Fala aí, galera taringueira! Esse é meu primeiro post, que há tempos queria fazer mas nunca tive coragem. Até que hoje fiquei sozinha em casa e me senti inspirada pra contar como perdi minha virgindade... Eu sou Mônica, moro no norte do México. Naquela época eu tinha 12 anos, tinha acabado de entrar no ensino fundamental. Meu corpo começou a mudar desde os 10 anos, acho. Passei de corpo de menina pra uma adolescente toda gostosa: magra, 1,68 de altura, cabelo castanho claro, olhos castanhos claros. Sempre gostei das minhas pernas e da minha bunda, mas o que mais se destacava em mim eram meus peitos. Não eram enormes, mas eram redondinhos e se destacavam no meu corpo magro. Eu já adorava usar meu uniforme da escola com a saia mais curta possível, porque gostava de como minhas pernas ficavam — e meus colegas, e até os professores, também gostavam. Além disso, a blusa do uniforme eu usava o mais justa que dava pra destacar meus peitos. Amava aquele uniforme, e principalmente como ele ficava em mim. Comecei a gostar de quando saía da escola e andava umas quadras até em casa: os homens de todas as idades viravam pra me olhar. Eu passava batom ao sair, já que na escola não deixam a gente maquiada, levantava um pouco mais a saia e desabotoava um pouco a blusa. Ficava muito gostosa, eu sabia pelos olhares e cantadas que recebia no caminho. Meus pais trabalhavam, então quando eu chegava em casa ainda faltavam umas 2 ou 3 horas pra eles voltarem. Então eu tinha tempo de ficar sozinha umas horas antes de todo mundo chegar. A gente morava num condomínio fechado de umas 8 ou 10 casas. Não era um residencial de luxo, mas pelo menos o pessoal era profissional e a gente se respeitava. Minha casa era uma das últimas, e a gente tinha um casal de vizinhos que se mudou pra lá uns 3 anos antes, eu acho. Eles se davam muito bem com meus pais. Rodrigo tinha uns 35 anos e a esposa uns 30. Ele era muito atencioso com todo mundo, mas eu sentia que comigo ele era ainda melhor. Sempre que eu chegava da escola, ele estava lá fora. na casa dele fazendo qualquer coisa e ele me via, claro, quando a esposa dele estava por perto nem aparecia. Sempre nos cumprimentávamos, mas numa ocasião ele me chamou e pediu ajuda pra tirar o cachorrinho dele debaixo do carro, porque não tava obedecendo. Rápido a gente conseguiu fazer o bicho sair e aproveitamos pra bater um papo. Ele me ofereceu uma limonada e aproveitou pra dizer que eu tava muito bonita, que tava ficando uma gostosa e que eu tomasse cuidado, tudo certinho, só que eu sentia o olhar dele nas minhas pernas e no meu decote. Ele sabia que eu ficava sozinha umas horas, mas nunca me faltou com respeito. Daquele dia em diante, a gente não só se cumprimentava, mas conversava alguns minutos antes de eu entrar em casa. Num fim de semana, minha mãe me levou pra comprar roupa de academia, porque a gente queria começar a caminhar num parque perto de casa. Chegaram uns priminhos e eu aproveitei pra vestir um shortinho curto de lycra e uma blusa do mesmo material que deixava ver meus peitos com um decote generoso, e saí pra brincar com eles na frente de casa. Rodrigo não demorou pra sair e me olhar, com a desculpa de limpar o carro. Ele não tirava os olhos de mim, e eu comecei a virar e sorrir pra ele. Na semana seguinte da escola, a gente se cumprimentou como sempre e ele disse: "Ei, como você tava gostosa no outro dia, nunca tinha te visto de roupa de academia... já é toda uma mulher muito gostosa." Eu fiquei vermelha, mas agradeci. Na hora, ele perguntou se eu tinha namorado, eu disse que não. Claro que eu gostava de uns caras da escola, mas namorado não tinha. Aí ele falou: "Vou te perguntar uma coisa e você não vai ficar brava?" Eu, já flertando e brincando com o cabelo, respondi: "Claro." Ele perguntou se eu já tinha transado, e eu respondi que não, e fingi que fiquei ofendida. Fui pra casa, mas no dia seguinte já não via a hora de continuar a conversa com ele. Quando a gente voltou a conversar, ele já se aproximava e me acariciava com o olhar. Me convidou