez nada pra calar as manifestações escandalosas da minha tia, porque ele tava obstinado em bombar no ritmo das bufadas características dele (eu desejava ardentemente estar no lugar dele pra provar aquilo que ele tava provando). Livres, se debatendo na loucura, naquele ambiente quente, transbordando de impulsos, gemidos e cheiro forte de sexo, eles tinham me esquecido, mas sem querer, eu tava participando!! Meu corpo obedecia ao balanço da cama, a cama aos impulsos frenéticos do marido da minha tia, minha tia se segurando no encosto amenizava com a bunda as investidas enérgicas do marido, amortecendo elas deliciosamente. Num certo ponto, o marido se inclinou sobre ela, com uma mão... alispei os cabelos da minha tia na direção das investidas e com a outra mão apalpei desordenadamente um dos seus quadris, dessa vez, a visibilidade estava perfeita, a abertura rosada da minha tia, assim como o "instrumento" venoso do marido dela, estavam completamente ensopados por uma substância viscosa que destilava abundantemente, sei lá de qual das duas partes. Nesse ponto, no meio dessa grande confusão, comecei a me perguntar, sem me importar com a resposta: como era possível que a buceta da minha tia conseguisse abrigar, aliás, aguentar as violentas cabeçadas daquele grosso "animal" que entrava e saía à vontade? Vendo minha tia agitar o rosto contra o travesseiro, abafando nele seus gemidos dilacerantes, supus que ela provavelmente estava sacrificando sua integridade para agradar o marido embrutecido que atacava sem piedade... raciocínio apressado, totalmente fora de lugar, confirmado pelas enculadas firmes que ele dava, pelas batidas barulhentas na bunda que ela mesma dava, e principalmente pelos gritos angustiados que ela soltava pedindo para ser empurrada — "Agora sim, tudo! Tudinho! Arrebenta tudo, seu puto!" — ela dizia. Concentrado nos esforços, como respondendo aos pedidos dela, o marido acelerou os movimentos, repetindo as batidas implacáveis do saco escrotal contra o triângulo pélvico da minha tia, a agitação dele ficava cada vez mais pronunciada e desconexa, quando, com palavras entrecortadas pelo cansaço, ele conseguiu dizer — "Vou gozar! Abre, slut! Abre, slut!" Minha tia, ouvindo o aviso, levantou a bunda, com as mãos separou as nádegas ao máximo e... — "Sim! Assim! Empurra tudo! Descarrega aqui seu gozo!" O marido dela, se contorcendo bruscamente, bufou pela última vez — "O gozo! O gozo! Oh! Ah! Jáááá..." Ela, ao mesmo tempo — "Ah! Ah! Já! Já! Tô gozando! Tô gozandooo..." — e então os espasmos — "Já, sim, não! Jááá! Oooh! Aaaiiiioooooo! Aaaaah! O quarto, mudo testemunha de quantas batalhas carnais já viu, ecoou cada uma dessas exclamações como se quisesse eternizá-las, enquanto minha tia, agarrada firme na cintura do marido, tentava insistir, quase implorando: — Não! Não tira! Ainda não! O marido fez pouco ou nada para satisfazê-la, os movimentos foram se apagando devagar, dando lugar a um silêncio prolongado e... — Uffa! Que foda! Somos umas bestas! — Somos? Você é — retrucou minha tia. O silêncio começou a estender seu manto, nos envolvendo sem pressa, quando, de repente, o marido dela se levantou assustado. — O que foi? — ela se assustou. — O moleque! O moleque! — repetia enquanto se aproximava de mim. Diria, exageradamente, que percebi sua respiração ofegante, principalmente o hálito pesado de tabaco e álcool, que me fez segurar um espirro — graças a todos os santos, consegui evitar o aperto. — Tá dormindo? — perguntou minha tia. O marido respondeu, aliviado: — Como um anjinho. E eu... estava "profundamente" dormindo (pelo menos aparentemente). Eles não imaginavam que eu tinha visto tudo, ao vivo, a cores e em detalhes. Depois de revisar cada cena, insistindo naquelas mais complicadas e inacreditáveis, ainda excitado, absorto e incapaz de responder a uma das tantas perguntas que rondavam minha cabeça, dessa vez eu realmente apaguei. Autor: Caballerosinsombrero Qualquer sugestão e/ou comentário, escreva para efeemesiete@yahoo.com Próximo capítulo: minha tia e eu.
