Minha primeira vez gay num cinema em Buenos Aires!

Toda vez que volto pro meu país, eu preciso disso..... Era um dia que eu não tinha nada pra fazer, e entrei num cinema no tradicional bairro de Flores. Sempre tive sorte com as mulheres e realizei todo tipo de fantasia com elas e minhas ex-esposas (2).. isso gerou em mim uma espécie de falta de apetite e abstinência sexual, e ao entrar, talvez eu estivesse procurando algo que me motivasse... O cinema tinha duas salas onde a gente podia circular à vontade. Uma era normal, mas uma me chamou a atenção, que tinha uns degraus e umas plataformas que davam acesso a 6 cabines. Sentei pra ver os filmes e, depois de um tempo, vi uma pessoa sentar do lado de outra à minha direita e... começar a chupar o cara, com a satisfação evidente de quem tava recebendo. Nessa altura, o cheiro de sexo, porra e tesão tomava conta das duas salas. Depois de uns minutos, uma pessoa bem mais velha que eu tentou fazer o mesmo comigo, e eu, de muito mau humor, afastei ela com grosseria e fui pro banheiro, pra me deparar com a surpresa de que num dos dois banheiros que funcionavam lá, três pessoas tavam se esfregando e fazendo sexo oral. Nem preciso dizer que, depois de umas horas no lugar, a excitação cresce junto com a raiva que começa a passar. Tonto com os cheiros e visivelmente excitado, mas confuso, voltei pra sala das cabines e fiquei de pé dentro de uma que tava vazia, pensando que ninguém ia me ver... Já tava muito tarado, vendo na tela duas negras castigando a braguilha de um cara musculoso, quando sinto alguém, de jeito suave mas rápido, abaixando o zíper da minha calça.. Sem tentar impedir, nem querer, por causa do meu tesão danado, senti que meu pau (que é normal, mas bem grosso) tava prestes a explodir e, quando tentei reagir, senti uma boca que tava me dando o melhor boquete da minha vida, e deixei rolar, e gemi e gritei de prazer ao jorrar rios de porra na boca e no rosto dela. Tive assim o orgasmo mais lindo que já tive na vida toda, meu amigo anônimo, com a mesma suavidade, me limpou com a língua, tudo, beijou, guardou e me agradeceu com muita cordialidade. Naquele momento me senti feliz, mas algo estava acontecendo comigo, eu ainda estava realmente muito excitado, talvez mais do que quando cheguei, tinha recuperado a libido... mas também me sentia inquieto... e isso piorou depois, quando voltei para minha poltrona na outra sala, vejo um rapazinho que estava do meu lado se esfregando no pau dele e me mostrando, me convidando pra chupar ele... naquele momento me assustei, saí do cinema... e voltei pra casa confuso... realmente queria beijar ele, chupar, sentir como é... Voltei pra Europa, onde moro, e tentei de todo jeito esquecer tudo, continuei transando com mulheres lá e quando voltava pro país nas minhas férias, mas já não era o mesmo, essa fantasia voltava uma e outra vez até virar uma obsessão... No começo do ano passado (2009) voltei e, depois da festa de Poringa que costumo ir quando estou aqui, e depois de pensar e ir ao cinema algumas vezes sem concretizar nada, aprendi os códigos desses lugares e executei meu plano, nunca seria capaz de chegar num homem abertamente, então decidi ajudá-los... comprei três calcinhas fio dental, vesti uma e fui pro cinema. Tava decidido e contente ao entrar, e aquele cheiro gostoso de sexo no ar me transformava numa mulher no cio. Depois de algumas horas e estando extremamente excitado, fui pro banheiro, entrei no sanitário que tem os vasos (porque têm portas, mesmo que eu tenha deixado aberta) na frente dos mictórios e abaixei minha calça até a metade das minhas nádegas, deixando minha bunda (todos, absolutamente todos, dizem que minha bunda é igual à de uma mulher) ao alcance dos olhares de quem estava ali, sentindo e cheirando a excitação deles, a vontade de possuir aquela bunda que se oferecia, e vi de canto vários se tocando e aos seus paus incharem... Foi nesse momento que um senhor mais velho que eu tocou meus glúteos, apalpou, fechou a porta e abaixou minha cabeça até o pau poderoso dele, que já estava vermelho e inchado como uma morcilha. Olhei pra cabeça dele cheia de