pra entrar na casa dele, comer e ver um filme enquanto meus pais não chegavam. Eu, sinceramente, queria desmaiar e sair correndo, mas... Entrei, ficava cada vez mais nervosa, mas ele era uma pessoa muito agradável e, afinal, sempre tinha o comentário mais adequado. A gente sentou junto no sofá pra ver o filme e comeu, rimos muito. Nessa altura, ele já tava acariciando minhas pernas e segurando minhas mãos. Eu me aninhava e apoiava no ombro dele, tudo muito legal pra mim. Até que ele ficou sério, me olhou bem de perto e a gente começou a se beijar. Eu já tinha beijado alguns garotos da escola, mas isso não tinha nada a ver. A barba por fazer dele arranhava, e a língua dele explorava toda a minha boca, o que eu amei. De repente, ele fala: "Tá ficando tarde, não quero que você tenha problemas com seus pais. Que tal você voltar amanhã e a gente continua, se quiser? Além disso, tenho uma roupinha que quero que você vista." Acho que nunca me senti tão molhada e tão excitada com aqueles beijos e carícias que ele me deu. Passei a tarde toda lembrando dos beijos e carícias dele, a ponto de minha mãe me perguntar se eu tinha alguma coisa. Claro que falei que não. Aquele dia foi longuíssimo, queria sair correndo da escola pra vê-lo logo. E finalmente chegou a hora da saída. Subi minhas meias até acima do joelho e minha saia no meio da coxa, e fui apressada. Cheguei na casa dele, e ele estava me esperando. "Passe", ele diz. "Como você tá gostosa. Tenho uma roupa pra você, se quiser vestir." Era um vestido justinho e curtinho, vermelho. Amei. Me troquei no banheiro dele. Ficou apertadinho e curtíssimo. Meus pais nunca teriam me comprado algo assim, por isso gostei ainda mais. Meus peitos pareciam que iam explodir com aquele decote, e minha calcinha no meio da bunda aparecia bem bonita e sexy. Quando saí, ele me esperava no sofá, e a gente começou a se beijar. Ele me acariciou toda, chupou meus peitos. Sentei em cima dele e, mesmo com roupa, sentia o pau dele bem duro roçando na minha buceta, e era uma delícia. A gente ficou um bom tempo, e eu quase gozei, nunca tinha sentido aquilo. De repente, ele me joga no chão, abaixa as calças, tira o pau enorme dele e coloca na minha buceta. Cara, e me diz: Chupa, sua puta! Não sabia se era parte do jogo ou se ele realmente tava me tratando mal, mas comecei a fazer. Já tinha masturbado um colega, mas nunca tinha colocado um pau na boca, ainda mais um tão grande. Chupei ele todo, cabia até a metade, mas ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau com força até minha garganta. Quase me engasguei e quase vomitei, mas gostei de sentir ele lá dentro da minha garganta. "Você é uma puta, e vou meter em você, puta!" A parte legal já tinha ido embora, e ele tava me tratando como uma puta. Me deitou no sofá, abriu minhas pernas, colocou o pau na entrada da minha buceta e disse que ia meter sem camisinha. Começou a enfiar, e doía pra caralho, era minha primeira vez, até que senti algo romper dentro de mim e o pau inteiro entrou. Fiquei sentindo ele me furando por um tempão, fiquei louca com aquilo tudo, até que senti toda a porra dele entrando em mim. Acho que foi um litro, senti que era muito, mas me deixei levar como se fosse uma puta. Me vesti, fui pra casa e fiquei a tarde toda deitada. Me senti realizada como mulher, mas ao mesmo tempo uma completa idiota. Eu tinha doze anos e ele uns 35. No dia seguinte, ele me ligou pra tomar uns comprimidos pra evitar gravidez. Tomei e continuamos nos vendo até eu ter uns 15 anos. Eles se mudaram de cidade, e nessa altura ele já tinha me possuído muitas vezes de várias formas. Foi um dia muito triste quando eles foram embora, porque não conseguimos nos despedir... Espero que vocês gostem... 🙂 😛 😃 🙎♂️ 🆒
12 comentários - Perdi minha virgindade com o vizinho (Real)
PERO ASÍ NO SE COGE A UNA NOVATA . . .
RARO QUE UN TIPO GRANDE ACTÚE COMO UN PENDEJO
SALUDOS
Pero la cagaste al principio, esto no es taringa
igualmente me encanto tu relato...
me dejaste con la pija re para
felicidades!!! van mis +10