Com aquele entusiasmo que acaba envolvendo todo mundo, conhecidos e estranhos, minha família se preparava pra comemorar o aniversário da nossa avó materna. Como dá pra imaginar, a agitação já rondava todos os cantos da casa. Quanto a mim, não consegui me livrar de "tamanha" manifestação e, sem alternativa, tive que seguir a maré. Não que eu tivesse perdido o interesse, só que, como sempre acontecia, imaginei os adultos mergulhados nas suas tarefas e farras, enquanto nós, os "menores", forçados a um longo dia de tédio, acabaríamos saindo da festa quando ela, sem dúvida, começava a ficar interessante — porque, quando a noite chegava, o clima esquentava com uma e outra besteira dos mais velhos bêbados. Enfim, chegou a hora e me vi cumprimentando minha avó, que, toda molhada de lágrimas de emoção, me apertou e encheu de beijos, me confundindo com sei lá quem. Fiquei meio sem graça, mas os oitenta e tantos anos dela, a multidão e a confusão do momento até justificavam o deslize. Eu mesmo, no meio do aperto, não sabia direito quem estava cumprimentando com apertos de mão; ia saudando por saudar, acelerando o passo pra acabar logo com aquele formalismo chato.
Ao contrário do que eu esperava, o clima estava acolhedor. Meus tios, os organizadores da festa, não paravam de se gabar da, segundo eles, organização perfeita. E, de fato, sobre isso... As oportunidades anteriores, qualquer melhora já se avistava, mas, acima de tudo, aquele espaço que inúmeras vezes brilhou pela ausência, dessa vez se tornou realidade, prometendo diversão pra todo mundo. De comer e beber, nem se fala; se abundância fosse pecado, promotores e convidados não iriam parar em outro lugar senão no purgatório.
Sem enrolação, já metido na bagunça, eu tava de boa com a galera da minha idade. Conforme a tarde avançava, a farra só aumentava, assim como os brindes dos "mais velhos", que entre risadas e tropeços começaram a dançar formando uma roda. No meio dela, minha avó se virava nos trinta pra acompanhar o ritmo dos parceiros eventuais, que se revezavam e não deixavam ela "nem respirar".
Depois das dez da noite, minha tia Dori (irmã mais nova da minha mãe) e o marido dela resolveram ir embora. Chegaram perto dos meus pais pra se despedir, e não sei por que, pedi pra ir com eles. Minha mãe não se opôs, virou pros dois e perguntou se dava. Minha tia respondeu que não tinha problema. Autorizada minha ideia, entramos no carro do marido da minha tia e partimos. No caminho, depois que os dois combinaram de continuar bebendo, paramos num autosserviço onde o marido da minha tia pegou várias garrafas de cerveja. Mal chegamos na casa deles, ele já encheu dois copos com a bebida e um terceiro com coquetel de frutas, me entregando este último. Nos convidou pra brindar à saúde de todo mundo. Depois de vários "chin-chins" com copos cheios de cerveja, entre eles, claro, quando a noite começou a "esticar" — falo por mim, que já tava cochilando no sofá —, minha tia se levantou e disse:
— Nossa, já é tarde... vai, vai deitar!
As palavras dela caíram como um balde de água fria. A verdade é que eu não tinha pensado nessa possibilidade. Ela, notando meu desconcerto, perguntou:
— O que foi? Não quer ir dormir?
— Nn... não — respondi, tímido.
— Por quê?