líquidos e não aguentei mais: beijei, lambi, chupei de um jeito, com tanta desesperação que vi meu amigo se contorcer de prazer. De repente, senti uma cachoeira grossa e salgada que me afogava, e engoli, engoli, e depois tirei pra não me afogar, apertando forte com a mão pra receber no meu rosto o pouco que não tinha engolido e que eu tanto amei engolir, e o prazer que me deu fazer aquilo... Pensei que era só, mas não: com autoridade, ele meteu a língua na minha buceta depois de rasgar minha calcinha fio dental, e brincou com a língua e o dedo até alargar meu buraquinho apertado. Depois de cuspir várias vezes, colocou uma camisinha no pauzão dele e, com fúria e muita força, de um jeito bestial, meteu violentamente, gritando: "Toma, puta, toma que é assim que você gosta", "Agora você é minha e vai fazer o que eu mandar, entendeu, puta?", "Entendeu?". Mal consegui responder, dolorida: "—Sim, entendi—". A dor foi tremenda, chorei, xinguei, tentei sair, mas aos poucos senti que a dor quase sumia e, conforme ele entrava, saía e me rasgava, comecei a sentir o maior prazer que dá pra descrever, e ele potencializava com palavras grossas e cheias de poder... sim... eu era a puta dele... naquele momento e, se ele pedisse, seria pra vida toda. Depois, ele abriu a porta enquanto se balançava em mim... era um puta e fodido garanhão que não acabava. Chamou os dois homens que ainda estavam no banho e que estavam excitadíssimos com meus gestos, meus gemidos e, claro, por ver minha buceta sendo rasgada, e disse: "Vem comer e encher de porra a minha mulher, que é a puta de todos os homens que eu quiser. Arrebentem a bunda linda dela e gozem em cima dela". O primeiro abriu minha boca e colocou o pau cheio de porra (pelo visto ele já tinha gozado antes)... (terminou) e ao sentir minha língua, ele inchou de novo enquanto o outro enfiava uma camisinha e metia por trás. Enquanto isso, meu desvirginador me xingava e dizia: "Engole, que você vai comer e chupar o pau de todo mundo no cinema". Eu estava aterrorizado, não me reconhecia, mas estava entregue ao prazer mais absoluto... Não sei quantas horas fiquei no cinema nem quantas picas chupei, e para quantos implorei e supliquei pela porra e pelas picas deles, como ele mandava. Porque não era só fazer, ele exigia que eu implorasse por sexo... Só sei que a única decisão que consegui tomar e foi respeitada foi a de não permitir nenhuma penetração sem camisinha, e a decisão fundamental e pessoal de me entregar ao prazer. Vi meu amigo algumas outras vezes, mas nunca mais no cinema... até que ele sumiu. Hoje em dia, sigo minha vida totalmente normal, continuo transando com mulheres que jamais imaginariam essa faceta de loucura ou de prazer verdadeiro que guardo para mim. Minha vida na Europa se tornou absolutamente chata ou previsível. Por sorte, minhas férias estão chegando e poderei voltar ao meu país para ficar com os meus, com meus amigos e amigas, com minha gente. Aliviar o estresse, e por que não... ir ao cinema também, não acham?

12 comentários - Minha primeira vez gay num cinema em Buenos Aires!


lindo relato aunque hay una mescolanza de cines y barrios, pero eso es lo de menos 🙂
lo sé porque yo me conozco todos los que quedan y los que ya fueron y siempre buscando pija en la penumbra entangado y caliente.
recomiendo y te debo los puntos porque ya me los gasté ❤️

Minha primeira vez gay num cinema em Buenos Aires!
no sabes la calentura terrible que me provocaste con este relato!!
el sexo hombre con hombre me pone mal mal, que rico!!
excelente!

gracias por el aporte!! besoooosssss,
GodiTICA
Here are the translations<br />
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**Op
yo pase por tu post, vos pasaste por el mio?
los comentarios son el apoyo que necesitamos para seguir adelante!!
Che loco de onda: para que te pones forro para que te la metan si andas chupando pijas y tragando leche sin forro? que tenes miedo de quedar embarazado?
Ya con tragar leche y/o liquido preseminal de un infectado ya estas en el horno.
Igual creo que eso lo pusiste para darle mas morbo al relato. La verdad
Si pero que chiste chupar con forro