Obrigada!!!! Pelos comentários e pela boa recepção da minha versão da Holmes, aqui vamos com a continuação… Juan. A ROSA DE DIAMANTE II Parei um momento pra ir na tabacaria, e lá um jovem bonitão cumprimentou ela, consegui ver como ele deu um bilhetinho… -vamos, Wilson….pra casa!...ela disse ao subir…-me diga, Holmes, como sabe sobre o gim e o tabaco escuro?...perguntei… -elementar, minha querida Wilson…veja, o hálito de gim é meio forte, então quando cheirei o corpo da King, consegui sentir aquele aroma no corpo todo dela, evidentemente foi beijada e lambida pelo atacante, isso reforça minha ideia de que ela o conhecia…o tabaco preto é ainda mais simples…no quarto não tinha nada de fumante, mas cinzas esbranquiçadas perto da cama e em vários lugares me indicam que alguém fumou ali e não foi a King, a boca dela não cheirava a tabaco, digo que é preto pela cinza, só o tabaco preto produz cinza branca fina e uniforme… -uau!! Nem sei o que dizer…respondi. Sentadas na sala da Baker Street, as duas esperávamos pela sra. Hudson. Nossa governanta, ela trouxe o chá… -bem, Holmes, e agora?. Perguntei… -esperar…Wilson…esperar…já tenho alguém fazendo algo por mim…e por falar nisso, aí vem ele…. Pela janela vi a figura do jovem da tabacaria, alguns minutos depois ele batia na porta… -entre!..disse Holmes, com sua alegria característica… -Paits, o que me conta?...disse Holmes. Paits é um jovem de uns 25 anos, alto, corpo fibroso, um olhar azul celeste e uma cara de inocente, se acomodou no sofá e disse… -bem, srta. Holmes, aqui está o que a senhora pediu…espero que seja útil…Holmes pegou o papel e, lendo… -sim…sim…é muito útil…como sempre, Paits…você merece um pagamento especial…dizendo isso, Holmes se ajoelhou na frente do jovem, sem mais nem menos, abaixou a braguilha do rapaz, que pelo rosto mostrava que esses pagamentos eram o motivo da eficiência dele em descobrir informações. A mão fina e branca de Holmes puxou habilmente um pau comprido, não tão Grossa, com uma cabeça avermelhada… hummm… hummm… pronto como sempre, Paits… e dizendo isso, enfiou o membro inteiro de uma só vez. Os olhos do jovem reviraram, suas pernas relaxaram, enquanto os lábios carnudos de Holes devoravam aquela rola de um jeito tão hábil e ardente que não consegui evitar levar a mão à entreperna. Para minha surpresa, já estava molhada o suficiente, meus dedos deslizavam deliciosamente pela minha buceta úmida e quente, enquanto via Holes chupando os grandes ovos de Paits… — Aaaahhhgg… sim… senhorita… Hooollleess… você… — gemia o jovem sob a carícia tão excitante que minha companheira lhe dava. Sua boca insaciável devorava todo aquele pedaço de carne, e ritmicamente subia e descia de tal forma que o jovem se contorcia de prazer. O orgasmo era evidente. Holes não parou de mamar e ao mesmo tempo apertava os grandes ovos de Paits, que sem mais delongas gozou numa fonte de esperma, que escorreu pelos cantos dos lábios de Holes, que avidamente lambeu cada gota de porra… — Bem, Paits… quando precisar de você, te aviso… e obrigada… gostoso… como sempre… uma coisa, Paits… para de comer tanto picante… pode foder teus rins… — disse Holes, enquanto ia para o banheiro. Paits se despediu de mim, por sorte não perceberam minha siririca. Um momento depois, Holes vinha para a sala… — Wilson… me acompanha esta noite? Vou precisar da sua ajuda… — disse ela, bem tranquila. — Claro!!! Será um prazer! — respondi. — Mas e o que acabou de acontecer, quer dizer… — Não passa de um pagamento, Wilson… os homens têm essa capacidade de separar tudo da mente se uma boca bem treinada fizer um boquete neles, não notou? Vista-se o mais provocante que puder… ok… — disse enquanto entrava no quarto. Uma minissaia de couro marrom, uma blusa de seda creme com um decaço, umas sapatilhas de salto alto, uma maquiagem sugestiva e um casaco de pele marrom eram meu visual. Obviamente, depilei minha… pernas e use a palavra: buceta. E enquanto fazia isso, terminei a masturbação que comecei na sala. Ela saiu do quarto dela uns minutos depois, o que vi me deixou perplexa: sapatos abertos de salto alto, com tiras romanas amarradas até as panturrilhas lindas e fortes, minissaia de tecido macio que marcava perfeitamente a redondeza da bunda dela, em dourado, uma blusa branca de um tecido tão leve que deixava ver os peitões enormes dela, onde os bicos grandes se destacavam, uma maquiagem e um penteado que faziam a Holes parecer outra mulher, uma leoa caçadora... — UMA PUTA!!!!... puta VULGAR E PRONTA!!!!... — disse com uma voz mais rouca e sensual. — Gostou, Wilson? — perguntou, girando e mostrando a bunda linda dela. — A senhora é surpreendente, Holes, até a voz mudou... — falei. — Chame a sra. Hums, vamos ver se ela passa no teste da fantasia... Fiz isso e, momentos depois, a sra. Hums... — Boa noite, dra. Wilson, a senhora sabe se sua amiga precisa de algo... — referindo-se à Holes, que respondeu: — Não... não... a senhora é muito gentil... — E Hums disse: — É um prazer... com licença... — Sucesso!!!... Wilson... agora vamos atrás do assassino do King... — exclamou Holes com alegria. Saímos do 21b da Waker Street e seguimos para Piccadilly, eu sabia que naquela noite a Holes resolveria tudo, algo na minha intuição me dizia que eu também teria parte nesse prazer... a delícia de resolver um caso. Espero que vocês continuem gostando desse conto, é uma adaptação pessoal e tento ser o mais coerente possível, seus comentários são valiosíssimos, muito obrigado pelo apoio... Juan (o jogral lascivo).
1 comentários - A Rosa de Diamante II
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
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