— Tô com medo — falei. É verdade, eu estava morrendo de medo porque meses antes a sogra dela tinha morrido nesta casa, aliás, justamente naquele quarto que eu imaginava que iam me dar. Minha resposta a deixou pensativa, ela cochichou com o marido e, acariciando meus ombros, disse: — Não se preocupa, por hoje você dorme com a gente, mas antes vai no banheiro, faz o que tem que fazer e vem pro meu quarto se deitar, ok? — Sim, sim — respondi aliviado. Fiz o que mandaram e, pulando de alegria, fui pro quarto deles. Quando entrei... peguei minha tia se despindo! Um choque elétrico percorreu meu corpo, me deixando paralisado na porta, bestificado, de boca aberta, só observando sem saber o que fazer. Minha tia, ao perceber minha presença: — Entra! Não fica aí parado! Falando isso com toda naturalidade, continuou o que estava fazendo, virou de costas e... meus olhos arregalados começaram a devorar a visão do corpo dela, cada parte brilhava com uma dose de loucura: o cabelão, os ombros delicados, a sutileza da cintura que se apoiava nos quadris largos, e principalmente a bunda imponente, com aqueles glúteos redondos que mal deixavam ver a calcinha rosa minúscula, que parecia prestes a sufocar, e as pernas perfeitamente torneadas completavam essa mistura de emoções que me deixava doidão. — Me ajuda a soltar o sutiã? — Hã?... Eu? Não... sim, sim, mas... não sei como faz! — Fácil, é só se esforçar. Sem poder recusar, me aproximei dela tremendo igual gelatina, enchi o peito de coragem e comecei a mexer nos minúsculos colchetes. Soltar eles não foi difícil. Aí, minha tia, depois de se livrar da peça, vestiu um roupão semitransparente e, quando se virou, — caralho! — os peitões exuberantes dela apareceram na minha frente, balançando gostoso, acompanhando o jeito dela andar. Os mamilos escuros dela furaram ousadamente aquela seda, deixando entrever dois botões em alto relevo, que mulher gostosa!! – pensei comigo, sem exagero, a mãe natureza tinha feito do corpo dela uma obra de arte, tava fascinado, bestificado ou sei lá que porra!! (desculpa a euforia), além do choque elétrico que tinha sacudido meu corpo, veio um arrepio forte, um monte de gotas de suor frio escorreram da minha testa. "Teria parado o tempo" (é um jeito de dizer) pra continuar me deliciando com a beleza radiante dela, a voz dela me tirou daquilo impossível. – O que cê tá esperando pra deitar? – Sssim, sim, já-vou – respondi gaguejando. Sem tirar os olhos dela, tirei devagar minha roupa e me enfiei na cama com eles. Tudo isso acontecia enquanto o marido da minha tia tava no banheiro, acho, o barulho da água vindo do quartinho, daí a pouco, minha tia saiu do quarto e eu deixei a safadeza rolar, lembrando das imagens que me deixaram besta, depois de um tempo, não sei quanto, dormi. Vale dizer que minha tia é alta, de corpo meio grosso, na época devia ter uns 27 anos, o marido dela, da mesma altura, bonitão, mais velho que ela por uns quinze (mais ou menos) e não tinham filhos. De repente, acordei atordoado, o quarto tava iluminado por um abajur pequeno e o reflexo da luz artificial que passava pela janelona, do outro lado da cama ouvi a voz insistente da minha tia. – Vamos!, me faz tua!. O marido dela tentava acalmar ela. – Espera mais um pouco, o menino ainda não dormiu!. Minha tia insistia, – Me dá logo!, não aguento!. Meu coração disparou de uma vez, deixando todos os meus sentidos em alerta, minha curiosidade crescia conforme o tempo passava, o marido da minha tia repetindo o pedido de calma deixou passar minutos intermináveis até que, depois de tanta insistência, ele levantou da cama e Furtivamente, ele se aproximou de mim com a clara intenção de ver se eu já tava dormindo ou não. Eu, me adiantando à ideia, fechei os olhos fingindo um sono profundo. "Verificada" a situação, o marido da minha tia disse animado: — Vamos nessa!... O menino tá dormindo! Rapidamente, tiraram a roupa de dormir e ficaram completamente pelados. Minha tia se deitou de barriga pra cima e começou a se insinuar, esfregando a barriga baixa: — Agora sim, satisfaz a sua puta ardente! O marido se acomodou por cima dela, beijou o pescoço dela sem parar e, levantando um pouco a traseira, começou a se mexer. Minha tia não demorou a soltar gemidos escandalosos. — Ah!... Aaah!... Aaaaah!... Sim!... Siiiim! — Imediatamente, o marido tapou a boca dela: — Cala a boca, o menino vai acordar! — Ela continuou balbuciando frases incompreensíveis enquanto ele a repreendia, retomando a regularidade dos movimentos. Mal ele tirava a mão: — Sim!... Assim!... Me dá!... Aí!... Aíííí! — gritava minha tia, contorcendo o corpo de um jeito estranho. — Tá gostando? Tá gostando? — perguntava o marido. — Sim, papai!... Gostoso!... Continua!... Continua assim!... Ah!... Aaah! Minha tia Dori tinha passado por uma transformação inexplicável. Eu, que sempre a via como uma mulher séria, estritamente reservada, agora, ouvindo e vendo aquela situação inusitada, custava a acreditar que era ela. As investidas do marido tinham alcançado um ritmo impressionante; ele soprava e resfolegava sem parar, quando, de repente, minha tia, tentando se soltar, se virou de lado: — Cuidado, vai gozar! Vamos trocar de posição! — O marido, meio descontrolado, sugeriu colocar as pernas dela no ombro. Ela, gesticulando uma inicial discordância, aceitou, reforçando que ele fosse devagar. Depois de uma pausa bem longa, o marido apoiou as pernas torneadas da minha tia nos ombros dele, pegou a protuberância carnuda que aparecia entre as pernas dela (a visibilidade não era boa) e, com um movimento repentino, deu lugar a um encontro pélvico, o... - Ai!! – da minha tia ecoou pelas quatro paredes, acho que a dor tinha atingido as entranhas dela, o marido, minimizando o fato, a investia afobadamente enquanto ela aumentava os lamentos, - Ai!, aiiii!, devagar por favor!, devagar! O marido parecia curtir a situação, já que continuava imperturbável, aos gemidos, choramingos e sopros se juntou um barulho igual ou parecido com o que os cachorros fazem quando bebem água, "chop", "chop", "chop" se misturou no ar. Enquanto isso, - Ai!, aiiii!, devagar por favor!, devagaaaar... – minha tia gritava, o marido, num tom sarcástico, respondeu, - Queria pica?!, Queria pica, não?!... isso é pica!, isso é pica! – ele enfatizou. - Papai, dói!, dói muuuuito! – implorava minha tia, o marido ignorando continuou com um ímpeto surpreendente, quando... - Au!, chega!, já chega!, você não entende? – disse minha tia empurrando ele. - Você tá me machucando! – protestou irritada. - Sssh, tá bom, se acalma! – ele se desculpou, explicando que era aquela posição que o deixava fora de controle, enquanto minha tia massageava a barriga e continuava mostrando o desconforto, - Sem consideração!, não te aguento!, dói até a boca do estômago!. O silêncio fez uma pausa breve, interrompida depois pelo suspiro fundo do marido da minha tia e o beijo barulhento dela, que, superando o impasse, o provocou enquanto assumia uma postura es-pe-ta-cu-lar! - Vamos de quatro! O marido, nem lento nem preguiçoso, se ajeitou atrás dela, momento que aproveitei pra me mexer, tentando achar uma posição melhor, e que posição!, de primeira!!, incrível!!, "tudo" na minha frente, a poucos centímetros do meu nariz... tinha conseguido um panorama esplêndido!!. Em primeiro plano, tinha a bunda peluda e grotesca do marido da minha tia, cujo "brutal" pedaço de carne balançava desafiador, era enorme, não tinha Já tinha visto uma “coisa” parecida antes, isso, pensei, podia ser uma das respostas pra por que minha tia se lamentava tanto. Por outro lado, ela, pra satisfação do marido (suponho) e minha, claro, feliz da vida rebolava aquele rabão monumental, exibindo à vontade seus grossos lábios vaginais cobertos de pelos, tava “molhadinha”. A luz fraca do abajur e aquela amarelada da rua davam um brilho especial, exalava um cheiro forte de “mar aberto”. Umas baforadas seguidas disso não foram suficientes pra acalmar a ansiedade que vinha me atormentando por dentro, a tal ponto que, completamente excitado, quase sem perceber, minhas mãos apalpavam meus genitais, tinha molhado a parte da frente da cueca. Não consegui entender como aconteceu, nem quando. Enquanto isso, o marido da minha tia esfregava a carne túrgida dele entre os lábios vaginais dela, que, mexendo a bunda, exigia: — Méhotel! Méhotel já! O marido não fez questão de esperar, posicionou o grosso “instrumento” na entrada da cavidade carnuda da minha tia e, com uma estocada violenta, empurrou ela pra frente. Ela, batendo a cabeça no encosto, soltou um gemido seco: — Ufff! — e em seguida: — Não! Tudo não! Tudo nãooo! Aaah! Aaah! Dessa vez, o marido não fez nada pra calar as manifestações escandalosas da minha tia, porque ele tava obstinado em bombar no ritmo das bufadas características dele (eu desejava ardentemente estar no lugar dele pra provar aquilo que ele tava provando). Livres, se debatendo na loucura, naquele ambiente quente, transbordando de impulsos, gemidos e cheiro forte de sexo, eles tinham me esquecido, mas sem querer, eu tava participando!! Meu corpo obedecia ao balanço da cama, a cama aos impulsos frenéticos do marido da minha tia, minha tia se segurando no encosto amenizava com a bunda as investidas enérgicas do marido, amortecendo elas deliciosamente. Num certo ponto, o marido se inclinou sobre ela, com uma mão... alispei os cabelos da minha tia na direção das investidas e com a outra mão apalpei desordenadamente um dos seus quadris, dessa vez, a visibilidade estava perfeita, a abertura rosada da minha tia, assim como o "instrumento" venoso do marido dela, estavam completamente ensopados por uma substância viscosa que destilava abundantemente, sei lá de qual das duas partes. Nesse ponto, no meio dessa grande confusão, comecei a me perguntar, sem me importar com a resposta: como era possível que a buceta da minha tia conseguisse abrigar, aliás, aguentar as violentas cabeçadas daquele grosso "animal" que entrava e saía à vontade? Vendo minha tia agitar o rosto contra o travesseiro, abafando nele seus gemidos dilacerantes, supus que ela provavelmente estava sacrificando sua integridade para agradar o marido embrutecido que atacava sem piedade... raciocínio apressado, totalmente fora de lugar, confirmado pelas enculadas firmes que ele dava, pelas batidas barulhentas na bunda que ela mesma dava, e principalmente pelos gritos angustiados que ela soltava pedindo para ser empurrada — "Agora sim, tudo! Tudinho! Arrebenta tudo, seu puto!" — ela dizia. Concentrado nos esforços, como respondendo aos pedidos dela, o marido acelerou os movimentos, repetindo as batidas implacáveis do saco escrotal contra o triângulo pélvico da minha tia, a agitação dele ficava cada vez mais pronunciada e desconexa, quando, com palavras entrecortadas pelo cansaço, ele conseguiu dizer — "Vou gozar! Abre, slut! Abre, slut!" Minha tia, ouvindo o aviso, levantou a bunda, com as mãos separou as nádegas ao máximo e... — "Sim! Assim! Empurra tudo! Descarrega aqui seu gozo!" O marido dela, se contorcendo bruscamente, bufou pela última vez — "O gozo! O gozo! Oh! Ah! Jáááá..." Ela, ao mesmo tempo — "Ah! Ah! Já! Já! Tô gozando! Tô gozandooo..." — e então os espasmos — "Já, sim, não! Jááá! Oooh! Aaaiiiioooooo! Aaaaah! O quarto, mudo testemunha de quantas batalhas carnais já viu, ecoou cada uma dessas exclamações como se quisesse eternizá-las, enquanto minha tia, agarrada firme na cintura do marido, tentava insistir, quase implorando: — Não! Não tira! Ainda não! O marido fez pouco ou nada para satisfazê-la, os movimentos foram se apagando devagar, dando lugar a um silêncio prolongado e... — Uffa! Que foda! Somos umas bestas! — Somos? Você é — retrucou minha tia. O silêncio começou a estender seu manto, nos envolvendo sem pressa, quando, de repente, o marido dela se levantou assustado. — O que foi? — ela se assustou. — O moleque! O moleque! — repetia enquanto se aproximava de mim. Diria, exageradamente, que percebi sua respiração ofegante, principalmente o hálito pesado de tabaco e álcool, que me fez segurar um espirro — graças a todos os santos, consegui evitar o aperto. — Tá dormindo? — perguntou minha tia. O marido respondeu, aliviado: — Como um anjinho. E eu... estava "profundamente" dormindo (pelo menos aparentemente). Eles não imaginavam que eu tinha visto tudo, ao vivo, a cores e em detalhes. Depois de revisar cada cena, insistindo naquelas mais complicadas e inacreditáveis, ainda excitado, absorto e incapaz de responder a uma das tantas perguntas que rondavam minha cabeça, dessa vez eu realmente apaguei. Autor: Caballerosinsombrero Qualquer sugestão e/ou comentário, escreva para efeemesiete@yahoo.com Próximo capítulo: minha tia e eu.
1 comentários - Minha tia gostosa e o marido
muy bueno el relato, pero... el protagonista es un menor
tampoco se pueden poner datos personales como el mail
antes de postear estaría buenísimo leer el protocolo ¿no?